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Glam Magazine

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“The Book of Souls” traz Iron Maiden a Portugal

As lendas do rock Iron Maiden, cujo novo disco de estúdio “The Book of Souls” é já n.º1 em Portugal, já têm passagem garantida por Lisboa no próximo dia 11 de julho. Os bilhetes vão à venda ao público em geral terça-feira, dia 8 de dezembro, às 10h00, nos locais habituais. Existirá uma pré-venda exclusiva para o clube de fãs de Iron Maiden e as informações estarão disponíveis no site oficial da banda: www.ironmaiden.com.

iron.jpgBruce Dickinson explica que “estamos ansiosos por voltar à estrada. Os Iron Maiden alimentam-se das digressões e de estar com os fãs. É isso que gostamos mais. Quando arrancarmos a digressão nos EUA, no próximo mês de fevereiro, serão 19 meses em tournée até ao nosso último concerto no Sonisphere, no Reino Unido, por isso estamos desejosos de começar. Vai ser fantástico reencontrarmos os nossos fãs portugueses, sempre adorámos atuar em Portugal”, salienta Bruce Dickinson.

 

O vocalista refere ainda que “claro que ainda não decidimos o alinhamento e só o vamos fazer quando começarmos os ensaios, mas estamos ansiosos por tocar algumas músicas novas, no entanto, já foi há algum tempo que nos vimos, por isso acredito que vamos incluir muitas das músicas mais antigas e preferidas dos fãs. Acreditamos que todos vão ficar encantados com o que temos em mente. Estamos a meio do processo criativo para estes espetáculos e a trabalhar arduamente para vos trazer algo incrível, algo com muita alma! Os fãs merecem".

 

Os The Raven Age serão a banda de suporte da digressão “The Book Of Souls Tour”.

 

MEO Arena (Lisboa)

11 de Julho de 2015 | 19.30h

Anúncio dos Vencedores do XXI Caminhos Film Festival

E, ao sétimo dia, o Caminhos do Cinema Português anuncia os vencedores da XXI edição do festival. Os vários júris do certame reuniram e chegaram a conclusões sobre quais os filmes merecedores de distinção na edição deste ano. Recordamos que o Caminhos Film Festival tem quatro painéis de júris distintos que premeiam diversas metragens e categorias técnicas.

Foram mais de 150 filmes em competição, que com a abertura da Selecção Ensaios a submissões internacionais proporcionou o visionamento de obras de cerca de trinta países. As sessões competitivas do festival, Caminhos e Ensaios, totalizaram mais de trinta sessões, oferecendo ao público de Coimbra um verdadeiro caleidoscópio de identidades e possibilidades diferentes de fazer cinema.

Caminhos 11.jpgPara a importante tarefa de analisar e premiar o que de melhor se produziu no último ano nas escolas de cinema nacionais e internacionais o Caminhos Film Festival convidou a integrar o Júri Ensaios os actores Sílvia Almeida, Dinarte Branco e Afonso Pimentel e os realizadores João Antero e Ricardo Pugschitz de Oliveira. Na categoria de Melhor Ensaio Visual o premiado foi LINGO, de Vicente Niro pela pertinência do tema, seu tratamento e qualidade técnica e impacto dramático que toca a qualquer espectador. Já como primeiro vencedor na categoria de Melhor Ensaio Internacional o júri distinguiu WHEN SANAM CRIED, de Majid Sheyda e Fariborz Ahanin devido ao impacto emotivo, sempre equilibrado com a tecnicidade da realização.

 

Convidados também pela organização a distinguir o que consideram o melhor filme no cômputo geral das sessões competitivas do festival, a Federação Internacional de Cineclubes indicou este ano Margarida Mateus, de Portugal, Massimo Bernardoni, da Alemanha e Odd Vaagland da Noruega ao Caminhos do Cinema Português. Este Júri decidiu distinguir o filme O ASSALTO, de João Tempera devido à mensagem que transmite sobre a nossa própria humanidade, como um registo a preto e branco significa que a nossa existência não vive no maniqueísmo.

Porque a organização do Caminhos reconhece também o importante papel da Comunicação Social na promoção e divulgação do cinema português, foram convidados a integrar o Júri de Imprensa os jornalistas Soraia Ramos e Rui Tendinha e o produtor e realizador Francisco Amaral. O Prémio de Imprensa ao Melhor Filme foi atribuído ao documentário de Manuel Mozos, JOÃO BENÁRD DA COSTA: OUTROS AMARÃO AS COISAS QUE EU AMEI devido ao diálogo contínuo de uma paixão cinéfila materializado num sentido estético reverente ao próprio amor pelo Cinema . O Júri de Imprensa decidiu também atribuir uma menção honrosa ao filme TORRE, de Salomé Lamas.

Convidados este ano a integrar o Júri da Selecção Caminhos, Ana Rocha, Gonçalo Galvão Teles, Joaquim Leitão, Lauro António, Maria Vieira, Marta Rebelo e Rita Loureiro decidiram atribuir o Grande Prémio do Festival Portugal Sou Eu ao filme IRMÃOS, de Pedro Magano.

Também nas competências do Júri da Selecção Caminhos, a distinção de Melhor Longa-Metragem coube a YVONE KANE, de Margarida Cardoso. No importante campo do registo documental, o vencedor foi GIPSOFILIA, de Margarida Leitão com uma menção honrosa para Manuel Mozos pelos filmes João Benárd da Costa – Outros Amarão as Coisas que Amei e A Glória de Fazer Cinema em Portugal. Para Melhor Curta-Metragem Turismo do Centro os jurados apontaram A ULTIMA ÁRVORE ANALÓGICA, de Jorge Pelicano como o melhor registo na competição deste ano, atribuindo ainda uma Menção Honrosa a Provas, Exorcismos, de Susana Nobre. A categoria de Animação é também distinguida com a indicação de QUE DIA É HOJE, do Colectivo Fotograma 24 como o vencedor do prémio Melhor Curta-Metragem Recheio, sendo ainda atribuída uma Menção Honrosa a Vigil, de Rita Cruchinho Neves. Consciente que a Arte Cinematográfica portuguesa apenas consegue evoluir com a constante emergência de novos valores, o prémio de Revelação atribuído pelo Júri da Selecção Caminhos é este ano galardoado ao jovem actor de Montanha, David Mourão.

Por fim, nas competências do principal Júri do festival estão também as seguintes categorias:

 

Melhor Actor – Filipe Duarte – Cinzento e Negro

Melhor Actor Secundário – Carlotto Cota - Montanha

Melhor Actriz – Beatriz Batarda – Yvone Kane

Melhor Actriz Secundária – Luísa Cruz – As Mil e Uma Noites

Melhor Direcção Artística – Ana Vaz – Yvone Kane

Melhor Fotografia – João Ribeiro – Yvone Kane

Melhor Guarda Roupa – Isabel Quadros – Capitão Falcão

Melhor Realizador – Miguel Gomes – As Mil e Uma Noites

Melhor Caracterização – João Rapaz - Arcana

Melhor Montagem – Ricardo Teixeira - Irmãos

Melhor Som – Hugo Leitão – Portugal- Um Dia de Cada Vez

Melhor Argumento Original – Miguel Gomes, Mariana Ricardo e Telmo Churro – As Mil e Uma Noites

Melhor Argumento Adaptado - Miguel Gomes, Mariana Ricardo e Telmo Churro – As Mil e Uma Noites

Melhor Banda Sonora Original – Mário Laginha – Cinzento e Negro

 

O Caminhos Film Festival agradece a dedicação e seriedade de todos jurados no empreendimento de reconhecer os melhores filmes do ano. A cerimónia de encerramento decorre já esta sexta-feira no Teatro Académico de Gil Vicente, pelas 21h30, onde serão exibidos os filmes YVONE KANE e A ULTIMA ÁRVORE ANALÓGICA.

 

Recordamos que a gala de entrega de prémios não significa este ano o fim do Caminhos. No sábado é ainda possível assistir às ultimas sessões do II Simpósio Internacional Fusões no Cinema e na rua Visconde da Luz continuará patente até dia 15 de Dezembro a exposição Os Anos d’Ouro do Cinema Português

Troyen Siva… disco "Blue Neighbourhood" editado hoje

O primeiro disco de Troye Sivan, elogiado como "uma estreia estrondosa" pela Rolling Stone, acaba de chegar às lojas: "Blue Neighbourhood" é o aguardado trabalho do australiano que começou por ser uma estrela no YouTube e é agora uma nome confirmado na música global, que ganhou a preferência de outros artistas como Taylor Swift e Sam Smith. "Blue Neighbourhood" chega depois da edição do mini álbum "Wild", que não só serviu para antever o que aí vinha, mas entrou directamente para o #1 do iTunes em Portugal, posição que atingiu em 61 países. Agora, Troye tem mais de 126 milhões de streams no Spotify e 272 milhões de visualizações no YouTube, bem como 25 concertos a caminho nos Estados Unidos, todos já completamente esgotados.

dfdfd.jpgCom uma produção de luxo e uma escrita pensada a cada palavra, "Blue Neighbourhood" é a fotografia mais nítida da pop actual e estende essa premissa ao lado visual: canções como "Wild", "Fools" ou "Talk Me Down" são acompanhadas por vídeos impressionantes. O próximo será "Youth", que para já conta com um lyric video. O álbum conta com uma série de convidados, de Broods a Tkay Maidza, Betty Who ou Alex Hope, alguns deles a aparecer destacados nas listas de apostas para 2016. Mas, revela Troye, "é um álbum completamente autobiográfico, que começa nos bairros de Perth, onde eu nasci, mas acaba nesta vida insana em que eu agora estou, em quartos de hotel e aviões".

E tudo isto na visão de alguém que tem 20 anos e que acaba de fazer parte da lista dos adolescentes mais influentes da revista TIME e de ganhar o título de "Artist on the Rise" dos MTV Europe Music Awards

“O Melhor de Rui Veloso” com 2 inéditos

Desde 2005, ano de edição do disco “A Espuma das Canções”, que Rui Veloso não dava a conhecer temas novos. Pois bem, a espera chegou (finalmente!) ao fim. Rui Veloso edita já no próximo dia 11 de Dezembro a colectânea “O Melhor de Rui Veloso” onde figuram dois inéditos: “Romeu e Juliana”, um tema da dupla João Monge e João Gil, com quem Rui Veloso não trabalhava desde o Rio Grande; e “Do Meu País”, uma homenagem ao seu amigo poeta moçambicano Eduardo Costley-White, com a música a ser assinada pelo próprio Rui.

1507-1.jpgO primeiro dos inéditos, “Romeu e Juliana”, será distribuído para as rádios já hoje, sexta-feira, 4 de Dezembro. O segundo inédito foi estreado ao vivo no passado dia 6 de Novembro no concerto de celebração dos 35 anos de carreira que Rui Veloso realizou num esgotadíssimo Meo Arena. Além dos dois inéditos, “O Melhor de Rui Veloso”, a ser editado em CD Duplo, conta com todos os grandes temas dos seus 35 anos de carreira, com o som remasterizado a partir dos suportes originais. Destaque ainda para a inclusão de verdadeiras raridades, como uma gravação inédita de estúdio do single “Nunca me esqueci de ti”, que até à data se encontra disponível apenas na sua versão ao vivo incluída no álbum “O Concerto Acústico” (2003), e de “Cine Felicidade”, lado B do single de 1981 “Um Café e um Bagaço”.

 

Alinhamento:

 

CD1

Chico fininho

Sei de uma camponesa

A rapariguinha do shopping

Um café e um bagaço

Estrela de rock and roll

Sayago blues

A gente não lê

A ilha

Máquina zero

Porto covo

Cavaleiro andante

Porto sentido

Fado do ladrão enamorado

Fio de beque

Um trolha d’ areosa

O prometido é devido

Não há estrelas no céu

Baile da paróquia

Cine felicidade

 

CD2

A paixão (segundo nicolau da viola)

Logo que passe a monção

Praia das lágrimas

Maubere

Lado lunar

Já não há canções de amor (ii)

Fado pessoano

Todo o tempo do mundo

As regras da sensatez

Jura

Não me mintas

Primeiro beijo

Nunca me esqueci de ti

Canção de alterne

Não queiras saber de mim

Benvinda sejas maria c/Bernardo Sassetti

Romeu e juliana

Do meu país

Billy Lobster… one man band

Billy Lobster é o nome artístico de Pavel Racu, 27 anos. Nascido na Moldávia, na pequena aldeia de Holercani, quando tinha 9 anos juntou-se à orquestra da escola, por vontade do pai. Tocou clarinete mais de 7 anos com o objetivo de passar para o saxofone. Posteriormente, foi-lhe oferecida uma guitarra acústica que aprendeu a descobrir nos tempos livres.

billy.jpgO nome Billy Lobster surgiu da junção de Billy, que era a sua alcunha na Moldávia, e da qual Pavel nada gostava, e Lobster, que em moldavo se escreve Racu. Emigrou com os pais para Portugal em 2005, licenciando-se em Engenharia Civil. Tem como lema o princípio KISS – Keep It Simple, Stupid! – que aplica à forma como produz a sua música. Finalista de vários concursos, entre os quais, Vodafone Band Scouting e Hard Rock Rising tem como influência grandes nomes do Blues/Rock, como Buddy Guy e John Lee Hooker.

 

Cine Incrivel (Almada)

4 de Dezembro 2015 | 22.30h

Escritora Samantha Shannon no Comicon este fim-de-semana

A escritora inglesa Samantha Shannon, autora do livro “A Estação dos Ossos”, editado em Portugal, pela Casa das Letras, é uma das convidadas da ComicCon, que se realiza, em Matosinhos, a partir de hoje e até domingo. Apelidada a nova J.K. Rowling pela imprensa britânica, a romancista de 24 anos assinou, em 2013, um contrato milionário pela saga de sete livros protagonizada pela vidente Paige Mahoney que trabalha no submundo do crime de Londres, em 2059.

samantha_shannon.jpgEscrito com a qualidade de um Dickens futurista”, disse a crítica sobre Samantha Shannon, que começou a escrever pequenos contos aos 15 anos. Entre 2011 e 2013 estudou Língua e Literatura Inglesa no St. Anne’s College, na Universidade de Oxford. Depois de inúmeras recusas, mostrou o primeiro capítulo à premiada escritora britânica, Ali Smith, que adorou e a ajudou a procurar um agente. “A Estação dos Ossos” foi traduzida em 28 idiomas e escolhido como Livro do Ano pelos jornais Daily Mail e Huffington Post e nomeado como um Melhores Livros do Ano, na categoria Ficção Científica e Fantasia, pela Amazon. Shannon é apontada como um nome emergente na área, tendo sido vencedora do prémio Woman to Watch 2013. Os direitos cinematográficos do livro foram comprados, de imediato, pelos estúdios do actor britânico Andy Serkis, o Gollum de O Senhor dos Anéis.

 

O segundo volume da saga escrita por Samantha Shannon deverá ser publicada em Portugal em 2016.

 

Dia VI do Caminhos Film Festival…

A semana pode estar a chegar ao fim com a passagem de quinta para sexta-feira, mas o ritmo do Caminhos Film Festival não abrandou. Em mais um dia cheio de actividades, novamente uma dezena de sessões possibilitou aos espectadores o visionamento de mais de trinta obras cinematográficas.

caminhos 09.jpgAinda antes da habitual sessão de Caminhos Juniores, no entanto, já o festival dava o início ao II Simpósio Internacional Fusões no Cinema. A decorrer nas instalações da Universidade Aberta, este encontro de investigadores, artistas e criadores promove a criação e difusão do conhecimento sobre a sétima arte e decorre até sábado, dia 5de Dezembro.

Caminhos 10.jpgÀs 15h, enquanto a Selecção Caminhos Mundiais apresentava a comédia dramática “Amour Fou”, de Jessica Hausner no Museu da Ciência, o Conservatório de Música iniciava o dia com os ensaios visuais vindos de escolas de cinema internacionais. Pelas 17h30 um nova sessão de ensaios, agora com alguns dos melhores vindos das escolas de cinema portuguesas. Não foi o final do dia no Conservatório de Música de Coimbra, que concluiu as suas actividades do dia 3 de Dezembro com a Selecção Diásporas às 21h30 e uma mastersession onde se debateram as questões relacionadas com identidades nacionais e culturas influenciadas através de visões cinematográficas diversas. Uma sessão que sem dúvida contou com as contribuições deixadas às 19h, quando a Selecção Diásporas, exibindo os filmes “Chay”, de Charlotte A. Rolfes, “Roots”, de Krishnaraj Seenivasan e ainda “Gaiola Dourada”, do luso-descendente Ruben Alves que esteve presente nos cinemas NOS do Fórum Coimbra.

No que toca à Selecção Caminhos, o dia no Teatro Académico Gil Vicente foi também preenchido com sessões às 17h30, 21h30 e 24h com destaque para a presença de realizadores, actores e produtores dos vários filmes em competição. Na sessão das 17h30 João Fontes e Pedro Gancho, realizadores de “Brigada Vermelha”, partilharam com o público as experiências de filmar na Índia um documentário sobre os direitos das mulheres e a luta contra assédio e abuso sexual. Na sessão das 21h30 ambos os realizadores marcaram presença. Beatriz Novais comentou a experiência de produção da animação A Directa e Luís Filipe Rocha respondeu a questões do público sobre o seu mais recente filme Cinzento e Negro. Por fim, a sessão das 24h encerrou com a presença da realizadora de Maria, Leonor Pacheco e o produtor Nuno Portugal e actor Miguel Bronze, ambos da curta-metragem “Gu”, sobre um jovem gabarola de Coimbra.

Caminhos 11.jpgHoje o XXI festival Caminhos do Cinema Português apresenta a sua gala de encerramento, onde serão apresentados os vencedores e destacados os melhores momentos da edição deste ano. As actividades relacionadas, no entanto, não se esgotam com esta gala e a exposição Os Anos d’Ouro do Cinema Português, com curadoria de Paulo Borges, continuará patente ao público até 15 de Dezembro na rua Visconde da Luz.

MEO Sudoeste… Fã Pack Exclusivo FNAC à venda dia 8 de Dezembro

Está a chegar a 20ª edição daquele que é um dos mais icónicos Festivais Portugueses. Na Herdade da Casa Branca, na Zambujeira do Mar, desde a primeira edição em 1997, o MEO Sudoeste é desde há muito destino de férias preferido para quem gosta de música num ambiente fantástico de verão, sol, muito convívio e partilha com os amigos.

header_Press_MSW_2016.jpgMuitos foram os concertos verdadeiramente inesquecíveis que se viveram ao longo das últimas 19 edições e agora, todas as tribos se preparam para celebrar a 20ª edição com os melhores artistas nacionais e internacionais.  Os bilhetes já se encontram à venda, e a partir de terça-feira, dia 8 de dezembro nas lojas de FNAC de todo o país, o MEO Sudoeste e a FNAC lançam o Fã Pack FNAC MEO Sudoeste, em quantidade limitada e ao preço de 80€.

Variações - Entre Braga e Nova Iorque

António Variações nasceu a 3 de Dezembro de 1944, em Amares, e faleceu em Lisboa, antes de completar 40 anos, corria o ano de 1984. No arranque dos anos 80, no entanto, assinou uma curta mas fulgurante carreira de que ainda hoje se sentem os ecos. Variações - Entre Braga e Nova Iorque pretende homenagear este criador pós-moderno num dos polos da sua inspiração artística, a cidade de Braga, que apontava como símbolo da sua ligação a uma nítida portugalidade que hoje inspira uma nova geração de músicos e cantores a expressar-se na sua própria língua e a assumir ligações às nossas raízes.

99944.jpgEste espetáculo resulta de uma encomenda a Samuel Úria que convocou uma série de aliados, entre eles Tiago Cavaco, também conhecido como Guillul, figura de proa da FlorCaveira, um dos primeiros coletivos a assumir a influência direta de Variações na presente década.

 

Theatro Circo (Braga)

4 de Dezembro 2015 | 21.30h

Ian Svenonius estreia-se a solo em Portugal

Ian Svenonius é dos poucos músicos americanos associado ao “universo do indie-rock” que assume a condição de teórico, agent-provocateur e artista multidisciplinar. Figura de proa na cena musical de Washington D.C., onde foi músico dos Nation of Ulysses, The Make-Up, Weird War, entre outros nomes, tem vindo desde 2006, a materializar algumas das suas ideias sobre o estado do rock n' roll e da cultura americana. Para confirmar esta asserção basta ler livros como The Psychic Soviet ou Supernatural Strategies for Making a Rock 'n' Roll Group, onde teoriza e especula sobre o conceito de banda de rock ou articula relações entre as ideologias do século XX e a música popular.

IFS PIC BY EVA1CROPPED.JPGEste percurso intelectual não apagou a continuação de uma prática musical. Há seis anos que Svenonius anda a construir uma discografia com “seus” Chain & The Gang e a colaborar com outros músicos.

Enquanto apresentador no canal VBS.tv entrevistou músicos como Kevin Shields, Ian Mackaye, Kim Gordon, Thurston Moore, Suicide, Mark E Smith, Steve Albini e conta ainda com trabalhos realizados na área do cinema. Com um currículo invejável, Svenonius apresenta-se pela primeira vez a solo em Portugal, apresentando o projeto Escape-ism e o documentário "What Is A Group?" (2013).

 

Galeria ZDB (Lisboa)

4 de Dezembro 2015 | 22.00h

 

Sonoscopia (Porto)

5 de Dezembro 2015 | 19.30h

 

Salão Brazil (Coimbra)

7 de Dezembro 2015 | 22.30h

Sérgio Godinho e Jorge Palma "Juntos" em CD e DVD a partir de hoje

"Estamos muito contentes por estar juntos" foi a primeira frase que os músicos ouviram, no primeiro ensaio, mesmo sem ninguém ter dito isso. Ia dar certo. Deu certo. As palavras são de Sérgio Godinho, escritas para um dos textos que integra a edição deluxe "Jorge Palma & Sérgio Godinho - Juntos ao vivo no Theatro Circo" e que descreve o espírito presente nesta aventura a dois. Esta edição, em que constam 2CD + DVD com a versão integral do concerto, está disponível em exclusivo na Fnac e inclui fotografias de Rita Carmo, textos exclusivos escritos pelos dois protagonistas e por duas devotas admiradoras, Capicua e Mafalda Veiga, e ainda um DVD realizado por André Tentúgal também ele cantautor, associado ao projecto We Trust.

picture.jpgAliás, em torno destes "135 anos de música", estão alguns dos mais consistentes e criativos músicos nacionais: Nuno Rafael e Pedro Vidal, responsáveis pela direcção musical, nas guitarras; Nuno Lucas no baixo; João Cardoso nas teclas; e João Correia e Sérgio Nascimento, num admirável jogo de energia e sensibilidade nas duas baterias e percussões. A captação e mistura ficaram a cargo de Nelson Carvalho.

 

"O meu prazer em ouvir as canções do Sérgio é genuíno desde sempre e cantá-las tem sido minha prática comum - quando o fazemos em conjunto esse gozo aumenta exponencialmente, esse sentimento é recíproco e abrange obviamente as minhas canções também (…)", diz Jorge Palma. Esse "gozo" tem percorrido algumas salas do país desde Maio e foi registado no magnífico Theatro Circo de Braga nos passados dias 24 e 25 de Setembro, em duas noites absolutamente memoráveis para o público presente. Para além da "edição deluxe", "Jorge Palma & Sérgio Godinho - Juntos ao vivo no Theatro Circo" terá ainda edição digital e uma edição standard em CD com 17 dos 25 temas registados. "A Noite Passada", canção seleccionada como single de avanço já está disponível. Mas neste registo histórico, que reúne duas das figuras mais preponderantes da música nacional, podemos ouvir e emocionarmo-nos com canções como "Dá-me Lume", "O Elixir da Eterna Juventude", "A Gente Vai Continuar", "Na Terra dos Sonhos" ou o inédito, escrito por Sérgio Godinho a propósito desta reunião, "Caso For Esse o Caso". São quatro décadas de canções que de, alguma maneira, fazem a banda sonora das nossas vidas.

 

Em paralelo com esta edição, os artistas anunciam ainda a estreia do espectáculo nas cidades de Porto e Lisboa com apresentações nos Coliseus, respectivamente a 25 de Fevereiro e 4 de Março de 2016.

Castello Branco… do Rio para Bragança

Nos últimos anos, Castello Branco emergiu na música brasileira como um dos maiores talentos da sua geração. Mesmo que o jornal O Globo não o tivesse dito nas suas páginas, o disco de estreia do músico brasileiro seria mais do que suficiente para confirmar isso mesmo. Com “Serviço”, editado em 2014, Castello Branco assinou um conjunto de canções em que parte dos ensinamentos da música tradicional brasileira para obter algo apenas seu, com um olhar necessariamente espiritual e curioso.

GLAM - Castello Branco.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

“Serviço” é um disco que procura uma verdade; uma verdade que não tem de ser necessariamente a de todos mas onde todos devem conseguir rever, nem que seja um pouco, a sua própria realidade. Em vésperas de lançar o seu segundo disco de originais, Castello Branco regressa a Portugal para, desta vez com banda, apresentar o seu disco de estreia, assim como algumas das suas novas canções. Chega agora a Bragança depois de uma passagem memorável na edição de 2015 do Vodafone Mexefest.

 

Museu do Abade de Baçal (Bragança)

4 de Dezembro 2015 | 22.00h

Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o conhecimento?

Os Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o conhecimento? fazem parte do programa de actividades pedagógicas realizado nos últimos anos em Vila do Conde promovido pela Circular Associação Cultural (que organiza o Festival anual de artes performativas com o mesmo nome). Convidados com formações e experiências variadas foram desafiados a pensar sobre o tema proposto numa sessão que irá decorrer no dia 5 de Dezembro, entre as 10.00h e as 18.00h na Biblioteca Municipal de Vila do Conde.

Alvaro-Laborinho-Lucio.jpgPretende-se aqui reflectir sobre o que pode a arte, o que pode o conhecimento. Queremos que esta reflexão se faça através de múltiplas perspectivas estimuladas por personalidades cujas teorias e gerações trilham caminhos variados. São convidados deste ano: Licício Lima (Prof. Universidade do Minho), Liliana Coutinho (Assistente programação Teatro Maria Matos), João Fernandes (Subdirector Museu Rainha Sofia), Diogo Vaz PInto (Poeta), Graça Castanheira (Realizadora), Jonathan Saldanha (Músico) e Álvaro Laborinho Lúcio.

 

Documentário "Revoada" com Álvaro Laborinho Lúcio

Este documentário resulta da vontade de partilhar e assim facilitar o acesso ao pensamento de Álvaro Laborinho Lúcio. Aqui a forma como se diz, o que se diz, é mobilizadora da alma e potenciadora do agir. Deambulamos pelos caminhos da educação, da arte e da cidadania e percebemos que assistir ao exercício do pensamento, enquanto prática da inteligência e na sua dimensão poética, pode ajudar à transformação. Importa ir. Importa que lutemos por aquilo em que acreditamos e “que não nos apeemos cedo de mais”. Importa que façamos os caminhos apesar das pedras e com as pedras. O rigor e o entusiasmo das convicções que aqui se apresentam são proporcionais à disponibilidade para reconhecer que outras podem ser melhores. Esta forma de dizer o mundo, de se referir a ele, de mudar de sítio aquilo que por hábito se instalou e deixou de nos interpelar, dá lugar ao espanto e assim torna visível e cria outras possibilidades, outras paisagens, reacendendo as perguntas, o pensamento e a ação.

 

Encontros Derivas: O que pode a arte? O que pode o conhecimento?

5 de Dezembro, Sábado, 10:00-18-00

Biblioteca Municipal de Vila do Conde

 

Documentário "Revoada" com Álvaro Laborinho Lúcio | Realização de Eva Ângelo

Conversa após o filme com Álvaro Laborinho Lúcio

5 de Dezembro, Sábado, 21:00

Auditório Municipal de Vila do Conde

 

 

Natal em Lisboa 2015…. Este sábado…

O Coro do Tejo. Tradição Europeia no Natal – Música Sacra para coro e orgão

O programa que o Coro do Tejo propõe para este Natal é um breve panorama da música sacra de cinco grandes compositores europeus neste género musical: Edward Elgar (inglês), Gabriel Fauré (francês), Javier Busto (espanhol), Estevão Lopes Morago (espanhol), embora tenha passado uma boa parte da sua vida em Portugal) e Felix Mendelssohn (alemão). A variedade de formações das obras escolhidas, com divisi, solistas e órgão, permitirá ao público apreciar a música, mas também fruir do espaço e da beleza acústica da Igreja de N.ª Sr.ª Auxiliadora.

Natal.jpgPrograma:

Felix Mendelssohn (1809-1847)

Lass´, O Herr, mich Hülfe finden

Denn her hat seinen Engeln befohlen

Laudate Pueri

Javier Busto (1949)

Ave Maria

Gabriel Fauré (1845-1924)

Cantique de Jean Racine

Estevão Lopes Morago (1570-1628)

Laudate Pueri

Edward Elgar (1857-1934)

Benedictus, Op.34

 

Sérgio Silva Órgão

Clara Coelho Direção

 

Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora (Salesianos de Lisboa) (Lisboa)

5 de Dezembro 2015 | 21.30h