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Glam Magazine

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Nova data para concerto de Noiserv em Dezembro no Salão Brazil

Noiserv viu esgotar dois concertos no Salão Brazil, em Coimbra, para sexta e sábado, 11 e 12 de Dezembro, às 22h30. Dada a afluência às bilheteiras, o Jazz ao Centro Clube convidou o músico a abrir uma terceira data. Este concerto acontecerá no domingo, dia 13 de Dezembro, às 17h00, e os bilhetes já estão disponíveis nas lojas Mau Feitio, Gang of Four, Mercearia de Arte e Coimbra Concept Store.

MNOS-Noiserv.jpg

 (c) 2014 Paulo Homem de Melo

 

David Santos, “o homem-orquestra”, criou o projecto Noiserv em 2005, alcançando rapidamente um lugar essencial na história da música portuguesa. O seu percurso tem sido marcado pela criação de canções capazes de atingir cada individuo na sua intimidade, relembrando-lhe vivências, momentos e memórias intrincadas entre a realidade e o sonho. Conta no seu currículo com o bem sucedido disco de estreia “One Hundred Miles From Thoughtlessness” (2008), o EP “A Day in the Day of the Days” (2010), mais de 4 centenas de concertos por Portugal e resto do Mundo e ainda uma série colaborações em Teatro e Cinema. No início de 2014, o disco “Almost Visible Orchestra” foi galardoado como melhor disco de 2013 pela SPA, Sociedade Portuguesa de Autores.

 

Salão Brazil (Coimbra)

11, 12 e 13 de Dezembro 2015 | 17.00h (13 de Dezembro) 22.30h (11 e 12)

IX Aniversário Musicbox: Artista a Artista (You Can’t Win Charlie Brown)

Na última visita ao Musicbox, os You Can’t Win, Charlie Brown percorreram, em três dias, toda a discografia que, desde 2009, os colocaram na linha da frente do indie nacional. “Diffraction / Refraction”, “Chromatic” e o Ep homónimo, elencam, fisicamente, aquelas que são as linhas chaves do seus trabalho: harmonias vocais exemplarmente construídas, combinação entre elementos folk e electrónicos, diversidade rítmica, construção de ambientes quase sinfónicos.

GLAM - YCWCB.jpg(c) 2014 Paulo Homem de Melo

 

Os You Can’t Win Charlie Brown são um grupo lisboeta formado em 2009, ano em que lançaram, através da Optimus Discos, o seu primeiro registo gravado, um EP homónimo. “Chromatic”, lançado em 2011, o primeiro longa duração, seria a prova de uma nova identidade, onde encontramos músicos de outras formações bem conhecidas do público português. A boa recepção do disco, por parte do público e da crítica, abriu as portas à banda lisboeta para pisar palcos um pouco por Portugal inteiro e não só, já que os You Can’t Win Charlie Brown também contam com um par de passagens por Inglaterra e uma ida aos EUA para o festival South by Southwest.

Em 2014, os You Can’t Win Charlie Brown lançaram “Diffraction/Refraction”, o trabalho de confirmação da banda.

 

Musicbox (Lisboa)

5 de Dezembro 2015 | 00.30h

 

IX Aniversário Musicbox: Artista a Artista (Chibazqui)

Tudo começou com um erro, mas a coisa acabou por dar certo: era para ser Chinaski, um roubo descarado a Bukowski, mas alguém se enganou a teclar e escreveu “Chibaski” – daí ao aportuguesamento desavergonhado foi um pequeno passo. Ficou Chibazqui, nome estranho e sem significado, e em seu redor formou-se a banda, partindo do princípio de que é preciso lidar tranquilamente com o erro, cuidar dele e fazer com que cresça saudável e funcional. Tranquilamente não é um advérbio de modo aplicado aqui por conveniência menor: ele surge por necessidade. A tranquilidade é um elemento fundamental na história ainda curta dos Chibazqui, um quarteto cuja ambição maior é fazer tudo com vagar, sem complicar, evitando ao máximo a preocupação e a ansiedade.

9888.jpgE foi assim que, calmamente, Diego Armés (ex-Feromona), C de Croché, Filipe Sambado (Cochaise) e Silas Ferreira (Pontos Negros, Os Náufragos) foram construindo um álbum, canção após canção, sem forçar a música nem obrigar a lírica: tudo fluindo naturalmente. Se não fluiu, deixou-se a descansar, a amadurecer, e um dia destes talvez se volte lá – mas sempre sem obrigação de o fazer, o segredo é não planear demasiado. Perante um plano tão simples, decidiu-se que seria absolutamente lógico e da mais elementar justiça chamar-se ao disco “Planos para o futuro”, título de uma canção onde se expõe abertamente o objectivo fundamental chibazquiano: “eu só quero viver devagar, morrer já velhote a contemplar as ondas”. Neste conjunto de canções encontram-se viagens nostálgicas, férias adolescentes fervilhantes, recordações de infância, retratos do quotidiano, um pouco de absurdo e a satisfação de ir levando a vida com serenidade – ou a surpresa por se ir amadurecendo com prazer.

 

Musicbox (Lisboa)

5 de Dezembro 2015 | 23.00h

“Carlsberg Where’s the Party” com experiências únicas

O primeiro evento Carlsberg Where’s the Party no Meo Arena está a chegar. Na sexta-feira, 18 de dezembro, será a estreia, em palcos nacionais, da dupla Axwell Λ Ingrosso, mentores dos Swedish House Mafia, à qual se juntam os portugueses Diego Miranda, DJ Ride e Club Banditz, havendo também lugar para várias experiências únicas. A festa inicia-se às 21h30 e termina às 3h00, com abertura de portas às 20h00.

Cartaz completo Carlsberg WTP em Lisboa.jpgLogo à entrada do recinto, é possível habilitar-se a ganhar um dos Meet & Greet com Axwell Λ Ingrosso e Diego Miranda, bem como visitas ao backstage, para além de vários prémios da LG. Para tal, é necessário tirar uma fotografia, partilhá-la no instagram com as 2 #s oficiais - #wtpepicmoments e #axwellingrosso. Vencem as que tiverem mais hearts.

 

Outra experiência é o photo wall by ReusePic que convida a tirar fotografias com os amigos e a transformá-las em autocolantes reutilizáveis. Mas também vai ser possível dar ainda mais brilho à noite, já que haverá equipas de promotores da Glow a fazer pinturas faciais fluorescentes temáticas alusivas ao Carlsberg Where’s the Party (como são o trevo da marca ou o símbolo “Λ” da dupla de DJs).

 

Depois de mais de 6 horas de música ininterrupta e para facilitar o regresso a casa, para quem se vai deslocar do norte e centro do país para assistir ao evento, a organização fez uma parceria com a CP - Comboios de Portugal, que garante um comboio especial Intercidades, para além de possibilitar descontos na aquisição dos bilhetes.

 

Mais informação aqui

A Emoção Zero… Um livro de José Pedro Sousa

Um livro de José Pedro Sousa e com ilustrações de Pascal Ferreira.

Se não morre à primeira, que morra à segunda. A dor, por muito que ensine, não se quer por companhia para sempre. E é por isso que “A Emoção Zero” conhece, nestes dias derradeiros de 2015, a sua segunda edição. Tão de autor como a primeira, não fosse esta a explosão de uma intimidade que outros calam, mas revista e aumentada. Por novos textos, encontrados em partes seladas pelo desgosto na casa onde o desgosto se deu, e em boa parte pelas ilustrações à medida de Pascal Ferreira, cúmplice acidental e para sempre de José Pedro Sousa, autor de “A Emoção Zero”.

A Emoção Zero.jpgA Emoção Zero” é um homem a emergir para respirar e voltar a viver. É um lugar, um lugar verdadeiramente físico para onde somos atirados em determinadas alturas da vida. Como quando somos abandonados, só para nos situarmos em matéria de gravidade. Abraçar a desolação do lugar ao ponto de querer descrevê-lo ao pormenor é dose bruta. Fazê-lo duas vezes, como testemunha esta nova edição, é nada temer. José Pedro Sousa viu o amor fazer as malas mas nada temeu. Pascal Ferreira também não. Era só o que faltava, não fazer como os grandes que da mágoa fizeram criação.

 

José Pedro Sousa, autor de “A Emoção Zero” nasceu em 1974 e começou a fazer-se gente em Gaia. Os Depressão Total levaram-no a ter uma banda e a curiosidade levou-o a trabalhar no Coliseu do Porto. Filmava concertos, dos Excesso a Mário Laginha. Carregou, montou e criou material para o Balleteatro do Porto. Apaixonou-se por bailarinas e por Jeff Buckley. Estudou Cinema na faculdade e nos clubes de vídeo James Dean e James Bond. Começou a fotografar com o pai e com o seu amigo Júlio. Com a longa-metragem “Kuzz”, realizada em ambiente académico, chamou a atenção de diversas pessoas centenas de quilómetros a Sul do seu Porto. Foi assim que começou a sua carreira de realizador de filmes publicitários, universo onde hoje é para muitos referência incontornável. “A Emoção Zero” é outra coisa. E ainda bem.

Pascal Ferreira, o ilustrador de “A Emoção Zero”, foi uma feliz recomendação num jantar de primos. Parisiense no parto e portuense na residência, forma-se em Escultura mas realiza-se a desenhar. Interessam-lhe as paisagens naturais, as representações metafóricas da montanha. Narrativas como expedições, lápis livre sobre folha de papel, viagens terapêuticas e deslumbramento. “A Emoção Zero” é um lugar, já se disse. Um lugar que deslumbrou Pascal Ferreira.

Texto: Pedro Gonçalves

 

Lançamento, leitura, exposição e a guitarra de Grutera

Miss’opo (Porto )

10 de Dezembro 2015 | 22.00h

Primeiras confirmações Sumol Summer Fest 2016: Madcon e Elliphant

Estão confirmados os primeiros nomes do cartaz do Sumol Summer Fest para 2016: Madcon e Elliphant.

Elliphant atua dia 24 de junho, sexta feira, e Madcon no dia 25 de junho, sábado. Na sua 8ª edição, o Sumol Summer Fest apresenta dois nomes de referência da música pop do norte da Europa, que se têm destacado por todo o mundo com as suas sonoridades originais e êxitos com milhões de visualizações no Youtube e presença de singles nos tops um pouco por todo o mundo. Estas duas apostas vêm reforçar o posicionamento do Sumol Summer Fest como o Festival que oferece uma localização de excelência, na emblemática vila da Ericeira junto à meca do surf na Praia de Ribeira D'Ilhas e a oportunidade de se passar um fim de semana num dos melhores parques de campismo do país - o Ericeira Camping - ao som da melhor banda sonora para o início do verão.

Madcon.jpg(c) 2013 Johannes Andersen

 

Madcon são, atualmente, considerados os maiores artistas pop da Noruega. No Sumol Summer Fest o público poderá ouvir temas como "Beggin", “Glow” que liderou tops por toda a Europa, “Freaky Like Me” ou “One Life” que têm marcado as suas atuações. Em 2013, a banda lançou o álbum “Icon”, um trabalho que contou com a participação de Kelly Rowland, Snoop Doog e Rick Ross. "One Life" com Kelly Rowland tem mais de 14 milhões de visualizações no Youtube. Já em 2015, lançam o retumbante êxito planetário “Don’t Worry” (feat. Ray Dalton), ouvido em todas as rádios pelo mundo fora. Nas suas atuações ao vivo, os Madcon criam uma energia com o público que deve ser experimentada, e que faz com que seja impossível resistir a uma reação imediata.

Elliphant.jpg (c) 2015 Picksysticks

 

Elliphant é o projeto da sueca Ellinor Olovsdotter, a inesquecível voz associada ao vibrante single “Down on Life” que conta com quase cinco milhões de visualizações no Youtube e marcou o ano de 2015. Em junho de 2016 traz a Portugal o seu mais recente álbum e primeiro longa duração, lançado este outono. Elli, como gosta de ser chamada, sempre se sentiu próxima de sonoridades como o West Indian Patois reggae jamaicano e o dub, mesmo antes de se tornar uma artista profissional. Começou a introduzir estes elementos nas suas canções encontrando conforto numa linguagem musical em permanente mutação, que se adapta na perfeição à sua voz rouca. A evolução do seu projeto levou-a por caminhos mais associados à música pop, nomeadamente, com o lançamento do seu single de estreia “Tekkno Scene” que se tornou viral quando associado ao jogo FIFA 13.

Os sucessos sucederam-se e, em tempo recorde, Elliphant estava nas bocas do mundo e a colaborar com nomes de referência como Skrillex e Major Lazer cujo último single “Too Original” conta com a participação de Elliphant e de Jovi Rockwell. Ao vivo, Elli tem uma força arrebatadora e os concertos que tem dado um pouco por todo o mundo são descritos como eletrizantes e inesquecíveis.

 

Na edição de 2016, o Sumol Summer Fest realiza-se nos dias 24 e 25 de junho, mês em que se celebra a chegada do verão, dos dias mais longos do ano e se inicia a época dos festivais com a promessa de um fim de semana inesquecível e noites de muita música. O Fã Pack Sumol Summer Fest, com passe de dois dias com campismo, t-shirt oficial, stickers Sumol Summer Fest e 20 packotes dourados com ofertas únicas como acesso à zona vip ou aulas de surf, já está disponível, em exclusivo nas lojas FNAC, ao preço promocional de 50€, sendo uma opção de presente atrativa para este Natal.

 

Rhodes actuará na primeira parte do concerto de Hozier

O músico britânico Rhodes actuará na primeira parte do concerto de Hozier, agendado para 16 de Janeiro no Coliseu de Lisboa. “Wishes” é o álbum de estreia de Rhodes, um trabalho muito pessoal onde o cantor e compositor retrata partes da sua vida e da sua jornada até à data. A edição física do disco esta agendada para o dia 15 de Janeiro de 2016.

Rhodes_Wishes_Cvr - RHODES.jpgPara além do mais recente singls “Close Your Eyes”, este trabalho inclui ainda uma colaboração com a cantora e compositora Birdy no tema “Let it All Go”, escrito e produzido pela própria

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

16 de Janeiro de 2016

Best Youth esgotam Porto e Lisboa e seguem para Loulé

Estão perto da vintena de concertos desde o lançamento do seu primeiro longa duração, “Highway Moon”, a 30 de Março. E se há coisa que têm provado, entre os espectáculos em salas nacionais e as passagens por Budapeste, Londres e Manchester, é que sabem defender primorosamente os temas ao vivo.

Já quando apresentaram este “Highway Moon” no Porto, a sua cidade Natal, a sala do Hard Club não terá ficado com muito espaço para permitir os movimentos bamboleantes àqueles que ali se deslocaram no dia 7 de Novembro, não por falta de vontade mas porque a casa estava cheia. Cenário que se repetiu em salas como o Theatro Circo, em Braga, o Teatro Diogo Berardes, em Ponte de Lima, ou o Teatro de Vila Real, em Vila Real.

GLAM - Best Youth.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Sábado, dia 5 de Dezembro, os Best Youth fecham o ano de concertos a sul, no Cineteatro Louletano, em Loulé, com a promessa de, em 2016, continuarem em digressão dentro e fora de portas para transformar em borboletas as músicas que, no álbum, se apresentam no conforto do casulo

 

Cineteatro Louletano (Loulé)

5 de Dezembro de 2015

ALDEIA – 10 Anos de Lovers & Lollypops

A Lovers & Lollypops esta a celebrar os 10 anos de existência e preparou uma grande festa este sábado na Aldeia. Claro que estas coisas têm de ser celebradas com pompa e circunstância. Por essa razão a editora juntou não todos, mas quase todos os artistas que fazem de uma das discográficas mais afortunadas deste cantinho da Europa, e organisou um ALDEIA — onde poderão viver com a Lovers & Lollypops e com a música dos seus artistas durante um dia inteiro, das 14h às 6h.

aldeia.pngEis o programa das festas que precisam de saber:

 

14h00 – Abertura de portas

14h45 - MEDEIROS/LUCAS

15h30 - Jorge Coelho

16h15 - Duquesa

17h00 - Plus Ultra

17h45 - dreamweapon

18h30 - Sequin

19h15 - Equations

20h45 - Senyawa

21h30 - Memória de Peixe

22h15 - Black Bombaim

23h00 - Glockenwise

23h45 - KILLIMANJARO

00h30 - JIBÓIA + Filho da Mãe + Ricardo Martins

01h15 - DJ Lynce vs DJ Quesadilla

03h00 - ACID ARAB

06h00 - fecho de portas

Linda Martini… anunciam novo disco e Coliseu de Lisboa em Abril

"Sirumba" é o titulo do novo disco dos Linda Martini com edição prevista para dia 1 de Abril de 2016. Logo no dia seguinte (2 de Abril), o grupo apresenta o álbum e tocam, pela primeira vez, no Coliseu de Lisboa. "Sirumba" tem estado a ser pré-produzido no estúdio HAUS, em Lisboa, e segue para gravações finais em Janeiro. O primeiro single é apresentado em fevereiro. Aguardado com muita expectativa, a banda solta uma única ideia sobre o novo disco...

DSC_0883 (Cópia).jpg

(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Vou saltando quadrados até chegar ao outro lado, para depois fazer tudo de volta. Policiado por mãos nervosas que tocam o ar, corro para fora de mim com fina precisão, evitando as linhas toscas desenhadas a giz no alcatrão. Se ganhar serei de novo ladrão de passo altivo, por entre a autoridade resignada aos seus corredores estreitos. E alguém grita Sirumba. E eu começo agora. De novo.

 

Para a noite do Coliseu de Lisboa, a banda percorrerá também momentos importantes da carreira revisitando discos anteriores. Os bilhetes para o Coliseu encontram-se já à venda e variam entre 12 Euros (bilhete único) e os 20 Euros (bilhete duplo). Tendo presente que o grupo tem seguidores um pouco por todo o País, a CP e os Linda Martini juntam-se numa ação conjunta. Os fãs que adquirirem o bilhete para o Coliseu terá desconto de 30% na compra do bilhete da CP de qualquer parte do País.

 

Apresentação do disco de estreia de Alexandre Coelho 4tet

Alexandre Coelho é um jovem baterista que, nesta ocasião, apresenta o seu trabalho de estreia enquanto líder. O disco intitula-se "Saturday" e é editado pela Sintoma Records, editora sediada em Lisboa, que tem impulsionado uma parte significativa dos novos valores do Jazz nacional.

Alexandre coelho_foto.JPGPara este projecto, Alexandre convidou outros três músicos que, tal como ele, são docentes do Curso profissional de Jazz do Conservatório de Música de Coimbra. Gonçalo Moreira (piano), João Cação (contrabaixo) e João Mortágua (saxofones alto e soprano), sobem ao palco do Salão Brazil para uma noite de celebração da vitalidade do Jazz português.

 

Salão Brazil (Coimbra)

5 de Dezembro 2015 | 22.30h

22º Super Bock Super Rock… The National e Kurt Vile

Em 2016, o Super Bock Super Rock regressa ao complexo do Parque das Nações nos dias 14, 15 e 16 de julho. Os primeiros que se anunciam são senhores de uma classe indiscutível e globalmente reconhecidíssimos pelos méritos da sua obra e, muito especialmente, por fazerem das suas atuações ao vivo momentos únicos de celebração e comunhão com o público: The National. Confirmada também uma das coqueluches da música independente do momento, Kurt Vile.

GLAM - The National (2).jpg(c) 2014 Paulo Homem de Melo

 

Os The National são, provavelmente, uma das bandas mais amadas do universo musical independente. As fronteiras esbatem-se e aquilo que se designava por música alternativa começa a enfraquecer de sentido porque, afinal, não importa assim tanto, e a indústria segue caminhos que estreitam o tamanho do mundo. Um dos exemplos paradigmáticos desta contemporânea constatação são os The National que, de disco em disco, galgaram tamanho, passando de uma banda de minorias para um quase amor unânime. Liderados por Matt Berninger, os The National são ainda constituídos pelos irmãos Aaron Dessner e Bryce Dessner, Bryan Devendorf e Scott Devendorf. Com 6 LP em 15 anos de carreira, são reis da sonoridade de contornos líricos impactantes, com a capacidade de mover os corações de uma cada vez maior legião de fãs.

GLAM - Kurt Ville.jpg(c) 2014 Paulo Homem de Melo

 

Outro dos nomes do momento da música dita independente chama-se Kurt Vile. Com Adam Granduciel fundou os The War On Drugs, mas com eles viria apenas a participar no título de estreia. O destino estava traçado para este músico: fazer obras em nome próprio porque a desmesura do seu talento assim o exigia. Com seis discos em carteira, o primeiro editado em 2008, foi com “Wakin on a Pretty Daze” (2013) e “b'lieve I'm goin down...”, o último editado já em 2015, que Kurt Vile atingiu um estatuto de admiração global. Capaz de compor e interpretar de forma única sonoridades rock, folk e do designado género americana, o artista de Filadélfia, inspirado em nomes como Bruce Springsteen, Neil Young, Tom Petty ou John Fahey, tem um carisma e estilo únicos. Ao vivo faz-se acompanhar pelos The Violators, banda constituída por Jesse Trbovich (baixo, guitarra e saxofone), Rob Laakso (guitarra e baixo) e Kyle Spence (bateria).

We Trust lançam nova versão de “We are the Ones”, com participação de Diana Martinez

Estamos num momento de viragem a nível mundial, vivemos tempos de crise, instabilidade e incerteza onde o futuro está suspenso e o medo cresce nas pessoas com uma força desmedida. É em momentos destes que a arte ganha também uma força maior para comunicar mensagens, para fazer pensar e sentir, para inspirar.

frame-video-we-are-the-ones - WE TRUST.jpgEsta nova versão do single “We Are The Ones”, do colectivo WE TRUST, surge como uma simplificação da mensagem anteriormente transmitida, quando a canção foi apresentada no início de 2014, numa versão despida, minimalista e aliada a um vídeo inspirador que tenta homenagear e recordar momentos que o mundo viveu (também eles de mudança) mas pela paz, tais como o fim do Apartheid, a queda do Muro de Berlim... homenageando também figuras cujos feitos tornaram o mundo em algo melhor.

O objectivo é claro, relembrar que a possibilidade de mudança está nas nossas mãos e que juntos seremos sempre mais fortes. Esta nova versão de “We Are The Ones” conta também com a participação especial da jovem cantora portuguesa Diana Martinez, amiga pessoal da banda e acérrima defensora dos direitos humanos.

“Decidimos inverter a tendência geral de enorme insegurança que temos vivido nos últimos tempos e fazer uma homenagem a uma série de heróis que, para nós, têm tornado o mundo um sítio melhor.

Esta nova versão de ‘We Are The Ones’, agora gravada com a nossa grande amiga Diana Martinez, é assim a nossa dedicatória à paz.

Por um mundo melhor, we are the ones! Pela paz. ”

We Trust

NOS Alive’16 confirma José González….

O Sueco José González é a nova confirmação do NOS Alive’16. O músico atua dia 9 de julho no Palco Heineken. Ao palco do festival José González vai levar temas dos três discos de originais, com principal enfoque para o novo trabalho editado este ano, “Vestiges & Claws”.

GLAM - Jose Gonzalez (2).jpgO terceiro registo de estúdio de González, editado sete anos após o bem sucedido “In Our Nature”, veio confirmar o músico como um dos mais importantes da sua geração. A sua caracteristica eloquência, associada à sua voz única, prometem ser os ingredientes perfeitos para um concerto inesquecível no Palco Heineken.

 

José González é também conhecido por ser membro da banda sueca Junip, ao lado de Tobias Winterkorn com quem lançou dois álbuns de estúdio. Em 2013 aceitou o desafio do compositor Theodore Shapiro de produzir a banda sonora do filme “The Secret Life of Walter Mitty”. Recentemente o músico contribuiu ainda com uma versão do tema “This is How We Walk On the Moon”, numa compilação lançada pela organização Red Hot em homenagem ao visionário produtor/compositor Arthur Russell.

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo

Dia VI do Caminhos Film Festival

A semana de Caminhos Film Festival superou o cume de quarta-feira e vai agora até ao final no próximo sábado. Durante o dia de ontem ocorreram perto de uma dezena de sessões de cinema onde foram exibidos mais de trinta filmes e onde o público teve oportunidade de colocar questões a vários cineastas presentes.

Após a habitual sessão de Caminhos Juniores que ocorreu pelas dez da manhã, o festival retomou as actividades às 15h com três sessões em paralelo. Enquanto no Museu da Ciência continuou a Selecção Caminhos Mundiais dedicada à Àustria com o filme “Lourdes”, de Jessica Hausner, a Selecção Ensaios apresentou no Conservatório de Música oito curtas vindas das escolas de cinema nacionais. Entre estas obras encontra-se “Paloma”, produzida no âmbito do IV curso de Cinema – Cinemalogia, durante a edição transacta do Caminhos do Cinema Português e coordenada pelo realizador Nuno Portugal. Entretanto, no TAGV a sessão das 15h exibiu “Provas, Exorcismos”, de Susana Nobre e “Mil e Uma Noites – Vol. I.” Com a exibição da primeira parte o Caminhos conclui a trilogia de Miguel Gomes, onde o realizador explora eventos e realidades do Portugal intervencionado através do mecanismo de contador de estórias de Xerazade.

Caminhos 01.jpgPelas 17h30 mais duas sessões paralelas na cidade de Coimbra. No Conservatório a Selecção Ensaios prosseguiu o seu dia, agora com mais um conjunto de obras produzidas em escolas de cinema nacionais. No TAGV, a sessão onde foram exibidos “Em Branco”, de Luciano Sazo, “Isa”, de Patrícia Delgado e “Gipsofilia”, de Margarida Leitão contou com a presença de dois dos realizadores. Luciano Sazo e Margarida Leitão assistiram à sessão a convite da organização do festival e no final responderam a questões e comentários dos espectadores.

Os cinemas NOS Fórum Coimbra projectaram ontem duas sessões durante o Caminhos Film Festival. A Selecção Diásporas esteve presente às 19h e às 21h45 foi a vez da Reposição de algumas obras seleccionadas do dia anterior. Entretanto, no TAGV, a Selecção Caminhos trouxe mais agentes da sétima arte nacional a Coimbra. Depois a sessão das 21h30, que exibiu os filmes “Nossa Senhora da Apresentação”, de Abi Feijó, “Deus Providenciará”, de Luis Porto,IEC Long”, de João P. Rodrigues e Rodrigo Guerra da Mata e ainda “Yvone Kane”, de Margarida Cardoso. No final da sessão estiveram presentes a co-argumentista de “Nossa Senhora da Apresentação”, Daniela Duarte, de “Deus Providenciará” o realizador Luis Porto, a produtora Laura Milheiro e o director artístico Alberto Gonçalves. Em representação de “Yvone Kane” a produtora Maria João Mayer comentou a mais recente longa metragem de Margarida Cardoso com os presentes. Antes do dia terminar ainda houve lugar no TAGV à MastersessionEntre o Real e o Ficcionado” onde vários dos protagonistas do dia de hoje se reuniram e debateram com o público as dificuldades do registo documental e a forma a ficção tende a intrometer-se no que se pretende um registo puro.

caminhos 02.jpgHoje o Caminhos do Cinema Português adiciona ainda mais uma actividade ao festival deste ano. A partir das nove da manhã tem início o II Simpósio Internacional dedicado a comunicações e estudos com a temática As Fusões da Arte no Cinema.

Sexo? Sim, mas com orgasmo... em Ponte de Lima

“Quando estreou em Portugal, em 2010, “Sexo? Sim, mas com Orgasmo”, teve um sucesso imediato. O tema deste espectáculo é, por si só, motivo suficiente para aguçar o interesse de qualquer espectador curioso. Mas é bem mais do que isso... Com um texto acutilante e inteligente, a peça analisa, sem preconceito, a importância da sexualidade vivida com prazer e sem tabus. Composta por vários monólogos, aborda temas que raramente são falados, olhos nos olhos: a virgindade, a menstruação e o aborto, são apenas alguns deles, lançados com um sorriso a que o público corresponde com sinceras gargalhadas.

sexo_orgasmo_tl_1024x768_1_770_9999.jpgEscrito por Franca Rame, Dario Fo e Jacopo Fo, nomes incontronáveis da dramaturgia italiana, “Sexo? Sim, mas com Orgasmo” é protagonizado por Guida Maria, com uma elegância e ousadia invulgares.

 

Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

5 de Dezembro 2015 | 21.30h

Natal em Lisboa - Concertos em igrejas, Teatro São Luiz e Cinema São Jorge

E se a música é uma constante na espiritualidade ao longo dos tempos, se é através dela que o homem procura a transcendência e estabelece pontes com o sagrado, talvez isso explique o facto de a primeira música de Natal datar do século IV. De sábado, dia 5, a sábado, dia 19 de dezembro, a EGEAC volta a unir a música ao património da cidade, com um programa de concertos de Natal em igrejas, no Cinema São Jorge e no Teatro São Luiz, para toda a família e de entrada livre.

©José FradeDSC_6556_155618.jpgA música é o convite para descobrir a riqueza do património eclesiástico da cidade, num ciclo de concertos de Natal em 7 igrejas, às quais juntamos dois espaços culturais da EGEAC, o São Luiz Teatro Municipal e o Cinema São Jorge. Os agrupamentos que integram este Natal em Lisboa são O Coro do Tejo, Capella Coronesis, Orquestra de Câmara Portuguesa, Concertus Antiquus, Os Músicos do Tejo, Orquestra Académica Metropolitana e Coro da Universidade Nova de Lisboa, Escola de Música do Conservatório Nacional, Coro Musaico, Ensemble Peregrinação, Orquestra Sinfónica do Conservatório Nacional e o grupo Carolina Deslandes, Dino D’ Santiago e Maria Emília Reis. Mais de 400 músicos interpretarão um repertório musical vasto e variado, essencialmente sacro, de inspiração religiosa, mas também barroco ou clássico. De canções tradicionais de Natal até aos grandes mestres como Mozart, Bach e Vivaldi.

 

O Natal em Lisboa 2015 inicia-se no sábado, dia 5, com O Coro do Tejo, na Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora (Salesianos), local que estreamos neste programa. No dia seguinte, em parceria com o Instituto Cultural Romeno, o grupo Capela Coronensis celebra o Dia de São Nicolau, na Igreja de São Nicolau. Aos já tradicionais concertos de Natal em igrejas, juntamos dois espaços culturais da EGEAC. Dia 13, o Teatro São Luiz recebe uma homenagem a Mozart pela Orquestra Académica Metropolitana e o Coro da Universidade Nova de Lisboa. Dia 17, o Cinema São Jorge será ocupado por todas as formações da Escola de Música do Conservatório Nacional, com concertos ao final da tarde e à noite.

Natal01.jpgA encerrar o programa, dia 19, na Igreja de São Domingos, juntamos, pela primeira vez, três jovens artistas de géneros musicais distintos, Carolina Deslandes, Dino D´Santiago e Maria Emília Reis, que interpretam um repertório que inclui músicas de Natal, mas também Louis Armstrong e Sara Tavares. Com inspiração no espírito do Natal em Lisboa, Gonçalo Viana aceitou o desafio de ilustrar a capa e a comunicação do programa de 2015. O tempo é de partilha, o convite é para todos: a última homenagem do ano à música e à cidade. A entrada é livre, mas está sujeita à lotação de cada espaço e, em alguns casos, ao levantamento prévio de bilhete.

 

Mais informações sobre o programa Natal em Lisboa 2015 aqui

 

Programa:

5 de dezembro, 21h30 - Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, Salesianos de Lisboa (600 lugares)

O Coro do Tejo

6 de dezembro, 16h – Igreja de São Nicolau (350 lugares)

Capella Coronesis

11 de dezembro, 21h30 – Igreja de São Roque (500 lugares)

Orquestra de Câmara Portuguesa

12 de dezembro, 16h – Igreja de São Cristóvão (120 lugares)

Concertus Antiquus

13 de dezembro, 16h – Igreja da Graça (350 lugares)

Os Músicos do Tejo

13 de dezembro, 17h30 – São Luiz Teatro Municipal (690 lugares)

Orquestra Académica Metropolitana e Coro da Universidade Nova de Lisboa

17 de dezembro, 18h e 21h – Cinema São Jorge (827 lugares)

Escola de Música do Conservatório Nacional

18 de dezembro, 21h30 – Igreja de São Vicente de Fora (630 lugares)

Coro Musaico, Ensemble Peregrinação e Orquestra Sinfónica do Conservatório Nacional

19 de dezembro, 21h30 – Igreja de São Domingos (580 lugares)

Concerto de encerramento: Carolina Deslandes, Dino D’ Santiago e Maria Emília Reis