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Glam Magazine

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A Jigsaw comemoram 16º aniversário no Salão Brazil

A revista francesa Les Inrockuptibles colocou a banda junto de nomes como Tom Waits e Leonard Cohen e lembra que é um duo a não perder de vista. Comemoram 16 anos desde a fundação em 1999 e contam com quatro LPs na discografia, sendo “No True Magic” (2014) o último disco editado. Inspirados pela música Folk, Blues, mas também pela literatura, desenvolvem um trabalho criativo coerente, que se traduz numa carreira consagrada a nível nacional e internacional.

a Jigsaw FOTO 2.jpgO duo conimbricense A Jigsaw, constituído por Jorri e João Rui, faz-se acompanhar no concerto de aniversário pelos The Great Moonshiners Band, banda de apoio que conta com Victor Torpedo, Tracy Vandal, Paula Nozzari, Pedro Serra, Guilherme Pimenta e Maria Corte.

 

Salão Brazil (Coimbra)

4 de Dezembro 2015 | 22.30h

Dia V do Caminhos Film Festival…

O festival Caminhos do Cinema Português entrou em Dezembro com mais um dia preenchido de actividades. O dia da Restauração da Independência de Portugal de 2015 pode não ser feriado nacional, mas para o Caminhos Film Festival é dia de celebração com mais uma jornada preenchida de cinema nacional.

Caminhos00.jpgTal como no dia anterior, estiveram mais de seiscentas crianças presentes na sessão dos Caminhos Juniores. Provenientes de uma dúzia de escolas primárias e jardins de infância da zona de Coimbra, os mais novos viram um conjunto de curtas de animação de Portugal e vários países, seleccionadas de forma a estimular a capacidade crítica de cada um.

Às 15h a sessão dos Caminhos Mundiais apresentou apenas uma longa-metragem. Na Cave, de Ulrich Seidl, é uma exploração documental pela parafernália proibida escondida nos recantos e espaços pessoais de pessoas reais. A Selecção Caminhos Mundiais traz este ano como país convidado a Áustria e tem sessões diárias no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra.

Caminhos01.jpgTambém às 15h, mas no Conservatório de Música da cidade a porção internacional da Selecção Ensaios apresentou curtas de nacionalidades tão díspares como Alemanha, França, Irão, Líbano, República Checa e Polónia. Depois de uma pequena pausa para café as 17h30 continuaram as actividades do festival em mais duas sessões paralelas, tanto no Conservatório como no TAGV onde foi retomada a Selecção Caminhos com a animação “Da minha Janela”, de Tânia Duarte, e o documentário de Phillipe Constantini, “Casa das Mães”, como no Conservatório, que retomou a melhor selecção das escolas de cinema nacionais.

 

Às 19h os cinemas NOS do Fórum Coimbra reservaram uma sessão especial para a Selecção Diásporas. Depois da curta “Clandestino”, de Bruno Cabral foi exibido o filme português de 1967 “O Salto”. Um drama de Christian de Chalonge que retrata as peripécias e perigos da imigração portuguesa para França na década de 1960 através da perspectiva António, um marceneiro português que, para fugir à guerra colonial e à pobreza, decide emigrar. À dureza da travessia da fronteira, somam-se as dificuldades em Paris. Sem documentos, sem trabalho e sem falar francês, António deambula pela cidade em busca de Carlos, o amigo que lhe prometera ajuda. Neste seu percurso solitário, a esperança e o optimismo vão dando lugar à desilusão, sentimento partilhado por muitos portugueses com quem se vai cruzando.

Caminhos02.jpgPelas 21h30 o Caminhos contou com a presença de Paulo Morais no TAGV, candidato à Presidência da República Portuguesa, no primeiro acto de campanha após a entrega da formalização de candidatura no Tribunal Constitucional. O antigo vice-presidente da câmara municipal do Porto teve a oportunidade de tomar contacto directo com o cinema português na penúltima sessão do dia da Selecção Caminhos. Nesta sessão, após “Cinzas e Brasas”, de Manuel Mozos, ocorreu a estreia da primeira longa-metragem de João Salaviza, “Montanha”. Neste filme acompanhamos a vida do adolescente Paulo durante os dias da iminência da morte do avô e como o jovem se recusa a enfrentar a perda do familiar.

O dia número cinco do Caminhos do Cinema Português terminou com uma última sessão às 24h da Selecção Caminhos no TAGV, onde foram exibidas as obras “Bicho Vai”, de Mário Melo Costa, “Yulya”, de André Marques, “Bunker”, de Sandro Aguilar e “Vila do Conde Espraiada”, de Miguel Clara Vasconcelos.

Concertos Íntimos 2016…. Carmen Souza & Theo Pascal

Nascida em Lisboa e filha de cabo-verdianos, Carmen Souza é considerada uma das mais vibrantes vozes do jazz europeu. Ao lado do baixista Theo Pascal, Carmen marca a abertura do ciclo Concertos Íntimos 2016 no Cine Teatro de Estarreja, com a apresentação do álbum “Epistola”.

carmen-souza-theo-pascal-epistola-original-64671.jNuma curta digressão a Portugal, onde se estreia no Cine-Teatro de Estarreja, a dupla influenciada pelos estilos afro-latinos e pelo jazz promete oferecer uma experiência única, embelezada pelas paisagens cabo-verdianas, pela expressão vocal inimitável de Carmen Souza, aliada ao talentoso baixista, e pela improvisação jazzística num “jazz crioulo” cheio de alma, paixão, cor e explosão.

 

Carmen Souza: voz e piano acústico

Wurly: guitarra

Theo Pascal: baixo e contrabaixo

Shane Forbes: bateria

Nathaniel Facey: saxofone

 

Cine Teatro de Estarreja

30 de Janeiro 2016 | 21.30h

Anarchicks no “Understage” do Teatro Rivoli

Rock ́n ́Roll à portuguesa, a disparar música em todas as direções com uma atitude e entrega total ao espetáculo. São quatro vozes dissidentes a inquietar os ouvidos da multidão com as suas canções e mensagem, que dão pelos nomes de Marta Lefay, Synthetique, Lola e Katari.

glam0001.jpgDepois do seu primeiro álbum, “Really?!”, as ter levado a alguns dos maiores palcos de Portugal e Europa (Vodafone Mexefest, palco principal do SBSR, La Machine do Moulin Rouge – Paris, Theater Der Welt, Alemanha), estão agora em estúdio a preparar o seu segundo álbum, e continuam a incendiar palcos de Norte a Sul de Portugal.

 

Teatro Municipal Rivoli (Porto)

4 de Dezembro 2015 | 23.30h

David Fonseca leva “Futuro Eu” ao Cine Teatro de Estarreja

O regresso de David Fonseca às edições discográficas é marcado pelo facto de "Futuro Eu" ser inteiramente composto em português, rompendo com a prática desde a edição de "Silence Becomes It", o primeiro disco do grupo Silence 4 que constituiu a descoberta de David Fonseca enquanto cantautor. Para além do sucesso comercial que "Futuro Eu" despertou na semana de lançamento, também a adesão aos concertos de apresentação adivinham o interesse e o entusiasmo que fãs e público em geral têm pelas novas canções, esgotando o Centro Cultural de Belém e a Casa da Música nos passados dias 30 e 31 de Outubro, respectivamente.

GLAM - David Fonseca (4).jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

A digressão "Futuro Eu" teve inicio nesses espetáculos de Lisboa e Porto tendo levado David Fonseca a todo o país e a alguns países europeus. Até ao final do ano, "Futuro Eu" passará ainda pelo Cine Teatro de Estarreja já na próxima sexta-feira, 4 de Dezembro e termina em Leiria, no Teatro José Lúcio da Siva no dia 10 de Dezembro,

Inédita, tem também sido a forma como David Fonseca tem feito, ao longo dos últimos meses, a divulgação do universo artístico de "Futuro Eu”, inicialmente, com a publicação online de vídeo com as novas canções, depois com a publicação de singles em vinil, mais tarde com a audição em primeira mão do novo disco a alguns fãs, fazendo visitas de Norte a Sul do país, e, no dia de edição de "Futuro Eu", com uma emissão online de 24 horas, a partir de uma "casa virtual", um reality show em que apresentou ao vivo o disco por entre visitas de Bruno Nogueira, Márcia, Nuno Markl, Ricardo Araújo Pereira, Marta Cardoso ou Inês Castel-Branco, isto para além da participação do público via telefone ou inclusive, a resolução de puzzles ao vivo.

 

Cine Teatro de Estarreja

4 de Dezembro 2015

 

Teatro José Lúcio da Siva (Leiria)

10 de Dezembro 2015

 

 

A caminho dos 100 concertos, António Zambujo continua digressão internacional

António Zambujo inicia esta semana a última etapa internacional de 2015, da digressão de suporte a "Rua da Emenda", com dois concertos, quinta e sexta-feira, na Suíça. Parte depois para a Alemanha, onde acontecem mais dois espectáculos, um deles no International Jazz-Club A-Trane de Berlim. Passa ainda pela Polónia e Hungria, onde se apresenta, em Budapeste, no prestigiado Palace of Arts, terminando no dia 11 de Dezembro com um concerto na mítica konzerthaus de Viena, na Áustria.

zambujo 11.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Os últimos três discos de António Zambujo conquistaram recentemente quatro platinas, com "Rua da Emenda" e "Lisboa 22:38 – Ao Vivo no Coliseu", a atingirem a platina, e "Quinto" a chegar à dupla platina. Tudo isto num momento em que o artista se encontra numa intensa digressão mundial, que continua em 2016, chegando à marca dos 100 concertos e visitando, ainda em Março, o Canadá e os EUA. Em Fevereiro e Março, António Zambujo regressa aos Coliseus do Porto e Lisboa, salas que já esgotou por diversas vezes a solo. Desta vez ao lado de Miguel Araújo, seu amigo e cúmplice, apenas munidos das suas vozes e guitarras. Concertos que já são um marco na história da música em Portugal, contando com mais de 10 datas esgotadas em Lisboa e no Porto.

 

Próximas datas:

3 Dezembro - Onex, Festival Les Creatives (Suiça)

4 Dezembro - Zurique, Moods (Suiça)

5 Dezembro - Wolfsburg, Hallenbad (Alemanha)

7 Dezembro - Berlim, International Jazz-Club A-Trane (Alemanha)

8 Dezembro - Breslávia, Klub Muzyczny Stary Klasztor (Polonia)

10 Dezembro - Budapeste, Palace of Arts (Hungria)

11 Dezembro - Viena, Vienna Konzerthaus (Austria)

18 Dezembro - Lisboa, CCB - Há Fado no Cais (Portugal)

15 Janeiro - Pontault-Combault, (França)

22 Janeiro - Avignon, (França)

23 Janeiro - Grenoble, Théâtre de Grenoble (França)

30 Janeiro - Amiais de Baixo, Festas (Portugal)

4 Março - Saratoga, CA, Montalvo Arts Center (USA)

5 Março - Vancouver, Capilano University (Canada)

 

Benjamim e Castello Branco encerram programação do Café Concerto - Centro Cultural Vila Flor

Atuações de Benjamim e Castello Branco são as propostas para o mês de dezembro do Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor. No dia 5, Benjamim apresenta em Guimarães o seu mais recente trabalho, “Auto Rádio”. No dia 12, o Café Concerto do espaço cultural vimaranense recebe a visita de Castello Branco que atravessa o Atlântico para trazer o seu álbum de estreia, “Serviço”. Ambos os concertos têm início à meia-noite.

GLAM - Benjamim.jpgO primeiro sábado de dezembro do Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor está a cargo de Benjamim. O escritor de canções, que passou quatro anos radicado em Londres, voltou para Portugal em 2013 para se instalar no coração do Alentejo. Veio para escrever canções novas e revolucionar a sua maneira de olhar para o mundo. Benjamim voltou às raízes. Construiu o seu estúdio em Alvito e começou a dar vida às novas canções que enchem o seu novo (e agora primeiro) disco “Auto Rádio”. Trata-se de organizar as memórias daquele que é um dos filhos do Portugal colonial, o pai veio de Angola depois de 74, e aliar as memórias que lhe foram transmitidas pelos filmes de Super 8 ou pelas longas histórias à mesa, pelo amigo Quinito que passa a vida a falar no dia em que foi enviado para a Guiné para lutar uma guerra que ficava demasiado longe do Alentejo, para falar da crise, do Porto que lhe vem do lado da mãe, do amor, de carros a acelerar pela marginal de uma qualquer cidade e para pôr pessoas a dançar numa quase esquecida vila alentejana e mostrá-lo ao mundo.

GLAM - Castello Brabco.jpgNo segundo sábado do mês, dia 12, o palco pertence a Castello Branco que vem apresentar “Serviço”, título do primeiro álbum do artista brasileiro. Depois de temporadas consistentes em grandes palcos, Castello Branco recomeça um ciclo. O cantor inaugura um novo momento na sua carreira alcançando um amadurecimento artístico e pessoal através deste trabalho. Reflexo dessa evolução são as composições que vão para além da construção musical e se fundem num fortalecimento espiritual referente à sua criação. Castello Branco cresceu num monastério ecuménico e aprendeu, desde pequeno, valores que justificam esse título. Viver do outro ao outro, amar para crescer. A mensagem é clara e o objetivo é franco. Como diz o próprio nome, este disco é um Serviço. Entre acordes leves e marcações rítmicas que sambam e sorriem entre o regional e o lírico, Castello Branco alcança uma sonoridade própria e condizente com o momento que vivemos

 

Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

5 e 12 de Dezembro de 2015 | 00.00h

 

Fotografias: Paulo Homem de Melo

Elegância e glamour de Mimicat no Plano B

Mimicat apresentou-se ao mundo em 2014, mas há muito que se aguardava a revelação de uma artista que gravou o primeiro disco aos 9 anos .O single "Tell Me Why" foi a primeira canção extraída do seu álbum de estreia “For You”, editado pela Sony Music Portugal. Com influências fortes dos oldies dos anos 40 até aos 70, Mimicat revela-se autora e compositora de todos os temas do seu primeiro disco e dá-nos a conhecer uma voz madura, quente e forte, característica da soul music afro-amerciana.

GLAM - Mimicat (1).jpg

(c) 2014 Paulo Homem de Melo

 

Com uma sonoridade marcadamente retro e uma personalidade bem vincada, Mimicat é a imagem da elegância e glamour dos golden days que tão bem contrasta com a sua atitude atrevida e invulgarmente forte em palco. As suas canções falam-nos das suas inseguranças, vulnerabilidades, dos seus amores e desamores e de histórias que “pediu emprestadas a outros”, conquistando público de todas as faixas etárias. Ao vivo apresenta-se com uma banda carregada de personalidade e um alinhamento forte que capta a atenção do público desde o primeiro acorde.

O ano de 2014 foi o ano de revelação que lhe valeu a passagem pelos melhores palcos de Portugal, desde Casa da Música, EDP Cooljazz Fest e Meo Marés Vivas, Culturgest, entre muitos outros. O ano de 2015 começa com o lançamento do novo single “Savior” que já se faz ouvir nas rádios nacionais e internacionais de países como os Estados Unidos, onde integra também a playlist da Delta Air Lines e Coreia do Sul onde o disco “For You” acaba de ser disponibilizado para o mercado pela Sony Music Coreia. A tour de apresentação de “For You” passou pelas melhores salas de Portugal e do Brasil, com concertos de apresentação em São Paulo, captando a atenção da imprensa brasileira pela apresentação na Virada Cultural. O Verão reservou lugar em alguns dos melhores festivais portugueses, incluindo o Sol da Caparica, Festas do Mar e a Festa do Avante.

A “Diva do Tejo “, como lhe chamou Jotabê Medeiros, é dona de uma alma maior. Mimicat veio para ficar e traz canções novas neste regresso à cidade do Porto.

 

Plano B (Porto)

13 de Fevereiro de 2016 | 22.30h

Noite…. Pela companhia Circolando

Na linha dos projetos mais intimistas, que favorecem a reflexão sobre a linguagem que a companhia Circolando tem vindo a desenvolver e a experimentação de novos caminhos, será apresentado “Noite”.

Um outro passo nos territórios da escuridão em busca de novas claridades. É na escuridão que reside um estar desconhecido onde pode surgir puro o ímpeto criativo. A dança e o movimento estão no centro das pesquisas deste projeto, que também aprofunda a pesquisa nos domínios do som e da luz.

noite_1_770_9999.JPGO Centro Cultural de Ílhavo é co-produtor do espetáculo "Noite".

Para o desenvolvimento da peça, a Circolando (estrutura subsidiada pela Secretaria de Estado da Cultura/Direcção Geral da Artes) realizou residência artística, no Centro Cultural da Gafanha da Nazaré.

 

Centro Cultural de Ílhavo

5 de Dezembro 2015 | 22.00h

Concerto por um Novo Futuro… Amália - Que Perfeito Coração

A música é arte, e a força emocional, educativa e cheia de afecto que encerra, serve de veículo maior para, de forma solidária, contribuir, pelo sexto ano consecutivo, para a causa nobre de ajudar muitas crianças e jovens, buscando promover um futuro feliz e cheio de esperança. No dia 31 de Março de 2016, no MEO Arena em Lisboa, a noite será dedicada à solidariedade e à Associação Novo Futuro e o veículo será o Fado e a alma imensa de Amália Rodrigues.

Amalia600x250.jpgCantando os temas mais conhecidos e amados da voz maior da canção lusa, desfilarão alguns dos mais reconhecidos Fadistas nacionais. A noite contará com nomes que dispensam apresentações: António Zambujo, Filipa Cardoso, Gisela João, José Manuel Neto, Kátia Guerreiro, Marco Rodrigues, Maria Ana Bobone e Ricardo Ribeiro. De diferentes estilos e gerações, todos homenagearão Amália, num concerto que terá como título “Que Perfeito Coração”, verso maior escrito por Alexandre O'Neill, e que vem dentro de “Gaivota”, um tema musicado por Alain Oulman e que é um dos fados mais amados de Amália. Na 6ª edição dos Concertos por um Novo Futuro da Associação Novo Futuro, haverá ainda uma enorme surpresa. A juntar-se aos nomes portugueses, a enorme e icónica voz da Música Popular Brasileira, Simone.

 

No palco, os maiores e mais reconhecidos fadistas, acompanhados pela enorme e icónica voz da Música Popular Brasileira, Simone. Os nomes, já anunciados, desfilarão cantando muitos dos clássicos imortalizados por Amália, e fá-lo-ão no seguinte alinhamento: António Zambujo (Rua do Capelão; Não Sei Porque te Foste embora); Filipa Cardoso (Bailinho à Portuguesa e Que Deus Me Perdoe); Maria Ana Bobone (Zanguei-me Com o Meu Amor e Noite de Santo António); Marco Rodrigues (Acho Inúteis as Palavras e Senhor Vinho); Katia Guerreiro (Amor de Mel, Amor de Fel e Barco Negro); Ricardo Ribeiro (Entrega e Grito); Gisela João (Naufrágio e Mariquinhas); José Manuel Neto (Amália e Vou Dar de Beber à Dor); e Simone (Foi Deus e Nem às Paredes Confesso).

 

A Associação de Lares Familiares para Crianças e Jovens Novo Futuro é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, fundada em 1996 em Portugal. De âmbito nacional e sem fins lucrativos, tem como objectivo o acolhimento em Lar de crianças e jovens privados de ambiente familiar adequado, proporcionando o desenvolvimento humano a que têm direito, ao afeto, bem-estar e privacidade, para além de uma educação que lhes permita uma plena integração na sociedade. Apoia atualmente mais de 70 crianças e jovens com dificuldades através de oito lares de acolhimento localizados na área da Grande Lisboa

 

MEO Arena (Lisboa)

31 de Março de 2016

Ana Moura apresentou o álbum “Moura” e estreou o vídeo de "Dia de Folga"

Foi na passada sexta feira, 27 de Novembro que Ana Moura reuniu um grupo de amigos para apresentar o seu novo albúm “Moura”. Junto ao rio Tejo, a fadista apresentou 5 temas do seu mais recente disco, destacando o single de apresentação do novo trabalho “Dia de folga”, escrito por Jorge Cruz e como era de esperar já conquistou o público.

DSC_0514 (Cópia).jpgMoura”, editado igualmente no dia 27 de Novembro, atingiu na sua edição o galardão de Ouro.

DSC_0494 (Cópia).jpgO vídeo para o tema "Dia de Folga" acaba igualmente de ser lançado. A realização esteve a cargo de Joana Areal (Orelha Negra, Kalaf, Los Lobos).

Em 2016 Ana Moura parte em digressão com o seu 6º disco de originais, "Moura" É em Guimarães que decorre o primeiro espectáculo em solo nacional, no dia 12 de Março, no Pavilhão Multiusos de Guimarães. A 1 de Abril a digressão ruma a sul, apresenta-se na Arena d'Évora e, no dia seguinte, no Teatro das Figuras, em Faro. Em Lisboa, o concerto acontece a 9 de Abril, na maior sala do país, a MEO Arena. Este ciclo termina com um concerto no Coliseu do Porto, no dia 16 de Abril.

 

Mais fotografias da apresentação no À Margem aqui.

 

Fotografias: Paulo Homem de Melo

IX Aniversário Musicbox: Artista a Artista (DJ Marfox)

DJ Marfox é uma autêntica lenda urbana, suburbana e do gueto lisboeta. Ganhou notoriedade ainda enquanto um prodígio adolescente, já produtor e DJ, e desde os seus primeiros êxitos, por volta de 2007-2008 elevaram-no a um estatuto de ícone nesse Portugal e em inúmeras comunidades africanas na Europa, bem como numa rede global de entusiastas dedicados que procuram e promovem novos desenvolvimentos nesta cultura e território sonoro.

dj_marfox_03_credits_to_oscar_ramos.jpg( (c) Oscar Ramos)

 

Em Fevereiro de 2012 lançou na editora Príncipe “Eu Sei Quem Sou”, um EP em vinil 12” que é o melhor grito que editora e artista podiam conceber para as suas intenções colectivas naquele momento e para o seu futuro. O disco representa o que o Marfox sempre deixou claro através do seu trabalho – uma visão única de progressão tecnológica, artística e cívica. Tudo é sobre teres o teu próprio código de conduta, saber de onde vens; sobre a maneira como ele escolheu progredir através da sua música. Em Outubro desse ano editou digitalmente “Artist Unknown EP” pela londrina Pollinate Records.

 

Paralelamente, o produtor e DJ tem vindo, a par da sua regular presença nas celebradas mensais Noites Príncipe no club Musicbox em Lisboa, a receber cada vez mais convites para datas ao vivo nas principais urbes europeias, como Londres e Berlim, e a integrar festivais com entusiasmo em acolher o seu estilo jubilatório de música de dança electrónica, casos do Distortion Festival em Copenhaga, Metro54 em Amsterdão ou o Vodafone Mexefest em Lisboa.

 

Musicbox (Lisboa)

4 de Dezembro 2015 | 03.00h

6ª Mostra de Cinema da América Latina

A Casa da América Latina apresenta a 6ª edição da Mostra de Cinema da América Latina entre os dias 10 e 13 de Dezembro de 2015, no Cinema São Jorge em Lisboa, e pela primeira vez em Loulé, no Cine-Teatro Louletano, entre os dias 28 e 31 de Janeiro de 2016. Esta edição apresentará três filmes indicados para Óscar de Melhor Filme Estrangeiro: “El Clan” (Argentina), “A Que Horas Ela Volta?” (Brasil) e “El Abrazo de la Serpiente” (Colômbia).

untitled.jpgA Mostra de Cinema da América Latina inaugura com uma viagem “a nove idiomas” ao interior da selva amazónica. Tendo como ponto de partida o diário de viagem de um cientista alemão à Amazónia, no início do século XX, “El Abrazo de la Serpiente” fala da busca pela sabedoria e do encontro entre mundos. Galardoado com o Prémio Art Cinema na Quinzena dos Realizadores, em Cannes, o filme do realizador Ciro Guerra representa uma oportunidade de imersão estética, sensorial e etnográfica à verdadeira Amazónia, como poderá testemunhar o actor Jan Bijvoet, que estará em Lisboa para apresentar o filme.

Destaque ainda para “El Clan”, um intenso thriller policial que conta a história verídica do clã Puccio, uma família que nos anos 80 foi responsável pelo sequestro e assassinato de dezenas de pessoas. O filme de Pablo Trapero chega ao nosso país com um prémio atribuído em Veneza (Leão de Prata para Melhor Realizador), tendo sido aplaudido nos festivais de Toronto e San Sebastián.

 

Por fim, o filme brasileiro “A Que Horas ela Volta?”.

Realizado por Anna Muylaert, reflecte as tensões sociais de uma sociedade em transformação, ao mesmo tempo que mostra o seu fascínio pela juventude. Premiado nos festivais de Sundance (Prémio do Júri) e de Berlim (Prémio do Público), estreia-se no Cine-Teatro Louletano, em Loulé, no dia 29 de Janeiro.

Em estreia absoluta em Portugal, estão dois filmes da região do Caribe. Esther en Alguna Parte (Melhor Filme no Festival Internacional de Los Angeles, 2013) mostra o novo cinema cubano na sua melhor forma, enquanto a contagiante comédia De Pez en Cuando traz consigo o charme irresistível da República Dominicana (Melhor Comédia no Festival Internacional de Cinema da Costa Rica 2014).

As mulheres da América Latina também têm um lugar de destaque na Mostra de Cinema da América Latina. Além dos filmes de Sandra Kogut (Campo Grande) e Anna Muylaert (Que Horas ela Volta?), exibe-se “Las Sufragistas”, um documentário irrepreensível sobre a luta das mulheres mexicanas ao direito de voto, realizado por Ana Cruz. Segue-se o chileno “La mujer de barro”, que tem como protagonista a atriz Catalina Saavedra, que já foi distinguida nos Festivais de Sundance e de Turim. Sérgio Castro, o realizador, estará presente em Lisboa para falar do filme

Jack Garratt conquista o Brit Critic's Choice de 2016

Jack Garratt foi eleito pela crítica britânica o artista revelação para 2016, com o prémio Brit Critics Choice, já entregue no passado a artistas como Sam Smith ou Florence and the Machine. Para além disso, está nomeado para o prestigiado BBC Music Sound of 2016, sendo este mais um indicador de que vai ser a próxima grande estrela britânica. É neste contexto que anuncia a data de edição do seu álbum de estreia: "Phase" chegará às lojas a 19 de fevereiro de 2016 tendo sido, maioritariamente, produzido pelo artista de 23 anos.

Jack.jpg(Kelli Hayden)

 

"Phase" incluirá algumas canções já conhecidas, como os singles "Weathered" ou o mais recente "Breathe Life", cujo vídeo foi rodado em Los Angeles e realizado por Andrew Donoho. "Phase" contará ainda com os temas "The Love You're Given" e "Chemical", que, anteriormente, integraram o alinhamento do EP "Synesthesiac". O álbum já se encontra em pré-venda no site oficial do músico.

Jack Garratt, artista e produtor britânico, rapidamente conquistou fãs um pouco por todo o mundo. Durante este ano, Jack esgotou todos os concertos em nome próprio, tanto na Grã-Bretanha, como nos Estados Unidos, além de se ter apresentado para grandes plateias em importantes festivais europeus. O músico tem a particularidade de ser um multi-instrumentista e em palco divide-se numa panóplia de instrumentos que toca sozinho, o que torna o espetáculo de Garratt uma experiência fascinante e de cortar a respiração, por nos mostrar o quão confiante e talentoso é este jovem músico. Ao cruzar géneros musicais díspares em palco e elevá-los a uma nova fasquia, Jack Garratt prova que é um dos artistas mais emergentes para 2016. Até 14 de dezembro o músico continuará a acompanhar o grupo Mumford & Sons na sua digressão britânica, que começou no final de novembro, além de já ter marcado para 15 de abril um espetáculo em nome próprio na mítica sala de espetáculos O2 Academy Brixton, em Londres.

IX Aniversário Musicbox: Artista a Artista (Acid Arab)

A música dos Acid Arab inscreve-se no imaginário mediterrânico, nesse espaço onde a força emocional e dramática da música oriental se torna permeável à frieza do techno.

glam0020.jpgÉ esse o universo que encontramos nas “Acid Arab Collections”, a série de produções que a dupla imaginou e realizou. Por lá encontramos Omar Souleyman remisturado por Crackboy e trilhas de I:Cube.

A vinda a Lisboa integra-se no nono aniversário do Musicbox e traz o novo EP pela primeira vez a Lisboa.

 

Musicbox (Lisboa)

4 de Dezembro 2015 | 01.00h

“The Dog Days Are Over”

Oito bailarinos em palco saltam durante mais de uma hora, numa prova que procura revelar a exaustão e os limites da condição humana.

glam0000.jpg(© Piet Goethals)

 

“Peça a alguém para saltar e verá a sua verdadeira face”, disse, um dia, o fotógrafo americano Philippe Halsman. Qual é, afinal, a verdadeira face da dança nestes tempos de incerteza? O que não gostaríamos de mostrar e o que gostaríamos de ver? “The Dog Days Are Over”, espetáculo em estreia nacional, mostra oito bailarinos num ato físico contínuo: saltar. Uma exaustão repetitiva, que irá revelar que os bailarinos não podem ser mais que artistas; mas estão eles ao serviço de quê, exatamente? Depois de alguns solos envolventes e intrusivos acerca da beleza do corpo imperfeito, o jovem coreógrafo Jan Martens cria agora algo completamente diferente. “The Dog Days Are Over” é uma performance crítica sobre a linha ténue entre a arte e os truques.

 

 

Jan Martens nasceu na Bélgica, em 1984. Estou na Academia de Dança Fontys, em Tilburg, e formou-se em Dança em Antuérpia, em 2006. Trabalhou com vários coreógrafos, até começar a desenvolver o seu próprio trabalho coreográfico, em 2009. Desde 2013 que é artista residente do ICKamsterdam e desde desde 2014 do Tanzhaus NRW Dusseldorf. No seu trabalho, a beleza do ser humano incompleto é o mote principal para as coreografias, ao invés da complexidade coreográfica e/ou do virtuosismo físico.

 

Teatro Municipal Rivoli (Porto)

4 de Dezembro 2015 | 21.30h