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Glam Magazine

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Single de O Martim.... "Lavati le mani" encerra 2015

"Lavati le mani" é o mais recente single / video de O Martim e é o último single extraido do album “Horas para Gastar vol. I” editado no inico deste ano de 2015.

22.jpgEntretanto o cantor já fez saber que se prepara para novidades para 2016 com o seu “renascimento”. O video deste single é da autoria de Manuel Brito, e conta com a participação de Marta Gil.

"Lavati le mani" significa "Lava as mãos", e neste caso é no sentido figurativo, e segundo o próprio O Martim, para dizer "Livra-te desse problema"

“Silence”… The Acoustic Foundation com novo single….

Os The Acoustic Foundation acabam de lançar o seu novo single, “Silence”, mais um avanço do álbum de estreia, “Big Sculpture”, a ser editado já em 2016. Este novo tema foi gravado e produzido com Vítor Neves no 100-offrecords studio e masterizado por Mário Barreiros.

taf.jpgO videoclip para o tema “Silence” foi realizado por Bruno Correia.

 

Este é o segundo single da banda, que viu o tema de estreia, “Dance”, ser aposta de várias rádios e canais televisivos nacionais. Os The Acoustic Foundation são constituidos por Marta Oliveira (voz), David Eusébio (guitarra), Francisco Seabra (teclas), Milton Guedes (sax/clarinete), Ana Teixeira (flauta transversal), Mário Sousa (trombone), Bino Ribeiro (harmónica/percussão), Daniela Lage Silva (backing-vocals), Maria Lourenço (backing-vocals), Ricardo Fidalgo (baixo) e Gonçalo Salta (bateria)

MACHA…. culto, magia e sublimação.

O momento único e irrepetível do espetáculo, que só o é por ser partilhado com um público, não se trata apenas de um cliché teórico dos estudos de performance. É justamente o único radical comum a qualquer acontecimento performativo que interessa preservar e re-trabalhar. Nesse sentido, propõe-se aqui um regresso às origens, uma re-elaboração ritualística do espetáculo (inequivocamente efémero) trazido para a contemporaneidade, num processo de desvelamento ao mesmo tempo antropológico e mitológico de ações e de gestos que dão forma à nossa cultura mais ancestral (pré-romana e pré-cristã).

mancha.jpg(c) 2015 Vitor D.Rosário

 

Regressamos a MACHA, uma importante figura da mitologia celta, divindade protetora dos mortos, deusa da fertilidade e da abundância, para com ela reconciliarmos o ar do tempo com o misticismo por ele recalcado, exaltando forças telúricas, eminentemente femininas, que sempre enformaram a nossa relação com o “mundo” (leia-se: a nossa mundo-visão). MACHA, o espetáculo, será um ritual cósmico, uma romaria experimental, uma viagem trans-dimensional movida por forças do sublime, do oculto e do inconsciente coletivo. O público, parte integrante de uma qualquer tribo pagã, será testemunha de um culto primordial, ao mesmo tempo contemplando e agindo. No espaço de ação estarão também dois Xamãs, uma Entidade e um Druida, ativados por um Canal propiciatório, ao mesmo tempo abstrato e simbólico, concreto e enunciativo. À imoralidade desse gesto contemporâneo de refazer a História, re-começando (“de novo”) ou despertando (“outra vez”), MACHA confrontará o natural observável com o saber oculto, criando um espaço de tensão onde a Dança™, em vez de disciplina, será culto, magia e sublimação.

 

Uma criação: Ballet Contemporâneo do Norte

Ideia, coreografia e direcção artística: Mariana Tengner Barros

Co-criação e interpretação: Susana Otero

Co-criação, música original e interpretação: PandemiCK (a.k.a. Jonny Kadaver)

Desenho e operação de luz: Daniel Oliveira

Figurino de Susana Otero: António MV

Texto: Rogério Nuno Costa

Fotografia e vídeo: Victor D. Rosário com Nuno Antunes

Acompanhadora e make-up: Sade Risku

Co-Produção: A Bela Associação

Produção: Manuel Poças

Produção Executiva: Inês Nogueira

 

Cineteatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

9 de Janeiro 2016 | 22.00h

 

Galeria Zé dos Bois (Lisboa)

13 a 16 de Janeiro de 2016

Peixe : avião apresentam o novo album no Rivoli em 2016

Formados no verão de 2007 na cidade de Braga, os peixe : avião rapidamente conquistaram a atenção da imprensa nacional através do EP "Finjo a Fazer de Conta Feito peixe : avião". Desde então, a sua carreira tem sido pautada por um crescimento constante, suportado pelos álbuns “40.02”(2008), “Madrugada” (2010) e “peixe:avião” (2013).

GLAM - peixe avião.jpg(c) 2015 Paulo Homem de Melo

 

Com o disco homónimo foram nomeados para os Prémios Impala, que reconhecem os melhores discos independentes europeus do ano, juntamente com Boards of Canada, Nick Cave e Sigur Rós. Em 2014 compuseram música original para o clássico “Ménilmontant” de Dimitri Kirsanoff, filme de 1929, após encomenda do Curtas Vila do Conde - Festival Internacional de Cinema.

Em 2016 regressam aos discos com “Peso Morto”, no qual aprofundam o caminho aberto pelo disco homónimo de 2013.

 

Teatro Rivoli (Porto)

6 de Fevereiro 2016 | 22.00h

Discos Portugueses do ano… “Nociceptor” dos Thunder & Co.

Os Thunder & Co são uma banda de música de dança a atirar para o emocional cujo som é caracterizado pelas batidas balançantes envoltas em acordes tristonhos e ambientes tensos. Pelo menos é o que tem saído da fábrica de trovões em Lisboa, propriedade de Rodrigo Gomes e Sebastião Teixeira. Estes dois amigos casam os gostos, discutem, negoceiam e, juntamente com o seu fiel produtor, Duarte Ornelas, chegam ao som dos Thunder & Co.

nociceptor.jpgA banda estreou-se em Março de 2014 com um EP homónimo e com o single “O.N.O.” que teve grande aceitação nas rádios e suscitou o interesse da editora NOS Discos. Os convites para actuarem ao vivo começaram a surgir e a estreia em palco aconteceu na primeira edição do festival de música electrónica Lisb_On. Até ao final do ano, e depois de gravarem "Do it", um single feito em colaboração com o produtor português Ka§par, os Thunder & Co. actuaram no Musicbox, na 1ª parte de Taylor McFerrin e no NOS Club (Casa da Música). Entre actuações, estiveram concentrados em gravar este o primeiro disco.

Nociceptor” é o nome do álbum de estreia deste grupo “disco-lamechas” e tem 10 músicas (incluindo “Apples”, single de avanço para este disco, e “O.N.O.”, single que até aqui só tinha sido editado digitalmente). Para ajudar a contextualizar a sonoridade deste longa duração, é preciso dar atenção ao nome do mesmo. Os nociceptores são os receptores sensoriais do corpo que nos dão a percepção da dor. Estas canções são doridas e carregadas de insegurança.

Misturado e masterizado por Pedro Chamorra (Voxels), “Nociceptor” conta também com a bateria de Ivo Costa (Batida, Sara Tavares, etc.)

 

Edição: NOS Discos / Março 2015 (disponivel aqui)

Discos Portugueses do ano… “Basset Hounds” dos Basset Hounds

Os Basset Hounds são o resultado da amplitude que nasce da necessidade de redefinir o horizonte de melodias, que se encontram entre o embalo e o impulso, conjugando guitarras aéreas, vozes dissipadas, baixos terrenos e baterias métricas. São caracterizados pela despreocupação em se cingirem a uma ideia, numa linguagem própria perdida entre o shoegaze, o psicadelismo, o jangle-pop e o surf. Manifestam a fluidez da sua dinâmica e a coesão do seu som num disco exemplar.

a3707781797_10.jpgO disco de estreia, de título homónimo, foi gravado na íntegra nos Black Sheep Studios em Agosto de 2014, por Guilherme Gonçalves (excepto “Over the eyes”), o qual colabora nas faixas “Bossa”, “Young” (guitarra adicional) e “Marr” (congas). Os Basset Hounds são Afonso Homem de Matos (bateria e voz secundária), António Vieira (guitarra e voz secundária), José Martins (baixo) e Miguel Nunes (voz principal e guitarra).

No decurso de 2015 a banda lançou os singles “Over The Eyes” (integrante da colectânea “Novos Talentos FNAC”), gravado nos Black Sheep Studios por Makoto Yagyu e Fábio Jevelim (PAUS\Riding Pânico) e “Swallow Bliss” gravado por Guilherme Gonçalves (Coclea\Ex-Gala Drop).

Também marcaram presença em palcos como: “Lisbon Psych Fest”, “Festival Novos Talentos FNAC”, NOS Alive e NOS em D’bandada.

 

Edição: NOS Discos / 12 de Outubro 2015 (disponivel aqui)

Discos Portugueses do ano… “Máquina del Amor” dos Máquina del Amor

Não há um ponto de entrada fácil para a música de Máquina del Amor. E ainda bem que assim é. As máquinas são complexas. E o amor, ainda mais.
Quatro almas musicais uniram visões e vontades, sedes e prazeres, e decidiram exorcizar memórias e géneros. Ao sabor de melodias ecoantes, promovem uma experiência inclusiva, penetrante, futurística e teletransportante.

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Existem calafrios. Existem arrepios. O fantasmagórico e o enigmático dão lugar ao intenso pulsar; um ritmo inebriante, semiclubbing. Num piscar de olhos os fumos da noite, as luzes das pistas de dança, e o calor dos corpos, tudo se une num espetáculo divino, libidinoso, lascivo e deliciosamente pecaminoso. As músicas de Máquina del Amor não vivem exclusivamente em zonas erógenas. Entre os silêncios existe uma abordagem xamânica. O intenso transe, dá origem a metamorfoses; corpos e espíritos fundem-se no ar, espalhando o aroma e o espectro da eternidade.
Máquina del Amor é uma reminiscência do pós-rock.

Máquina del Amor é uma ramificação do experimentalismo sem rede.

Máquina del Amor é industrial.

Máquina del Amor é escabroso. Soa a ecos de relações e de vivências. É intenso. Sabe, cheira e sente-se sangue; dispersa a fragância de pétalas de rosas, de orquídeas e de incensos misteriosos. Há uma sensação de descoberta. Há a Revelação. Um convite direto e luciferiano, num ritmo frenético, pungente e enraivecido. A bateria, os teclados, as guitarras estridentes, o baixo rugoso e cíclico liberta-nos, transforma-nos. E aceitamos. Desejamos essa metamorfose.


Em Máquina del Amor, Filipe Palas (Smix Smox Smux), José Figueiredo (Smix Smox Smux e peixe:avião), Ronaldo Fonseca (peixe: avião) e Miguel Macieira (Smix Smox Smux) promovem uma expressão de conectividade que surge a partir da passagem do tempo; descrevem e negam - brilhantemente - a realidade desse mesmo tempo.

Márcio Alfama de Freitas

 

Edição: Azul de Tróia / 4 Novembro 2015 (disponivel aqui)

Jorge da Rocha “These Are a Few of My Favourite Songs”

Jorge da Rocha apresenta-se no À4há num formato intimista de voz e contrabaixo.

jorge.jpg“These Are a Few of My Favourite Songs” é um espetáculo de cunho pessoal, com um repertório variado, uma curiosa viagem pelas canções de Bob Marley, Radiohead, Amy Winhouse, ou mesmo White Stripes. Jorge da Rocha, num exercício de arte e criatividade, influenciado pela sonoridade do jazz, reinterpreta os temas e as canções que marcaram a sua juventude em Santa Maria da Feira, algures entre Santa Maria de Lamas e Paços de Brandão. 

 

CineTeatro António Lamoso (Feira)

6 de Janeiro 2016 | 21.30h

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