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Glam Magazine

Glam Magazine

Vai ser assim o Vodafone Mexefest 2015… (VI)

A 3 dias da edição de 2015 do Vodafone Mexefest estes são alguns dos nomes que vão marcar a Avenida já dos próximos dias 27 e 28 de Novembro…

 

The Babe Rainbow

TWE-The-Babe-Rainbow.jpgDa austrália, a invenção policromática, feliz e celebratória do músico Byron Bay: The Babe Rainbow. Com um EP homónimo editado, caíram nas graças de pares como Ty Segall, Tomorrows Tulips e os colegas de editora, King Gizzard and the Lizard Wizard. A música dos The Babe Rainbow é deste e de outro tempo, ou de tempo nenhum, misturando pop-folk soalheira com o melhor do psicadelismo levitante. Preparam-se para se estrear em formato LP em 2016. No Vodafone Mexefest, teremos o privilégio de ouvir muito do que está para vir dos Australianos.

 

Sala Super Bock – Garagem EPAL

28 de Novembro 2015 | 23.30h

 

The ParrotsThe Parrots.jpg

Três rapazes de Madrid… incorrigíveis resolvem fazer um som despudorado com laivos de garage e surf-rock. Com escassas edições em pequeno formato, têm explodido com brado as salas por onde passam. Que o diga a capital Inglesa com concertos esgotados e ávida de mais e mais prestações dos espanhóis. O Vodafone Mexefest, vai ficar rendidos ao som de Diego, Larry e Alex.

 

Atneu Comercial de Lisboa

28 de Novembro 2015 | 00.30h

 

The Sunflowers

the sunflowers.jpgImaginem-se deitados num campo de girassóis a ouvir a natureza e os passarinhos a cantar. Hmm, que bom. Mas o que é aquilo? Aquele som lá no fundo a ficar cada vez mais alto? Magoa um bocado a cabeça mas tem que se ver o que é... É um feedback maroto. Mas um feedback maroto no meio de girassóis? Estranho...Agora, imaginem-se num concerto meio punk. Sim, só meio. Há girassóis e feedbacks e moches e guitarras sujas que nos fazem querer deitar fogo ao campo onde estivemos há pouco.

Lançaram em meados de 2014 o primeiro registo musical, gravado n’O Cão da Garagem, colectivo de artistas que os próprios lançaram, repleto de espirito DIY. Este primeiro EP foi bem recebido pelo público em geral, tendo destaque em algumas publicações musicais como, por exemplo, a Threshold Magazine, Bodyspace, Punch, etc. Já em 2015, foi o primeiro EP gravado em estúdio que contém o single “Mama Kim”. 2015 está a ser o ano dos girassóis, que nos prendaram com uma Tour de apresentação do Ep “Ghosts, Witches and PB&J’s”, com datas por todo o País, com especial destaque a presença no Milhões de Festa 2015 e Jameson Urban Routes.

 

VODAFONE Bus

27 de Novembro 2015 | 20.50h

 

They’re Heading West    

they 00.jpg

They’re Heading West são Mariana Ricardo (Minta & The Brook Trout, Silence is a Boy, Domingo no Quarto), Sérgio Nascimento (Deolinda, Sérgio Godinho, Humanos), Francisca Cortesão (Minta & The Brook Trout) e João Correia (Tape Junk e Julie & The Carjackers). Quatro vozes, ukulele, mini bateria, guitarra e baixo, para caber tranquilamente na mala de qualquer carro. Três cantautores e um baterista extremamente versátil. Tocam as músicas uns dos outros e as de quem a eles se juntar com alegria. Rumam ao Oeste sempre que podem. Entre os convidados de sessões passadas e do disco que saiu em Outubro estão Ana Bacalhau, Capicua, Frankie Chavez, JP Simões, Peixe, Bruno Pernadas, Nuno Prata, Luísa Sobral, Samuel Úria e You Can’t Win, Charlie Brown. A banda conta com duas digressões na América do Norte e muitas dezenas de concertos em Portugal. Tudo serviu para maturar canções gravadas no estado do Washington, com Nicholas Wilbur no The Unknown, em Anacortes, e em Lisboa, com Eduardo Vinhas.

 

Casa do Alentejo

28 de Novembro 2015 | 20.10h

 

Titus Andronicus  

titus.jpgDe New Jersey, os Titus Andronicus celebram em 2015 uma década de carreira. A banda constituída por Patrick Stickles (voz, guitarra e letras), Eric Harm (bateria), Julian Veronesi (baixo), Adam Reich (guitarra), Jonah Maurer (guitarra, e o teclista, quase sempre de estúdio, Elio DeLuca, tem quatro discos longa duração lançados e, para celebrar estes dez anos de história, editaram em Julho deste ano o incrível e conceptual “The Most Lamentable Tragedy”. Desde a estreia de 2008, “The Airing of Grievances”, a banda norte-americana sempre espantou com o seu rock explosivo, incendiado de punk com os traços indie a rechear cada canção. Em “The Most Lamentable Tragedy”, o som traz o que já se conhece, mas acrescido de ingredientes rock-opera e o peso de 93 minutos em 29 temas – incluindo versões de Daniel Johnston e The Pogues. A narrativa ganha sublinhado quando o sexteto inventa um protagonista afundado emocionalmente numa convulsão patológica e relacional. Os Titus Andronicus inpiraram-se para o título da banda numa das peças mais sangrentas de Shakespeare: tudo, com este quarto disco, ganha ainda mais sentido.

 

Atneu Comercial de Lisboa

27 de Novembro 2015 | 00.30h

 

Tó Trips       

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Tó Trips pertence a um Olimpo, obviamente restrito, de músicos cuja reputação e reconhecimento são intocáveis. Com um passado rock em bandas como os Amen Sacristi, Santa Maria Gasolina em Teu Ventre e os mais reputados e marcantes, Lulu Blind (em 93 tocaram com os Sonic Youth no Campo Pequeno e, pouco depois, abriram para os Manic Street Preachers no Pavilhão Carlos Lopes), foi no novo século, com o companheiro Pedro Gonçalves, que o seu nome explodiu como referência ao serviço dos Dead Combo. Entre o Rock, o Fado, o Jazz e os Blues, a dupla, com 6 Lps editados, é gostada de forma unânime tamanho tem a qualidade das suas composições e a capacidade de harmonizar estilos e ritmos. A solo, depois de “Guitarra 66”, editou este ano o magnífico “Guitarra Makaka: Danças A Um Deus Desconhecido”. Sem a voz a ressoar dos tempos mais rock, a guitarra acústica traz-nos melancolia e muitas geografias: das mornas aos sons do mediterrâneo, até aos ventos sonoros tão lusos.

 

Sociedade de Geografia de Lisboa

27 de Novembro 2015 | 20.30h

 

Villagers      

Villagers.jpgVillagers é o projeto do irlandês Conor O’Brien. Estreou-se em 2010 com “Becoming A Jackal” seguindo-se, três anos depois, “[Awayland]”, ambos nomeados para alguns galardões Mercury Prize. Com o último e deste ano “Darling Arithmetic”, O’Brien tomou completamente as rédeas do disco. Compôs as canções, tocou todos os instrumentos, misturou e gravou o registo por sua conta e registo. O resultado é sublime. As letras das canções surgem mais intimistas e confessionais; melodicamente, flutua sempre com arranjos simples entre a folk e a pop. O amor é o tema de nota em cada música, expondo de uma forma honesta e muito emocional as muitas “vidas” do artista de Dublin.

 

Cinema São Jorge – Sala Manoel de Oliveira

27 de Novembro 2015 | 21.10h

 

Fotografias: Paulo Homem de Melo, Alipio Padilha, Stephen Lee e Greg Szeto

Vai ser assim o Vodafone Mexefest 2015… (V)

A 3 dias da edição de 2015 do Vodafone Mexefest estes são alguns dos nomes que vão marcar a Avenida já dos próximos dias 27 e 28 de Novembro…

 

Patrick Watson      

PATRICK-WATSON-BEIJING-2.jpg

O canadiano Patrick Watson está a cumprir uma década de carreira. Nestes dez anos, tornou-se numa figura da música independente mundial. Escreveu 15 bandas sonoras para cinema e televisão, em 2007 recebeu o prémio Polaris Music Prize e mais recentemente participou em dois temas da obra épica em 3D de Wim Wenders, “Every Thing Will Be Fine”. Tem como marca forte o jeito falsete do seu timbre, mas é a capacidade luxuriante, entre o conforto e a energia, que fazem da pop que as suas canções vivem momentos singulares e incomparáveis. Depois de se estrear em 2006 com o aclamado “Close To Paradise”, volta este ano com o quinto de originais, “Love Songs For Robots”. O disco, quer nos arranjos quer na estrutura melódica, é o mais inovador da sua carreira, e promete ser protagonista no Vodafone Mexefest.

 

Coliseu dos Recreios

28 de Novembro 2015 | 00.20h

 

Peaches      

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Peaches é um ícone pop que mexeu com o mundo desde a sua estreia no ano 2000 com “The Teaches Of Peaches”. Canadiana a viver em Berlim, chama-se Merrill Beth Nisker e mais do que música, é uma artista de corpo inteiro, capaz de abanar consciências e movimentar reflexões. Sem pruridos, a sexualidade e o sexo sempre foram temas protagonistas nas suas produções. São incontáveis os grandes nomes com quem já colaborou e a reputação e reconhecimento que lhe é votado é de um merecimento incontestável. Este ano regressou à edição discográfica com “RUB”, depois de seis anos dedicada ao teatro, à escrita e ao cinema. “RUB” é uma explosão de electrónica, hip hop e punk rock. Uma mistura que Peaches sempre soube fazer com mestria. Um dos grandes nomes a desfilar pelo Vodafone Mexefest.

 

Tanque

28 de Novembro 2015 | 23.30h

 

Petite Noir

Petite-Noir-008.jpgPetite Noir é o projeto musical de Yannick Ilunga. Africano de origens congolesas e angolanas, Ilunga é um inovador na medida em que, quer com o seu EP de estreia “The King of Anxiety” e com o primeiro LP, o recentíssimo “La Vie Est Belle / Life Is Beautiful”, condensa a sua criatividade autoral, inspirada em nomes como Kanye West, Mos Def ou as lendas Fela Kuti e Tabu Ley, para um som que não renega a estética musical africana, mas contém elementos mais contemporâneos da pop, eletrónica e R&B. O músico define a sua música como "Noirwave", procurando com a nomenclatura definir mais um conceito do que o som. Para conhecer e gostar no Vodafone Mexefest.

 

Cinema S.Jorge – Sala Manoel de Oliveira

28 de Novembro 2015 | 23.15h

 

Rita & O Revólver

rita.jpgAfro-Funk, Soul, Blues e muito groove, são os predicados dançáveis que os Rita & O Revólver têm para oferecer. Pela música, passam a palavra em modo manifesto: promovem acção e anulam a resignação. Com influências de gigantes como Marvin Gaye ou Curtis Mayfield, o som sensual dos Rita & O Revólver chega-nos pela mão de músicos hábeis e experientes: bateria nas mãos do veterano Rui Alves, a guitarra revolucionária é de Tiago Santos, o baixo hipnótico pertence a José Moz Carrapa, as teclas são do João Cardoso e a percussão é de Hugo Menezes. Muitos dos elementos já têm nome na praça da música portuguesa, tendo acompanhado Cais Sodré Funk Connection, Rui Veloso, Vitorino, Sérgio Godinho, Cool Hipnoise, Ala dos Namorados, Sensi, entre outros. A voz, imensa, ressoa do corpo todo de Rita Cruz.

 

Casa do Alentejo

27 de Novembro 2015 | 22.10h

 

Roots Manuva       Roots Manuva (Cópia).jpgRodney Hylton Smith é Roots Manuva. Natural de Londres, pode ser, apesar de ainda estar nos trintas, um veterano do hip hop, sobretudo pelos discos editados e as inúmeras colaborações que tem feito. Como letrista é, possivelmente, um dos melhores do universo hip hop, e o seu reconhecimento é universal. Os pares artistas convocam-no amiudadamente para participações. Nomes como Gorillaz, the Maccabees, Leftfield, Coldcut ou the Cinematic Orchestra, são alguns dos excelsos artistas com que Roots Manuva tem trabalhado. Impactante, poderoso, incendiário, Manuva lança em 2015 o seu sexto de originais chamado “Bleeds”. Com produção e parcerias de peso, Fred, Four Tet, Adrian Sherwood e Switch, “Bleeds” é mais uma obra prima e será um privilégio ouvir, no Vodafone Mexefest, os grooves e as rimas inimitáveis de Roots Manuva.

 

Estação VODAFONE FM

27 de Novembro 2015 | 23.00h

 

Salvador Sobral

sobral.jpgNo ISPA, estudou Psicologia, mas a música venceu e Salvador Sobral partiu para ser maior. Durante os últimos quatro anos residiu nos Estados Unidos e em Barcelona, na capital catalã, estudou jazz na prestigiada escola Taller de Musics. Pelos lugares, foi escrevendo as suas canções, investindo também em performances inspiradas no icónico Chet Baker, no amor pela Bossa Nova e em muito da música da América Latina. O lado autoral materializar-se-á num disco. O registo resulta de uma co-produção do pianista Júlio Resende, do talentoso compositor venezuelano Leonardo Aldrey e do próprio Salvador Sobral. Será, com certeza, ressoado no Vodafone Mexefest.

 

Sala Delta – Palácio Foz

28 de Novembro 2015 | 20.00h

 

San Holo

sanholo.pngSan Holo é o nome que se fala com brado nas coisas da electrónica. Com mais de 180.000 seguidores no soundcloud, o seu reconhecimento galgou a plataforma. Em 2014, com EPs como “COSMOS” mas sobretudo “We Rise”, viu o seu trabalho elogiado por Skrillex e Diplo e com milhões de audições no sítio supracitado, carimbou o seu nome na música onde os beats e o trabalho de produção é feito com precisão de relojoeiro. O presente 2015 está a ser o ano de San Holo. Com o Ep “Victory” e o mais recente “Imissu”, Holo encantou no Tomorrowland e iniciou uma extensa digressão pela América do Norte, Austrália e Europa, com passagem pelo Vodafone Mexefest.

 

Tanque

27 de Novembro 2015 | 01.15h

 

Selma Uamusse    selma.jpgNasceu em Moçambique mas desde os sete anos que o crescimento se fez em Portugal. Selma Uamusse é dona de uma voz imensa, versátil e virtuosa. Integrou projetos de múltiplos géneros, do rock ao gospel, do soul ao afrobeat e jazz, colaborando com nomes como Rodrigo Leão, Nu Jazz Ensemble ou WrayGunn. Prepara-se para editar o seu disco de estreia a solo. Um trabalho que explorará as suas raízes moçambicanas, os ritmos desconhecidos e as línguas nativas do seu país, bem como instrumentos tradicionais como a timbila e a mbira, misturando-os com psicadelismo, eletrónica e outras influências. Vai ser um privilégio ver e ouvir desfilar as novas canções de Selma Uamusse.

 

Casa do Alentejo

28 de Novembro 2015 | 22.10h

 

Seven Davis Jr.

Seven Davis Jr.jpg

Nasceu no Texas mas desde sempre que vive na Califórnia, Los Angeles. Seven Davis Jr. cresceu a ouvir clássicos. De Michael Jackson a Prince de Stevie Wonder a Aretha Franklin. É produtor, vocalista e chegou a cantar em coros Gospel. Em 2012 estreou-se numa compilação e nos anos seguintes lançou uma série de EPs. Em finais de 2014 assinou com a Ninja Tune e este ano editou “Universes”, o seu primeiro trabalho.

 

Sala Delta – Palácio Foz

28 de Novembro 2015 | 00.45h

 

Banda Sonora de "Star Wars - The Force Awakens" chega às lojas a 18 de Dezembro

Um dia depois de se estrear nas salas de cinema portuguesas aquele que é garantidamente um dos filmes mais aguardados do ano, "Star Wars: O Despertar da Força", chegará também às lojas a sua banda sonora, composta uma vez mais por John Williams, editada pela Universal Music. O disco inclui um booklet de 16 páginas. O compositor John Williams tinha já sido o responsável pela música dos anteriores filmes da saga e volta nesta nova fase de "Star Wars", agora a comando do realizador J.J. Abrams.

pictureCAAIK1LC.jpgVencedor de 5 ÓSCARES®, John Williams é considerado um dos compositores que definem uma geração americana de compositores que incluem nomes como Aaron Copland e Leonard Bernstein. O compositor é responsável pela música de filmes míticos como "Tubarão", "Indiana Jones", "Jurassic Park" ou até da saga "Harry Potter".

A Lucasfilm e o realizador visionário J.J. Abrams uniram forças para o levar para uma galáxia muito distante, com o regresso de Star Wars ao grande ecrã, através de "Star Wars: O Despertar da Força", que estreia a 17 de Dezembro. O filme é protagonizado por Harrison Ford, Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong'o, Andy Serkis, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Peter Mayhew e Max Von Sydow. Kathleen Kennedy, J.J. Abram se Bryan Burk são os produtores, contando com Tommy Harper e Jason McGatlinc omo produtores executivos. O guião é de J.J. Abrams & Lawrence Kasdan e Michael Arndt.

7º Festival Internacional de Vídeo, Performance e Tecnologias – Inshadow 2015

O festival InShadow é já uma referência no território da criação contemporânea transdisciplinar, com destaque para a convergência entre a imagem, o corpo e os processos de criação artística fundados na tecnologia. Uma reflexão sobre soluções estéticas e técnicas de representação do corpo no ecrã, no palco e noutros espaços de actuação. Géneros e linguagens cruzam-se em vídeos, espetáculos, instalações e exposições.

14479354149565.jpgEste ano, o Teatro do Bairro recebe a Performance de Abertura - um momento de introdução à ambiência proposta pela edição deste ano, através de uma intervenção artística de forte poder agregador e participativo. Recebe também um concerto e a Competição Internacional de Documentário, com filmes oriundos da Bélgica, Brasil, EUA, Israel, Portugal e Suécia. Este ano, o Melhor Documentário será distinguido com o prémio Luna Andermatt, patrocinado pela Conserveira de Lisboa. InShadow, o corpo imagina-se na sombra.

 

Programação em www.voarte.com

 

Teatro do Bairro (Lisboa)

27 a 29 Novembro 2015

PAUS com novo single... e primeiras datas europeias

"Pela Boca" é o primeiro avanço para "Mitra", o próximo álbum de PAUS, com edição agendada para 12 de Fevereiro pela Universal Music. No mês seguinte (Março), a banda avança para uma série de datas que incluem Groningen, Utrecht, o festival Paaspop e o mítico Paradiso (Amesterdão), nos dias 23, 24, 25 e 26 de Março, respectivamente. A 27 de Março a banda atua na consagrada Ancienne Belgique (Bruxelas).

picture.jpgA realização do vídeo é de João Pedro Moreira (Buraka Som Sistema, Regula, Ana Moura, entre outros) e conta com a colaboração na captação de André Leal. O vídeo foi filmado no Musicbox, em Lisboa, no passado dia 24 de Outubro e será estreado muito em breve....

Para breve são anunciadas as datas nacionais de apresentação de "Mitra".

 

Datas:

23 Mar - Groningen - Vera (NL)

24 Mar - Utrecht - Ekko (Holanda)

25 Mar - Paaspop Festival (Holanda)

26 Mar - Amesterdão - Paradiso (Holanda)

27 Mar - Bruxelas - AB (Bélgica)

Vai ser assim o Vodafone Mexefest 2015… (IV)

A 3 dias da edição de 2015 do Vodafone Mexefest estes são alguns dos nomes que vão marcar a Avenida já dos próximos dias 27 e 28 de Novembro…

 

Holy Nothing

holy.jpg

Os Holy Nothing vêm do Porto e são constituídos por Pedro Rodrigues (voz, groovebox), Samuel Gonçalves (baixo, guitarra, drum pad) e Nelson Silva (teclados, drum pad). Formados em 2012, estrearam-se dois anos depois com o EP “Boundaries”. O trio trabalha a eletrónica com destreza, aplicando-lhe camadas de muitos dos estilos da música de dança, old school, cold wave, entre outros dos primeiros anos da década de 80, fundindo e acrescentando elementos mais contemporâneos. Ao vivo, a potência e vibração são contagiantes. O disco longa duração estreado em Setembro passado, “Hypertext”, foi misturado e produzido por Rui Maia (Mirror People, X-Wife) e será protagonista no Vodafone Mexefest.

 

Cinema São Jorge – Sala Montepio

27 de Novembro 2015 | 22.10h

 

Janeiro    

janeiro.jpgPara a música, Henrique Janeiro é só apelido. Janeiro é o nome do projeto e também do EP de estreia. Em português chegam as palavras e na melodia há soul, pop, travos swing e da música brasileira, e, aqui e ali, arranjos electrónicos que acrescentam tempero e cor. Para descobrir e gostar, no Vodafone Mexefest. O jovem músico, para além de compor, escrever e cantar, também toca praticamente todos os instrumentos no registo de estreia.

 

Casa do Alentejo

27 de Novembro 2015 | 20.00h

 

Jenny Hval 

Jenny Hval.jpgPara muitos uma desconhecida, há muito que a norueguesa merece estar debaixo do olho do mundo inteiro. Para além de música, é escritora. Autora do romance Perlebryggeriet (Pearl Brewery), lançado em 2009, é ainda responsável por inúmeros artigos para jornais e antologias. Nas andanças musicais, passou por bandas como os iPanic e Folding For Air, mas com mais notoriedade dando voz aos Shellyz Raven, colectivo de metal-gótico. Com o alter-ego Rockettothesky, lançou dois LPs; em nome próprio, três – “Viscera” (2011), “Innocence Is Kinky” (2013), com a participação de John Parish e este ano, “Apocalypse, girl”. No seu currículo, para além dos espantosos discos que editou a solo, devemos sublinhar o registo do ano passado “Meshes of Voices”, a meias com Susanna Wallumrød (Susanna and The Magical Orquestra) e a digressão que realizou com St. Vincent. Nome imperdível no Vodafone Mexefest.

 

Cinema S.Jorge – Sala Montepio

28 de Novembro 2015 | 20.00h

 

LA Priest     

la.jpgLA Priest é o novo projecto de Sam Dust, um dos membros que constituiu a banda dance-punk inglesa, Late Of The Pier. Depois de mais de dez anos a oferecer uma música rápida e melodicamente provocadora, LA Priest estreia-se com o disco “Inji”, pela Domino Records. Em “Inji” encontramos temas cheios de charme que, sem dispensar, aqui e ali, as guitarras, brotam de sintetizadores para uma eletrónica elegante. Em LA Priest desfilam géneros como o funk, eletro e o disco. Para dançar e saborear, no Vodafone Mexefest.

 

Teatro Tivoli BBVA

27 de Novembro 2015 | 21.15h

 

Márcia

GLAM - Marcia.jpgPodia ser pintora ou documentarista… podia e se calhar é, também. Do que restou das belas-artes, do estágio catalão em cinema documental, das guitarradas ensaiadas enquanto adolescente, emerge o som. Lá atrás, nos primeiros tempos das cantigas, ficaram as palavras em inglês. Desde o disco de estreia “”, de 2010, a autora e intérprete expressa na língua lusa a sua mundivisão. Com “Casulo” em 2013, Márcia solidificou o óbvio: é um dos valores mais impressionantes da música portuguesa. Este ano, o terceiro disco, “Quarto Crescente”, resulta de uma viagem e partilha transatlântica: foi pré-produzido em Lisboa, entre Dezembro do ano passado e Janeiro de 2015, com a produção de Dadi Carvalho (Marisa Monte, Tribalistas, Carminho, A Cor do Som, Caetano...). Por lá, no Rio, o encontro com Criolo, que participa no tema “Linha de Ferro”, e com Vinicius Cantuária, responsável pelas percussões de "Bem Amargo", "Lado Oposto", "Sem Igual" e "Urgência". Esta história que atravessou um oceano, rica de pormenores, gente e muito trabalho, espelha-se magnífica num dos discos que marca o ano de 2015.

 

Cinema S.Jorge – Sala Manoel de Oliveira

27 de Novembro 2015 | 23.10h

 

Meu Kamba Live

meu_kamba_lux_2015_dr.jpgO MC-produtor D-Mars é um dos ícones do hip-hop luso, tendo estado presente na compilação “Rápublica”, de 94. O seu lado mais multifacetado alberga o nome Rocky Marsiano. Anda desde 2005, altura em que lançou o debut “Pyramid Sessions”, a espalhar magia com os seus beats cheios de jazz e funk, muitas vezes apresentados ao vivo com músicos de jazz, ganhando os temperos próprios do improviso. Depois de “Music For All Seasons”, álbum de 2013, voltou em 2014 com “Meu Kamba”. A nova edição resulta da colaboração com o jornalista e radialista Rui Miguel Abreu. Abreu escolheu uma série de discos de música das antigas colónias portuguesas para que Marsiano, com precisão, manipulasse os sons de Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, acrescentando às cadências africanas beats electrónicos irresistíveis, mantendo à tona a genuinidade da música do terceiro continente mais extenso.

 

Tanque

28 de Novembro 2015 | 01.00h

 

Nicolas Godin    

Nicolas Godin.jpgNicolas Godin é, somado a Jean-Benoît Dunckel, uma das almas criativas e geniais de um dos produtos mais icónicos da música pop. Foram muitos anos de discos e concertos com os Air, um histórico que remeteu Godin para um impasse na sua relação com a música e composição. O francês queria mais – porque podia dar mais, e inspirou-se no superlativo talento do pianista Glenn Gould e na forma como este, para além dos clássicos jazz e tudo o que esculpiu, reinventou a obra de Bach. Assim, lançou-se para o seu primeiro disco a solo, “Contrepoint”. Nesta estreia a solo cada tema contém um pedaço de uma peça de Bach e também uma fusão de ritmos e géneros que, atados, soam singulares e confirmam o engenho de Godin. Em “Contrepoint”, são convidados nomes como Gordon Tracks (vocalista francês), Marcelo Camelo, o autor italiano Alessandro Barrico, o guitarrista Connan Mockasin e o coro Macedónio F.A.M.E.'S.

 

Teatro Tivoli BBVA

28 de Novembro 2015 | 23.10h