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Glam Magazine

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Pedra Contida… Jazz no Salão Brazil

Dada a natureza da localidade onde o grupo foi criado (aldeia da Cerdeira), o quinteto desenvolve um trabalho musical nos parâmetros da definição ou contradição do silêncio versus som, dando origem à definição Pedra Contida. O disco de estreia, “Xisto”, editado em 2014 foi aclamado um pouco por todo o mundo, e tem o selo JACC Records.

Pedra Contida_by José Martins.jpgSe por um lado Nuno Torres tem um gosto particular pela exploração tímbrica do seu saxofone alto, através de uma abordagem “melódica não tradicional”, Angélica V. Salvi desenvolve um relevante trabalho dentro da música contemporânea, seja através da interpretação de repertório “clássico” ou através de improvisações estruturadas com ferramentas da música electrónica. Miguel Carvalhais é uma referência da música electrónica experimental nacional, através do seu trabalho editorial na Crónica Electrónica, por entre inúmeros projetos, destacam-se os “@c” em parceria com Pedro Tudela, grupo que tem mais de 20 edições discográficas. Na bateria e percussão está João Pais Filipe, baterista portuense “hiperativo”, que coloca a sua energia nas mais diversas parcerias, com uma abordagem rítmica entre um Tony Oxley e um Jaki Liebezeit. A fechar o pentágono desta formação, está Marcelo dos Reis, guitarrista e improvisador que se tem vindo a afirmar no panorama das músicas mais avançadas, através de uma abordagem criativa sobre o instrumento mais popular do planeta, por entre diferentes projetos e colaborações, tem desenvolvido também um papel relevante na produção e organização de concertos.

 

Salão Brazil (Coimbra)

20 de Novembro 2015 | 22.00h

Lisboa Dance Festival 2016… As primeiras confirmações (III)

Glenn Astro

(4 Março 2016)

glen.jpgDe Essen, é um dos donos da Money Sex Records e já este ano lançou o álbum “Throwback” na Tartelet Records, culminar de um caminho que se tem feito constantemente no sentido ascendente. Pelo caminho, que em termos discográficos remonta a 2011, foi lançando em etiquetas como a Outernational, Space Hardware ou na WotNot Music, tudo selos por onde passa alguma da mais crucial house que se lança nos dias de hoje. Glenn Astro foi igualmente selecionado para uma das mixes da Resident Advisor, já em 2015, sinal de uma notoriedade cada vez mais pronunciada: herdeiro do som de Chicago, cruza os caminhos entre a soul, o disco e o house com plena elegância e discernimento.

Entretanto, Astro acaba de anunciar uma ligação à famosa Ninja Tune.

 

Daze Maxim

(5 Março 2016)

daze.jpg

Daze Maxim é Marcus S. Manowski, produtor de Dusseldorf, Alemanha, que assina sob uma série de pseudónimos, além do nome próprio, claro - como Concorde ou Gentleman's Orchestra, por exemplo - o que é sinal de uma actividade criativamente intensa. Em nome próprio, lançou este ano um álbum na Hello Repeat além de um par de maxis na portuguesa Assemble Music, incluindo um split com Patrick Specke. House de filiação tech, musicalmente sofisticada e apontada às pistas de dança mais exigentes do planeta. Daze Maxim é um nome em ascensão!

 

S.A.M.

(5 Março 2016) S.A.M._2.jpg

Tem visto o seu nome crescer nos últimos dois anos a um ritmo em tudo condizente com a sua bem recheada agenda de edições: novos lançamentos na Delaphine, Stomping Grounds ou Oscillat Music reforçaram o estatuto deste residente de Copenhaga, Noruega, que também já lançou na Underground Quality de Jus Ed, uma das maiores referências do planeta house. Apaixonado por música, S.A.M. é um digger em constante procura do passado que usa como referência para as suas produções tech house de elegância extrema que lhe têm valido convites para tocar nalgum dos melhores clubes do mundo.

 

Lisboa Dance Festival 2016 – LX Factory

4 e 5 de Março 2016

[zerodB] com Marçal dos Campos + Haarvöl + Susana Chiocca

Marçal dos Campos é um alter ego do artista plástico João Marçal, sob o qual desenvolve um projeto de música eletrónica desde 2005.Nas palavras do próprio músico, Marçal dos Campos é um projeto a solo dedicado à “representação de música”. Termos como “Cathartic Easylistening”, “Sentimental Voiceless Karaoke” ou “Melancholic MIDI”, são tentativas do próprio autor encontrar uma denominação capaz de enquadrar a sua abordagem sonora. O seu processo de trabalho consiste na “materialização” simples de um constante trautear mental, através de software de produção musical relativamente acessível. MdC prepara há cerca de dois anos um novo álbum de originais, ainda sem data prevista para o lançamento. Vários temas do novo disco poderão ser ouvidos em primeira mão neste concerto.

Marçal dos Campos 05.jpgHaarvöl (Fernando José Pereira, João Faria, Paulo Rodrigues eletrónica) é um projeto colectivo baseado em Portugal e atuante na área da música experimental. Existe desde finais de 2012 e conta com três membros permanentes. A sua música é conceptualmente desenvolvida na exploração das propriedades dos sons no sentido de conseguir ambientes com um cariz cinemático e imagético. Os sons não se restringem às suas origens mediais,

sendo utilizadas e misturadas tanto fontes digitais como analógicas.“Hebetude” é o primeiro álbum do projeto e foi composto no segundo semestre de 2013. Explora as características compositivas em torno da ideia de música cinemática, em que a atenção ao detalhe e a complexidade sonora se afirmam como preceito identitário do colectivo.

 

Bitcho, de Susana Chiocca (Susana Chiocca voz e interpretação), é uma figura ambígua, meio ancestral com um híbrido folk. Mantendo uma relação

orgânica com o que a rodeia, transforma-se a cada apresentação, para em conformidade com o público construir rituais libertários com humor e ironia. Questiona-se sobre o mundo, o momento, a poesia, o sistema, a sexualidade. Desenvolvido a partir de uma estrutura sonora, visual e textual, apresenta-se como um número entre o cabaret e a patafísica.

 

Salão Brazil (Coimbra)

20 de Novembro 2015 | 22.00h

Sergio Godinho... “Liberdade” em Vila Franca de Xira

Liberdade” é de todas as palavras e conceitos que uso na minha vida, e por arrasto nas canções, a que mais acarinho e que mais defendo, aquela que dá ao norte a sua bússola. A frase é de Sérgio Godinho e dirige o público para o que poderá assistir em “Liberdade” - a partir de uma canção composta em 1974 e publicada nesse mesmo ano no álbum “À Queima Roupa”, o “escritor de canções” revê, através do seu repertório, a vivência do Portugal democrático.

sergio godinho 0.jpgEstreado em Abril de 2014 em três memoráveis noites no São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, tem percorrido o país provocando grande do entusiasmo junto de todos quantos a ele têm assistido, motivando inclusive, a publicação de um disco ao vivo no final do ano com o mesmo título… “Liberdade”.

Por entre releituras e reproduções, Sérgio Godinho aborda a quase totalidade da sua vasta discografia tendo como ponto de partida a liberdade em sentido lato ou, se quisermos, as diversas liberdades, em sentido particular – “Já Joguei Ao Boxe”, “Fotos do Fogo”, “Maçã Com Bicho”, “Que Força É Essa” ou “O Acesso Bloqueado” são, entre outras, canções presentes – mas há ainda espaço para a novidade, para os inéditos, e “Tem O Seu Preço” sobe ao palco; ou ainda para a descoberta de “Na Rua António Maria”, tema de Zeca Afonso nunca antes publicado e que Sérgio Godinho traz a “Liberdade”, literalmente, de memória. Desde a música empenhada, bandeira de causas e consciência social, ao diário íntimo e plural, uma visão de nós próprios a partir do trabalho de um dos mais importantes criadores de imaginário das últimas quatro décadas.

 

Ateneu Artístico Vilafranquense (V.F.Xira)

20 de Novembro 2015 | 22.00h

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo

 

Cachupa Psicadélica com disco de estreia….

Foi editado na passada sexta-feira, 13 de Novembro, “Último caboverdiano triste”, o disco de estreia de Cachupa Psicadélica, de onde já tinham sido apresentados os temas “Amor D'1 Laranjeira”, incluído na colectânea Novos Talentos FNAC 2014, e “3/4 de Bô”, cujo vídeoclip foi realizado por Basil da Cunha.

cachupa1.jpgCachupa Psicadélica é um projecto liderado por Lula's (Luís Gomes). Nascido e criado em Mindelo, na ilha de São Vicente em Cabo Verde, Lula's foi criança nos anos 80 e apaixonou-se pelo rock de Seattle na adolescência, num Mindelo de "rockeiros latinos". Um dia, sem se dar conta, acabou a estudar nas Caldas da Rainha e, depois de ter passado por diversos projectos musicais, encontrou-se na encruzilhada da sua Cachupa Psicadélica: "Música para fazer fotossíntese. Música das entranhas de Cabo Verde, nação cultural".

“Último caboverdiano triste” foi gravado, misturado e masterizado por José Arantes (B-House). Participaram nas gravações, para além de Lula's, os músicos Bilan e Jorge Machado (que têm acompanhado Lula's ao vivo) e ainda Luís Pedro.

“Último caboverdiano triste” será apresentado ao vivo até ao final do ano, nelas incluídas uma passagem pelo Vodafone Mexefest: e esta sexta-feira com uma passagem pelo Velvet Be Jazz Club no Barreiro

 

Salto… novo single e video "Lagostas" já no ar e segundo álbum em Janeiro

Um ano depois do lançamento single “Mar Inteiro” chega-nos o segundo single do novo álbum dos Salto. “Lagostas” são agora servidas para degustação até 30 de Janeiro, data de lançamento do 2º longa-duração da banda a acontecer no auditório da Time Out no Mercado da Ribeira em Lisboa.salto2.jpgAquele que é o primeiro álbum desta versão alargada dos Salto, de 2 passaram a 4, chega-nos no início de 2016 com a vontade de viajar por todo o país. Enquanto esperamos por Janeiro ficamos com dois concertos até ao final de 2015; 7 de Novembro no Teatro Stephens, Marinha Grande e 14 de Novembro no Porto no Teatro Rivoli onde será estreado o vídeo que ilustra “Lagostas” que contou com a produção da banda e realização de Luís Montenegro.

O novo trabalho dos Salto estará disponível para venda no formato "digital" e "físico". O formato "digital" estará disponível no Itunes em pré-venda a partir do dia 1 de Janeiro enquanto que o formato "físico" apenas será disponibilizado para venda na loja online da banda e também em cada espectáculo, a partir do dia 30 de Janeiro.

É num ambiente onírico e surrealista que se desenrola o vídeo que ilustra o novo single dos Salto  "Lagostas". Com planos a fazer lembrar filmes futuristas dos anos 60/70, recheados de sobreposições de imagens, acompanhamos uma personagem misteriosa ao longo do seu dia numa viagem que o transforma. O vídeo que antecipa o lançamento do álbum a acontecer a 30 de Janeiro, contou mais uma vez com a produção e realização da banda e direcção e edição de Luís Montenegro

 

Por agora servem-se “Lagostas” mas “…já não há jantar!”

"This is not a Love Story. This is A and B”

Este projeto coreográfico de Maurícia | Neves parte da palavra inglesa "add" para criar listas de ações e rotinas que representam a dinâmica da sociedade contemporânea. Bárbara Carlos e António Torres serão os interpretes deste diálogo tenso e manipulador. Uma relação "superficialmente calorosa e profundamente fria."

This is not a love story. This is A and B. -® DucHoje em dia, o quotidiano é a ode ao desespero. B é manipulada cruamente, sente-se a ir e a voltar. Não compreende a dor mas aceita-a. A é uma interrupção de B. B aceita-o, deixa-se interromper. Deixa-se corromper. Parecem íntegros um ao outro mas não são. Parecem atenciosos mas não são. Parece sexual mas não é. Aprendem o jogo um com o outro, transformando-se. Saturados com o quotidiano, com a repetição. A e B são mecanismos de defesa deles próprios e do que os rodeia. São jogos de poder. Eles colidem, remexem-se. E o poder cai. Já não há poder, só revolta. B sempre manipulou A a manipula-la. A relação de A e B é superficialmente calorosa e profundamente fria..

This is not a love story. This is A and B. -® DucMAURÍCIA | NEVES (Portimão, 1989)

Muda-se para Lisboa em 2007 onde começa a sua formação em artes circenses e ao mesmo tempo de teatro. Mais tarde, ingressa na Escola Superior de Dança onde se dedica ao seu maior problema o corpo. Desenvolve os seus primeiros trabalhos como criadora no Chapitô, (Des)encaixada e KITSCHCAMP - JUÍZO FINAL , mais tarde na ESD constrói uma trilogia de peças: uma instalação – This is not entertainment, uma faixa musical – This is not for sale e é um manifesto e uma peça de dança – This is not a love story. This is A and B. Teve formação com Amélia Bentes, Nuno Lucas, Victor Hugo Pontes, Margarida Mestre, Cristina Planas Leitão, Margarida Bettencourt, Gustavo Ciríaco, Alexandre Lyra Leite, Jácome Filipe, Silke Z. (Alemanha), Su Wen-Chi (Taiwan), John Mowat, Tiago Rodrigues, Miguel Moreira, Raquel Freire, Claudia Nóvoa e Bernardo Gama. Como intérprete trabalhou com Joris Lacoste, Margarida Mestre, Martim Pedroso, Alexandre Lyra Leite, RADAR 360, Miguel Moreira, Yvon Bayer, Bernardo Gama e Companhia La Fura Dels Baús

This is not a love story. This is A and B. -® DucANTÓNIO TORRES (Esposende, 1987)

Licenciado na Escola Superior de Dança (2014) e em Artes Performativas na Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa (2009). Participou, em Viena, num espetáculo de Dança coreografado por Esther Balfe (bailarina da Companhia William Forsythe) e desenvolveu uma peça coreográfica intitulada de BLUR, com Clarissa Omiecienski. Tem participado em masterclasses e workshops no âmbito artístico com: Alain Platel, Hoffesh Shechter, Esther Balfe, Emanuelle Obeya, Madalena Victorino, João Fiadeiro, Catarina Câmara, Peter Michael Dietz, Gonçalo Amorim, entre outros.

 

BARBARA CARLOS (Lisboa, 1992)

Licenciada pela Escola Superior de Dança (2014) e Ex Federada de Ginástica Acrobática pela FGP (1998-2006). De 2007 a 2010 estuda no Teatro Reticências, com o encenador Rui Mário (TeatroTapafuros). Teve formação com Sofia Neuparth e Paula Petreca (C-E-M,2000), Quorum DanceAcademy, Amélia Bentes…Coreografou Himmel, liebe, lied (2013). Dança na peça Holy the supernatural extra brilliant inteligent kindness of the soul de Catarina Morla (2012). Contacta com técnica Gaga, Countertechnique, Ann Van Den Broek e seus intérpretes num processo intensivo na ArteZ Institut of Arts (Arnhem, Holanda, 2014).

  

Centro Cultural de Belém – Sala de Ensaio (Lisboa)

27 de Novembro 2015 | 21.00h

28 de Novembro 2015 | 19.00h

 

Fotografias: Duck Production

 

Programação Oficial XXI Caminhos Film Festival

O Caminhos Film Festival anuncia a programação completa de todas as sessões do festival que decorre em Coimbra de 27 de Novembro a 5 de Dezembro.

Selecção Caminhos, Selecção Ensaios Nacionais e Ensaios Internacionais, Caminhos Juniores e Caminhos Mundiais. São mais de cinquenta sessões que se irão dividir este ano entre o Auditório do Conservatório da Música de Coimbra (ACMC), o Teatro Académico Gil Vicente, Museu da Ciência da Universidade de Coimbra e, pela primeira vez, as salas de cinema NOS do Fórum Coimbra. Um total de cento e noventa e oito obras cinematográficas a serem exibidas ao público, divididas entre as várias secções do festival.

caminhos.jpgA cerimónia de abertura decorre no Conservatório de Música de Coimbra a partir das 21.30h de dia 27, sessão na qual será também exibida a curta “Lei da Gravidade”, de Tiago Rosa-Rosso e o documentário “O Dr. Adrián e os 5 Senhores”, de Francisco Moura Relvas. A cerimónia de encerramento do festival está marcada para dia 4 de Dezembro, no Teatro Académico Gil Vicente, quando serão revelados os vencedores dos prémios atribuídos pelo Júri da edição deste ano do Caminhos Film Festival.

 

A Selecção Caminhos é uma secção competitiva do festival dedicada às estreias ocorridas durante o último ano. Aqui são encontradas as mais recentes obras de autores consagrados e jovens cineastas que se lançam pela primeira vez no campo das longas-metragens. Também documentários, curtas e animações estão presentes na Selecção Caminhos, que pretende ser um retrato das várias vertentes que assume o cinema português na sua diversidade. De 27 a 29 de Novembro será o Conservatório da Música de Coimbra a casa da Selecção Caminhos, a partir de 30 de Novembro e até ao final do evento, 4 de Dezembro, as sessões decorrem no Teatro Académico de Gil Vicente.

Depois de ter vencido o Grande Prémio do Festival na edição de 2010 com “Aquele Querido Mês de Agosto”, Miguel Gomes está de volta com os três volumes da aclamada trilogia “Mil e Uma Noites”. Também João Salaviza, já galardoado no festival Caminhos do Cinema Português na categoria curta-metragem com “Cerro Negro” está agora presente com a longa “Montanha” que também tem recebido destaque no circuito internacional. Também presentes na Selecção Caminhos deste ano encontram-se os cineastas Manuel Mozos e João Canijo.

 

Já a Selecção Ensaios Visuais, com as obras submetidas por alunos de escolas de cinema, decorre por completo no auditório do Conservatório de Música de Coimbra, a partir de 29 de Novembro. Aqui a novidade consiste na

presença pela primeira vez de filmes submetidos por escolas de cinema internacionais. O festival recebeu cerca de setecentos filmes de mais de oitenta países e efectuou um trabalho de selecção dos mais representativos de forma a criar uma troca e um diálogo intercultural entre o que se faz em Portugal e no estrangeiro. Trata-se também de criar uma nova contextualização para as obras que vão saindo das escolas de cinema nacionais, permitindo a comparação com o que se produz no ensino da criação de Cinema fora de Portugal.

 

Selecção Diásporas… Porque cada vez mais existe cinema português que não é produzido no território português, este ano o Caminhos Film Festival abre também uma janela para as co-produções internacionais com presença de portugueses. Filmes como “Gaiola Dourada” ou “O Salto” analisam através de perspectivas diferentes o fenómeno da emigração portuguesa e estarão presentes na selecção deste ano do Festival Caminhos do Cinema Português. Também novidade este ano é o facto das sessões desta secção decorrerem predominantemente nos Cinemas NOS Fórum Coimbra.

 

A secção Caminhos Juniores é completamente dedicada aos mais novos. De 30 de Novembro a 4 de Dezembro no Teatro Académico de Gil Vivcnte, sempre às dez da manhã. A captação de um público jovem para o cinema português é fundamental, e os Caminhos Juniores são a secção que assume essa responsabilidade no festival. Esta secção apresenta-se como um serviço educativo, fomentando a criação de hábitos de consumo desde a infância no que diz respeito ao cinema português.

 

A Secção Caminhos Mundiais da XXI edição dos Caminhos Film Festival é apresentada em colaboração com a Embaixada da Áustria em Portugal. As projecções decorrem no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, a 28 e 29 de Novembro e de 1 a 4 de Dezembro. Com os Caminhos Mundiais o festival pretende dar a conhecer uma selecção da cinematografia austríaca recente que proporcione ao público português bem como à comunidade internacional da cidade de Coimbra, a possibilidade efectuar a ponte entre as duas cinematografias. Mais uma vez os criadores nacionais responderam positivamente ao desafio de mostrar o melhor que se produz no cinema português, e o enorme influxo de submissões obrigou a um esforço adicional por parte do organização do festival para mostrar as várias vertentes da sétima arte lusa. Um esforço que é prosseguido de bom grado, uma vez que permite mostrar aos espectadores o maior número possível de direcções que a cinematografia colectiva portuguesa consegue tomar.

The Gift… o novo “20”

O novo "20" é um álbum duplo com 24 canções que assinalam os grandes momentos da banda como os singles mais conhecidos do grande público, alguns dos temas mais emblemáticos dos The Gift para os fãs e ainda 3 temas novos gravados propositadamente para esta edição, com destaque para o mais recente single “Clássico”.

20.jpgOuvir estes dois discos com temas totalmente remasterizados é percorrer a história dos The Gift havendo, também espaço para a descoberta de três canções inéditas, duas em português e uma em inglês, que provam o bom momento que a banda atravessa, apresentando-se mais viva que nunca. Uma edição La Folie.

 

Alinhamento do disco disponível a 20 de Novembro de 2015

 

Disco 1

1 - Clássico

2 - Primavera

3 - Music

4 - Sehnsucht (as lágrimas que choro)

5 - Ok! Do You Want Something Simple

6 - Question of Love

7 - Water Skin

8 - Driving you Slow

9 - 1133

10 - Changes

11 - Fácil de Entender

12 - Truth

 

Disco 2

1 - Doctor

2 - RGB

3 - 645

4 - Made for you

5 - The Singles

6 - The Difference Between Us

7 - Front Of

8 - My Lovely Mirror

9 - Are You Near

10 - Open Window

11 - Five Minutes Of Everything

12 - Butterfly

 

Portugal Festival Awards…. Os vencedores

Decorreu ontem em Lisboa, no Cinema São Jorge a 3ª edição do Portugal Festival Awards.

Com apresentação de Luisa Barbosa e Diogo Dias, e com as atuações dos candidatos a melhor revelação do ano, Da Chick, Duquesa, Golden Slumbers, Isaura e Thunder & Co., foram divulgados os vencedores de 2015 nas mais variadas categorias.

vpc1.jpgO grande vencedor da noite foi o Festival Vodafone Paredes de Coura a conseguir 5 dos prémios atribuídos entre os cais o de “Melhor Festival Não Urbano” e “Melhor Festival de Grande Dimensão”.

Em termos musicas o destaque para melhor revelação foi entregue a Da Chick, enquanto que os Diabo na Cruz venceram na categoria “Melhor Atuação ao Vivo – Artista Nacional”. Os Muse foram os grandes vencedores na categoria “Melhor Atuação ao Vivo - Artista Internacional”.

A “Queima das Fitas Coimbra” consegue pelo segundo ano o prémio de “Melhor Festival Académico”

 

Aqui fica a lista dos vencedores em todas as categorias:

Melhor Festival Urbano - NOS Alive

Melhor Festival Não Urbano - Festival Vodafone Paredes de Coura

Melhores WC's - NOS Alive

Melhor Campismo - Festival Vodafone Paredes de Coura

Melhor Festival Académico - Queima das Fitas Coimbra

Melhor Micro Festival - Indie Music Fest

Melhor Festival de Pequena Dimensão - Milhões de Festa

Melhor Festival de Média Dimensão - Festival BONS SONS

Melhor Festival de Grande Dimensão - Festival Vodafone Paredes de Coura

Melhor Atuação ao Vivo – Artista Nacional - diabo na Cruz

Melhor Atuação ao Vivo – Artista Revelação - DA CHICK

Melhor Atuação ao Vivo – Artista Internacional - Muse

Melhor Cartaz - Festival Vodafone Paredes de Coura

Festival Mais Sustentável - Festival Andanças

Melhor Comunicação - NOS Alive

Contribuição para a Divulgação de Música Portuguesa - NOS em D'Bandada

Contribuição para o Turismo - NOS Alive

Melhor Ativação de Marca - Vodafone Music Sessions

 

Reportagem e fotografia: Paulo Homem de Melo

Digressão mundial de Ana Moura passa pelas maiores salas do país

Em 2016 Ana Moura parte em digressão com o seu 6º disco de originais, "Moura". A maior artista portuguesa da actualidade anuncia hoje a primeira etapa nacional desta tour, com 5 concertos nas maiores salas do país. Os bilhetes estão a partir de hoje disponíveis nos locais habituais. É no berço de Portugal que decorre o primeiro espectáculo em solo nacional, no dia 12 de Março, no Pavilhão Multiusos de Guimarães. A 1 de Abril a digressão ruma a sul, apresenta-se na Arena D'Évora e, no dia seguinte, no Teatro das Figuras, em Faro. Em Lisboa, o concerto acontece a 9 de Abril, na maior sala do país, a MEO Arena. Este ciclo termina com um concerto no Coliseu do Porto, no dia 16 de Abril.

foto.jpg"Moura" é o disco de consagração de Ana Moura e será apresentado um pouco por todo o mundo. A Europa e a América do Norte são os primeiros continentes a receber esta nova digressão, com concertos marcados na Áustria, Suíça, Alemanha ou França, onde se apresenta em Paris, no dia 19 de Fevereiro, no mítico Olympia. No outro lado do atlântico, nos Estados Unidos da América, Ana Moura já tem concertos marcados, entre outros, em São Francisco, Boston ou Nova Iorque, cidade em que actua no lendário Carnegie Hall. Ultrapassada a marca dos 300 concertos, Ana Moura actua este sábado em Sydney, na Austrália, num espectáculo ainda integrado na digressão mundial de "Desfado", que termina no dia 4 de Dezembro, na Estónia. "Desfado" é o disco mais vendido da década e atingiu recentemente o galardão de Quíntupla Platina.

 

"Moura" é editado no dia 27 de novembro. A Fnac tem, em exclusivo, uma edição especial, com dois temas extra. Na pré-compra, os fãs recebem uma réplica da capa, assinada por Ana Moura e numerada, numa edição limitada às 1000 unidades, aqui. O novo disco de Ana Moura pode também ser encomendado no iTunes, aqui. No ato imediato da compra, os fãs recebem o primeiro single do disco, o tema de Jorge Cruz, "Dia de Folga", que já toca em todas as rádios nacionais. Até dia 27 de novembro, serão ainda disponibilizados mais duas músicas novas: "Ai Eu", o tema de Pedro da Silva Martins e Luís José Martins (18/11) e "Moura Encantada", um dos fados tradicionais incluídos no disco, com Manuela de Freitas a escrever sob o Fado Cravo (25/11).

  

12 Março 2016 - Pavilhão Multiusos (Guimarães)

1 Abril 2016 - Arena D'Évora (Évora)

2 Abril 2016 - Teatro das Figuras (Faro)

9 Abril 2016 - Meo Arena (Lisboa)

16 Abril 2016 – Coliseu (Porto)

Oba Loba Sexteto de Norberto Lobo e João Lobo....

No próximo sábado, dia 21 de Novembro o jazz conquinsta Ponte de Lima. Norberto Lobo e João Lobo são cúmplices musicais de longa data, tendo editado o seu álbum de estreia “Mogul de Jade” em 2013 na Mbari.

oba_loba4x3_.jpgO disco e o seu espectáculo ao vivo tem angariado entusiasmo genuíno graças ao lirismo patenteado do estilo de guitarra do Norberto, aqui em eléctrica, e o trabalho tonal singular e texturalmente rico e diverso do baterista do campo do jazz João Lobo. A formação, embora permeável a variações, encontra o seu núcleo com mais quatro músicos, quatro amigos que se têm cruzado nos mesmos caminhos musicais dos últimos anos. “Oba Loba”, o seu mais recente trabalho, gravado em Bruxelas e editado pela Shhpuma em novembro de 2014, é apenas um começo, um luminoso começo, porque ao vivo estas composições e arranjos de Norberto e João ganharão vida própria, novo corpo e nova alma, novos diálogos e surpreendentes desenlaces, dançando entre pop instrumental de câmara e improvisação orquestrada, cumprindo o desígnio original do sexteto: tornar as canções mais canções, tornar a improvisação mais livre. E, dizemos nós agora, espalhar maravilhamento por uma sala inteira.'

 

Formação: Norberto Lobo guitarra acústica e eléctrica, baixo eléctrico; João Lobo bateria; Giovanni Di Domenico Fender Rhodes; Ananta Roosens violino, trompete; Jordi Grognard clarinete, saxofone: Lynn Cassiers voz, electrónica .

 

Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

21 de Novembro 2015 | 21.30h

José Barros & Mimmo Epifani… CD "Mar da Lua" já disponivel

"Mar Da Lua" é um projecto italo-português que nasceu da amizade entre José Barros (líder do grupo Navegante), português, cantor, compositor e multi-instrumentista, toca todos os instrumentos tradicionais de corda portugueses - e Mimmo Epifani (Mimmo Epifani Barbers), virtuoso bandolinista e bandolonista, de San Vito Dei Normanni, sul de itália, região de Puglia.

mar.jpg

 

 

Ao longo dos últimos 10 anos de intensas colaborações musicais em projectos internacionais de que ambos fizeram parte, nasceu uma identidade musical e cultural muito próxima entre José Barros e Mimmo Epifani, entre Portugal e a Itália, consolidada nos inúmeros espectáculos em Portugal, Itália, México, França, Espanha, Croácia, Cabo Verde, etc., fortalecendo e cruzando os laços musicais entre o fado e a canção napolitana; entre os ritmos portugueses da chula, do vira, da toada beirã, etc., com a tarantela ou a pizzica do sul de itália; entre o pandeiro ou adufe português e o tamburello do sul de itália.

Do intercâmbio cultural entre estes dois músicos, entre estes 2 países do mediterrâneo nasce este projecto: "Mar da Lua" simboliza este mar que nos afasta, mas também este mar que tanto nos aproxima.