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Glam Magazine

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Maldita… "La Belle Indifférence"… Novo single e vídeo

Depois de “Sacrifício (você é um)”, single de apresentação do álbum “Estranhos em uma terra estranha”, os Maldita lançaram o irreverente “La belle Indifférence”, no dia 11 de Novembro, retirado do mesmo álbum. O novo single já se faz acompanhar de um vídeo, disponível no canal do youtube da banda. “Estranhos Em Uma Terra Estranha” tem edição marcada até ao final deste ano e promete surpreender os verdadeiros amantes de metal!

maldita-03.pngOs Maldita são uma banda de metal alternativo/industrial, naturais do Brasil, oriundos da cidade do Rio de Janeiro. Formados em meados de 2001, têm como atual formação Erich (Voz), Fernando (Voz), Lereu (Guitarras), Magrão (Baixo) e Vidaut (Bateria). O primeiro álbum da banda “Mortos ao Amanhecer”, foi lançado em 2005 e apresentado na sua primeira tournée pelo brasil que totalizou 53 concertos. Já em 2007 lançam o seu segundo álbum intitulado de “Paraíso Perdido”, gravam o vídeo e documentário “Bastárdos da América” e participam em vários festivais independentes acabando, posteriormente, por abrir os concertos de Marilyn Manson no Brasil.

Em 2009 conquistam a europa com a sua tournée “Beyond The Chaos Tour” presenteando-nos com 12 concertos. No mesmo ano sobem ao palco do Festival Maquinaria ao lado de Faith No More, Deftones, Jane’s Addiction, Sepultura, Nação Zumbi e Suicidal Tendencies. No ano seguinte participam no programa “Estilos Brasil” apresentado por Andreas Kisser (Sepultura) e apresentam o seu terceiro álbum, “Nero”, cuja produção foi assinada por Stanley Soares, produtor de dois álbuns da banda Sepultura. Já bastante reconhecidos pelo público brasileiro amante de Rock, Metal, Gótico e Industrial, realizam a sua primeira grande tournée no nordeste brasileiro que incluiu 7 cidades. O ano de 2012 chegou com a apresentação do seu EP “Montagem”, nome inspirado nas influências facilmente perceptíveis entre os ritmos tipicamente brasileiros e o rock mais pesado. No mesmo ano Fernando Braga (Crazy) torna-se oficialmente vocalista dos Maldita, a convite de Vidaut, e rumam à segunda tournée europeia de 40 dias.

 

Há Fado no Cais… Carla Pires

Com uma presença notável em palco, Carla Pires possui um talento inato para conquistar o público desde o momento em que começa a cantar. A sua voz única e sensual, transporta o fado e o seu sentimento para rotas musicais surpreendentes. Apenas com dois álbuns editados em nome próprio, “Ilha do Meu Fado” (2005) e “Rota das Paixões” (2011), e um outro com o Quinteto Amália, “O Fado em Concerto” (2002), a fadista já tem um percurso singular de espetáculos no estrangeiro, com cerca de 350 concertos em quatro continentes.

Carla Pires © Stephane Bechaud.jpgNo CCB, Carla Pires interpretará fados incluídos nos seus discos já editados e apresentará três temas do seu novo álbum, “Aqui”, que será lançado no início do próximo ano e tem como mote a cidade de Lisboa. Neste espetáculo, a acompanhar a fadista, estará Guilherme Banza, Pedro Pinhal, Vasco Sousa e ainda uma convidada especial, a bailarina e coreógrafa São Castro, que vai dançar o fado “Aprende o Meu Coração”, um tema de Rosa Lobato Faria e Mário Pacheco. São Castro partilhou o palco com a fadista nas apresentações de “Fado: Ritual e Sombras", premiado na Holanda como o melhor espetáculo de dança de 2014. Carla Pires deu voz à coreografia é de Vasco Wellenkamp.

 

Ainda este ano, Carla Pires participará no importante Festival Utopiphonies, em Louvain-La-Neuve, Bélgica e, em 2016, terá uma digressão em França, tal como na Holanda, com o espetáculo “Fado: Ritual e Sombras”, de Vasco Wellenkamp

 

Centro Cultural de Belém – Pequeno Auditório (Lisboa)

21 Novembro de 2015 | 21.00h

 

Fotografia: Stephane Bechaud

Ciclo Pássaro de Novembro recebe Weyes Blood e Sean Nicholas Savage no Arquivo Distrital de Vila Real

Pássaro – denomina-se desta forma o ciclo de música com que a promotora covilhete na mão arrancou este 2015. Uma iniciativa que procura levar à região transmontana, e particularmente à cidade de Vila Real, artistas de referência nacional e internacional da música contemporânea, apresentados num espetáculo mensal, com lotação reduzida a 100 pessoas e em local singular não habituado a receber espetáculos.

 

Depois do regresso em outubro com as canções de JP Simões a tomarem conta do Museu da Vila Real, o ciclo de música Pássaro apresenta em novembro a norte-americana Weyes Blood e o canadiano Sean Nicholas Savage, dois nomes incontornáveis na atual música contemporânea. Pelo Pássaro passaram já nomes como Norberto Lobo, Jozef Van Wissem, Tó Trips Jennifer Castle e Peixe. No que refere a locais, o ciclo de música estreou-se no Conservatório Regional de Música de Vila Real, passou pelo magnífico Salão Nobre dos Paços do Concelho de Vila Real, visitou o Centro Cultural Regional de Vila Real, a Biblioteca Municipal de Vila Real e ainda, na sua versão verão e ao ar livre, pelo Parque Corgo. O primeiro ano do ciclo de música terminará a 12 de dezembro com a prata da casa, Emmy Curl. O ciclo Pássaro é uma iniciativa da promotora covilhete na mão, produzido pela própria e com coprodução do Teatro de Vila Real. A iniciativa conta com o apoio Câmara Municipal de Vila Real, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Traga Mundos, Greengrape, Altodouro.com, O Revelador e Transa Cooperativa Cultural.

weyes-blood.pngWeyes Blood

Integrou o grupo de Portland, Jackie-O Motherfucker, que servia vários géneros musicais numa base noise e experimental antes de se aventurar a solo. Sob o nome Weyes Blood, Natalie Mering editou os discos “The Outside Room” (2011) e “The Innocents” (2014).

O regresso de Weyes Blood a Portugal tem como mote a apresentação “Cardamom Times”, o seu novo EP, editado 25 de setembro pela Mexican Summer. Com uma voz de uma pureza rara, Weyes criou um estilo muito próprio, abstrato e enigmático. Num universo sombrio e belo encontramos uma verdade forte nos temas de Weyes. É sem dúvida umas das melhores descobertas musicais dos últimos anos.

000.pngSean Nicholas Savage

O canadiano Sean Nicholas Savage passa por Portugal para apresentar “Other Death”, disco editado a 18 de setembro através da Arbutus Records. Sean Nicholas virá em formato banda e dividirá a noite com Weyes Blood. Para além de ser uma figura peculiar no meio artístico, Sean é uma referência na cena musical canadiana, estando rodeado por nomes como Grimes, Mac DeMarco e TOPS. A sua veia poética, aliada à performance que eleva em palco, origina espetáculos memoráveis que o levaram aos maiores palcos e festivais um pouco por todo o mundo.

 

Auditório do Arquivo Distrital de Vila Real

20 Novembro de 2015 | 22.00h

Lisboa Dance Festival 2016… As primeiras confirmações (II)

Prosumer

(5 Março 2016)

Prosumer005_byMichaelMann_2013_300dpi.JPGProsumer inspirou-se no conceito do filósofo Alvin Toffler, que apontava para um futuro que já chegou em que as figuras do produtor e do consumidor se confundiriam, para criar a sua identidade artística. É um respeitadíssimo produtor de house que ainda o ano passado inscreveu o seu nome na aclamada série de mix cds do clube Fabric. Vive atualmente em Edimburgo depois de ter sido residente de Berlim onde participou, por exemplo, no famoso Boiler Room.

 

Vakula

(5 Março 2016)

Vakula pic 1.jpgDa Ucrânia vem Vakula, nome celebrado dos anos mais recentes que se tem transformado num marco do mapa Deep House mais sofisticado.

Só em 2015 já editou dois incríveis álbuns na Leleka, a sua própria editora: “A Voyage to Arcturus” e “Dedicated to Jim Morrison”, uma homenagem diferente a um dos maiores ícones da história da música. O som de Vakula é original, profundo, experimental e tem-lhe valido os aplausos dos mais diferentes sectores da crítica

 

XDB

(5 Março 2016)

XDB.jpgXDB é o dj alemão de ascendência grega Kosta Athanassiadis.

As suas raízes como dj estendem-se ao princípio dos anos 90, mas foi já neste século, sobretudo desde o estabelecimento da sua editora Metrolux, em 2006, que se começou a afirmar com mais intensidade no plano internacional. Editou com o respeitadíssimo Kassem Mosse, foi distinguido pela Resident Advisor com uma das suas "mixes of the day", fez rádio e foi aumentando a sua incrível colecção de discos de onde vai retirando a inspiração para as suas produções. Já este ano lançou na Diamonds & Pearls Music e os aplausos recolhidos têm sido unânimes: house de recorte deep, com seguríssimos valores de produção que tornam os seus maxis presença constante nas malas de alguns dos melhores djs do mundo.

 

Lisboa Dance Festival 2016 – LX Factory

4 e 5 de Março 2016

Resistência… Tour "Horizonte" ao vivo no Campo Pequeno

Depois de vinte e dois anos de intervalo, os Resistência tiveram um verão em cheio com o seu novo álbum “Horizonte” e chegam agora ao Campo Pequeno, naquele que é o concerto de natal mais aguardado em Lisboa.resistencia.jpgOs novos temas de “Horizonte” serão apresentados juntos aos êxitos de “Palavras ao Vento” e “Mano a Mano”, canções intemporais resgatadas ao tempo e de diversas bandas, tocadas em formato acústico por uma orquestra de 11 músicos.

Um repertório de canções para cantar do início ao fim.

 

Campo Pequeno (Lisboa)

17 de Dezembro 2015 | 22.00h

Festival Cellos Rock 2015 é já este fim-de-semana e apresenta line-up de luxo!

Esta sexta e sábado, 20 e 21 de novembro, respetivamente, Barcelos voltará a receber o melhor da nova música moderna portuguesa. B Fachada, Gala Drop, Pega Monstro, Glockenwise, Filho da Mãe & Ricardo Martins e Oba Loba, sexteto composto por Norberto Lobo e João Lobo, são os nomes que integram a edição de 2015 do festival de música mais antigo da cidade de Barcelos. Um line-up luxo, recheado de nomes fortes que marcam a atualidade da música moderna portuguesa e que protagonizarão excelente concertos na cidade do Galo durante o fim-de-semana.      

cellos.pngEm 2014, o festival Cellos Rock mudou-se para uma nova casa, apresentando uma aposta no melhor da nova música moderna portuguesa, num line-up 100% nacional e esgotando por completo os dois dias do festival. Sensible Soccers, Sequin, Black Bombaim, Duquesa, Dreamweapon e Jibóia levaram mais de meio milhar de pessoas ao mais antigo festival de Barcelos, que se apresentou pela primeira vez no auditório do Círculo Católico de Operário de Barcelos (CCOB), espaço que o voltará a acolher em 2015.

 

Círculo Católico de Operário de Barcelos (Barcelos)

20 e 21 de Novembro

Festival de fado brasil de regresso a São Paulo e Rio de Janeiro

A terceira edição do Festival de Fado Brasil está de regresso às metrópoles brasileiras São Paulo e Rio de Janeiro já no próximo dia 18 de novembro. Pensando em transportar um pouco mais de Portugal para terras brasileiras, o Festival de Fado traz ao país, pelo terceiro ano consecutivo, grandes estrelas do género. Carlos do Carmo, Cuca Roseta e Mísia são o nomes que completam o cartaz desta edição e prometem deslumbrar os brasileiros com a mais pura essência do Fado.

festival.jpgCarlos do Carmo atua dia 18 de novembro em São Paulo, no Teatro J. Safra, tendo Raquel Tavares como convidada especial. Já dia 19 é a vez das fadistas Cuca Roseta e Mísia subirem ao palco do mesmo teatro paulista. Dia 20 e 21 o Festival ruma ao Rio de Janeiro para receber as atuações de Cuca Roseta e Mísia no mesmo dia e no dia seguinte Carlos do Carmo, novamente com Raquel Tavares como convidada. A maior mostra de Fado a nível internacional é um tributo ao maior expoente da cultura portuguesa que, em 2011, foi considerado Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO. O grande acontecimento cultural no Brasil, a globalização do Fado, iniciou-se no ano de 2013, com uma bem sucedida primeira edição nas cidades do Rio e São Paulo, das quais participaram Mariza, Ana Moura, António Zambujo e o rapper paulistano Criolo. Na segunda edição, o festival consagrou-se com a participação de Carminho, Camané, Raquel Tavares e o Projeto Amália Hoje.  A terceira e nova edição vai dar continuidade ao projeto com a presença de alguns dos maiores ícones do Fado, bem como com a realização de workshops sobre a história do fado, além de delícias da gastronomia local.

 

Carlos do Carmo, a voz incontornável do Fado, chega ao Brasil nos dias 18 e 21 de novembro a São Paulo e Rio de Janeiro, respetivamente, acompanhado por Raquel Tavares, a sua convidada especial. Nasceu em Lisboa., filho de Lucília do Carmo, uma das maiores fadistas do século XX, e de Alfredo de Almeida, livreiro e posteriormente empresário na indústria hoteleira. Pode dizer-se que foi criado no meio de uma atmosfera artística. Iniciou a sua carreira artística em 1964 e conta com cerca de 32 álbuns gravados, tendo o primeiro sido gravado com apenas nove anos de idade. Já pisou palcos como o Olympia em Paris, Óperas de Frankfurt e Wiesbaden, o Canecão do Rio de Janeiro, Savoy de Helsínquia e passou ainda por outras cidades como São Petersburgo, Copenhaga, Macau ou São Paulo. Em 2011 foi cabeça de cartaz no Festival de Fado em Madrid. No mesmo ano integrou a equipa coordenadora da candidatura do Fado a Patrimônio Imaterial da Humanidade. Aos 50 anos de carreira foi distinguido pela Latin Recording Academy com o Grammy de Excelência Musical- Lifetime Achievement.

 

Cuca Roseta umas das vozes mais cristalinas do fado português promete brindar os fãs brasileiros pela segunda vez consecutiva nesta 3.ª edição do Festival do Fado Brasil. Em 2013 Cuca Roseta quis ir mais longe e assumiu a composição da esmagadora maioria dos temas de ‘Raiz’, o seu segundo álbum de originais. "Raiz" consolidou o público da fadista e permitiu-lhe percorrer, ainda mais, todos os palcos nacionais, bem como aprofundar a sua carreira internacional com destaque para as impressionantes digressões realizadas no Benelux e a participação na segunda edição do Festival de Fado Brasil. A artista já foi cabeça de cartaz na primeira na edição do Festival do Fado de Madrid e antes de partir para o Brasil, irá passar no dia 17 de novembro no Festival do Fado de Sevilha. Chega ao Brasil no dia 19 para um concerto único em São Paulo e no dia 20 ao Rio de Janeiro, onde vai apresentar o mais recente album “Riu”.

 

Mísia é a cantora portuguesa atual que desperta maior culto internacional na celebração dos sentimentos intemporais e universais não só em português mas igualmente em vários idiomas. Nasceu na cidade do Porto e é a terceira geração de artistas na sua família pelo lado materno. O seu disco de estreia, "Mísia", foi editado em 1991. O disco inclui canções de Joaquim Frederico de Brito, José Niza, José Carlos Ary dos Santos, Carlos Paião, entre outros. A artista chega a terras brasileiras no dia 19 para um concerto único em São Paulo e no dia 20 ao Rio de Janeiro.

 

Teatro J. Safra (São Paulo)

18 de novembro - Carlos do Carmo - 21h30

19 de novembro - Cuca Roseta e Mísia - 21h30

 

Cidade das Artes (Rio de Janeiro)

20 de novembro - Cuca Roseta e Mísia - 21h00

21 de novembro - Carlos do Carmo - 21h00

Rodrigo Leão, Coro & Orquestra Gulbenkian nos Coliseu

A nova aventura de Rodrigo Leão carrega toda a ambição que o músico nunca escondeu possuir; uma ambição que lhe permitiu abraçar o mundo e projetos artisticamente muito complexos. Desta vez, há um encontro com a Orquestra Gulbenkian, cujos cerca de 100 músicos, incluindo o coro, serão dirigidos pelo maestro Rui Pinheiro. Este encontro com a Orquestra e Coro Gulbenkian terá também a participação do ensemble que normalmente acompanha Rodrigo Leão: o quarteto de cordas formado por Carlos Tony Gomes, Bruno Silva, Denys Stetsenko e Viviena Tupikova e ainda Celina da Piedade no acordeão e Selma Uamusse na voz.

rl.jpgJuntos, todos estes músicos gravaram aquele que é o verdadeiro sucessor de “A Montanha Mágica”, o último trabalho de originais de Rodrigo Leão que já data de 2011. As recolhas de canções, bandas sonoras e projetos paralelos em que Rodrigo se tem envolvido, como o recente “Florestas Submersas”, realizado a convite do Oceanário de Lisboa, têm permitido ao compositor explorar outras facetas do seu trabalho, mas o novo álbum, gravado por Tobias Lehmann, responsável por muitos títulos no conceituado catálogo da Deutsche Grammophon, no palco do Grande Auditório Gulbenkian, onde existe uma acústica absolutamente extraordinária, marca não só um novo ciclo na carreira de Rodrigo, que acaba de assinar contrato com a editora Universal, como o seu reencontro com material original. E marca, sobretudo, a ambição da sua singular visão artística.

Com a colaboração de Steve Bartek, arranjador de renome com que Rodrigo colaborou na banda sonora de “The Butler”, o compositor assina aqui uma série de trabalhos inéditos em que se debruça sobre importantes questões filosóficas que se prendem com a procura do sentido da vida e de um lugar no mundo, temas que sempre estiveram presentes nas entrelinhas das criações de Rodrigo Leão e que são uma das suas principais fontes de inspiração. As melodias que Rodrigo sonha e constrói são os tratados que oferece ao mundo que o rodeia. Carlos Tony Gomes é outro dos responsáveis por arranjos para a orquestra ao passo que Tiago Derriça assina alguns dos arranjos de vozes que o coro interpretará.

Este trabalho chegou às lojas no final de Outubro e é o corolário de um longo percurso e de muito trabalho que também se traduzirá em três aguardados concertos com a Orquestra e Coro Gulbenkian no próximo mês de Novembro – dia 18 no Coliseu do Porto e dias 20 e 21 no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

 

Os músicos que participam nos concertos serão exatamente os mesmos que gravaram o novo trabalho. A ambição artística de Rodrigo também implica uma grande produção, apresentada pela Uguru em cooperação estreita com o Coro e a Orquestra Gulbenkian e o patrocínio da Caixagest no âmbito do seu vigésimo quinto aniversário. Rodrigo Leão entende este seu novo projeto como uma obra que espelha uma visão filosófica da vida. É um disco de pensamento, de reflexão, de contemplação até, temáticas perfeitamente reflectidas nestas composições originais. Este é um passo importante para Rodrigo que o resume como um disco que sempre quis fazer: "Carrego-o há muito no meu pensamento", revela. Chegou a hora de o transformar em vida.

 

Coliseu (Porto)

18 de Novembro 2015 | 21.00h

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

20 e 21 de Novembro 2015 | 21.00h

 

Vodafone Mexefest… Vodafone Band Scouting

Defrosted Pork Chops, Flying Cages, Galgo, Grainy Detours, Lotus Fever, Paraguaii, Quartoquarto e Strange Coats são os oito os semifinalistas do Vodafone Band Scouting.

151117_VDFMXF15_POST_BANDSCOUTING_BANDAS.pngNa próxima 6ª feira, dia 20 de novembro, na estação de Metro do Cais do Sodré, vão apresentar-se ao vivo, entre as 18h e as 22h, as oito bandas selecionadas para a edição de 2015 do Vodafone Band Scouting. No total, foram a concurso cerca de 150 bandas e artistas. O júri desta iniciativa, composto por elementos da Música no Coração, da Vodafone FM e da editora Pontiaq, avaliou e selecionou os projetos com base em critérios de originalidade, competência técnica de execução e alinhamento musical com o Vodafone Mexefest e com a rádio Vodafone FM.

 

Após as atuações, serão selecionadas duas bandas para atuarem no Vodafone Mexefest, que irão assim abrir o palco Vodafone FM, situado na Estação Ferroviária do Rossio, nos dias 27 e 28 de novembro, respetivamente. No dia 2 de dezembro será revelada a banda vencedora, que terá como prémio a edição de um álbum pela editora Pontiaq. A descoberta de nova música portuguesa é uma das premissas do Vodafone Mexefest. Com esta iniciativa, a Vodafone reforça, na edição de 2015, o seu compromisso na aposta de novas sonoridades e novas bandas.

Norberto Lobo e João Lobo Sexteto ‘Oba Loba’

Norberto Lobo e João Lobo são cúmplices musicais de longa data, tendo editado o seu álbum de estreia “Mogul de Jade” em 2013 na Mbari.

picture1.jpgO disco e o seu espectáculo ao vivo tem angariado entusiasmo genuíno graças ao lirismo patenteado do estilo de guitarra do Norberto, aqui em eléctrica, e o trabalho tonal singular e texturalmente rico e diverso do baterista do campo do jazz João Lobo. A formação, embora permeável a variações, encontra o seu núcleo com mais quatro músicos, quatro amigos que se têm cruzado nos mesmos caminhos musicais dos últimos anos. “Oba Loba”, o seu mais recente trabalho, gravado em Bruxelas e editado pela Shhpuma em novembro de 2014, é apenas um começo, um luminoso começo, porque ao vivo estas composições e arranjos de Norberto e João ganharão vida própria, novo corpo e nova alma, novos diálogos e surpreendentes desenlaces, dançando entre pop instrumental de câmara e improvisação orquestrada, cumprindo o desígnio original do sexteto: tornar as canções mais canções, tornar a improvisação mais livre. E, dizemos nós agora, espalhar maravilhamento por uma sala inteira.'

 

Formação: Norberto Lobo guitarra acústica e eléctrica, baixo eléctrico; João Lobo bateria; Giovanni Di Domenico Fender Rhodes; Ananta Roosens violino, trompete; Jordi Grognard clarinete, saxofone: Lynn Cassiers voz, electrónica .

 

Galeria ZDB (Lisboa)

18 de Novembro 2015 | 22.00h

 

Anya Karin edita hoje novo EP "Owner"

“Owner” é o nome do novo single e do EP de Anya Karin. Este último é apresentado hoje, dia 17 de novembro, pela Music In My Soul. “Owner” é um EP envolvente, inspirado no soul, que promete encantar e surpreender o público.

anya_karin_banner-01.png“Uma das primeiras memorias musicais que tenho são os passeios de bicicleta a cantar a assobiar com o meu pai. Não me recordo qual era a minha idade ao certo. Mas era pequena o suficiente para viajar no cesto da bicicleta. Mais tarde, as brincadeiras com um teclado musical motivaram os meus pais a gravar as minhas invenções musicais enquanto fingia dar concertos no quarto usando a cama como um palco. Já na adolescência entrei numa pequena escola de música para aprender guitarra clássica. A partir dessa altura a paixão pela música tomou proporções mais sérias e tive a certeza que este seria o meu caminho.

Emigrei para o País de Gales, por força das circunstâncias, onde frequentei um curso de canto no Yale College. Nesta altura, o meu marido também me influenciou musicalmente a gravar e a compor para o meu primeiro projecto de originais, Deep Dream. Um projecto totalmente amador mas que me deu experiência de gravação. Ao regressar ás minhas origens, decidi levar a minha carreira musical para os palcos e para o ensino, trabalhando como professora de canto na escola RockGP e participando em inúmeros projectos de Covers de estilos variados. Durante anos tive a oportunidade de actuar em diversos bares, hotéis, casinos, festas privadas, etc, que me fez adquirir uma vasta experiência e fazendo me crescer como artista.

Contudo, foi com o meu projecto de covers pessoal, intitulado Anya Karin, que vi a minha carreia a atingir novos patamares de aceitação e sucesso. Tratava­se de um espectáculo de covers onde interpretava as minhas próprias versões de grandes temas Soul conhecidos de todos. Era natural que o projecto Anya Karin evoluísse para a gravação de musica original. É assim com grande prazer que apresento ao mundo o meu primeiro”

 

 

 

Volume2ois reeditam “Viver o Entretanto” e lançam novo single “Volta sem Volta”

A banda algarvia Volume2ois reeditou no dia 1 de Outuboe o álbum “Viver o Entretanto”, de 2013, e lançou o single de avanço do próximo álbum a editar no início do próximo ano, ainda sem titulo. “Viver o entretanto”, produzido pela banda, misturado por Ricardo Riquier nos estúdios Primetime e masterizado por Ron Boustead – Resolution Mastering, Sherman Oaks, Hollywood, Califórnia, marca a estreia da banda nos chamados “Longa Duração”, após o seu EP de estreia a que chamaram "Primeiro", de 2012, ter sido considerado um dos melhores Álbuns/EP's desse ano.

Volume2ois-viver-o-entretanto.jpgApós uma muito bem sucedida digressão de apresentação do álbum iniciada na sua terra natal, Portimão, perante um Teatro Municipal completamente lotado, seguida de vários concertos de apresentação e presença assídua nos vários Festivais algarvios - Festival InLagos, Fatacil, Festival da Sardinha, Noite Branca de Loulé, entre outros onde actuaram ao lado de grandes bandas nacionais como Amor Electro ou Azeitonas - sempre com grande componente cénica e multimédia característicos da banda.

 

Os Volume2ois encontram-se neste momento em estúdio na fase de gravação do próximo álbum, que tem edição prevista para o início de 2016.