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Glam Magazine

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KOA estreia-se em nome próprio no Hard Club

KOA apresenta-se no Porto num concerto único dia 7 de dezembro pelas 22h00. Com a estreia no Festival Meo Marés Vivas do álbum homónimo, KOA já demonstrou que veio agitar o panorama musical português. Ao vivo tudo ganha mais impacto numa grande produção a que se juntam mais 7 músicos.

KOA_HARD CLUB.jpgO concerto resulta do crescente feedback positivo dos fãs após o lançamento do vídeo para o single com a participação de Jimmy P. Em “Bit My Hook” as batidas fortes e cruas são o presságio para um jogo de seduções onde a única vitória garantida é a da música Pop. O primeiro trabalho discográfico de KOA tem a produção assegurada pela Soundtrap com masterização partilhada entre Madrid, Mastering Mansion, e Nova Iorque por Tom Coyne, conhecido por trabalhar com nomes como Jessie J, Sam Smith, Beyoncé ou Adele. KOA assume-se como “feminista e teimosa” e orgulha-se de escrever acerca daquilo em que realmente acredita. Cresceu a ouvir estilos tão diversificados que vão do rap ao jazz, passando pelo r&b, pop e até música clássica.

 

Acerca do lançamento do seu disco de estreia, a Glam Magazine esteve à conversa com KOA e muito em breve vamos publicar essa entrevista que deu a conhecer mais da cantora que agita o panorama musical português

 

Hard Club (Porto)

7 de Dezembro 2015 | 22.00h

“Pântano”… a dança de Miguel Moreira (Companhia Útero)

As pessoas desta peça poderiam falar mas dançam. No entanto, olham umas para as outras. Por vezes tocam-se e emitem sons guturais como as tartarugas quando fazem amor. Podia ser uma história, mas não é. São ambientes, paisagens de um mundo que já existiu.

PantanoHD-3_1_770_9999.jpgFicaram bocados soltos, descosidos como fantasmas que já não fazem estremecer alguém. Quando aparecem aos outros são figuras como em tempos houve os santos, o céu. Não sabem das emoções. Perderam-nas. Não as identificam por isso esfregam as mãos e sentem o calor das mesmas, as mãos esfregam-se e esfregam os olhos que quase sempre estão fechados Este lugar belo, perdido, chama-se “Pântano”. Esta beleza não nos diz nada, porque já não sabemos o que isso seja. Só o espectador a verá. Gostava de ser alguma coisa. Este lugar. As cores rosa, amarelo, tu. Quando abrimos os olhos ficamos encadeados, fora de nós, saímos do corpo. No lugar mágico cheira-se o tempo, vê-se. Ele é o movimento do corpo. É a bruma. Há um palhaço louco que espera por si próprio. Há uma mulher magra que finge a dança que foi clássica, lugar. Há o homem nu perdido. Eles dançam, perdem-se, esperam. Não sabem o porquê de estar ali. Nem nós que os observamos descrentes neste mundo jamais novo e azul.

 

CC Gafanha da Nazaré

20 de Novembro 2015 | 22.00h

COPPIA… uma viagem pelo que, em todos nós, só faz sentido a dois

COPPIA nasce do convite feito pelo Centro Cultural de Belém a Manuela Azevedo, concedendo-lhe Carta Branca para a construção de um espetáculo. Na procura do conceito-mãe para o projeto, descobre a palavra italiana “coppia”, que logo a seduziu pelo seu potencial semântico e simbólico. “Coppia” significa parelha, dupla, casal, par. E se, quase imediatamente, esta palavra remete para a ideia de casal amoroso (não fosse a origem desta palavra a mesma que a palavra “cópula”), cabem aqui também outras parelhas, profissionais, artísticas, familiares... E há ainda a associação gráfica evidente de “coppia” com a palavra portuguesa “cópia” e os seus significados – réplica, reflexo, repetição.

copia.jpgA ideia de explorar todas estas possibilidades de expressão e de o fazer tendo as canções como ponto de partida passou a ser a ideia central da construção do espetáculo.

Para a criação conjunta deste projeto, desafiou uma dupla de antigos cúmplices: Hélder Gonçalves, a quem cabe a direção musical e Victor Hugo Pontes, responsável pela direção cénica e coreografia. E, assim (em trio, mas sempre a par), se foi desenhando COPPIA – uma viagem pelo que, em todos nós, só faz sentido a dois.

 

Cine Teatro de Estarreja

20 de Novembro 2015 | 21.30h

Lisboa Dance Festival 2016… As primeiras confirmações (I)

Sven Vath

(4 Março 2016)

Sven_Vaeth_3591-3_color.jpgSven Vath é um gigante. Não há outra palavra para o descrever.

São 35 anos de uma imparável carreira dedicada à música electrónica. E nesse tempo, Vath foi um dos principais arquitetos daquilo que hoje se designa como club culture. De Berlim a Ibiza e daí até ao resto do mundo, Sven Vath afirmou-se como uma verdadeira estrela produzindo êxitos das tabelas de vendas, mas mantendo ao mesmo tempo um vínculo real ao underground, promovendo noites regulares nalguns dos mais importantes clubes do mundo, como o Amnesia em Ibiza, e assumindo-se como um dos reais embaixadores desta cultura. A data que apresenta em Portugal estará incluída na sua digressão mundial.

 

Motor City Drum Ensemble

(5 Março 2016)

_MG_0271.JPGO projeto do alemão Danilo Plessow é apontado como responsável por devolver algum soul aos universos do House e do Techno, missão que o produtor tem vindo a desempenhar com total distinção desde 2008, embora o seu currículo se estenda mais para trás com outros projetos.

Assinando trabalho de produção e remistura para gente como Tiga, Jazzanova, Zero 7 ou Caribou, entre tantos outros, Motor City Drum Ensemble afirmou uma visão, colecionou elogios de nomes de referência do universo da electrónica e construiu uma respeitável discografia repleta de discos que muitos outros djs usam como argumento para as suas viagens nas pistas de dança internacionais. Edições na sua própria Motor City Drum Ensemble, na Studio K7 ou 20:20 firmam-lhe o estatuto.

 

Move D

(5 Março 2016)

move_d_by_yonathan_baraki2.jpg

Move D é um dos barões da electrónica contemporânea e um nome incontornável deste panorama. Dirigiu a importantíssima Source Records durante mais de uma década e há pelo menos 20 anos que assina discos que têm marcado a história da electrónica e da música para clubes. O mais recente dos quais, The Silent Orbiter, data de 2014 e saiu com selo da ---txt.

Já assinou projetos colaborativos como os celebrados Deep Space Network e a Resident advisor não lhe poupa elogios quando escreve que “se o talento se traduzisse em discos vendidos Move D seria um homem muito rico”.

 

Lisboa Dance Festival 2016 – LX Factory

4 e 5 de Março 2016

Filme concerto de Joaquim Pavão nas noites do Cinecôa 2015

Na última noite do CINECÔA, o Festival Internacional de Cinema de Vila Nova de Foz Côa recebe um momento especial com o guitarrista, compositor e cineasta Joaquim Pavão. No palco do Auditório Municipal de Foz Côa, pelas 21.30h de domingo dia 22 de novembro, Joaquim Pavão constrói o seu cine-concerto à volta de um conjunto de filmes onde anteriormente teve intervenção. Serão exibidos os filmes “A Sesta”, excertos de “Onde o Céu é a Terra que Pisamos”, “Tropisme”, excertos de “Es.Col.A” e finalmente “Miragem”.

Joaquim Pavão.jpg“A Sesta” é um filme da coreografa Olga Roriz, inserido na exposição “Arquiteturas em Palco” de João Mendes Ribeiro que recebeu uma medalha de ouro na Quadrienal de Praga 2007 - 11ª Exposição Nacional de Cenografia e Arquitetura para Teatro.

“Onde o Céu é a Terra que Pisamos” resulta da pesquisa do universo mineiro em Portugal para a peça de teatro de Isabel Fernandes Pinto.

“Tropisme” foi escrita para a performance do celebre realizador canadiano Pierre Hebert, estreada em 2014.

“Es.Col.A” foi um projeto do autor e “Miragem” é um filme premiado que intervém no universo familiar de Joaquim Pavão.

 

Joaquim Pavão nasceu em 1975 no Porto. Como intérprete tem tocado em Portugal, Espanha e Bulgária. Para além inúmeros recitais a solo, fez parte do trio Arsis e Duo Amabile, acompanhou o ator Vítor de Sousa (Poesia), o violoncelista Jan Kuta e a violinista Elitza Mladenova. Apresentou a primeira apresentação pública em Portugal da obra completa de N. Paganini para Guitarra e Violino na sua versão “facsmile”. Gravou obras de E. Gismonti, A. Piazzolla e L. Brouwer. Estreou obras de compositores como Michel Bert, Andrey Diamandiev e Philip Houghton.

Compôs a banda sonora dos filmes “A Sesta” de Olga Roriz, “Foi o fio...” de Patrícia Figueiredo, “A Nau Catrineta” de Artur Correia, “15 Bilhões de Fatias de Deus” de Cláudio Jordão, “(re)Volta e Meia” e “Quatro Elementos” de Janek Pfeifer. Deste último filme, que mereceu um prémio no Festival Ecovision de Palermo, a Universidade de Aveiro/Academia de Artes Digitais editou um DVD com a orquestra de cordas, interpretado pela Filarmonia das Beiras.

 

Gravou para a Antena 2 a estreia da obra “Uma Ilha na Lua” (Narradores, Soprano, Baixo, Guitarra e Orquestra). Escreveu para teatro, nomeadamente para os encenadores Renata Portas, José Geraldo e para a Companhia Efémero. Escreve variadíssimas obras para concerto destacando-se “Concerto para Cesariny” (Guitarra e Orquestra), “...de um Fado” (Orquestra de Câmara), “7 miniaturas” (Soprano Solo), “10 estudos” (Guitarra). A sua obra é publicada pela Ava Musical Editions.

 

A 5ª edição do Festival CINECÔA decorre entre 20 e 22 de novembro, homenageando este ano o produtor Tino Navarro, responsável por alguns dos maiores sucessos do cinema português e natural de Vila Flor, concelho vizinho de Vila Nova de Foz Côa

"Portátil", o espectáculo de comédia de improvisação dos Porta dos Fundos, chega a Portugal!

"Portátil" é um espetáculo de improvisação sem interrupções, no formato long form, com os atores Gregório Duvivier, João Vicente de Castro, Luis Lobianco e Gustavo Miranda. Cada espetáculo parte de uma entrevista com a plateia que dá origem a uma peça inteiramente improvisada, com início, meio e fim. Inspirados por um voluntário da plateia, o elenco cria uma narrativa própria que encena as memórias do entrevistado. No final, o resultado é um espetáculo feito pela plateia e para a plateia, orgânico, diversificado, que passeia por diversos personagens, épocas e lugares, a fim de contar a história de uma pessoa.

1Image1.jpgO espetáculo pretende ser, para os integrantes do Porta dos Fundos, um lugar de invenção, de desdobramento, desenvolvimento dos atores e cumplicidade com a plateia. Para os espectadores, será possível testemunhar, ao vivo, o processo criativo do grupo de humor, o espetáculo depende apenas da presença dos atores e da plateia. Em qualquer cidade, em qualquer teatro, o espetáculo pretende atrair admiradores do canal, consumidores de humor, estudantes de teatro, leigos, desavisados, para uma peça que poderia ter sido ensaiada; que poderia existir realmente. Mas o mais incrível é que tudo é feito na hora.

 

Teatro Aveirense (Aveiro)

19 de Dezembro 2015 | 21.30h

É Impossível Viver, a partir de Kafka com João Lagarto e Sérgio Praia

“É Impossível Viver” tem como centro o conto Descrição de uma Luta. Editada apenas depois da morte de Franz Kafka, encontrada em múltiplas versões no espólio do autor, esta matéria fragmentária expõe-nos uma paisagem onde impera a ausência de moral ou sequer de lógica convencional, de onde emergem personagens ambíguas que viajam entre o ponto de vista de um narrador imaginário e a exposição absurda das suas vulnerabilidades e dos seus impasses. Aqui não há espaço para rodeios ou apresentações: uma vez cruzada a porta, logo se entra no amor ou no ódio, no riso ou no medo, no familiar ou no desconhecido.

imgs_site_785x247_z_2_1437476130.jpg“Não se pode falar neste caso nem de suspeitas nem de inocência.Peço-lhe que não fale mais disso. Somos estranhos um para o outro, conhecemo-nos há tão pouco tempo quanto a altura das escadas desta igreja. Onde é que a gente ía parar se começasse a falar da nossa inocência”. in: Descrição de Uma Luta (Maço de folhas, versão B). Os Contos de Franz Kafka, 2º vol. [textos não publicados em vida pelo autor], Assírio & Alvim

 

Dramaturgia e encenação: Ana Luena

Tradução: José Maria Vieira Mendes

Interpretação: João Lagarto e Sérgio Praia

Música original: Peixe

Desenho de luz: Rui Monteiro

Fotografia: Virgílio Ferreira

Apoios: Lojas Prassa, Chic Dream Restaurante, STCP e FNAC

Produção delegada: Antunes Fidalgo Unipessoal

 

Mais informações aqui ....

 

São Luiz Teatro Municipal (Lisboa)

19 a 29 de Novembro 2015

Reedição do álbum de estreia de Shawn Mendes a 20 Novembro

O jovem cantor Shawn Mendes é definitivamente um dos grandes fenómenos da pop atual e o sucesso do single "Stitches" está aí para o confirmar. Depois de ter alcançado a marca de platina no mercado norte-americano e ter atingido o top 5 do Billboad Hot 100, a canção que está a conquistar adolescentes (e não só) por todo o mundo atingiu ainda o primeiro lugar da tabela de airplay pop nos Estados Unidos.

Shawn Mendes.jpgA estrela pop lusodescendente vive assim um momento alto do seu percurso musical, sendo que no próximo dia 20 de novembro chegará ao mercado a muito aguardada reedição do seu álbum de estreia. Entre as surpresas que serão desvendadas em "Handwritten Revisited" estão quatro canções inéditas e cinco versões ao vivo de temas que já faziam parte do alinhamento original. Será ainda lançada uma versão exclusiva deste "Handwritten" que inclui um DVD com o concerto que Shawn Mendes deu no Greek Theatre, em Los Angeles, no passado dia 16 de agosto.

No ano passado a revista Time elegeu Shawn Mendes um dos adolescentes mais influentes de 2014, tendo-se transformado de uma sensação viral da Internet para uma estrela pop que conquista milhares de adolescentes em todo o mundo. Esse fenómeno reflete-se no quão bem acolhido foi o seu álbum de estreia. Dele foram retirados cinco singles de sucesso, sendo que "Life of the Party" e o referido "Stitches" chegaram à marca de platina nos EUA, enquanto "Something Big" atingiu o ouro. Shawn Mendes foi ainda o mais jovem artista em quase cinco anos a ter um álbum no primeiro lugar do top da Billboard.

Em dezembro o cantor prepara-se para se juntar à digressão "Jingle Ball Tour 2015", promovida pela iHeart Radio, que juntará estrelas pop de topo em atuações que começam no dia 1 de dezembro e só terminam no dia 19 do mesmo mês.

João Lum apresenta o álbum "Atmosfera" em showcases no Algarve

João Lum, assume novamente a produção e composição do seu segundo álbum, que apresenta ao público através de uma nova pulsação em que os arranjos eletrónicos ganham mais cor e destaque ao longo dos temas. No princípio do ano de 2015 lançou o single “Atmosfera” tendo lançado o álbum no passado dia 6 de Julho de 2015.

joao lum.jpgO novo disco concretiza uma fusão entre a música eletrónica e o Pop/Rock, sendo na sua essência um trabalho mais conceptual com mais ritmo e energia que o seu antecessor. É dos mais recentes cantores no panorama musical Português que se anuncia como uma das promessas da musica nacional para os próximos anos devido à sua voz, capacidade de inovação e criatividade. Atualmente faz-se acompanhar nos seus espetáculos ao vivo com a sua banda composta por mais quatro elementos: Davis Sousa nos teclados e samplers, Bruno Maié na bateria, Hélder Laranjo no baixo e Nuno Soares na guitarra.

 

João Lum desde cedo demonstrou interesse pela música, estudou piano durante vários anos, revelando com o passar do tempo gosto e curiosidade por outros instrumentos como a guitarra, o baixo e a bateria. Autodidata e apaixonado pela arte, descobriu e abraçou a produção musical como consequência do seu trajeto de procura de mais conhecimento e insatisfação permanente, característica que define o artista que procura superar-se a cada instante. Foi percorrendo este caminho que o multifacetado João Lum, apresentou-se ao público português nos inícios de 2013 com o seu primeiro álbum “Mil Cores”. Os “samplers”, ambientes envolventes e a irreverência das guitarras com melodias fortes, dão corpo a temas de Pop/Rock com um carácter universal onde todos se poderão identificar.

 

Showcase - Fnac (Faro)

18 de Dezembro 2015 | 22.00h

 

Showcase – Fnac AlgarveShopping (Albufeira)

20 de Dezembro 2015 | 18.30h