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Glam Magazine

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Sean Riley & The Slowriders… estreia hoje o novo single "Dili"

Sean Riley & The Slowriders regressam com “Dili”, o novo single da banda que estreou esta manhã na Antena 3. "Dili" é a canção escolhida como apresentação do novo trabalho de originais, com saída agendada para 2016 e com carimbo da Sony Music.

Sean Riley & The Slowriders  -  Dili  (cover).jpgFiel à tonalidade geral do próximo registo discográfico, "Dili" é uma canção tensa e tempestuosa. Fala-nos "de distâncias, de amores e de amizades" e apesar da carga emocional imposta pela temática, mantém um lado domável e solar. O vídeo, realizado por Lee Fuzeta, ilustra uma realidade experienciada pela banda durante os 12 meses que Bruno Pedro Simões passou na capital de Timor-Leste dedicado à rádio nacional (RTTL). Nele, os Slowriders mostram que a vida segue sempre, mas com quem dela faz parte sempre próximo, independentemente da distância. Filmado em Timor-Leste e em Lisboa, são 14.000 kms percorridos e outros tantos vividos em apenas 3 minutos de música.

Mais uma vez, Sean Riley & The Slowriders abrem caminho em novas direcções sem nunca esquecerem o passado nem as origens, encontrando porto seguro no equilíbrio entre a sua natureza e a frescura da descoberta. No passado dia 7 de Novembro, a banda deslocou-se a Cáceres para receber o prémio de Melhor Grupo Pop no Festival Pop Eye X Awards, um evento que reconhece a carreira de grupos e artistas portugueses e espanhóis

Blues Pills… 4 e 5 de Março de 2016 em Portugal

Uma das mais excitantes bandas de rock'n'roll da atualidade estreia-se finalmente em nome próprio no nosso país em Março do próximo ano. Injustamente atirados para o saco do retro rock que, nos últimos anos, revelou ao mundo uma série de músicos jovens apostados em tentar reproduzir a todo o custo a genialidade do blues rock e do proto-metal popularizado na transição da década de 60 para a de 70, os Blues Pills apresentam predicados mais que suficientes para se destacarem dos seus contemporâneos numa categoria totalmente à parte. Em primeiro lugar, a banda, que inclui músicos norte-americanos, suecos e franceses, tem alma... Muita alma mesmo. Não aquela "soul" afinada de Otis Redding ou Marvin Gaye, mas uma interpretação mais profunda e intuitiva da alma, traduzida em música rock que vem de dentro de quem a toca e que, além de ouvida, tem de se sentir no âmago para ser apreciada na sua plenitude. Depois, têm também uma arma secreta – a vocalista Elin Larsson. A jovem sueca é dona de um registo vocal raro nestes dias de autotune e estilo sobre substância; uma voz que escorre com emoção bluesy e geme com o poder de ícones como Janis Joplin, Aretha Franklin ou Tina Turner.

Blues Pills.jpgIsso não significa, no entanto, que Larsson seja o único elemento digno de destaque na banda. Como um todo, os quatro elementos do grupo funcionam como a unidade poderosa que qualquer grande banda deveria ser. À semelhança de secções rítmicas clássicas como Ward e Butler ou Bonham e Jones, Cory Berry e Zack Anderson (ambos ex-Radio Moscow) operam com uma fluidez impressionante e criam um alicerce sólido mas bem maleável para o impressionante trabalho de guitarra de Dorian Sorriaux que, apesar da sua juventude, revela um domínio impressionante das seis cordas. Com uma aproximação ao instrumento fortemente enraizada no boom blues dos anos 60, o músico francês acaba por invocar o legado de ícones como Eric Clapton e Peter Green com uma destreza e um bom gosto que, feitas as contas, parecem quase sobrenaturais dada a sua tenra idade. Pelo caminho, os quatro músicos criam uma abordagem refrescante ao rock clássico e, simultaneamente, exploram um apelo mainstream que remete o ouvinte de volta aos tempos áureos de clássicos como Fleetwood Mac, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Janis Joplin e Cream.

 

É certo e sabido que proficiência técnica e um bom registo vocal contam pouco quando as canções são fracas e, felizmente, os BLUES PILLS são mestres na arte de escrever melodias e refrães orelhudos. Em discos como “Bliss”, “Devil Man” e “Blues Pills”, a banda pega nas regras básicas do blues rock como base das suas composições e injeta-lhes elementos de funk, soul, jazz e metal, gerando um som tão dinâmico que acaba por ter tanto de visceral como de profundo e delicado. Sem nunca se perderem em pormenores cosméticos desnecessários, o músicos vão diretos ao assunto sem rodeios e, com uma classe assinalável, levam consigo o ouvinte por uma viagem por montes e vales, que tanto nos pode pôr a bater o pé involuntariamente como a fantasiar sobre o Verão de 1968. No final, o resultado desta união de talento inato e paixão é uma prova irrefutável de que o bom e velhinho rock'n'roll não tem idade, é intemporal. Dúvidas restassem, os Blues Pills vão prová-lo quando, nos dias 4 e 5 de Março, subirem aos palcos do Hard Club e RCA Club, no Porto e em Lisboa, respetivamente

 

Hard Club (Porto)

4 de Março 2015 | 21.00h

 

RCA Club (Lisboa)

5 de Março 2015 | 21.00h

 

Dan Riverman edita EP “Hers”

Depois do aclamado single de estreia "Fragile Hands" do Ep “Hers”, bem como o sucesso dos concertos de apresentação, o projecto Dan Riverman lança agora o segundo single "Dark Haired Girl"

dan.jpgBanda do Porto, composta por Dan Alves, Rui Materazzi, Mike Peixoto, Bruno Macedo e Jonas Araújo. Fundada em 2009 e atingindo a formação actual em Janeiro de 2014. Durante esse período, já tiveram oportunidade de percorrer o país de norte a sul, pisando o palco da Casa da Música, Noites Ritual, Festival Manta, Music Box, Festival ST Culterra, Fabrica Braço de Prata, Galeria do Desassossego, etc… comprovando assim, que a sua sonoridade tanto está vocacionada para ambientes mais intimistas como para os maiores palcos de grandes festivais e auditórios.

 

Em Janeiro de 2012, rumaram a Londres, onde estiveram em trabalho de produção com Saul Davies, guitarrista da banda britânica James. Em 2013, orientados por Pedro Rangel dos conceituados Estúdios Rangel, iniciam as gravações do seu álbum de estreia. Têm o privilégio de receber Davey Ray Moor, membro fundador/compositor da banda Cousteau e elemento fundamental na produção dos temas.

SHOUT! apresentam "Make it right"… 1º single do novo disco a ser editado em 2016

No ano em que celebram 20 anos de carreira, os SHOUT! apresentam o aguardado single de avanço do quinto trabalho discográfico do grupo com lançamento previsto para o início de 2016. A partir de hoje “Make it right” poderá ser ouvido nas rádios nacionais. O vídeo de “Make it Right”, que será apresentado nos próximos dias, conta com a participação do actor João de Brito e da premiada bailarina Rita Spider. A realização ficou a cargo de Ricardo Quintas e produção dos SHOUT!

shout.jpgAlém de temas de New Gospel e Gospel tradicional, os SHOUT! têm reinventado e alargado a sua abordagem musical introduzindo no seu repertório versões únicas e inesperadas de temas como “True Colors” de Cindy Lauper, “Redemption Song” de Bob Marley e “Don’t Give Up” de Peter Gabriel, procurando incorporar alguns elementos de raiz lusófona. O reconhecimento público e artístico do seu trabalho é confirmado não só com as inúmeras partilhas de palco com artistas como Boss AC, Sara Tavares, Mariza, Ala dos Namorados, Mafalda Arnauth, João Gil, Susana Félix, Rui Veloso, Rão Kyao, Tucanas, Ricardo Ribeiro, entre muitos outros.

Paralelamente, têm colaborado activamente na criação de novos arranjos para temas de artistas portugueses de que são exemplo os sucessos “Tu és mais forte” de Boss AC e “Caçador de Sóis” da Ala dos Namorados.

 

Os SHOUT! são:

Sopranos: Cátia Ribeiro, Patrícia Antunes, Filipa Lourenço, Sofia Rodrigues

Contraltos: Lucy de Jesus, Patrícia Silveira, Paula Pires,

Barítonos: Jorge Dias e Pedro Mimoso

Tenor: Ricardo Quintas

 

Livro de Henrique Sá Pessoa e José Luís Peixoto à venda a partir de hoje

"A Viagem do Salmão", de Henrique Sá Pessoa e José Luís Peixoto, já está à venda. A viagem, sob a forma de livro, pelas rotas do salmão. Uma obra que é livro de cozinha mas também uma reportagem de viagem e uma colecção de receitas, onde Henrique Sá Pessoa, um dos chefs portugueses de renome, e José Luís Peixoto, uma das vozes consagradas da nova literatura portuguesa, guiam o leitor pela rota o salmão, da captura ao consumo.

_A_viagem_do_salmao capa.jpgUma viagem de 22 mil quilómetros, que começou e terminou no Mercado da Ribeira, foi até à Noruega e ao Japão e nos leva a conhecer histórias e pessoas e apresenta quarenta receitas de Henrique Sá Pessoa e de cinco chefs convidados, entre os quais Miguel Laffan, Rui Paula e Daniel Rente. Um desafio da Norge – Conselho Norueguês das Pescas, registado pela lente de Nicolas Lemonier, fotógrafo de alimentação e lifestyle, lançado pela Casa das Letras, editora do Grupo LeYa.

 

You Can’t Win, Charlie Brown musicam filme em espetáculo único este sábado

Portugueses You Can't Win, Charlie Brown musicam filme ao vivo, depois de uma primeira vez no Curtas Vila do Conde - International Film Festival. O jornal Público refere que este filme-concerto é "um caso de equilíbrio perfeito e inteligente entre música e imagem". Realizado por Alfred Machin, nas vésperas da I Guerra Mundial, Maudite Soit la Guerre conta a história de dois amigos em lados opostos do conflito.

YCWCB_01_ credVeraMarmelo.jpgEm 1914, sob a direção de Alfred Machin, foi produzido o filme Maudite Soit la Guerre, uma criação belga que refletia sobre os horrores da guerra, projetando no futuro muitas das tragédias que a história viria depois a confirmar. Para lá da mensagem distintiva do filme, existe o próprio objeto artístico, ambicioso para a época: filme colorido à mão e por isso com uma dimensão plástica invulgar que lhe confere uma estranha beleza pictórica. É esse o filme que os portugueses You Can’t Win, Charlie Brown irão “ilustrar” musicalmente num filme concerto de recorte muito especial. A relação entre o som e as imagens é antiga e no caso do cinema poderá dizer-se mesmo primordial. Antes das palavras – das falas e dos diálogos -, já a música servia o propósito de sublinhar as histórias que se soltavam do grande ecrã. A música para cinema tornou-se entretanto uma entidade própria, gerando escolas e uma linguagem muito particular que muito tem influenciado as esferas mais aventureiras da pop. E os autores de “Chromatic” (2011) ou “Diffraction / Refraction” (2014) não são imunes a esse longo diálogo. Aliás, ambos os títulos das suas coleções de canções remetem para uma óbvia dimensão visual, pelo que este projeto de traduzir musicalmente um filme clássico como Maudite Soit la Guerre é absolutamente justificado.

Os You Can’t Win, Charlie Brown nasceram em Lisboa em 2009 e contam no seu seio com seis músicos: Luís Costa, Salvador Menezes, Afonso Cabral, David Santos, Tomás Sousa e João Gil. Pela sua música cruzam-se ecos de folk, estratégias da eletrónica, inspirações kraut e outras derivas que ao longo das décadas foram informando os rumos mais interessantes da pop. São um grupo inteligente, que conquista espaço não apenas em listas de Melhores do Ano, mas nas memórias de quem valoriza a música e se sente por ela desafiado. São o casting certo para este filme e prometem uma viagem que embrulhará sentidos e imaginação num novelo de novas e fortes emoções. Sem pipocas.

(Rui Miguel Abreu)

 

GNration (Braga)

14 de Novembro 2015 | 22.30h

 

Fotografia: Vera Marmelo

Al Mu'tamid, Poeta Rei do Al- Andalus em concertos

No próximo dia 13 de Novembro, às 17h30 na sala "La Renaissance" em Rabat - Marrocos, a TRANSIBERIA apresenta aquela que será a sua primeira produção internacional: o concerto "Al-Mu'tamid Poeta Rei do Al.Andalus" no Visa for Music 2015. O concerto será um dos 34 projectos seleccionados para o programa de actuações ao vivo, de entre mais de 550 propostas de todo o mundo.

888.jpgSerá também a primeira vez que o projecto contará com o apoio oficial de entidades dos três países em simultâneo. A Embaixada de Portugal em Marrocos, a Embaixada de Marrocos em Portugal e a Fundação Três Culturas, sediada em Sevilha, juntam-se no apoio às viagens dos músicos. No dia 25 de Janeiro de 2016 o concerto será realizado em Madrid, no Teatro Bellas Artes, em pleno centro da capital espanhola, às 20h30. Uma viagem muito importante à cidade de um dos músicos do projecto, Eduardo Paniagua. Em Fevereiro ou Março (em data a anunciar em breve) o concerto realizar-se-á na sede da Fundação Três Culturas em Sevilha, no coração do cenário da vida de Al-Mu'tamid enquanto Rei, com o Guadalquivir em pano de fundo. No dia 30 de Janeiro de 2016 o Poeta Rei viaja até Paris para um concerto muito especial no Instituto do Mundo Árabe, às 20h00

Ainda em 2016 o projecto fará uma digressão na América Latina. São Paulo, no Brasil será o ponto de partida, com o Apoio à Internacionalização da DGArtes. Brasil, Argentina. Peru e Equador, são para já os países por onde possivelmente a tour passará.

Casuar: lança novo single “Fuga”

Casuar:, o artista que integrou a compilação “Novos Talentos Fnac 2015”, acaba de lançar o seu mais recente single “Fuga”. Capaz de ser um One Band Show, o artista apresenta o tema de apresentação do seu álbum de estreia, cujo lançamento está previsto para o primeiro trimestre de 2016. A música de Casuar:, repleta com a alma do Indie, promete entusiasmar os fãs.

casuar.jpgNatural em Castelo Branco, Rui Rodrigues é filho de mãe portuguesa e pai moçambicano. O primeiro contacto que teve com a música foi nos escuteiros, onde aprendeu a tocar guitarra. Mais tarde, ingressou numa escola de música onde aprendeu a tocar guitarra elétrica, bateria e piano, alimentando assim a sua vertente multi-instrumentística. Na adolescência tocava frequentemente covers de bandas de rock, punk e metal com os amigos. E, uns anos mais tarde, descobriu o mundo da World Music onde aprendeu a tocar percussões africanas, didgeridoo, fujara, gaita-de-fole, entre outros instrumentos tradicionais. Quando acabou a escola, entrou em Biologia na Universidade de Lisboa mas desistiu passados poucos meses para poder seguir a sua verdadeira paixão: a música.

 

Aos 19 anos, deu aulas de música numa escola primária e começou um curso de Produção Musical, que acabaria no ano seguinte. Perto de atingir o final do curso, Rui Rodrigues foi convidado para tocar na sua banda portuguesa favorita, os Dazkarieh. Começava aqui a sua carreira como músico profissional. Para além de experiência musical, foi aqui que despertou para o mercado da música em Portugal ganhando experiência na área do marketing musical. Com Dazkarieh gravou 3 discos e fez mais de 150 concertos em Portugal e na Europa, em países como Alemanha, Espanha, Áustria, Suiça e Lituânia. Fez parte da formação de bandas de variados estilos como Stereo Parks (Indie/Rock), Pás de Probléme (World Music), mas destaca-se a presença na banda Voodoo Marmalade (Banda de Ukuleles) onde fez cerca de 100 concertos e onde teve a primeira experiência como compositor/produtor musical compondo, gravando, produzindo e misturando o primeiro disco da banda.

 

Entre 2014 e 2015 destacam-se as participações como músico nas bandas Donna Maria e D.A.M.A (onde ainda se encontra em funções).Em finais de 2014 os Dazkarieh acabam com o último disco e a última tour, e dá-se o mote para a criação de um novo projeto musical one man band chamado Casuar:. O primeiro trabalho foi lançado em Outubro de 2014. Trata-se de um EP com 5 faixas completamente auto-produzidas desde as letras até à gravação, da mistura e masterização ao design da capa. O tema “Monotonia” faz parte da compilação “Novos Talentos Fnac 2015”. No espaço de 1 ano, fez mais de 30 concertos destacando-se: Toca a Todos (na praça do Comércio, em direto para a Antena3), Final do EDP Live Bands'15, NOS Alive'15 e Final do CambraFest onde acabou por sair vencedor.O novo trabalho sairá em Fevereiro de 2016 e terá 10 temas repletos de alma Indie/Pop!