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Glam Magazine

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“Lone Dog”… no Teatro do Bairro

“Partindo de uma criação de Cláudio da Silva que nos deu os poemas do Poeta Armando e as aparições do Poeta propriamente dito, construiu-se um diálogo entre poetas e formas de viver a obra poética na sua relação com o tempo e a posteridade. Como perguntaria Rafael Alberty na Balada dos Poetas Andaluzes, ‘Que fazem os poetas de agora?’ Que podem eles? Já morreu tudo? Para que escrevem eles e para quem? São os outros surdos, ou eles que não se sabem fazer ouvir? Estarão eles inteiramente sós, como cães vagabundos a farejar pela noite? Desse cruzamento de textos surge outra realidade, a dos vários ‘reais’ que a constroem: um actor chamado Cláudio da Silva que interpreta um actor chamado Cláudio da Silva, que se transforma num poeta que não quer ser interpretado (Armando), um autor chamado Beerbohm que inventa um poeta maldito chamado Soames, que duma viagem ao futuro traz afinal o material de que o texto de que ele é personagem é feito, deixando a dúvida de quem será afinal o autor do texto; e dois poetas reais, Ginsberg e Corso, em imagem, filmados em cenas supostamente espontâneas, cuja conversa continua em palco interpretada por dois actores, que fazem de poetas. Sobre todos reina a Dama Posteridade, destino e fantasma de toda a criação. E, por fim, uma pessoa que não é nem poeta, nem actor, conta o fim da história.”

(Luísa Costa Gomes)

lone dog.jpgEncenação: António Pires;

Dramaturgia: Luísa Costa Gomes;

Com: Alexandra Sargento, Cláudio da Silva, David Almeida, Hugo Mestre Amaro;

Concepção Cénica: Alexandre Oliveira e António Pires;

Figurinos: Luís Mesquita;

Desenho de Luz: Vasco Letria;

Sonoplastia: Paulo Abelho;

Imagem do Filme: João Botelho;

Iluminação do Filme: José Manuel Rodrigues;

Vídeo: Edgar Alberto;

Construção do Cenário: Fábio Paulo;

Mestra Costureira: Rosário Balbi;

Construção do Figurino da Personagem Posteridade: Carla Freire;

Operação de Luz: Filipe Pacheco;

Operação de Som: Kevin de Amaral;

Bilheteira/Frente de Sala: Luís Mesquita;

Direcção de Cena: Rafael Fonseca;

Ilustração do Cartaz: Joana Villaverde;

Comunicação: Isabel Marques;

Direcção de Produção: Manecos Vila-Nova;

Administração de Produção: Ana Bordalo;

Produtor: Alexandre Oliveira;

Produção: Ar de Filmes /Teatro do Bairro;

 

Teatro do Bairro (Lisboa)

4 a 22 de Novembro 2015 | 21.30h (domingos 16.00h)

“Nega Jaci canta Chico & Elis”… apresentação do disco de estreia

A cantora brasileira Nega Jaci edita em Portugal o seu primeiro álbum a solo, “Nega Jaci canta Chico & Elis”, em que revisita temas emblemáticos de Elis Regina e Chico Buarque, além de muitos outros clássicos do cancioneiro do Brasil popularizados por Rita Lee, Edu Lobo, Ivan Lins ou Tom Jobim. Um espectáculo com o mesmo nome está também a ser preparado.nega.jpg

Nascida em Salvador, Bahia, Nega foi convidada na adolescência para integrar o Grupo Cultural Bagunçaço (projecto direccionado às crianças em situação de risco social). O seu talento para a música foi logo percebido e Jaci tornou-se vocalista de duas bandas, Sucata Mania e Percucia. Com esta última gravou o CD “Toque Bahia”, cujo repertório se identifica com as raízes musicais africanas, um misto de ritmos afro-brasileiros e norte-americanos. O trabalho desenvolvido enquanto vocalista das duas bandas proporcionou a Jaci a abertura de grandes concertos, como o da cantora Maria Rita. Teve também a oportunidade de cantar para muitas figuras ilustres como o ex-presidente do Brasil, Lula da Silva, e a rainha Sílvia da Suécia, num espectáculo produzido no próprio Castelo Real e onde Jaci se destacou pela sua voz particular. O timbre da sua voz e o seu carisma chamou a atenção e o interesse da célebre cantora brasileira Margareth Menezes, que a convidou para integrar a sua banda. Nega passou a acompanhá-la durante alguns anos como membro do coro, o que lhe proporcionou a presença em palcos como o Canecão, no Rio de Janeiro, Festival de Verão de Salvador, Micaretas e trios eléctricos em vários estados brasileiros, bem como a gravação de dois álbuns: “Tete a Tete Margareth” e “Festival de Verão Salvador ao vivo”. Nestes espectáculos, Jaci partilhou o palco com outros grandes nomes da MPB (Música Popular Brasileira) como Ivete Sangalo, Alcione, Cidade Negra, Gabriel O Pensador, Sandra de Sá, Elba Ramalho, Gilberto Gil e Caetano Veloso, entre outros... Numa das digressões pela Europa, Nega Jaci acabou por se apaixonar pela cultura europeia tendo ficando alguns anos em Londres onde se integrou em diversos projectos e atuou em locais como o Ronnie Scott Jazz Club, Primo Bar, Guanabara ou Coya Restaurant London’s. Ao visitar Portugal, ficou encantada com as terras lusas e decidiu ficar por cá durante uns tempos. Como qualquer bom artista, Nega não resiste a fazer umas performances aqui e ali, e foi aí que surgiu um contrato discográfico com o intuito de promover e difundir a cultura musical lusófona. Nega Jaci edita hoje, 12 de Outubro, o seu primeiro trabalho em Portugal revisitando os clássicos da MPB.

 

Tendo já actuado em locais como o Festival In, Fábrica Braço de Prata, Teatro do Bairro, Pensão Amor, Chapitô, Festival Festa da Música Lisboa, Mestre Afonso Batalha, Clube da Sertã, Aljustrel, Grémio Literário de Lisboa, Embaixada do Brasil em Portugal, entre outros, Jaci prepara-se agora para apresentar ao vivo o seu disco “Nega canta Chico & Elis” no próximo dia 25 de novembro

 

Teatro do Bairro (Lisboa)

25 de Novembro 2015 | 21.30h

Nicole Eitner propõe “Fade to Shade… novo albúm

Chama-se “Fade To Shade” o novo álbum de Nicole Eitner na companhia dos The Citizens. “Dance With Me” é o novo single do disco do álbum, que nasceu de uma bem, sucedida campanha de crowdfunding junto dos fãs. Nicole compõe e interpreta o seu próprio reportório. Ao escutá-la podemos confundir a sua sonoridade com o melhor pop/jazz que se faz lá fora. Mas não, é mesmo do melhor que se faz por cá. Influenciada por um alfabeto musical em que nenhuma contaminação estética é proibida, foi precisamente em Portugal que deu início à escrita de canções.

nicole.jpg“Fade to Shade” é já o seu terceiro trabalho de originais, e aquele onde melhor se revê.

 

“Demorei a chegar aqui. A maturidade tem o seu tempo. “Fade To Shade” abraça esse processo, a chegada das rugas, a beleza do traço do tempo. No nosso tempo elogia-se a juventude e esquecemo-nos do quão importante é a sabedoria, a experiência, a viagem em si. A saudade por vezes tolda-nos o pensamento, é mais fácil ser feliz no passado, quando na verdade o passado é um sítio que não existe, é mais fruto da nossa imaginação e memória, e por isso mesmo uma armadilha que armamos a nós próprios. “Fade To Shade” celebra o presente. O meu presente. É o trabalho em que melhor me reflito. Aqui nada foi feito com pressa, mas com o seu “tempo” e a sua devida respiração.”

(Nicole Eitner)

 

C.C.Olga Cadaval (Sintra)

14 de Novembro 2015 | 21.30h

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo

Isabel Silvestre… Novo disco "Cânticos da Terra e da Vida"

"Cânticos da Terra e da Vida" é o novo disco de Isabel Silvestre. Isabel Silvestre, conta com uma longa carreira, não só como umas das fundadoras do Grupo de Cantares e Trajes de Manhouce, mas também, através da sua colaboração com vários outros artistas, com ênfase para o registo do canto de Manhouce, sua terra, e com o intuito de transmitir às gerações futuras, a herança da tradição musical Viseense.

isabel.jpgIsabel Silvestre, não gravava em nome próprio, desde 2001. "Cânticos da Terra e da Vida", é um trabalho dedicado às suas raízes. Às raízes de Manhouce e de toda a região bonita que é a Beira Alta. Às suas raízes que se confundem com as da própria terra, à região onde vive, onde sempre viveu e a quem se dedica, e sempre se dedicou, à música e à cultura polifónica desta região de Portugal. "Cânticos da Terra e da Vida" conta com a participação especial de Rão Kyao.

 

No dia 7 de Novembro, Isabel Silvestre estará, ao vivo, em Sintra, no C. C. Olga Cadaval às 21.30h, reunindo convidados como: Rão Kyao, Rui Reininho, João Gil, José Barros, Grupo Vozes de Manhouce. "Canticos da Terra e da Vida" foi colocado à venda no passado dia 30 de Outubro.

 

C.C.Olga Cadaval (Sintra)

7 de Novembro 2015 | 21.30h

 

“Arqueologia”... Os Balla lançam hoje o seu novo livro-disco

“O trabalho de Armando Teixeira, como produtor, como Bulllet ou como Balla, é animado por uma ideia comum de exploração da memória: das pessoas, das canções, das máquinas. Não espanta por isso que a sua mais recente criação leve o título de “Arqueologia”. É que enquanto o mundo pop avança à superfície, Armando Teixeira vai escavando as entranhas dos seus sintetizadores, processadores de efeitos ou mesas de mistura em busca daquele pulsar que foi erguendo um futuro para a pop, das misturas wall of sound de Phil Spector às estratégias de sequenciação de Giorgio Moroder, dos ricos tecidos de tecelagem sintética de John Foxx ao cubismo computorizado dos Kraftwerk. Tudo isto o inspira. “Arqueologia” já é o sexto trabalho de Armando Teixeira como Balla desde 2000. No novo álbum, editado pela ediMusic, as canções voltam a lidar com a difusa matéria que faz de nós seres pensantes: como o amor, a raiva, a mentira, a ilusão e a desilusão.

São 13 canções maravilhosamente embaladas numa capa de Paulo Brás e de Cristiana Couceiro. Lá dentro um livro de 68 páginas, preenchido de colagens que traduzem visualmente a tal matéria difusa das canções. E nesta “Arqueologia” tudo é real: as máquinas, listadas na capa, as pessoas que gravaram em Lisboa, Hong Kong ou Filipinas, as obras de arte que se reproduzem.

Arqueologia_capa-300.jpgTudo é passível de um dia no futuro ser redescoberto noutro qualquer exercício de “Arqueologia”. Lá dentro, no objecto físico que funciona como depósito de todas estas ideias, há QR-Codes que abrem outras portas, para mais conteúdos que ficaram de fora, esboços de canções, exercícios em torno de sintetizadores, pequenos vídeos. Porque aqui faz-se música com consciência da história, mas não de costas voltadas para o presente ou para o futuro. Porque, na verdade, a pop vive num eterno agora. E esse é o tempo de Armando Teixeira.”

(Rui Miguel Abreu)

 

O single “Contra a parede” é o tema de apresentação do álbum. Os concertos de apresentação do disco “Arqueologia” já estão marcados:

 

Musicbox (Lisboa)

6 de Novembro 2015 | 23.00h

 

Sandhouse (Porto)

13 de Novembro 2015 | 23.00h

Salto… novo single "Lagostas" já no ar e segundo álbum em Janeiro

Um ano depois do lançamento single “Mar Inteiro” chega-nos o segundo single do novo álbum dos Salto. “Lagostas” são agora servidas para degustação até 30 de Janeiro, data de lançamento do 2º longa-duração da banda a acontecer no auditório da Time Out no Mercado da Ribeira em Lisboa.salto2.jpgAquele que é o primeiro álbum desta versão alargada dos Salto, de 2 passaram a 4, chega-nos no início de 2016 com a vontade de viajar por todo o país. Enquanto esperamos por Janeiro ficamos com dois concertos até ao final de 2015; 7 de Novembro no Teatro Stephens, Marinha Grande e 14 de Novembro no Porto no Teatro Rivoli onde será estreado o vídeo que ilustra “Lagostas” que contou com a produção da banda e realização de Luís Montenegro.

O novo trabalho dos Salto estará disponível para venda no formato "digital" e "físico". O formato "digital" estará disponível no Itunes em pré-venda a partir do dia 1 de Janeiro enquanto que o formato "físico" apenas será disponibilizado para venda na loja online da banda e também em cada espectáculo, a partir do dia 30 de Janeiro.

 

Por agora servem-se “Lagostas” mas “…já não há jantar!”

“Eterno Regresso” o disco de apresentação de Rogério Godinho

“Eterno Regresso” é muito mais do que um simples conjunto de músicas. É um projecto multi-artístico, de cariz intimista, em que a música, o Cinema (estilo curtas metragens), a poesia, a fotografia (com exposição itenerante associada), a dança e a pintura se unem para contar uma história. Essa história ficcionada fala de uma viagem, que tem Lisboa e o Fado como pontos de partida, feita por alguém que pretendia dar um novo rumo à sua vida, espreitando novas oportunidades. No fundo, a personagem é alguém que sentia “saudades do futuro”, daquilo que não viveu. Assim, com esta necessidades de mudança, decidiu rumar ao Brasil, ao Rio de Janeiro, fazendo essa viagem de barco, inspirado pela força e coragem dos navegadores portugueses, buscando novos desafios e novas sensações.

rogerio.pngTrata-se também de um projecto luso-brasileiro, na medida em que contou com a participação de artistas do Rio de Janeiro e São Paulo, na área do cinema e da fotografia, que captaram imagens nessas cidades brasileiras. A personagem, ao longo dessa viagem física, vai vivenciando diferentes estados de alma, fazendo diversas viagens psicológicas que a música se encarregará de transmitir. Depois de uma viagem algo atribulada, a chegada ao Rio de Janeiro teve o condão de lhe abrir um novo mundo, cheio de expectativas. Enfim, a mudança que tanto ansiava! Chegara a um Brasil que o arrebatara, pensando ele, naquele momento, que seria a sua casa daí para a frente. Aí conhece a MPB e integra isso no seu intimo, no seu ser. Passados alguns anos no Brasil, onde, para além do Rio de Janeiro, esteve também em São Paulo, a personagem sentiu, a certa altura, que o “balão de oxigénio” que a mudança lhe tinha dado, começava a esvaziar-se, passando a sentir, no seu intimo, que, provavelmente, a hora do regresso a Portugal e a Lisboa teria chegado.

Maturado este sentimento, decide mesmo dar início à viagem de regresso à sua Lisboa. Desta vez, o caminho é feito de forma mais calma, passando pelos mesmos lugares por onde tinha vindo, mas olhando-os de uma outra forma – com o olhar de quem tudo fez para seguir o caminho que considerou ser o melhor, com um sentimento de dever cumprido para consigo mesmo. No fundo, com o olhar de alguém que cresceu e se tornou mais completo como pessoa, depois de todas estas novas vivências, paisagens distintas, cheiros diversos e lidando com pessoas diferentes, com conceitos de vida distintos mas, simultaneamente, com muito em comum.  A história termina com a chegada a Lisboa, voltando ao Fado com que tudo começou, num Eterno Regresso ao que sempre foi, porque, no fundo, todos “somos o que a memória deixa”....

Nascido em Lisboa em 1976, Rogério Godinho iniciou os seus estudos musicais aos 8 anos de idade. Pianista, cantor e compositor, com formação no Hot Clube de Portugal, na Universidade de Évora e no Lemmensinstituut (Bélgica), tem vindo a definir um estilo muito próprio, com a sua música original, harmonicamente rica, e em que é dada muita importância à interpretação das palavras. As suas composições são o reflexo das suas grandes influências - o Fado, o Jazz, a MPB (Música Popular Brasileira) e a música clássica, sendo Amália Rodrigues, Carlos do Carmo, Bernardo Sassetti, Ryuichi Sakamoto, Esbjorn Sevensson, Chico Buarque, Maria Bethânia, Tom Jobim, Caetano Veloso, Puccini, Plácido Domingo, alguns dos artistas que mais o marcaram. Para além da música, fazem parte do seu universo artístico, como criador, a poesia, a fotografia e as filmagens. A comunicação resultante do envolvimento destas diversas formas de arte conduz a um trabalho que se pretende inovador. Em cada espectáculo, pretende-se proporcionar uma experiência sensorial abrangente e envolvente.

A ligação da sua música à obra de Fernando Pessoa tem despertado interesse junto da “comunidade pessoana”, nomeadamente, através da Casa Fernando Pessoa, onde já actuou por duas ocasiões.

Revista Gerador sai para as bancas hoje… em 3D

“Patrimónios” é o título da 6ª edição da revista Gerador, a revista que promove a cultura portuguesa, nas bancas a partir desta segunda-feira, 2 de novembro. A revista foi concebida em 3D e conta com uma fotonovela do realizador Edgar Pêra, um texto de Afonso Cabral, vencedor do Prémio Leya 2014, uma conversa entre Fernando Alvim e Jorge Silva Melo, entre outros conteúdos. Mais uma iniciativa inovadora de uma revista que nasceu para inovar, com um preço de capa de 5 euros. A revista será acompanhada de uns óculos especiais para que possa ser lida de forma a potenciar o máximo proveito de alguns dos seus conteúdos.Image1.jpgO lançamento da revista decorreu na passada sexta-feira, dia 30 de Outubro, e foi acompanhado por várias iniciativas 3D, transportando este conceito para uma dimensão real e humana, através da participação de cerca de uma dezena de atores que estiveram em locais estratégicos da cidade de Lisboa, interpretando de forma espontânea alguns dos textos da nova revista, o que despoletou a atenção e a surpresa das pessoas que se encontravam no local.

 

“Patrimónios” é o tema principal e a calçada portuguesa será o monumento Gerador desta edição, que conta ainda com vários colaboradores convidados como seja a Dupla FalcãoLucas (Tânia Falcão e Luís Lucas), conhecidos internacionalmente pela sua arte digital, e que aceitaram o convite para desenhar todo o design desta edição; Joana Rita, que na rubrica Café Central conversa com Fernando Alvim e Jorge Silva Melo; a Fotonovela em 3D do realizador Edgar Pêra; Histórias aos quadradinhos com Geraldes Lino; Afonso Cabral, vencedor do prémio Leya 2014, foi o convidado desta edição para escrever o 6º capítulo do romance; Cláudia Jardim, que faz uma visita guiada à Rua das Gaivotas; Ana Morais celebra os 40 anos de carreira de Sérgio Godinho. Estes e muitos mais conteúdos a descobrir nesta edição a partir de hoje.

 

A revista Gerador faz parte do projeto com o mesmo nome, uma plataforma de ação e comunicação para a cultura portuguesa. O Gerador promove autores e entidades ligadas à cultura portuguesa, quer venham da arte, do cinema, da literatura ou da banda desenhada, dos costumes populares e dos ofícios, já que todos definem o que é ser português. A Revista Gerador, uma vez por trimestre, em todas as bancas do país, é mais uma forma de promover e dinamizar a cultura portuguesa, e sempre com diferentes colaboradores convidados em cada edição.

Mais informações aqui….

 

Bryan Adams de regresso a Portugal em 2016

Bryan Adams regressa a Portugal para dois concertos, no MEO Arena e Pavilhão Multiusos de Gondomar, a 25 e 26 de Janeiro de 2016. O artista canadiano tem um novo album “Get Up”, que dá nome a esta nova digressão que apresenta ao vivo os novos temas, mas também os grandes sucessos de sempre.

bryan adams.jpgNa sua última passagem por Portugal, em 2012, Bryan Adams actuou perante uma multidão de 69 mil fãs no Rock in Rio - Lisboa. Apenas um ano antes tinha passado pelo MEO Arena, sala que esgotou em apenas um mês de vendas. Desta vez o artista regressa também ao norte do país, 10 anos depois de um memorável concerto no Pavilhão Rosa Mota.

 

Autor de sucessos como “Summer of 69”, “Heaven”, “(Everything I do) I Do It For You”, “Back to You”, “The Best of Me”, entre muitos outros, Bryan Adams já vendeu mais de 65 milhões de discos em todo o mundo e os seus singles foram #1 em mais de 40 países. É há 35 anos um autêntico embaixador do melhor rock, com canções que cativam o público de uma maneira que poucos conseguem ao longo de tanto tempo de carreira.

Os bilhetes encontram-se à venda nos locais habituais a partir de hoje, dia 2 de Novembro.

 

MEO Arena (Lisboa)

25 de Janeiro 2016

 

Pavilhão Multiusos (Gondomar)

26 de Janeiro 2016