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Glam Magazine

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Vodafone Mexefest… Os convidados dos They're Heading West

O Vodafone Mexefest aposta na surpresa, procurando sempre oferecer o inesperado. Depois de anunciados para o cartaz deste ano, confirma-se a companhia em palco de alguns dos convidados que participaram no álbum de estreia homónimo dos They’re Heading West, o luxuoso elenco composto por Afonso Cabral, Bruno Pernadas, Capicua e Nuno Prata.

they 00.jpgA Mariana Ricardo (Minta & The Brook Trout, Silence is a Boy, Domingo no Quarto), Sérgio Nascimento (Deolinda, Sérgio Godinho, Humanos), Francisca Cortesão (Minta & The Brook Trout) e João Correia (Tape Junk e Julie & The Carjackers), juntar-se-ão Capicua (autora de “Sereia Louca” e de muitos outros hits, apresenta-se hoje como a melhor das personalizações do hip hop português no feminino); Nuno Prata (ex-baixista dos Ornatos Violeta e com uma carreira a solo feita de 3 discos que o confirmam com um extraordinário intérprete-compositor); Afonso Cabral (dos You Can’t Win, Charlie Brown dono de uma voz única) e Bruno Pernadas (autor do tema “Old Habits”, que fecha o primeiro disco dos They’re Heading West, tendo nos últimos anos sido autor, arranjador e guitarrista em formações como os Julie & The Carjackers, When We Left Paris e Real Combo Lisbonense. Estreou-se no ano passado em nome próprio com o extraordinário “How Can We Be Joyful In a World Full of Knowledge”).

O concerto dos They’re Heading West será, obviamente e com este elenco de luxo, um momento de celebração imperdível no Festival que, em novembro, põe a Música a mexer em Lisboa.

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo

 

"The Great American Lie" em Portugal, o novo albúm dos Ménage

Quem são os Ménage?

A banda dos irmãos Ferreira, que passaram a sua infância em viagens entre Toronto (Canadá) e Portugal, país onde grande parte da família viviam, bem como eram aqui que estavam as suas raízes culturais. Por estarem divididos entre o "indoor boredom" no Canadá e a cultura europeia, a linha comum sempre presente em ambos os lados do mundo foi a influência da música a que estavam expostos nos dois lados. O lar, cedo foi preenchido com um kit de percussão, um teclado e algumas guitarras tradicionais portuguesas. Comum entre muitos jovens no Canadá, a partir da adolescência, os irmãos cresceram separadamente; Bela seguiu uma carreira a solo e atuou sempre que era possível, desde "open mics" em Nova Iorque a "tours" no Canadá; já os seus irmãos Gabriel e Basílio permaneceram em Toronto e Los Angeles, tocando em várias bandas.

hires2.jpgFinalmente os três irmãos reuniram-se e cada um contribuiu com o que todos concordaram ser o que de mais excitante lhes aconteceu desde sempre. Os anos entre 2013 e 2014 assistiram ao sucesso dos Ménage na América do Norte, enquanto banda esteve em digressão no Canadá e Estados Unidos, partilhando palcos com os Stone Temple Pilots, Billy Talent e muito outros.  Os temas da banda foram incluídos nas playlists da famosa KROQ e foram utilizados em "Degrassi" da BBC 2 no Reino Unido. Em 2014 os Ménage conquistaram o galardão da Melhor Canção Rock do Ano no International Portuguese Music Awards com o single "Our Time is Now".

Com a produção de David Bottrill (Muse, Placebo, Peter Gabriel) e Ted Jensen (Radiohead, Björk, Sigur Rós), os Ménage estão preparados para divulgar a sua música através da edição de um conjunto de EP’s durante o ano de 2015. São estes lançamentos que acompanham a banda e asua respetiva progressão de carreira. O primeiro disco chega agora a Portugal através de iPlay. “The Great American Lie” consiste num conjunto de dois dos quatro EP’s esperados para 2015, assim como a inclusão de ‘bonus track’ intitulado “Black & White TV”, com a participação de Jim Barr dos Portishead.

O disco escontra-se já disponível em formato físico e igualmente em todas as plataformas digitais. O álbum e os vídeos irão reflectir as situações actuais e o desenvolvimento da banda, "We are Ménage and so are you!" é o lema!

 

A Glam Magazine vai ouvir o disco o qual vamos posteriormente falar sobre o mesmo,

 

GNR convidam Rita Redshoes e Tomás Wallenstein (Capitão Fausto) para o concerto no Coliseu de Lisboa

Após uma noite memorável na passada sexta feira, na qual os GNR apresentaram a produção “Caixa Negra” no Coliseu do Porto com presença do TIM (Xutos & Pontapés) e Rita Redshoes, entre outros convidados, a banda desvenda agora os convidados para o concerto de dia 31 de outubro no Coliseu de Lisboa.GLAM - Rita Redshoes.jpgEm noite de Halloween, Rita Redshoes volta a partilhar o palco com Rui Reininho cantando a duas vozes os temas “Dançar SOS” e “Morte ao Sol”. O outro convidado especial da noite será Tomás Wallenstein, vocalista dos Capitão Fausto, uma das jovem bandas que mais se tem destacado em Portugal, que aceitou o desafio de se juntar aos GNR nesta grande produção. Tal como aconteceu no Porto com a presença do guarda redes do Futebol Clube do Porto Helton, nem todos os segredos da Caixa Negra serão revelados no imediato e, em noite de Halloween, os GNR prometem trazer algumas surpresas e magia à emblemática sala lisboeta.

 

Os trompetistas Bento Arruda e Ivo Rodrigues, do grupo de mariachis Los Cavakitos e o gaiteiro Gonçalo Marques também marcam presença no espetáculo que inclui novos temas como “Cadeira Eléctrica” (single), “Caixa Negra” ou “Macabro”, além de temas que há muito não são tocados ao vivo e que fazem parte do imaginário dos últimos 34 anos de carreira dos GNR.

 

Rui Reininho: voz

Tóli César Machado: piano, guitarra e acordeão

Jorge Romão: baixo

Samuel Palitos: bateria

Paulo Borges: teclados

Tiago Maia: guitarras

Tomás Wallenstein: voz

Rita Redshoes: voz

Bento Arruda: trompete

Ivo Rodrigues: trompete

Gonçalo Marques: gaita de foles

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo

"I Feel Amazing" é o novo single de Richie Campbell

Richie Campbell lançou no passado mês de Maio, o seu terceiro disco de originais “In The 876”, com uma acção inovadora em termos de marketing e comunicação. O artista editou o seu disco de forma inesperada e em apenas 2 horas entrou directamente para nº 1 do Itunes e dos tops nacionais.

Richie Campbell - I Feel Amazing (single).jpg“I Feel Amazing” é o novo single de Richie com uma sonoridade moderna e actual, e algum revivalismo do reggae mais antigo. O videoclip do tema foi gravado na Jamaica e o tema foi produzido por Niko Browne, um dos mais conceituados produtores musicais jamaicanos nos dias de hoje.

Depois de uma intensa agenda de concertos e de ter tocado nos principais festivais de Verão, Richie Campbell prepara uma tour a nível internacional que passa por países como: Alemanha, Suíça, Luxemburgo, Inglaterra, Polónia, Áustria e Itália.

37º Portugal Fashion… “Celebration” (Parte I)

O primeiro dia do Portugal fashion, na sua 20ª edição decorreu no Coliseu do Porto. Da noite de quinta feira fizeram parte os desfiles de Pedro Pedro, Júlio Torcato, Anabela Baldaque, Elsa Barreto e a encerrar a noite Fátima Lopes.

Foi o regresso do Portugal fashion a um dos locais míticos da cidade do Porto.

 

Pedro Pedro

É assim que o look informal, que domina em silhuetas tendencialmente longilíneas, tanto para as peças de corte amplo como para as cingidas ao corpo, não deixa de fazer apelo a uma certa noção de elegância clássica, assim como o perfecionismo dos drapeados que combina com acabamentos desfeitos ou em bruto, numa miscigenação contrastante de influências mais austeras ou mais eróticas.

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Os materiais reforçam a visão multifacetada, com os cetins, linhos e jerseys de seda e algodão a conjugarem-se com redes e rendas abstratas que reforçam o look inacabado e sensual. As cores, que ampliam o efeito das transparências e aberturas, são preferencialmente sóbrias e vão do marinho ao brique, passando pelo preto e branco.

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Os sapatos, que já há várias estações são uma peça fundamental das coleções Pedro Pedro, apresentam-se coloridos, de salto confortável, com aplicações de bordados irregulares e entrançados de tiras feitos à mão.

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Júlio Torcato

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Três temas, como três telas, numa linguagem minimal, técnica e com expressão contemporânea. Homem urban tailoring, Mulher em ambiente dark e homem urban oversized.

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O Tríptico, normalmente associado à série de três painéis característico da arte gótica, é nesta coleção personificado por três figuras convidadas e relevantes na moda contemporânea portuguesa: Miguel Viana, Vera Deus e Nelson Vieira.PF-JT07.jpgGaleria de Fotografias aqui

 

Anabela Baldaque

Em comemoração dos seus 30 anos de carreira decidiu dar à sua coleção "Em nome próprio", simples homenagem à sua marca. “A roupa não se sobrepõe à alma de quem a veste, é importante deixar espaço para que a personalidade de cada um brilhe”.

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Temos uma coleção fluida, romântica, divertida, que se constrói, pelos muitos vestidos longos e saias divertidas e desconstruídas.

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Saias que, por vezes, saem do seu registo de saias justas com rachas assimétricas e de bolsos longos, para saias amplas e de trespasse diagonais e longas, tornando-as improváveis. Temos blusas hiper-românticas, enriquecidas com fitas de debrums, presilhas, contendo vários tecidos de texturas diferentes, por vezes só de padrões

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Mini tops, rígidos e fluidos inspiram os anos 70. As cores que foram utilizadas foram Azuis em vários níveis. Rosas desde do pálido ao pêssego. Amarelos e verdes camuflados. Castanhos dourados. Pretos.

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Elsa Barreto

A arte é, desde o início dos tempos, a manifestação da criatividade humana.A História da Arte, dada a sua natureza transdisciplinar, tem vindo a estudar as expressões artísticas visuais, a evolução técnica, conceptual e formal das imagens que tanto influenciam a humanidade.

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É nesse universo imagético que Elsa Barreto mergulha para se inspirar para a nova temporada primavera/verão'16.

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Entre as principais artes do século XX, a estilista elegeu a arquitetura, a pintura e a escultura e deixou que estas influenciassem o traço do desenho, o contorno, a textura e os padrões das matérias. A nova temporada, com a assinatura Elsa Barreto conhece, assim, coordenados estruturados, de personalidade intensa que tocam a delicadeza da pintura e a natureza orgânica da arquitetura e da escultura. Goethe disse um dia que “A arquitetura é música petrificada” querendo ele envolver-nos numa metáfora sensorial, uma viagem que tem início nos volumes, nas texturas e nos jogos de luz e sombra.

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É nessa jornada que Elsa Barreto nos leva com a sua mais recente coleção. Um percurso que revisita a estética contemporânea.

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Fátima Lopes

“Porque criar é dar vida”, a mais recente coleção de Fátima Lopes preserva o ADN da feminilidade no seu expoente máximo mas demarca-se do passado.

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As silhuetas primavera/verão 2016 focam-se na simplicidade, a mesma simplicidade de que Leonardo da Vinci era acérrimo defensor, sinal de sofisticação maior, pensamento criativo,... formas depuradas que resultam sempre.

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Plissados discretos, detalhes gráficos, ombros e costas nuas, a coleção valsa entre o preto e o branco, entre a acidez da hortelã-maçã e a frescura do lilás, à medida que se enlaça com toques dourados refinados.

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Um ritmo que Fátima Lopes pretendeu harmonioso e acessível, assim como a sua terceira coleção de calçado, completa, sofisticada e irresistível

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Reportagem: Mariana Pinto

Fotografias: Paulo Homem de Melo

David Fonseca entra direto para n.º 1 do top de vendas com "Futuro Eu" e esgota concertos

Concertos de apresentação em Lisboa e Porto com lotação esgotada, enquanto que "Futuro Eu", o novo álbum de David Fonseca entrou directamente para o topo da lista dos discos mais vendidos da semana fazendo o pleno nos diversos formatos, nº1, formato CD (incluindo a edição exclusiva FNAC com mais 3 capas alternativas) e no formato Vinil (1ª edição com vinil vermelho) e nº 1, formato digital (também com edição especial com 3 temas extra)David-Fonseca.jpgO regresso de David Fonseca às edições discográficas é marcado pelo facto de "Futuro Eu" ser inteiramente composto em português, rompendo com a prática desde a edição de "Silence Becomes It", o primeiro disco do grupo Silence 4 que constituiu a descoberta de David Fonseca enquanto cantautor. Para além do sucesso comercial que "Futuro Eu" despertou na semana de lançamento, também a adesão aos concertos de apresentação adivinham o interesse e o entusiasmo que fãs e público em geral têm pelas novas canções, esgotando o Centro Cultural de Belém e a Casa da Música nos próximos dias 30 e 31 de Outubro, respectivamente.

"Futuro Eu" inicia neste espetáculos de Lisboa e Porto a tournée que levará David a todo o país e a alguns países europeus durante os próximos meses. Até ao final do ano, "Futuro Eu" passará por:

 

           30 Out / Centro Cultural de Belém / Lisboa

           31 Out / Casa da Música / Porto

           07 Nov / Teatro de Vila Real

           14 Nov / Teatro das Figuras / Faro

           21 Nov / Casino 2000 / Mondorf Les Bains / Luxemburgo

           04 Dez / Cine-Teatro / Estarreja

           10 Dez / Teatro José Lúcio da Siva / Leiria

 

Inédita, tem também sido a forma como David Fonseca tem feito, ao longo dos últimos meses, a divulgação do universo artístico de "Futuro Eu, inicialmente, com a publicação online de vídeo com as novas canções, depois com a publicação de singles em vinil, mais tarde com a audição em primeira mão do novo disco a alguns fãs, fazendo visitas de Norte a Sul do país, e, no dia de edição de "Futuro Eu", com uma emissão online de 24 horas, a partir de uma "casa virtual", um reality show em que apresentou ao vivo o disco por entre visitas de Bruno Nogueira, Márcia, Nuno Markl, Ricardo Araújo Pereira, Marta Cardoso ou Inês Castel-Branco, isto para além da participação do público via telefone ou inclusive, a resolução de puzzles ao vivo.

Para breve e a par dos concertos, esperam-se mais algumas novidades. Fiquem atentos….

Crepúsculo “reimaginado” troca género de personagens e recria narrativa que apaixonou milhões

Há 10 anos Stephenie Meyer dava a conhecer ao mundo o primeiro livro da saga “Twilight” e o amor de Bella e Edward fez sonhar milhões. Em “Vida e Morte” Beau é um humano que se apaixona por Edythe, uma vampira… Desafiada pela sua editora a criar um conteúdo que assinalasse os 10 anos sobre o lançamento do primeiro livro da saga de sucesso “Twilight”, Stephanie Meyer releu “Crepúsculo” e reimaginou-o, fazendo justiça a Bella (interpretada no cinema por Kristen Stewart). “Como todos sabem, Bella sempre foi alvo de muita censura por ser resgatada em várias situações. (…) Também foi criticada por se obcecar demasiado pelo seu interesse amoroso, como se isso fosse uma coisa exclusiva das raparigas. Mas eu sempre defendi que não faria qualquer diferença se fosse um ser humano do sexo masculino a conhecer uma vampira (…) Então, pensei cá para mim: ‘Bem, e se eu pusesse essa teoria à prova? Isso era capaz de ser divertido’. E foi assim que o Beau e a Edythe nasceram.”

K crepusculo 10 Aniversario_VidaEMorte.jpgA versão portuguesa – “Décimo Aniversário de Crepúsculo/Vida e Morte” – junta o “Crepúsculo” original à sua “reimaginação” pela autora, com a inversão do sexo das personagens principais. No prólogo, Stephenie Meyer explica que só Charlie e Renée, pais de Bella na história original, não mudaram de género, porque, em 1987, quando nasceu Beau “era raro que um pai ficasse com a guarda dos filhos.” Mas há muitas mais alterações na escrita do que aquelas que seriam necessárias por Beau ser do sexo masculino, a maioria das quais devem-se a correções a que a autora se permitiu 10 anos depois. “Alterei praticamente todas as palavras que me incomodavam desde que o livro foi impresso, e isso foi fantástico.”

 

“Crepúsculo” fascinou milhões de leitores desde a sua publicação em 2005 e tornou-se um clássico moderno, redefinindo géneros dentro da literatura para jovens e inspirando um fenómeno que deixou os leitores desejosos de mais. “Crepúsculo” foi bestseller #1 do New York Times e bestseller #1 do USA Today. Foi considerado um dos 100 melhores livros para jovens de sempre pela revista Time, o melhor romance adolescente de sempre pela NPR (National Public Radio) e foi escolha do editor do New York Times. A Saga Twilight, que também inclui “Lua Nova”, “Eclipse”, “Amanhecer”, “A Breve Segunda Vida de Bree Tanner: Uma Novela de Eclipse” e “Guia Oficial Ilustrado da Saga Twilight”, vendeu quase 155 milhões de exemplares em todo o mundo. Em Portugal vendeu mais de meio milhão de livros.

 

Stephenie Meyer é a autora dos bestsellers da Saga Twilight e de “Nómada”. Licenciou-se em Literatura Inglesa pela Brigham Young University e vive no Arizona com o marido e os três filhos

 

Edição: ASA | 780 páginas

Lançamento: 28 Outubro 2015

A história da mulher que juntou o Papa Francisco e Michelle Obama em sua defesa… “Condenada à morte”

Por ser cristã e não renunciar a sua fé, Meriam Ibrahim foi presa e condenada à morte. Estava grávida e deu à luz no cativeiro. Mas sobreviveu e Antonella Napoli conta a história que, em 2014, emocionou o mundo. Nas livrarias a partir de hoje…Condenada A Morte.jpgPor sua causa, o mundo susteve a respiração. Por sua causa, o mundo mobilizou-se. Quem é esta mulher que juntou num coro de protestos e indignação o Papa Francisco, Michelle Obama e milhões de pessoas anónimas nos cinco continentes? Chama-se Meriam Ibrahim e nasceu no Sudão em 1987. A sua história deu origem a “Condenada à Morte”, escrita pela jornalista e escritora italiana Antonella Napoli, que criou o movimento #SaveMeriam para dar a conhecer o caso. Abandonada pelo pai muçulmano, Meriam foi criada no seio da fé cristã da sua mãe. Licenciou-se em Medicina e, mais tarde, casou com Daniel, também ele cristão. Meriam nunca se considerou muçulmana. Mas, em 2013, um parente não pensou da mesma maneira e acusou-a de adultério com o argumento de que a lei islâmica não reconhece o casamento entre mulheres muçulmanas e homens cristãos. Grávida e com um filho pequeno nos braços, Meriam foi presa e chicoteada cem vezes. Nem mesmo a sua condição impediu que os maus-tratos continuassem e, no oitavo mês da gravidez, deu à luz acorrentada. Entre as paredes da prisão e em condições desumanas, nasceu Maya, a sua linda filha. Seria de esperar que tamanha crueldade quebrasse o espírito de Meriam. Mas ela não cedeu. Não renunciou à sua fé. Como castigo, os seus carrascos condenaram-na à morte.

A indignação do mundo fez-se ouvir como nunca antes. De tal forma que Meriam foi libertada em 2014. Atualmente vive nos Estados Unidos com o marido e os dois filhos. “Condenada à Morte” é a sua história, contada pela jornalista e escritora italiana que criou o movimento #SaveMeriam, onde o seu caso foi divulgado ao Mundo.

 

Antonella Napoli é jornalista e escritora.

O seu trabalho pode ser visto em publicações como a Vanity Fair, Limes e The Huffington Post. É presidente da associação 'Italians for Darfur Onlus', e uma acérrima defensora dos direitos humanos, organizando eventos e iniciativas de sensibilização. É também a coordenadora italiana da campanha internacional Sudan 365.

 

Edição: ASA | 144 páginas

Lançamento: 27 Outubro 2015

Inauguração da Exposição “Retornar – Traços de Memória”

A partir da exposição Retornar - Traços de Memória que inaugura a 4 de Novembro, na Galeria Av. da Índia, a cidade propõe, ao longo de quatro meses e em vários espaços, uma reflexão sobre os 40 anos da vinda das ex-colónias portuguesas de África através de debates, teatro, performances, visitas comentadas e intervenção urbana na zona ribeirinha. Retornar - Traços de Memória é uma iniciativa da empresa municipal de cultura de Lisboa, EGEAC, desenvolvida pelas Galerias Municipais de Lisboa para assinalar os 40 anos do movimento que ficou conhecido por retorno das ex-colónias portuguesas e teve o seu auge na ponte aérea de 1975.

Foto Alfredo Cunha.jpgCom uma programação transdisciplinar que decorre ao longo de quatro meses, a iniciativa apresenta olhares da arte, literatura, antropologia, história e política para promover o diálogo e o conhecimento sobre o fim do império colonial português. Num projecto que promove o cruzamento entre as artes e as ciências humanas, a exposição inaugura um novo espaço expositivo: a Galeria Av. da Índia, em Belém. Comissariada pela antropóloga Elsa Peralta, a iniciativa baseia-se em investigação académica no diálogo com o trabalho de artistas, como Manuel Santos Maia. Com um enfoque na experiência humana, a exposição inclui testemunhos pessoais inéditos, documentos históricos, fotografias de época e de autor e memorabília pessoal.

Na zona ribeirinha, junto ao Padrão dos Descobrimentos, haverá uma intervenção urbana com contentores que introduz o tema da exposição através da exibição de uma fotografia de Alfredo Cunha, tirada naquele preciso local, em 1975.

 

Segundo Joana Gomes Cardoso, Presidente do Conselho de Administração da EGEAC: “Com esta exposição queremos assinalar a memória de um momento excepcional que marcou a história recente do país e da cidade e reflectir sobre o fim do império colonial português e o que ele representa hoje. Nada melhor que a zona de Belém e o Padrão dos Descobrimentos para acolher essa reflexão.”

“Esta exposição pretende capturar traços da memória do movimento que ficou conhecido por retorno. Estes traços revelam-se através de testemunhos pessoais, da fotografia, de objectos e de fontes históricas, não procurando no conjunto fornecer uma interpretação fechada sobre este momento histórico, mas fazer um convite à discussão deste tema na sociedade portuguesa”, acrescenta a comissária científica da exposição, Elsa Peralta.

Ao longo dos quatro meses em que a exposição estará patente ao público, o Padrão dos Descobrimentos, local simbólico da construção da memória imperial portuguesa, acolherá debates que reflectem diferentes olhares sobre este momento histórico, através de personalidades como Eduardo Lourenço, Adriano Moreira, Dulce Maria Cardoso, entre outros. Na Galeria Av. da Índia, um programa de visitas comentadas, que promove a reflexão sobre a experiência do retornar, conta com a participação de académicos e ensaístas como Maria Filomena Molder e António Pinto Ribeiro. O início e o encerramento da exposição serão assinalados com uma performance de Joana Craveiro, actriz e encenadora com um vasto trabalho artístico sobre questões pós-coloniais, que apresentará no Padrão dos Descobrimentos Um museu vivo de memórias pequenas e esquecidas.

 

Fotografia: Alfredo Cunha

Sara Tavares marca início dos Concertos de Inverno a 7 de Novembro em Sesimbra

Novembro marca o regresso dos Concertos de Inverno a Sesimbra e cabe a Sara Tavares dar início a mais um ciclo de grandes concertos que irão decorrer no Cineteatro Municipal João Mota.

sara.jpgNeste espectáculo, Sara Tavares revisitará temas dos álbuns “Mi Ma Bo”, “Balancê” e “Xinti” e apresentará algumas surpresas. A partilhar o palco com a cantora estarão Luiz Caracol (guitarra, cavaquinho, voz), Hugo Aly ( baixo), Iuri Oliveira (percussão) e Miroca Paris (bateria). Depois do sucesso da primeira edição, o Cineteatro Municipal João Mota prepara-se para receber mais 5 grandes nomes da música portuguesa, num concerto por mês, entre Novembro de 2015 e Março do próximo ano.

 

Cineteatro Municipal João Mota (Sesimbra)

7 de Novembro 2015 | 21.30h

Shawn Mendes... Reedição de "Handwritten" a 20 Novembro

O luso-descendente Shawn Mendes, um dos grandes fenómenos da pop atual, revelou recentemente num evento secreto em Nova Iorque, na prestigiada sala de espetáculos Radio City Music Hall, que a 20 de novembro vai reeditar o seu álbum estreia, "Handwritten", onde vai divulgar uma mão cheia de canções inéditas.

shawn.jpegAlém dos novos temas, "Handwritten Revisited" incluirá ainda gravações ao vivo de concertos da estrela pop de 17 anos. Shawn Mendes anunciou ainda que no próximo ano, a 5 de março, atuará no Radio City Music Hall, sendo que os fãs que fizerem já a sua reserva de "Handwritten Revisited" têm a primeira oportunidade para comprar bilhetes para o espetáculo.