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Glam Magazine

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“Este Livro Ama-te” de Pewdiepie

Ele é aquele rapaz sueco de 25 anos de ar angelical que, só no ano passado, ganhou 6.3 milhões de euros a jogar computador e a gravar as reações no Youtube. Milhões de seguidores e uma app de sucesso depois, o Youtuber nº 1 do Mundo lança uma espécie de manual de autoajuda (ou não!)

Image100.jpgTemos de lhe dar o benefício da dúvida. Afinal ele ganha milhões por ano.

Não é especialista em Economia, nem estuda a cura para o cancro, mas há conteúdo no que pensa e diz. E por isso lança um livro. Ou talvez não… Temos de convir que frases como “Não sejas tu próprio. Sê uma piza. Toda a gente gosta de piza” são uma inspiração. Ora, este livro está cheio delas. Logo, “Este Livro Ama-te”. Pewdiepie no seu melhor, nas livrarias de todo o mundo, no dia 20.

“Este livro é mais esperto e mais giro do que tu. Este livro vai deixar-te de boca aberta”, garante o autor. “Este Livro Ama-te é uma compilação de frases inspiradoras fabulosamente ilustradas pela qual deves reger a tua vida. Se as seguires todas, a tua vida irá tornar-se mais fácil, mais fabulosa, mais gratificante”. Bem, na verdade, só se estiveres disposto a desistir e a deixar de te importares.

Mas, afinal, quem é Pewdiepie?

Chama-se Felix Kjellberg. É sueco, mas vive com a namorada, também youtuber, em Brighton, no Reino Unido. Tem perto de 40 milhões de seguidores, mais do que Rihanna (o segundo canal com mais subscritores, com mais de 16 milhões) ou Katy Perry. Há três semanas lançou um vídeo que está prestes a atingir nada mais nada menos que 10 milhões de visualizações. E, sim, é milionário aos 25 anos. Só no ano passado “encaixou” 6.3 milhões de euros. Como alcançou Pewdiepie tanta popularidade?

Grava as suas reações enquanto joga computador. E passa horas infinitas a fazê-lo. No dia 24 de setembro, lançou-se na aventura dos videojogos, com o lançamento de PewDiePie: Legend of the Bro Fist que se mantém nas listas dos mais vendidos na App Store, que chegou a liderar por duas semanas seguidas. Além disso, estará a preparar o seu próprio programa de televisão.

Pewds, como também é conhecido, apresenta agora mundialmente “Este Livro Ama-te”, porque “só quer fazer-te feliz.

O Pewdiepie ama-te ainda mais do que este livro – Isso não é o suficiente para ti?

Vodafone Mexefest… Vodafone Band Scouting

No âmbito do Vodafone Mexefest, que acontece já a 27 e 28 de novembro, a Vodafone volta a apostar na descoberta de novas sonoridades e de novas bandas, e prepara-se para o lançamento do casting da edição de 2015. O Vodafone Band Scouting contribui para a promoção e divulgação de projetos musicais portugueses ainda desconhecidos do grande público. Nomes como Lazy Faithful, Cave Story, Toulouse, Juba ou Pista são algumas das descobertas lançadas por esta iniciativa tendo hoje já garantido o seu lugar no panorama musical nacional.vmf.pngO júri desta iniciativa, composto por elementos da Música no Coração, Vodafone FM e da editora Pontiaq, irá selecionar oito projetos que irão tocar ao vivo na estação de Metro do Cais do Sodré, no dia 20 de novembro a partir das 18h. As duas bandas escolhidas serão convidadas a abrir o palco da Estação Vodafone FM na Estação Ferroviária do Rossio nos dias 27 e 28 de novembro, respetivamente, integrando a programação do Vodafone Mexefest. No dia 2 de dezembro será revelada a banda vencedora, que terá como prémio a edição de um álbum pela editora Pontiaq.

Os interessados deverão preencher o formulário de inscrição disponível aqui, que inclui nome da banda, informação pessoal do(s) membro(s), uma pequena biografia e ainda um link do youtube / vimeo que contenha um vídeo com a banda a interpretar uma música na sua totalidade. As inscrições abertas até 11 de novembro.

 

O casting é aberto a qualquer residente no país, desde que a banda/projeto não tenha nenhum tipo de contrato com alguma editora. Para mais informações sobre o casting, deverá ser consultado o regulamento do Vodafone Band Scouting, disponível no site do festival.

 

 

Reedições dos Peste e Sida chegam ao mercado

Álbuns históricos do grupo português reeditados também em formato digital, "Veneno" (1987), "Portem-se Bem" (1989) e "É que É!" (1990), 3 álbuns marcantes na música portuguesa e que fizeram a história dos Peste & Sida. Numa acção concertada com a Rastilho, que reeditou estes álbuns em vinil e CD, a Universal Music Portugal edita pela primeira vez em formato digital os três álbuns, bem como o máxi-single de 1989, com as canções "Homem de Sorte" e "Reggae Sida".

PesteSida.jpgO restauro sonoro de "Veneno", "Portem-se Bem", e "É que É!" foi feito a partir das fitas originais, tendo estes três álbuns sido masterizados a 32 bits por Rui Dias, nos estúdios Mister Master. Todas as reedições físicas foram restauradas graficamente por João Diogo, mantendo o artwork original dos discos.

De assinalar ainda que no próximo dia 6 de novembro, os Peste & Sida tocam no Club RCA, em Lisboa, num concerto de celebração das três décadas de existência. Um concerto recheado de muitas surpresas e convidados especiais, a serem divulgados pela banda em breve.

0003.jpgPeste & Sida "Veneno" (1987)

  1. Peste & Sida
  2. Gingão
  3. Paranóia
  4. Furo Na Cabeça
  5. História De Loucos
  6. Carraspana
  7. Pátria Sábia
  8. Veneno
  9. Marcha
  10. Gingão * (ao vivo)
  11. Pátria Sábia * (ao vivo)

Extras, ao vivo na festa do Avante! de 1989 0002.jpg

Peste & Sida "Portem-se Bem" (1989)

  1. Alerta Geral
  2. Está Na Tua Mão
  3. Chuta Cavalo (... E Morrerás)
  4. Paulinha
  5. Caixa Colorida
  6. Sol Da Caparica
  7. Família Em Stress
  8. Acordas P'la Manhã
  9. Sedento
  10. Portem-se Bem
  11. Vamos Lá Saindo
  12. Homem de Sorte *
  13. Reggae Sida *
  14. Acordas P'la Manhã **
  15. Está na tua mão **

* Extras, Maxi EP 1989 Polygram Discos

** Extras, ao vivo na Festa do Avante! de 1989

0001.jpgPeste & Sida "É que É" (1990)

  1. Vamos Ao Trabalho!!
  2. Maldição
  3. Felizes Os 2
  4. A Verdadeira História De Alcides Pinto
  5. A Morte Saiu À Rua
  6. Quem Me Dera...
  7. Dever Cívico?
  8. Críticos
  9. Pouca Letra!
  10. Morte Aos Xibos
  11. Alcides Remix Dub
  12. Portem-se bem *
  13. Marcha *

* Extras, ao vivo na festa do Avante! de 1989

 

 

25.ª edição de aniversário do icónico álbum “Peoples' Instinctive Travels And The Paths of Rhythm”

Os A Tribe Called Quest estrearam a primeira remix para o tema “Bonita Applebum”, produzido por Pharrell Williams. “Bonita Applebum” é a primeira remix a estrear retirada da edição do 25.º aniversário do icónico álbum de estreia, “People’s Instinctive Travels And The Paths of Rhythm (25th Anniversary Edition)”. Esta edição também incluirá remixes de “Can I Kick It” produzido por J. Cole e “Footprints” por CeeLo Green. “Bonita Applebum (Pharrell Williams Remix)” encontra-se disponível para download gratuito para quem efectuar a pré-compra da edição do 25.º aniversário do álbum no iTunes

Os A Tribe Called Quest e a Sony Legacy anunciaram uma edição especial de comemoração do 25.º aniversário do álbum de estreia da banda, “Peoples' Instinctive Travels And The Paths of Rhythm”, que irá ser lançada a 13 de Novembro. Para comemorar este 25.º aniversário, o álbum irá ser remasterizado a partir das tapes originais por Bob Power, engenheiro já detentor de prémios Grammy, e novamente lançado com novas remisturas exclusivas a cargo de alguns do maiores artistas de hip-hop que já referiram os A Tribe Called Quest como tendo sido uma grande influência criativa nas suas carreiras (Pharrell Williams, J.Cole e CeeLo Green).

ATCQ People's 25th - COVER.jpgEste álbum irá assinalar o primeiro lançamento de uma série de relançamentos dos A Tribe Called Quest ao longo dos próximos anos.

 

"Tinha este álbum na cabeça durante anos antes de gravá-lo. Analisando-o de uma forma geral, observar as ideias de um adolescente de 16 anos conquistarem algum tipo de reconhecimento faz-me sentir que consegui… Mas vê-lo a acontecer nesta incarnação… Sinto-me humilde"… Q-Tip

"Este álbum tem muito significado. Era o início da nossa carreira, o início da nossa marca, o início de ver a vida como a víamos e poder transferir essa visão em palavras e música."… Ali Shaheed Muhammad

“People’s Instinctive Travels And The Paths Of Rhythm” foi lançado em 1990 e surgiu numa altura crucial para o hip-hop. Os amigos de infância criados em Queens, Q-Tip, Phife Dawg, Ali Shaheed Muhammad e Jarobi White, pegaram na fórmula tradicional do hip-hop e deitaram-na pela janela fora. Tal como as bandas suas contemporâneas De La Soul e Jungle Brothers, que em conjunto viriam a ser conhecidos como o colectivo Native, as suas influências musicais e a nível de letras divergiam totalmente de qualquer outro grupo hip-hop da altura. Enquanto a maioria construía temas com base em samples de soul e funk vintage, os A Tribe Called Quest utilizavam samples de jazz e rock dos anos 70. Os seus versos surgiam em tom de uma conversa em vez de um confronto, abordavam tópicos de consciência social com uma candura descontraída e humor algo invulgar.

A crítica e o público de hip-hop compreendiam a mudança que os A Tribe Called Quest representavam. A revista The Source atribuiu a nota máxima de 5 microfones (pela primeira vez na sua história), ao passo que a revista The Village Voice descreveu o álbum como "animadoramente fixe”.

Alinhamento de “People’s Instinctive Travels And The Paths of Rhythm” (25th Anniversary Edition)

  1. Push It Along
  2. Luck Of Lucien
  3. After Hours
  4. Footprints
  5. I Left My Wallet In El Segundo
  6. Pubic Enemy
  7. Bonita Applebum
  8. Can I Kick It?
  9. Youthful Expression
  10. Rhythm (Devoted To The Art Of Moving Butts)
  11. Mr. Muhammad
  12. Ham ’N’ Eggs
  13. Go Ahead In The Rain
  14. Description Of A Fool

         Bonus Tracks

  1. Footprints (Remix feat. CeeLo Green) (Previously Unreleased)
  2. Bonita Applebum (Pharrell Williams Remix) (Previously Unreleased)
  3. Can I Kick It? (J. Cole Remix) (Previously Unreleased)

 

Mas quem são os A Tribe Called Quest?

Nativos de Queens, Nova Iorque, Q-Tip, Phife Dawg e Ali Shaheed Muhammad de Brooklyn, formaram os A Tribe Called Quest em 1985. O grupo é um dos colectivos de hip-hop mais lendários, adorados e respeitados de sempre. Facilmente reconhecidos pela sua abordagem única ao rap através da utilização de ambientes sonoros de jazz em rimas que abordam a temática africana, os A Tribe Called Quest foram amplamente responsáveis pela popularidade de um novo género musical que dominou a sonoridade da costa leste dos EUA no início dos anos 90.

Em termos sonoros, os A Tribe Called Quest representaram uma tangente decisiva e bem-vinda do jazz, ritmos com forte presença de baixo e samples ecléticos quando comparados com a mundana reciclagem de loops de soul e vozes das bandas da sua época. Em termos de letras, os MC Q-Tip e Phife Dawg abordavam questões sociais relevantes à juventude negra como a utilização da palavra “preto” e a sua relevância, a violação nos encontros e outras relações interpessoais e o consumismo, tudo isto com uma energia contagiosa e alegria, divertindo-se e promovendo simultaneamente o positivismo. Os A Tribe Called Quest editaram uma série de singles e álbuns de sucesso com a sua abordagem criativa à música rap. Em 1990, o grupo lançou “Peoples Instinctive Travels and the Paths of Rhythm”. O seu segundo álbum, “The Low End Theory”, foi considerado um dos maiores álbuns na história do hip-hop e que veria a consolidar a banda, atribuindo-lhe o estatuto de lenda. Nos últimos anos, a antecipação de outro álbum dos A Tribe Called Quest tem vindo a crescer. The Abstract Poetic, Five Foot Assasin e Mr. Muhammad ainda não nos honraram com um novo álbum de estúdio, mas voltaram à estrada. Actualmente, o poder da sua música ainda é patente nos seus espectáculos dinâmicos e na recepção por parte dos seus fãs.

 

A Red Bull Music Academy estreia-se na ficção de curtas-metragens com a série Paris Now!

Antes da chegada da Red Bull Music Academy a Paris entre 24 de outubro e 27 de novembro para a edição de 2015, uma série de curtas-metragens vão demonstrar o status vanguardista da capital cultural e criativa que é a cidade da Luz. Paris Now! reflete a amplitude da expressão criativa contemporânea em Paris e destaca as complexas maneiras que o repensar constante da actividade cultural que está embutido no tecido da cidade. Cinco cineastas extraordinários contam as suas próprias histórias atuais de Paris e como este lugar se apresenta no presente, aos jovens artistas de vários campos.

RBMA_Paris_Now_KV_900x600.jpgEstas cinco curtas-metragens embarcam numa série de contos inesperados: radicais, engraçados, mas sempre emocionantes, uma imersão nas diferentes formas de criação parisienses. Todos os diretores escolhidos têm uma profunda e íntima relação com a música de hoje e com a cidade de Paris, tal como as personagens envolvidas na série: encarnam diferentes partes de um mosaico criativo, tornando a paisagem vibrante, inventiva e influente que define Paris, agora (Now).

 

Em Being Flat, Quentin Dupieux aka Mr. Oizo ressuscita o seu infame fantoche Flat Eric para uma comédia estranha com Steve Little de Eastbound & Down e Charley Koontz da Community, é a primeira música nova de Mr. Oizo desde o aclamado álbum da Brainfeeder de 2014, “The Church”. A Hyperstar do Vine e do Instagram Anne Horel leva-nos numa #EmojinalParisTrip, absorvendo a cultura local através de um ecrã de computador que oferece a mesma facilidade de acesso a férias internacionais e a cachorros-quentes.

Romain Cieutat.jpgRealness with a Twist do colectivo ClekClekBoom do director criativo Romain Cieutat conta a comovente história de um adolescente gay (encabeçado por Kendall Mugler) na sua busca de identidade e aceitação, como ele divide seu tempo entre os desinteressantes banlieues e a cena voguing pari-siense.

Camouflage vê o duo de directores Julien + Adrien a montar uma intensa bata-lha em cena entre dois artistas que compartilham um foco cirúrgico e uma abordagem técnica ao seu ofício, o chef gourmet Atsushi Tanaka (um discípulo do icónico Pierre Gagnaire) e o mestre de sintetizadores modulares Etienne Jaumet.DexterNavy.jpgAs imagens acutilantes de SAINT de Dexter Navy são um poema escrito por e para Paris, contando com alguns dos principais criativos da cidade, como a musa da moda Michèle Lamy, o multidisciplinar Oko Ebombo e modelos de tirar o fôlego, como Maya Coline, Simon Adde e Adja Kaba. No encalce do seu trabalho para A$AP Rocky, Navy proporciona um olhar íntimo, sem censura à vanguarda da cultura da moda Parisiense.

Como um todo, Paris Now! proporciona um olhar de como as mentes artísticas trans-formam a infinitamente rica tradição da capital francesa no momento presente. A série é colaborativa, open-minded e de vasto alcance, espreitando para além da área da música e explora várias formas de arte.

Layori… a cantora nigeriana apresenta-se em concerto

A cantora nigeriana agora radicada em Portugal, prepara-se para lançar o seu terceiro álbum em 2016. Layori é uma das cantoras que mais atenção tem recebido na cena Afro Jazz e World Music nos últimos anos.  Nascida na Nigéria, cresce entre Nova Iorque, Londres e Cascais mas é em Munique onde inicia a sua carreira. 2010 marca a edição do seu álbum de estreia "Origin" que imediatamente chama a atenção da indústria valendo-lhe um contrato com Remark Records/Universal em Franca. Em 2012, Layori confirma o seu talento com o segundo de origianais, "Rebirth", álbum onde a cantora dá largas à sua mestria e inteligência musical, valendo-lhe o reconhecimento da crítica e do público.

layori.jpgCom estes dois álbuns e temas como "Dada" a cantora inicia uma séries de datas em palcos internacionais como os festivais de Würzburg e Viena, no Mito Festival em Milão, no Olympia em Paris e no Festival Django Reinhardt com o lendário produtor de Miles Davis, Marcus Miller. A sua fusão de Jazz, Soul. Folk e Pop guiada pela sua voz doce, quase mágica, afirmam-na como uma artista com forte identidade e grande visão de mundo, senhora de uma sonoridade elegante, actual, sempre temperada com as suas raízes africanas. Sem nunca perder a sua vontade de percorrer, ganhar mundo e traduzi-lo, em 2014, Layori troca a Alemanha por Portugal onde começa a preparar o lançamento do seu terceiro álbum. "UmmmHmmm" é o primeiro single, que hoje apresenta.

Mais uma prova de que o talento de Layori a coloca ao lado de conterrâneas como Sade, Asa e Nneka, confirmando assim a Nigéria como berço de vozes incríveis e talentos inegáveis

 

B.Leza (Lisboa)

18 de Novembro 2015 | 23.00h

 

 

AmadoraBD 2015 - Festival Internacional de Banda Desenhada

O AmadoraBD 2015 - Festival Internacional de Banda Desenhada, organizado pela Câmara Municipal da Amadora, acontece de 23 de outubro a 8 de novembro, no Fórum Luís de Camões e outros locais da grande Lisboa, e tem como tema A Criança na BD. O tema assinala a efeméride que comemora o centenário das personagens Quim e Manecas, da autoria de Stuart Carvalhais, um dos precursores do modernismo português, considerado o autor das melhores bandas desenhadas de crítica e sátira social, nos anos 10 e 20 do séc. XX, sendo a vanguarda europeia da época.

Neste âmbito, também os concursos organizados pelo AmadoraBD 2015 pretendem assinalar o tema e prestar uma homenagem a estas duas personagens, recordando a sua importância e contribuindo para a sua redescoberta e reconhecimento, sobretudo pelas novas gerações.

0111.pngTodos os anos, o Festival atribui também os Prémios Nacionais de Banda Desenhada (PNBD), distinguindo edições e personalidades nacionais e estrangeiras cuja atividade se desenvolve no circuito da nova arte: melhor álbum, melhor argumento, melhor desenho, melhor álbum português em língua estrangeira, melhor álbum estrangeiro de autor português, melhor álbum estrangeiro, melhor álbum de tiras humorísticas, melhor ilustração de livro infantil, melhor ilustração estrangeira de livro infantil, prémio clássicos da nona arte, prémio fanzine, prémio juventude e troféu de honra.

 

As aventuras de quim e manecas de stuart carvalhais…

Nascida em 1915 no suplemento humorístico do jornal O Século designado O Século Cómico, a série As Aventuras de Quim e Manecas é uma banda desenhada "incomparável na Europa da época e a série portuguesa mais famosa de sempre", segundo João Paulo de Paiva Boléo, comissário da exposição central do AmadoraBD 2015 e responsável pela compilação, introdução e análise desta obra de Stuart de Carvalhais, Quim e Manecas: 1915-1918 (Tinta da China, 2010). Aqui, realça "o ritmo, a verve, a leveza e a agilidade gráfica, a beleza e o domínio dos recursos específicos da BD" e destaca "o traço fácil e expressivo, a construção da sequência e da prancha como um todo, a modernidade de ritmo, a qualidade leveza e a agilidade gráfica, a beleza e o domínio dos recursos específicos da BD, a harmonia estética e cromática de muitas páginas, um humor que transparece não só do texto e dos diálogos, mas das próprias personagens, das situações, da ação, a ternura das figuras principais, tudo isso e muito mais fazem de Quim e Manecas, com ou sem balões", Stuart é o primeiro autor europeu a utilizar os balões de BD, "uma das grandes e mais significativas obras de arte portuguesa do início do nosso modernismo e mesmo do século XX". "É na génese "estrita" da banda desenhada europeia, em conexão com as influências norte-americanas, que emerge a criação incomparável de Stuart de Carvalhais. Mas é também, e muito, no contexto de um trajeto artístico pessoal, e da realidade sociopolítica e cultural, que surgem estes dois garotos que vão percorrer meio século e tornar-se numa das obras cimeiras da banda desenhada portuguesa".

 

O AmadoraBD - Festival Internacional de Banda Desenhada é organizado pela Câmara Municipal da Amadora e constitui o mais importante evento na área da Banda Desenhada, a nível nacional. É também uma importante referência a nível internacional, reconhecido como um dos maiores, melhores e mais diversificados eventos de BD, integrando o calendário internacional de eventos, como o Festival Internationale de la Bande Dessinée de Angoulême (França), o Lucca Comics (Itália), o Festival Internacional del Cómic de Barcelona (Espanha), New York Comic Fest (EUA) e o San Diego Comic Convention (EUA).

 

Consulte o programa completo aqui

“O Que Há De Bom” é o título do novo EP de Edgar Parobé

O Que Há De Bom” é o título do novo EP de Edgar Parobé. O trabalho, que chegou hoje ao mercado, é composto por cinco temas e já está disponível nas principais plataformas digitais. De destacar que do alinhamento deste novo trabalho, faz parte o seu mais recente single “Cantar”.Edgar Parobé ArtWork 1600x1600.jpgEdgar Parobé é um compositor e intérprete Brasileiro que começou a sua carreira em 2001, na cidade de Rio Grande, quando montou com amigos a extinta banda de covers Absence Soul. Desde então veio desenvolvendo a sua arte em outras bandas da cena local como Nostradamus, Estrada, Dope e Lucíola. Participou em eventos locais como Novos Talentos do SESI em 2006, ganhando o prémio de melhor música com a banda Nostradamus e a FEARG/FECIS, nos anos de 2007, 2008. Fundou a banda Resgate Kamikaze em meados de 2008, na qual foram produzidos cerca de 15 temas autorais com estilo que varia entre Rock e Reggae. Em Porto Alegre, o músico já passou por diversos eventos e concertos, entre eles: Casa de Teatro de Porto Alegre, Garagem Hermética, CCMQ, Bar do Marinho, Paraphernalia Bar, Cabaré do Verbo, Café do SESC, Meme, entre outros.

Ao lado de Cláudio Pereira produziu, em 2013, o seu primeiro EP com o título “Felicidade No Ar”. Atualmente acaba de lançar, através da Music In My Soul, o seu novo EP “O Que Há De Bom”, que junta algumas das composições que tem vindo a construir nos últimos tempos.

Jean-Michel Jarre “Electronica Part 1: The Time Machine” já disponivel

Jean-Michel Jarre, uma das figuras mais importantes e influentes da música electrónica, regressa com novo álbum “Electronica Part 1: The Time Machine”. “If!...” feat. Little Boots é o segundo tema retirado do álbum e segue-se ao tema de apresentação “Glory” que conta com a participação dos franceses M83.

ELECTRONICA PART 1 THE TIME MACHINE - Cover.jpg“Electronica Part 1: The Time Machine” é, muito provavelmente, o seu projeto mais ambicioso de Jean-Michel Jarre até ao momento e conta com a colaboração de 15 músicos de diferentes estilos. No álbum participam nomes como M83, Air, Gesaffelstein e Little Boots, ao lado de veteranos da música eletrónica como Tangerine Dream, Laurie Anderson, John Carpenter, Massive Attack ou Moby.

"Queria contar a história da música electrónica até aos dias de hoje, do ponto de vista da minha experiência”, diz Jarre. "Então, comecei a colaborar e a compor com uma variedade de artistas que estão, directa ou indirectamente, ligados à música electrónica, pessoas que eu admiro pelo seu trabalho e que representam uma fonte de inspiração para mim ao longo das últimas quatro décadas.”

Anthony Gonzales (M83) sobre a sua participação no tema "Glory", o primeiro single deste trabalho destaca: "Jean-Michel Jarre é para mim um pioneiro. Ele fez muito pela música electrónica, em especial para a geração de artistas como Daft Punk, Phoenix, Justice entre outros. Para mim, foi uma incrível oportunidade de colaborar com um dos meus artistas favoritos".

Além de conhecer os seus convidados, Jean-Michel Jarre fez questão de trabalhar com eles pessoalmente. Esse processo cuidadoso garantiu ao álbum uma sensação coesa e única.

"Seria muito fácil para ele sentar-se em Paris e trabalhar através de e-mails", diz Moby sobre a sua experiência com Jarre. "Mas ir ter fisicamente com os seus convidados e sentar-se com cada um em várias ocasiões, estar em estúdio com as pessoas e mostrar-lhes diferentes facetas de si mesmos enquanto músicos foi especial... acho que faz com este álbum seja bastante interessante. Para mim, não se trata apenas de colaborações de música electrónica, é sobre seres humanos que vem juntos e colaboram de uma forma única.”

"Tu, Nós e o Génio"… o novo EP dos Imagina

Os Imagina têm novo EP. “Tu, Nós e o Génio” é título do trabalho que é composto por cinco temas, onde está incluído o mais recente single da banda “Motivação”. O EP, que ficou hoje disponível nas principais plataformas digitais, chegará ao mercado em formato CD no próximo mês de novembro.

IMAGINA_FotoPromocional.jpgNão há limites para a imaginação. Não há fronteiras para a criação. Na música, tudo pode acontecer. Diretamente da imaginação para a realidade nasceram, em Espinho, os Imagina. Emergindo da “clandestinidade” em que criavam música pela música, contagiados pelo Hip Hop, Soul, R&B, Funk e Reggae, Jorge Monteiro A.k.a. Short (MC), Silvano Silva A.k.a. Sylvano (MC) e Sara Nicole A.k.a. Ella (voz) tornaram realidade os Imagina, em 2011. Uma voz interventiva, sentimental, resistente, social, sonhadora, criativa...

capa-01.pngDa heterogeneidade de influências e estilos surgiu o primeiro disco, “Confluências”. E o primeiro concerto foi na cidade natal dos membros da banda, Espinho, a 24 de maio de 2013. Mais recentemente, têm vindo a assumir um estilo mais específico que se encontra numa zona de conforto para os três elementos, combinando o Rap, o Funk e o Soul.

Ciclo de Concertos “Arena Live 2015” no Casino de Lisboa

Com entrada livre, às Segundas Feiras, no Arena Lounge, o Casino Lisboa oferece até ao final do ano o ciclo de concertos “Arena Live 2015”. Com um variado cartaz, o Casino Lisboa estreia, já no próximo dia 2 de Novembro, às 22h30, o ciclo de concertos “Arena Live 2015”. Trata-se de uma série de nove concertos que está agendada para o palco central do Arena Lounge, às Segundas Feiras, e que culmina com a aguardada noite de Réveillon . A entrada é livre.

Capicua 2.jpgEm estreia absoluta no Casino Lisboa, Capicua inaugura, no próximo dia 2 de Novembro, o ciclo de “Concertos Arena Live 2015”. A mediática rapper portuguesa apresenta “Medusa”, um álbum de remisturas e de alguns inéditos que chegam para renovar o reportório e dar mais “electricidade” ao alinhamento. Capicua partilha o palco com os habituais companheiros, DOne (DJ) e M7 (MC), e, ainda, com Virtus nas teclas, mpc e programações. As projecções, que contam a história de cada tema do novo alinhamento, são de Vítor Ferreira, ilustrador, que as trabalhará a partir do palco. O Arena Lounge recebe, assim, um concerto, com uma equipa renovada e um reportório reinventado, que promete, não só os habituais momentos arrepiantes de rap emocional político e feminino, mas também mais temas dançáveis e electrizantes.

GLAM - Ana Moura.jpgnoutro concerto a não perder, Ana Moura reencontra-se, a 9 de Novembro, com os visitantes do Casino Lisboa para interpretar as melhores composições do álbum “Desfado”. A artista conta com a participação de Ângelo Freire (guitarra portuguesa), Pedro Soares (viola de fado), André Moreira (baixo e contrabaixo), João Gomes (teclados) e Mário Costa (bateria e percussões). “Desfado” representa um momento de viragem na carreira de Ana Moura. Recorde-se que, o 5º álbum de originais da artista foi distinguido nos “Prémios Amália Rodrigues 2014” com o galardão “Melhor Disco”, e foi nomeado, em 2013, como melhor álbum do ano na categoria “World Music”, pelo jornal britânico “The Sunday Times”.

Miguel Gameiro & Pólo Norte, celebram 20 anos de carreira com uma digressão ímpar que chega, a 16 de Novembro, ao Casino Lisboa. “A minha história cruza-se com a dos Pólo Norte e, por isso, fazia todo o sentido fazermos esta celebração juntos," explica Miguel Gameiro, que promete revisitar alguns dos mais marcantes temas nacionais das duas últimas décadas. Foi em 2014 que Miguel Gameiro voltou a reunir os Pólo Norte para assinalar os seus 20 anos de carreira como músico e, também, os 20 anos sobre o nascimento da banda. O reencontro deu origem ao disco “Miguel Gameiro & Pólo Norte 20 Anos” e, posteriormente, a uma digressão nacional que terminará no final de 2015.

carlão 111.jpgEm concerto inédito no Casino Lisboa, Carlão interpreta, a 23 de Novembro, os melhores registos do seu novo álbum “Quarenta”. O antigo vocalista dos Da Weasel está de volta às rimas, convidando o público a acompanhá-lo em várias composições originais. “Quarenta” inclui 13 temas nos quais participaram vários amigos de sabedorias e heranças distintas. No festejo do aniversário do rapper, o disco reúne ainda os contributos de Fred, King Kong, Holly Hood, Branko, DJ Glue, Sara Tavares e Agir que produziram algumas composições. Estão, também, em destaque New Max, Dino D’ Santiago, Bruno Ribeiro e, novamente, Sara Tavares que colaboraram nas vozes.

miguel araujo.jpgMiguel Araújo apresenta-se, a 30 de Novembro, no Arena Lounge para interpretar as melhores composições do álbum “Crónicas da Cidade Grande”. Temas como, “Balada Astral”, “Recantiga” ou “Canção de Salomão” estão em destaque no segundo disco a solo do vocalista e guitarrista da banda Os Azeitonas. Miguel Araújo é, hoje, considerado um dos grandes nomes da música portuguesa, destacando-se como compositor, letrista, cantor e músico, sendo bem sucedido em cada uma destas vertentes que compõem a sua multifacetada e ecléctica carreira.

HMB.jpgInspirados nos melhores registos de Soul e R’n’B , os HMB sobem ao palco do Arena Lounge a 7 de Dezembro. Com um segundo disco, editado no final de 2014, os HMB são, actualmente, uma das bandas portuguesas que mais se ouve na rádio. É impossível o público ficar parado com a energia de “Dia D”,Feeling” ou do mais recente “Naptel Xulima”. Após terem esgotado, a 19 de Abril de 2013, o Arena Lounge, no âmbito da celebração do 7º aniversário do Casino Lisboa, os HMB prometem outro memorável concerto repleto de momentos interactivos com o público.

Regula estreia-se, a 14 de Dezembro, no Arena Lounge do Casino Lisboa para protagonizar uma noite histórica. No ano em que editou o trabalho "Casca Grossa", o rapper atingiu um elevado estatuto, sendo considerado um dos nomes mais interessantes da música portuguesa da actualidade. Após um ano explosivo com a carreira a solo e o novo projecto 5.30 com Carlão (Da Weasel) e Fred (Orelha Negra) Regula é um dos nomes em ascensão no panorama musical português. A rua é o seu ponto de partida para rimas cortantes e contemporâneas, com exemplos como "Casanova" e "Solteiro" (colaboração com Orelha Negra e Sam The Kid), a prevalecerem como "clássicos" do registo mais abrangente do Regula. A colaboração com Blaya em "Mêmo a Veres" ultrapassa o milhão e meio de views e com a mente já em 2015, estreia "Womb” single oficial do novo álbum “Casca Grossa”.

pedro abrunhosa.jpgNum dos concertos mais aguardados, Pedro Abrunhosa & Comité Caviar sobem ao palco central do Arena Lounge a 21 de Dezembro. Autor e compositor de numerosos êxitos, o músico portuense propõe-se revisitar diferentes temas que marcaram o seu percurso discográfico.

"Para mim, um Disco é cada vez mais um Livro, uma narrativa contínua de histórias desencontradas que se reencontram na Música que escrevo, de personagens, por vezes atormentadas, outras felizes, de sentimentos de perda ou de conquista que acabam por ser comuns a muitos de nós. Falo de mim através das vozes de outros e transponho-me para os outros usando a minha própria voz. Ao longo de todo este tempo, diria quase desde que me conheço enquanto Músico, procurei melhorar a simplicidade daquilo que verdadeiramente me fascina: escrever Canções. O que aí vem é apenas isso. A minha Vida tornada palavra e harmonia. Se se encontrarem comigo neste trabalho, a minha tarefa estará cumprida e partirei para a estrada já com o próximo disco nas entranhas”, sublinha Pedro Abrunhosa.

 

O ciclo de “Concertos Arena Live 2015” encerra, da melhor forma, com Os Azeitonas a 31 de Dezembro. Em plena noite de Réveillon, a banda portuense será a protagonista de um programa festivo que se prolonga até de madrugada. Inspirados no álbum "Serviço Ocasional", Miguel Araújo, Marlon, João Salcedo e Nena reencontram-se com os visitantes do Casino Lisboa para revisitar os incontornáveis sucessos que marcaram uma década de produção discográfica. Êxitos como “Um Tanto ou Quanto Atarantado”, “Quem És Tu Miúda”, “Raydeeoh”, “Tonto de Ti”, “Nos Desenhos Animados Nunca Acaba Mal” ou “Anda Comigo Ver os Aviões” estão, habitualmente, em destaque nos seus concertos.

 

Ciclo de concertos “Arena Live 2015”

2 de Novembro - Capicua

9 de Novembro - Ana Moura

16 de Novembro - Miguel Gameiro & Pólo Norte

23 de Novembro - Carlão

30 de Novembro - Miguel Araújo

7 de Dezembro - HMB

14 de Dezembro - Regula

21 de Dezembro - Pedro Abrunhosa & Comité Caviar

31 de Dezembro - Os Azeitonas (Réveillon)

 

Fotografias: Paulo Homem de Melo e Sara Silva (Miguel Araujo)

 

Corrina Repp estreia-se hoje em Portugal

Corrina Repp, cantora e multi-instrumentista de Portland, Oregon, frequentemente comparada a Beach House, Gillian Welch ou Cat Power, estreia-se pela primeira vez em terras lusas para dois concertos onde a palavra "intimista" fará todo o sentido. Com a apresentação do seu mais recente disco a solo "The Pattern of Electricity", Corrina estará no dia 20 de outubro no Passos Manuel, no Porto, e no dia 21 de outubro chega a Lisboa, ao Palácio Pombal situado na rua de O Século onde a Carpe Diem Arte e Pesquisa é curadora. Aqui o concerto será embebido numa aura histórica, pois a actuação decorrerá na cozinha do palácio, revestida por azulejos azuis de outros tempos, onde supomos que o Marquês de Pombal tenha sido bem servido. As abobadas e arcos que compõem a estrutura deixam o som ser apresentado numa forma pura e cristalina, adequada para estas composições de Corrina.

Corrina Repp.jpgDesde a sua entrada na editora Hush Records em 1998, Corrina Repp lançou quatro discos,"A Boat Called Hope" (1998), "The Other Side is Mud" (1999), "I Take On Your Days" (2001), "It's Only the Future" (2004), que chamaram a atenção de Mark Kozelek (Red House Painters, Sun Kil Moon), lançando o quinto disco de Corrina, "The Absent and the Distant", através da sua famosa editora Caldo Verde, em 2006. Este disco teve uma excelente recepção por parte da Pitchfork, fazendo de Corrina parte fundamental da cena musical de Portland.

Um ano depois, Corrina juntou-se ao músico Joe Haege (31knots, Vin Blanc / White Wine) e formaram a banda Tu Fawning. Juntos lançaram um EP e dois discos, editados pela alemã City Slang, e durante cinco anos fizeram uma extensa tour pela Europa e EUA, culminando na sua separação - de banda e de relação amorosa - em 2012.

Durante o tempo que se seguiu, Corrina mudou-se para um pequeno apartamento sem tocar qualquer instrumento ou cantar, exorcizando deste modo a sua dor, e novos passos surgiram. Em 2014, entre o seu trabalho de part-time como actriz em filmes independentes, empregada de um restaurante ou "house-sitting" de uma mansão na floresta, Corrina começou novamente a escrever e a compor os nove temas que sustentam o seu mais recente trabalho "The Pattern of Electricity" (Caldo Verde Records / Discolexique, 2015), gravado em novembro por Peter Broderick, amigo de longa-data que entra na composição sonora (canta e toca guitarra, bateria, teclado), e misturado por Benjamin Weikel.

Para Corrina, o ambiente certo para se ouvir a sua música tanto pode ser numa viagem pelo deserto ou no meio de uma floresta com os headphones postos. O som de "The Pattern of Electricity" é soturno e introspectivo mas acaba por ter mais 'pulso e corpo' que os anteriores, onde os arranjos musicais mostram um requintado indie folk electrónico, de linhas de guitarra meio que solitárias, orgão e sintetizadores. Estes dois concertos de Corrina Repp em Portugal são mais do que esperados, após 17 anos de discos editados.

 

Texto: Filipa Marta

 

Passos Manuel (Porto)

20 outubro 2015 | 21.30h

 

Carpe Diem Arte e Pesquisa (Lisboa)

21 outubro 2015 | 21.30h

Ensiferum + Cruz de Ferro no Hard Club

Oriundos de Helsínquia, na Finlândia, um país com enorme tradição no que toca a bandas que fundem com sucesso diferentes tipos de metal, os Ensiferum lançaram a sua estreia homónima em 2001 e o disco transformou-se quase de imediato num clássico, ajudando em muito a definir todo um subgénero da música extrema, o folk metal épico de influências viking. Baseando a sua música numa muitíssimo interessante fusão de guitarras inteligentes e extremas, vocalizações brutais e influências étnicas, a única coisa mais ousada que os tópicos que abordam nas suas letras é mesmo a audácia que domina a forma altamente criativa como abordam a composição da música que fazem. Misturando elementos de death metal melódico, uma influência forte da fase viking de Bathory, uma pitada de black metal e outra da música folclórica finlandesa, o quinteto liderado por Markus Toivonen assina uma maravilhosa mistura de sons que se completam entre si. Durante as duas últimas décadas, cimentaram uma posição de destaque no vasto universo de géneros tão indistintos entre si como o folk, o epic e o viking metal, graças a uma sequência álbuns feitos de guitarras fortes, teclados subtis, percussão furiosa e melodia a rodos, que fazem com que “Ensiferum”, “Iron”, “Victory Songs”, “From Afar” e “Unsung Heroes” sejam hoje vistos como títulos essenciais.

000.jpg“One Man Army” é o título do mais recente registo de estúdio dos Ensiferum, que vai servir de mote ao regresso do coletivo finlandês a Portugal para dois concertos agendados para os dias 19 e 20 de Outubro, no Paradise Garage e no Hard Club, em Lisboa e Porto, respetivamente.

Gravado entre os meses de Setembro e Novembro de 2014, o muito aguardado sucessor de “Unsung Heroes” parte exatamente do ponto em que os cinco músicos nos tinham deixado há três anos, afirmando-se como o registo mais diverso que já assinaram. Os seguidores de longa data já sabem com o que contar... “One Man Army” é uma coleção de canções fortes, construídas de forma muito inteligente para suportar os contagiantes coros épicos, entoados por aquilo que soa como uma horda pagã que berra em uníssono enquanto balança no ar os cornos de beber. No entanto, não se ficam apenas pelo óbvio e, da abertura folk com “March Of War” ao inusitado ambiente country de “Neito Pohjolan”, passando pela ultra-rapidez de “Axe Of Judgement” e até pela inesperada toada dançável de “Two Of Spades”, há muito para descobrir nesta viagem épica aos gloriosos tempos de outrora.

 

A acompanhar os finlandeses Ensiferum nestes dois espetáculos vão estar os Cruz de Ferro, uma das mais aplaudidas revelações nacionais dos últimos anos no espectro do heavy metal tradicional e de raízes old school. Vencedor da categoria “Melhor Banda Nacional Sem Contrato” no balanço de 2013 da revista LOUD!, o quarteto ribatejano juntou-se no início de 2010, em Torres Novas, materializando uma ideia de longa data de Ricardo Pombo, guitarrista, vocalista e principal responsável pela composição do material do grupo. Em Agosto de 2012, Pombo entra em estúdio – acompanhado por João Pereira no baixo e Rui Jorge na guitarra – para, com a preciosa ajuda de Arlindo Cardoso (que gravou, masterizou, e tocou todas as bateristas), registar cinco temas para um EP de apresentação. “Guerreiros Do Metal” foi editado antes do ano chegar ao fim e, muito graças ao facto de cantarem única e exclusivamente em português e misturarem heavy metal portentoso com refrões épicos e harmonias que cruzam com solos tempestuosos, reuniu rapidamente consenso. Depois de muitos concertos de norte a sul do país e de alguns acertos a nível da formação (Bruno Guilherme substituiu recentemente David Gonzaga atrás da bateria), preparam-se para lançar o primeiro longa-duração, com o título “Morreremos De Pé”.

Portugal Festival Awards 2015

Já estão abertas as votações para a 3ª edição dos Portugal Festival Awards, iniciativa que premeia em várias categorias os melhores festivais realizados em Portugal durante o ano de 2015.

Nesta 3ª edição da iniciativa, são 140 os festivais a votos e 12 as categorias: Melhor Festival Urbano; Melhor Festival Não Urbano; Melhores WC’s; Melhor Campismo; Melhor Festival Académico; Melhor Micro Festival; Melhor Festival de Pequena Dimensão; Melhor Festival de Média Dimensão; Melhor Festival de Grande Dimensão; Melhor Atuação ao Vivo – Artista Revelação; Melhor Atuação ao Vivo – Artista Nacional; e Melhor Atuação ao Vivo – Artista Internacional.

image.jpgA escolha dos vencedores é feita pelo público, que pode votar online aqui ou ainda através da página de Facebook da iniciativa, bem como por um júri, do qual fazem parte Zé Pedro (Xutos & Pontapés), Tó Trips (Dead Combo), Vítor Belanciano (Público), Pedro Esteves (Observador), Fred Pinto Ferreira (Orelha Negra, Banda do Mar), Ana Teresa Ventura (SIC), Álvaro Costa e Nuno Calado (Antena 3), Joana Cruz (RFM), Pedro Ramos (Radar), Rita Carmo (BLITZ), Hélio Morais (PAUS, Linda Martini), Ana Markl (Canal Q, Antena 3), Valete e Tó Pereira (DJVibe), “entre outras personalidades reconhecidas nas áreas da música, dos media, do turismo, da sustentabilidade e da comunicação”.

 

A entrega dos prémios acontece a 17 de novembro, no Cinema São Jorge, em Lisboa com a atuação dos nomeados na categoria Melhor Atuação ao Vivo – Artista Revelação. Da Chick, Duquesa, Golden Slumbers, Isaura e Thunder & Co serão acompanhados ao vivo pela West European Symphony Orchestra.

 

Lista dos festivais a votação:

MELHOR FESTIVAL URBANO:

AgitÁgueda Art Festival

Barreiro Rocks

BB Blues Fest

Belém Art Fest

Bons Sons

Braga Music Week

Colhões de Ferro

EDP Beach Party

EDP Cool Jazz

Faz Música Lisboa

Festa do Jazz

Festim - festival intermunicipal de músicas do mundo

Festival Hip Hop Sou Eu

Festival In Lagos

Festival MED

Festival Musa Cascais

Festival Novos Talentos FNAC

Flaviaefest

FMM Sines - Festival Músicas do Mundo

Fundão Music Festival

Hardfest

Hell in Sintra

Jardim Sagres Fest

LISB-ON #Jardim Sonoro

Lisboa Mistura

Magafest

MEO Out Jazz

Milhões de Festa

Misty Fest

Moche Ponta Delgada Fest

Monte Verde Festival

Montepio Às Vezes O Amor

Mucho Flow

NEOPOP

Noites Ritual

NOS Alive

NOS Primavera Sound

NOS Summer Opening

Out.Fest

Portalegre Core

Rock na Vila

Rock Nordeste

Rock with Benefits

Santa Maria Summer Fest

Sol da Caparica

Sound Bay Fest

Um ao Molhe

 

MELHOR FESTIVAL NÃO URBANO

ADRock Achada

Andanças

Arredas Folk Fest

Azores Burning Summer

Barco Rock Fest

Byonritmos Festival

Cunqueiros Dance Party

Festival Bardoada & AJCOI

Festival da Povoação by Nissan

Festival do Atlântico

Festival do Crato

Festival Folk Celta

Festival Maré de Agosto

Ínsua do Vez Summer Sessions

Kamalhão Rock Fest

Kresto Rock Festival

Mata D'Aire

One Fest

Reverence Festival Valada

Rock no Espeto

Rodellus Music Fest

Salva a Terra

Santa Summer Sounds

SonicBlast Moledo

Sumol Summer Fest

SWR Barroselas Metalfest

Vagos Open Air

Vira Pop

Vodafone Paredes de Coura

 

MELHORES WC’s

Andanças

Azores Burning Summer

Barco Rock Fest

Belém Art Fest

Cunqueiros Dance Party

EDP Cool Jazz

Festival Maré de Agosto

Fundão Music Festival

Milhões de Festa

NEOPOP

Noites Ritual

NOS Alive

NOS Primavera Sound

Portalegre Core

Rock na Vila

Rock with Benefits

Santa Maria Summer Fest

Sol da Caparica

SWR Barroselas Metalfest

Vodafone Paredes de Coura

 

MELHOR CAMPISMO

Barco Rock Fest

Bons Sons

Byonritmos Festival

Festival da Povoação by Nissan

Festival do Atlântico

Festival Maré de Agosto

Indie Music Fest

Mêda +

Milhões de Festa

NOS Alive

Portalegre Core

Reverence Festival Valada

Rock na Vila

Santa Maria Summer Fest

Sumol Summer Fest

SWR Barroselas Metalfest

Vodafone Paredes de Coura

 

MELHOR FESTIVAL ACADÉMICO

Arraial do Técnico

Festa do Caloiro ISCTE-IUL

Festival Nova Música

Mega Festa do Caloiro de Lisboa

Queima das Fitas Coimbra

Queima das Fitas Évora

Recepção ao Caloiro AAUBI

Semana Académica da UTAD

Semana Académica de Lisboa

Semana Académica dos Açores

 

MELHOR MICRO FESTIVAL

ADRock Achada

Amplifest

Barco Rock Fest

Barreiro Rocks

BB Blues Fest

Bistroteca

Braga Music Week

Byonritmos Festival

Calheta Summer

Festival

Ceira Rock Fest

Côa Summer Fest

Colhões de Ferro

Cunqueiros Dance

Party

Entremuralhas

European Hardcore

Pool Party

Extreme Metal Attack

Festim – festival intermunicipal de músicas do mundo

Festins

Festival 1 Man Band

Festival Bardoada & AJCOI

Festival Carviçais Rock

Festival de Jazz de Viseu

Festival Didgeridoo

Festival Hip Hop Sou Eu

Festival Jota

Flaviaefest

Fora do Lugar – Festival Internacional de Músicas Antigas

Hardfest

Hell in Sintra

Ignition

Indie Music Fest

Ínsua do Vez Summer Sessions

Kamalhão Rock Fest

Kresto Rock Festival

Magafest

Mêda +

Mira Fest

Moita Metal Fest

Mucho Flow

Nordeste FEST.

O Salgado faz anos...FEST!

Out.Fest

Portalegre Core

Portalegre Jazz Fest

Ria Fest

Rock in Amadora

Rock no Espeto

Rock with Benefits

Rodellus Music Fest

Rosário Beach Party

Salva a Terra

Santa Maria Summer Fest

Santa Summer Sounds

SeixalJazz

SMED Fest

Sofar Sounds Lisbon

Somersby Porto

Sunday Sessions

SonicBlast Moledo

Sound Bay Fest

Souto Rock

Tremor

Um ao Molhe

Verdoejo Art Rock Fest

Vira Pop

WoodRock Festival

 

MELHOR FESTIVAL DE PEQUENA DIMENSÃO

AgitÁgueda Art Festival

Almeirim Music Festival

Arredas Folk Fest

Autumn Music Fest

Azores Burning Summer

Belém Art Fest

Caixa Ribeira

Festa do Jazz

Festival de Lavre

Festival do Atlântico

Festival Folk Celta

Festival Forte

Festival In Lagos

Festival Maré de Agosto

Festival Novos Talentos FNAC

Festival Para Gente Sentada

Fundão Music Festival

Jardim Sagres Fest

Lamas Sound Fest

Laurus Nobilis Music

LISB-ON #Jardim Sonoro

Mata D'Aire

MEO Out Jazz

Milhões de Festa

Misty Fest

Moche Ponta Delgada Fest

One Fest

Portalegre Jazz Fest

Porto Santo Beach Party

Quintanilha Rock

Reverence Festival Valada

Rock na Vila

Sound Waves

SWR Barroselas Metalfest

TRC ZigurFest

Vagos Open Air

 

MELHOR FESTIVAL DE MÉDIA DIMENSÃO

Andanças

Bons Sons

Caixa Alfama

Citânia Summer Fest

EDP Cool Jazz

Festival da Povoação by Nissan

Festival do Crato

Festival F

Festival MED

Festival Musa Cascais

FMM Sines - Festival Músicas do Mundo

Lisboa Mistura

Monte Verde Festival

Montepio Às Vezes O Amor

NEOPOP

Noites Ritual

NOS Summer Opening

Rock Nordeste

Sumol Summer Fest

Vodafone Mexefest

 

MELHOR FESTIVAL DE GRANDE DIMENSÃO

EDP Beach Party

Faz Música Lisboa

MEO Marés Vivas

MEO Sudoeste

NOS Alive

NOS Em D'Bandada

NOS Primavera Sound

Sol da Caparica

Super Bock Super Rock

Vodafone Paredes de Coura

 

MELHOR ACTUAÇÃO AO VIVO – ARTISTA REVELAÇÃO BY ANTENA 3

Da Chick

Duquesa

Golden Slumbers

Isaura

Thunder & Co.

 

MELHOR ACTUAÇÃO AO VIVO – ARTISTA NACIONAL BY ANTENA 3

Batida

Carlão

Diabo na Cruz

PZ

Regula

 

MELHOR ACTUAÇÃO AO VIVO – ARTISTA INTERNACIONAL BY FUEL TV

Blur

Chance The Rapper

Muse

Nicolas Jaar

Tame Impala