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Glam Magazine

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KOA lança anzol a Jimmy P

KOA estreia a 19 de outubro o vídeo para o tema “Bit My Hook”, o novo single que conta com a participação especial do rapper Jimmy P. Com a estreia no Marés Vivas do álbum homónimo, KOA já demonstrou que veio agitar o panorama musical português. “Bit My Hook” vem provar que a agitação ainda agora começou.

koa.jpgPrimeiro "Stand Up”, batidas fortes e cruas que se envolvem de uma voz versátil e poderosa, é o single de estreia com que KOA abala a pop. Ao vivo tudo ganha mais impacto numa grande produção a que se juntam mais 6 bailarinos e 7 músicos. O primeiro trabalho discográfico de KOA tem a produção assegurada pela Soundtrap com masterização partilhada entre Madrid, Mastering Mansion e Nova Iorque por Tom Coyne, conhecido por trabalhar com nomes como Jessy J, Sam Smith, Beyoncé ou Adele.

 

KOA assume-se como “feminista e teimosa” e orgulha-se de escrever acerca daquilo em que realmente acredita. Cresceu a ouvir estilos tão diversificados que vão do rap ao jazz, passando pelo r&b, pop e até música clássica

 

Fotografia: Sara Silva

Tremor 2016 a “mexer” já com os Açores…

O Tremor regressa à ilha de São Miguel, nos Açores, entre os dias 15 e 19 de Março de 2016. Capitão Fausto, Zeca Medeiros e Killimanjaro são as primeiras confirmações do abalo cultural cujo epicentro será a cidade de Ponta Delgada. O Tremor não é mais possível reduzir a um evento, ou circunscrevê-lo ao seu epicentro, na cidade de Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel nos Açores. Trata-se, sim, de um abalo cultural, cuja forma sísmica se replica, uma vez mais, de 15 a 19 de Março de 2016 na forma de uma ponte simbólica entre dois continentes, e todas as possibilidades que um paraíso entre eles plantado possibilita.

Numa organização conjunta entre a YUZIN Agenda Cultural, a Lovers & Lollypops e o curador independente António Pedro Lopes, o Tremor é um evento de cinco dias de intensa actividade tectónica, cujas fissuras criadas servirão de catalizador para a criação futura. Partindo de todos os abalos premonitórios que a Ilha de São Miguel irá receber, a partir de 15 de Março, prepara-se o epicentro do Tremor, a registar-se em formato 24 horas, no dia 19, na cidade de Ponta Delgada.

Capitão_Fausto_Ovar_1.jpgDesta forma, os dias que precedem o principal não se resumirão apenas a concertos, sendo enriquecidos com os já míticos "Tremores na Estufa" (concertos+viagem+ experiência surpresa na ilha) workshops, projecção de filmes, residências artísticas, palestras e actividades para escolas e crianças. Em suma, ao longo de cinco dias proporcionar-se-ão vários e irrepetíveis momentos de intimidade e partilha, numa perfeita harmonia entre a beleza natural ímpar da região insular dos Açores e a infinidade criativa da mão humana. Os primeiros exercícios de cartografia do Tremor 2016 trazem-nos os primeiros protagonistas da edição que se avizinha, a saber: Capitão Fausto, Zeca Medeiros e Killimanjaro. As novidades não tardam e, com elas, virão os nomes ainda por anunciar do alinhamento que se quer tão fresco, quanto corrente e premente, movido por força suficiente para abalar toda a região e as suas réplicas se estenderem até às portas da Europa e da América.

 

Os Capitão Fausto assumem o mito do demónio em forma de psicadelismo descontrolado, numa expressão portuguesa com o sotaque internacional da guitarra embebida em psicotrópicos e o gingar típico da poluição de britânica no baixo, que dava cadência tanto aos Pink Floyd quanto aos Beatles. É, aliás, nas incontáveis possibilidades destes pilares rock que os lisboetas se desdobram, sempre com os controladores bem orientados para a psique. Preparem as sinapses, graças aos Capitão Fausto ainda vão poder interiorizar novas dimensões da idílica paisagem açoreana.

 

Zeca Medeiros é um músico, compositor, actor e realizador nascido na Ilha de São Miguel. Séries como "Mau Tempo no Canal", "Xailes Negros" ou "Gente Feliz com Lágrimas” que realizou, representou e criou a banda sonora estão inscritas na memória coletiva e são uma contribuição maior para criação de um imaginário açoreano. Começou a sua vida pela música, tocando a bordo do paquete "Funchal", e em anos recentes foi distinguido com o Prémio José Afonso, e lançou o seu último álbum, “Aprendiz de Feiticeiro”, acompanhado de um documentário retrospectivo da sua obra. Teatral, misterioso, maior do que a vida, Zeca Medeiros guarda uma das mais magníficas vozes da música portuguesa. Há quem lhe chame o "Tom Waits dos Açores", mas a jogar em casa no Tremor, ele é prova de vida e resistência, uma das maiores contribuições para o cancioneiro açoriano e uma voz determinante na nossa época.

 

Os Killimanjaro merecem toda a nossa atenção, o trio encarna o melhor espírito DIY e, movido pela combustão da iniciativa, criou um espaço só seu na música de riffs, expressando-se num clássico heavy metal com o groove e os tons baixos do stoner. Com “Hook”, o mais recente disco, os rockers de Barcelos passaram pelos palcos mais emblemáticos do país sem evitar deixar muitos queixos pelo chão. No Tremor, será mais um grau para acrescentar à escala de Richter-Mercalli fará as contas dos estragos.

 

Fotografia (Capitão Fausto): Paulo Homem de Melo

Tape Junk no CCBeat em Outubro

Tape Junk é o mais recente projeto de João Correia, vocalista de Julie & The Carjackers. Trata-se da sua mais honesta expressão artística e lírica. As letras são diretas e pessoais e criam uma empatia imediata com o ouvinte. A busca do caminho certo, os desvios e atalhos que a vida nos oferece fazem parte da temática explorada. A inspiração musical vai de Johnny Cash e Hank Williams aos Pavement ou Beck. João Correia conta nos Tape Junk com Nuno Lucas, António Vasconcelos Dias e Frankie Chavez.

Tape Junk _ foto de Nuno Sousa Dias.jpgO álbum de estreia, gravado nos estúdios da Valentim de Carvalho, foi editado em 2013. Entretanto, a banda circulou um pouco por todo o país, tendo tocado em festivais como o Vodafone Paredes de Coura ou o Vodafone Mexefest, bem como na primeira parte do concerto dos The Young Gods, em Lisboa.

Este ano lançaram pela editora Pataca Discos um novo álbum de originais. É uma espécie de ‘statement’ sobre a banda, fruto da interação direta entre todos os elementos do grupo.

O resultado é um álbum mais cru e mais imediato. Um salto enorme, fruto da partilha entre os vários elementos que aproxima “Tape Junk” daqueles Tape Junk que contagiam o público nas atuações ao vivo.

 

CCB – Pequeno Auditório (Lisboa)

28 de Outubro 2015 | 21.00h

 

Fotografia: Nuno Sousa Dias

Aurora estreia-se ao vivo em Portugal no âmbito dos Vodafone Music Rewards with Spotify

Aurora tem apenas 19 anos e já é uma das vozes mais promissoras da pop contemporânea. Estreou-se recentemente com o EP "Running With the Wolves", elogiado pela crítica da especialidade, do jornal The Guardian ao NME, passando pela Clash, Noisey ou DIY, Aurora chegou inclusivamente aos ouvidos de Katy Perry, que escreveu na sua conta de Twitter sobre ela: "Finalmente, música nova que faz o meu coração palpitar".

aurora.jpgAgora estreia-se em palcos portugueses, tendo atuação marcada para o próximo dia 21 de outubro, no MusicBox, em Lisboa, no âmbito dos Vodafone Music Rewards with Spotify, sendo este um concerto exclusivo para quem tem conta Spotify Premium através do serviço Vodafone. Aurora Aksnes é uma cantora e compositora que compõe música pop negra de uma profundidade rara. Artista autodidata, tem escrito canções durante quase metade da sua vida. "Pratiquei muito, mas nunca sonhei que subiria a um palco ou que viesse a ser famosa", diz a própria. "Isso nunca foi o que eu quis. Tudo que sabia é que eu precisava de escrever música para mim mesma".

 

Uma das suas primeiras memórias musicais passa pela descoberta de um piano elétrico na casa dos pais e ficar desde logo maravilhada por todas as possibilidades sonoras que ele lhe dava. Com apenas seis anos revela uma rara habilidade em aprender de cor temas do repertório de música clássica, tocando-os ao piano. Pouco depois descobre Leonard Cohen, que desde cedo se tornou uma das suas referências musicais, em particular a canção "Suzanne". À medida que foi crescendo afastou-se do repertório clássico e passou a compor as suas próprias canções, ao mesmo tempo que aprendia inglês. "Essa foi altura em que comecei a sentir a necessidade de me exprimir de alguma forma e, por isso, comecei a escrever canções", revela. Tinha então somente 10 anos.

 

Só quatro anos mais tarde é que começou a revelar a outras pessoas as músicas que compunha no seu quarto, ainda que inicialmente a experiência de as apresentar em palco não lhe fosse tão natural e intuitiva como é hoje. Quando uma dessas suas primeiras canções chegou a um site de streaming norueguês e recebeu muita atenção, aí tudo mudou no percurso de Aurora. Em outubro de 2014 assinou pela Decca e este ano estreou-se com o EP "Running With the Wolves", que conquistou pelas suas canções eletropop gélidas, mas de uma sofisticação e intensidade emocional ímpares.

 

Musicbox (Lisboa)

21 de Outubro 2015

Carolina Deslandes escreve (mas) "Isto não é um livro"

“Para que não exista qualquer tipo de dúvida, isto não é um livro. Não é.”

Esta é a porta de entrada para os pensamentos e sentimentos de uma das mais acarinhadas jovens artistas portuguesas. Nas livrarias já no próximo dia 20 de outubro.

Image1.jpg“Esta é a história de quem tem medo de virar pó”.

Desde sempre, Carolina Deslandes tem a “necessidade física e psicológica de escrever, de dizer coisas e de pensar sobre coisas” e, porque perdeu a ilusão de céu e concluiu que, afinal, tornamo-nos pó, acredita que há histórias que devem permanecer além dela. E é assim que, através de “Isto não é um livro”, que também ilustrou, a intérprete de “Não é verdade”, “Mountains” (feat. Agir) ou “Carousel”, abre a porta de sua casa e convida os leitores a entrar.

No livro, que chega às livrarias a 20 de outubro, estão “histórias que vivi, que imaginei ou que me foram contadas por alguém e eu decidi escrevê-las com medo que se perdessem para sempre na correria do mundo”. A voz de “Se eu pudesse”, da banda sonora do sucesso da Disney “Os Descendentes”, revela que, se mandasse no mundo, “chamava segunda-feira a todas as más pessoas” ou que “a cura do cancro era cafuné e todas as lágrimas de amor faziam crescer flores”. E, não, isto não é um livro!

 

Carolina Deslandes começou a ganhar identidade enquanto artista aos 15 anos, quando se juntou a alguns amigos e começou a fazer refrões de hip hop e a tocar em vários bares na zona de Lisboa, mas foi a participação na 4ª edição do “Ídolos”, em 2010, onde acabou em 3º lugar, que a deu a conhecer ao grande público. Em 2012 e, depois de estudar na London Music School, lançou o primeiro disco “Carolina Deslandes”. O segundo álbum será lançado em 2016.

Vodafone Mexefest… Bombino, Demob Happy, Glockenwise

A novidade é palavra-chave do Vodafone Mexefest… e hoje anunciam-se três bandas com novos trabalhos prontos para serem apresentados na Avenida, a 27 e 28 de novembro. O virtuoso e vibrante Bombino que nos trará a sua World Tour 2015 com os temas do novo álbum ainda não editado, Demob Happy em estreia em Portugal com o novíssimo “Dream Soda” e os portugueses Glockenwise com o novo álbum acabado de sair “Heat”.

DSC_0564 (Cópia).jpgDa África Ocidental, mas do mundo inteiro, Bombino.

Nascido numa comunidade Tuaregue, tem no espírito nómada muita da inspiração para a sua música. Com dois discos internacionalmente reconhecidos, “Agadez” e “Nomad”, este último gravado e produzido por Dan Auerbach dos The Black Keys no seu estúdio de Nashville, Bombino é um virtuoso e distinto guitarrista e vocalista, vibrante de estilo e capaz de harmonizar os sons de África com os clássicos do rock‘n’rol de nomes como Jimi Hendrix. Trará ao Vodafone Mexefest a sua World Tour 2015, onde apresentará o futuro novo álbum. Imperdível, vai ser com toda a certeza um dos grandes concertos do Vodafone Mexefest.

the glockenwise.jpg

Os portugueses Glockenweise vão já no terceiro disco de originais e sem medo de arriscar com os seus riffs puros e diretos de guitarra, numa música sem pretensiosismos ou vaidades. É rock‘n’rol o que os de Barcelos fazem e fazem-no impecavelmente. “Heat” é a mais recente edição, e vai desfilar de forma sublinhada no Vodafone Mexefest.

Demob Happy.jpgTambém de rock se faz a música do quarteto de Brighton, Demob Happy. Formados por Matthew Marcantonio no baixo e voz, Thomas Armstrong na bateria e pelos guitarristas Matthew Renforth e Adam Godfrey, existem desde 2008, mas só agora se estreiam com o explosivo “Dream Soda”. Um dos discos rock do ano, que nos remete para as sonoridades de nomes como os Nirvana ou os Queen Of The Stone Age.

 

Vodafone Mexefest. De palco em palco, a Música mexe na cidade. Mais novidades a anunciar brevemente.

 

Já Confirmados:

Akua Naru; Anna B Savage; Ariel Pink; Benjamim; Benjamin Clementine;

BLOCO: Tropkillaz, Karol Conka, Mahmundi; Bombino; Bully; Castello Branco; Chairlift; Da Chick; Demob Happy; Do Amor; Ducktails; Georgia; Glockenwise; LA Priest; Márcia; Patrick Watson; Peaches; Petite Noir; Selma Uamusse; Seven Davis Jr; They’re Heading West e convidados; The Parrots; Titus Andronicus; Tó Trips; Villagers

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo (Bombino)

 

 

 

Festival Cellos Rock já tem datas de regresso. Glockenwise são a primeira confirmação.

Cellos Rock 2015… o mais antigo festival de música da cidade de Barcelos....

Em 2014, o festival Cellos Rock mudou-se para uma nova casa, apresentando uma aposta no melhor da nova música moderna portuguesa, num line-up 100% nacional e esgotando por completo os dois dias do festival. Sensible Soccers, Sequin, Black Bombaim, Duquesa, Dreamweapon e Jibóia levaram mais de meio milhar de pessoas ao mais antigo festival de Barcelos, que se apresentou pela primeira vez no auditório do Círculo Católico de Operário de Barcelos (CCOB), espaço que o voltará a acolher em 2015.

the glockenwise.jpgA 20 & 21 de Novembro, sexta e sábado, respetivamente, Barcelos volta a receber o melhor da nova música moderna portuguesa. A primeira confirmação para a edição deste ano são os Glockenwise, prestes a lançar o novo disco, “Heat”, com data de saída marcada para 26 de Outubro, novamente pela conceituada editora Lovers & Lollypops. O single de apresentação para este novo longa-duração será apresentado já amanhã. Oriundos de Barcelos, estes quatro rapazes são umas das mais energéticas bandas garage-rock existentes em Portugal. Tornaram-se, disco após disco, num caso de culto, onde a presença assídua nos melhores festivais portugueses e nas diversas salas pela Europa se verificou uma constante.

O preço dos bilhetes, assim como a data e locais de venda, serão revelados em breve. Mais nomes serão anunciados nos próximos dias.

O festival Cellos Rock é uma organização da Associação Rock Na Barragem, com apoio da Câmara Municipal de Barcelos e da Casa da Juventude, e produção da promotora covilhete na mão. A curadoria artística está pelo quarto ano consecutivo a cargo de Ilídio Marques, jornalista e promotor cultural natural de Barcelos. A conceção gráfica está, também pelo quarto ano consecutivo, a cargo do ilustrador local Bruno Albuquerque.

 

Cellos Rock 2015

Auditório do Círculo Católico de Operário de Barcelos (CCOB)

20 e 21 de Novembro 2015

Ana Moura revela os autores e compositores do seu novo disco

Numa altura em que ainda se sentem os ecos mediáticos da chegada às 5 Platinas do seu último disco, Ana Moura revela agora mais alguns pormenores daquele que será o seu 6.º álbum de estúdio.

O disco, ainda sem nome, previsto editar no final de 2015, traz, novamente, nomes grandes da música portuguesa. Um dos nomes que Ana Moura canta, pela primeira vez é Carlos Tê, o qual assina um tema por inteiro, música e letra. O mesmo com Samuel Úria, de quem a fadista já se tinha confessado fã do seu trabalho e composições na altura da gravação de "Desfado".

Estreantes também na sua voz é Jorge Cruz (Diabo na Cruz), Edu Mundo ou Sara Tavares que compõe um tema que traz a letra de Kalaf (Buraka Som Sistema). Há ainda palavras do escritor José Eduardo Agualusa, cuja música é composta pelo músico angolano Toty Sa'Med.

ana moura.jpgO novo álbum de Ana Moura recebe também temas de músicos e autores com quem a fadista tem vindo a trabalhar regularmente desde a edição de "Desfado" e que aparecem aqui como um natural seguimento dessa cumplicidade. Falamos de nomes como Márcia Santos, Miguel Araújo, Pedro da Silva Martins que aqui se junta ao irmão Luís José Martins (Deolinda) e Pedro Abrunhosa que assina dois temas neste disco.

Há espaço também para o fado tradicional, que Ana Moura faz questão de manter no seu repertório. Manuela de Freitas escreve sob o Fado Cravo e Maria do Rosário Pedreira sob o Fado Carlos da Maia (Sextilhas).

 

Gravado em Los Angeles com o multi-galardoado produtor Larry Klein, o novo álbum de Ana Moura tem edição prevista para o final de 2015.

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo