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Glam Magazine

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Mário Laginha no "Outono em Jazz" na Casa da Música…

Duas estrelas do jazz luxemburguês juntam-se neste fantástico projecto. Pascal Schumacher e Francesco Tristano foram ambos “Rising Stars” da European Concert Hall Organization, e ao lado do percussionista libanês Bachar Khalifé formam um trio fundando na experimentação e na improvisação, um caldo a que já chamaram a fusão do século XXI. Francesco Tristano tem uma carreira dupla ligada à música electrónica e à clássica, como pianista Deutsche Grammophon; Pascal Schumacher destaca-se como um dos grandes vibrafonistas do jazz europeu actual; e Bachar Khalifé recupera as influências da música árabe. Em palco o trio passa por momentos mais meditativos que se interligam com fraseado jazzístico e grooves dinâmicos.

 

Bachar Khalifé percussão

Pascal Schumacher vibrafone

Francesco Tristano piano

mario laginha.jpgQue Mário Laginha gosta de percorrer os sons do mundo e fazê-los seus ao piano, já o sabemos. Uma das suas incursões mais interessantes é no batuco modernizado de Cabo Verde, especialmente quando interpretado pela guitarra e voz de Tcheka. Foi em 2011 que tocaram juntos pela primeira vez, e desde então cada novo encontro é uma oportunidade imperdível para ouvir canções inspiradas e momentos de intensa comunicação em palco, entre dois músicos com percursos muito diferentes. Ainda sem disco editado, o sucesso deste projecto junto do público e da crítica é inegável.

 

Mário Laginha piano

Tcheka voz e guitarra

 

Casa da Música (Porto)

21 de Outubro 2015 | 21.00h

Lura canta “Herança” de Cabo Verde em Famalicão

Nasceu e cresceu em Portugal, mas é Cabo Verde, terra natal da sua família, que Lura canta em todos os seus álbuns. Assim é em “Herança”, o seu mais recente trabalho, lançado no final do passado mês de setembro e cujas sonoridades a cantora dá a conhecer, este sábado, dia 10, num concerto na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

lura.jpg“Escolho o título sempre no final e a palavra ‘herança’ englobava todo o espírito do disco, um trabalho feito de histórias que os meus antepassados deixaram”, explicou Lura numa entrevista concedida, recentemente, ao semanário Sol.

Apontada como a sucessora natural de Cesária Évora e como expoente máximo do funaná, do batuco e da morna, Lura surge acompanhada em “Herança” pela percussão do brasileiro Naná Vasconcelos, vencedor de seis Grammy e eleito várias vezes o melhor percussionista do mundo pela revista norte-americana “Down Beat”. O lançamento deste novo álbum, o sétimo da carreira, marca o regresso de Lura a estúdio, depois de um interregno de seis anos sem editar.

A cantora prepara-se agora para apresentar “Herança” em palcos nacionais. Para além de Lisboa (no dia 13 de outubro), Lura sobe então este sábado, dia 10, ao palco do grande auditório do espaço cultural famalicense.

 

Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

10 de Outubro 2015 | 21.30h

Teatro Diogo Bernardes apresenta…. Peixe : avião

O Teatro Diogo Bernardes recebe no próximo sábado os peixe : avião, num concerto agendado para as 22 horas. Segundo Valter Hugo Mãe, "Quem não ouve peixe : avião é menos feliz."

peixe_aviao_mupi_.jpgO verão de 2015 assinala o regresso dos peixe : avião com “Quebra”, novo single no qual aprofundam a estética seguida no álbum homónimo de 2013. O novo tema, com vídeo da autoria do coletivo TARZAN (André Tentúgal e Vasco Mendes), antecipa o 4º disco de originais e um conjunto de concertos onde testarão novos temas ao vivo, entre os quais o festival Vodafone Paredes de Coura e o Bons Sons.

 

Criados no verão de 2007 na cidade de Braga, os peixe : avião rapidamente conquistaram a atenção da imprensa nacional através do promissor EP "Finjo a Fazer de Conta Feito peixe : avião". Desde então, a sua carreira tem sido pautada por um crescimento constante suportado pelos álbuns “40.02” (rastilho records, 2008), “Madrugada” (PAD, 2010) e “peixe : avião” (PAD, 2013).

Com o disco homónimo foram nomeado para os Prémios Impala, que reconhecem os melhores discos independentes europeus do ano, juntamente com Boards of Canada, Nick Cave e Sigur Rós. A Blitz atribuiu-lhes o 2º lugar na lista dos melhores álbuns nacionais de 2013 e foram várias publicações especializadas que lhes atribuíram o 1º lugar na lista dos melhores discos de 2013, entre as quais a Vodafone FM e o jornal Expresso. Em 2014 compuseram música original para o clássico “Ménilmontant” de Dimitri Kirsanoff, filme de 1929, após encomenda do Curtas Vila do Conde - Festival Internacional de Cinema.

 

Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

10 de Outubro 2015 | 22.00h

“Será Que Ainda Te Lembras do Simples Amanhã”… EP de estreia dos Zurbana

Será lançado no próximo dia 12 de outubro o novo EP dos Zurbana. “Será Que Ainda Te Lembras do Simples Amanhã” é o título deste novo trabalho que tem como single de avanço o tema “Eterna Madrugada”, apresentado no passado dia 14 de setembro pela editora Music In My Soul.

zurbana_capa_disco_01.jpgOs Zurbana surgem em meados de 2012, pelas mãos de António Cardoso, Pedro Abreu, Nuno Camacho e Pedro Henrique, que, desde cedo encararam a música como uma arte expressiva da representação da sua forma de viver e comunicar.

O rock alternativo é o estilo com que mais se identificam e inspiram para a criação de melodias, prosas e poemas, resultado de experiências passadas com outros projectos como “Bliss” e “Welcome Grace Project”.

Durante o ano de 2014 e grande parte de 2015, têm estado a trabalhar em conjunto na produção do EP que irão apresentar no último trimestre deste ano, e que poderá ser posteriormente descarregado em todas as lojas digitais.

A sua expressividade sonora é também influenciada pelos seus interesses em outras áreas artísticas como o design, a fotografia e o cinema. Com uma vontade quase descontrolada de transmitir mensagens diretas e sinceras os Zurbana prometem um EP extraordinário, capaz de surpreender até os mais céticos.

Até lá conheçam o single "Eterna Madrugada"!

“Bairro 7” é o novo Single de Catarina Pinho

Catarina Pinho tem novo single!

Extraído do seu álbum de estreia, que irá chegar ao mercado já no próximo ano, o single “Bairro 7” traz-nos fusão repleta de uma voz que profunda e intensa, que rompe a alma a cada palavra

IMG_2598.jpgNo seu primeiro disco, Catarina Pinho, apresenta uma mescla das suas muitas influências musicais que se fundem numa voz repleta de Fado e de emoção. As escolhas instrumentais, revelam uma predominância acústica que remete para a música tradicional portuguesa, com laivos de contemporaneidade, num flirt assumido com o jazz. “Da Raíz Do Coração”, título do seu álbum de estreia, leva-nos até à encruzilhada onde tantas influências são percorridas, se encontram e se voltam a perder.

Na voz, Catarina, traz a esperança de viver das melodias que canta e abraça a sua herança, as suas raízes e o seu país, como um tesouro que lhe foi, um dia, confiado. Traz as estórias que os seus avós contavam, as lembranças de uma família humilde e turbulenta, as memórias da vida entre os invernos no subúrbio, e os verões no campo.

Em cada tema, existe a vontade profunda de partilhar com o ouvinte a incessante felicidade que a música e a vida lhe dá. Com as palavras que escreveu, anseia falar ao coração de quem as ouça e repeti-las vezes sem fim, seduzir como foi um dia seduzida pelos poetas e pelas canções.

Rihanna revela capa do próximo álbum "Anti"

Durante uma recente inauguração de uma exposição na MAMA Gallery, em Los Angeles, Rihanna juntou-se ao artista contemporâneo Roy Nachum, revelando sete telas pintadas a óleo que serão utilizadas no artwork oficial do oitavo álbum de estúdio da cantora. Mas esta não foi a única surpresa que Rihanna reservou para agora, tendo também anunciado o título deste tão aguardado disco: "ANTI".

rihanna-anti-cover.jpgEntre estes sete quadros de Roy Nachum que foram exibidos na MAMA Gallery encontra-se a capa do álbum da cantora nascida nos Barbados, que retrata uma jovem com uma coroa de ouro que lhe cobre os olhos e um balão preto firmemente amarrado ao seu pulso, retrato este pintado sob vários pontos de vista que se cruzam. Já a capa traseira do álbum mostra-nos uma pintura a óleo dessa mesma rapariga, mas vista de costas. Ambas as pinturas têm inscritas de uma forma hábil poesia em braille da autoria de Chloe Mitchel. O restante artwork do álbum é composto por outras telas do artista Roy Nachum com poesia inscrita em braille da sua autoria.

Esta é a primeira vez que é inscrita escrita braille num álbum, o que permitirá a pessoas que são cegas experienciarem todo este disco pelo toque.

0011.jpg"ANTI" ainda não tem uma data oficial de lançamento, mas dele já foram retirados três singles que rapidamente se tornaram das canções mais populares do ano: "FourFiveSeconds" - numa colaboração com o rapper Kanye West e o veterano Paul McCartney, "Bitch Better Have My Money" e "American Oxygen".

Pela primeira vez na Europa… A Bienal de São Paulo em Serralves

A Bienal de São Paulo foi fundada em 1951 e é a segunda bienal mais antiga do mundo a seguir à Bienal de Veneza, que foi inaugurada em 1885 e lhe serviu de modelo. A bienal tem como objetivo aproximar a arte brasileira do público internacional e vice-versa. Esta será a primeira vez nos seus mais de 60 anos de história que a Bienal de São Paulo viaja para fora do Brasil.

A investigação que a exposição faz do potencial revelador da arte está a ser reconfigurada de acordo com o contexto físico, social e cultural da cidade do Porto e do Museu de Serralves.

pernasbienal_j2_29291781155c48a4acfa2b.jpgAs obras de arte selecionadas, desde pinturas e esculturas até vídeos e instalações, condensam as ideias da exposição brasileira e centram-se no modo como a arte pode alterar formas de pensar o mundo. Imaginando modelos de vida e sociedade que são diferentes ou (ainda) não existem, as obras de arte questionam a autoridade da religião, da história e dos sistemas de controlo e apontam de que modo ela poderia ser diferente. O título da exposição está, ele próprio, em constante transformação, com o verbo mutante a sugerir alguns dos muitos e diferentes tipos de experiência da arte enquanto processo de devir.

 

A apresentação de "Como (…) coisas que não existem” no Museu de Arte Contemporânea de Serralves integra o PROGRAMA NO TEMPO, uma série de discussões especialmente comissariadas que decorrerão em três momentos da exposição. Esse programa baseia-se na investigação exaustiva levada a cabo pelos curadores da Bienal no Porto e em Lisboa, a qual incluiu encontros com jovens artistas, ativistas e investigadores, bem como visitas a espaços expositivos independentes, universidades e cooperativas artísticas. Abordará os temas importantes que dão forma a este projeto: Da Educação, Colonialismo Invertido e O Direito à Cidade: Criminalização da Pobreza.

"Como (…) coisas que não existem - uma exposição desenvolvida a partir da 31ª Bienal de São Paulo” é comissariada por Charles Esche, Galit Eilat e Oren Sagiv, com o apoio dos curadores de Serralves Ricardo Nicolau e Paula Fernandes, e organizada pela Fundação Bienal de São Paulo em colaboração com o Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto. Em São Paulo, a exposição foi adicionalmente comissariada por Nuria Enguita Mayo, Pablo Lafuente com Benjamin Serrousi e Luiza Proença.

A mostra foi premiada na III Convocatória Ibero-Americana de Projetos de Curadoria, Conversaciones, realizada pelo Programa Ibermuseus.

 

Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto)

2 de Outubro a 17 de Janeiro 2016

 

 

Marco Rodrigues… Participa em disco nomeado para um GRAMMY Latino

Depois de ter passado recentemente pelo palco principal do festival Caixa Alfama, para um muito aplaudido espetáculo onde apresentou o seu mais recente álbum, "Fados do Fado", agora Marco Rodrigues foi convidado a participar no disco "El Alma del Son - Tributo a Matamoros", do cubano Alain Perez. O álbum está nomeado para um Grammy Latino, na categoria de Melhor Álbum Tropical Tradicional. Os vencedores dos Grammys para a música latina serão conhecidos a 19 de novembro, numa cerimónia a ter lugar em Las Vegas.

910638.jpgMarco Rodrigues é o único artista português presente neste tributo de Alain Perez ao trio Matamoros, uma referência obrigatória na história da música afro-cubana, liderados por Miguel Matamoros, músico e compositor que teve um importante papel para o desenvolvimento da música cubana e para o seu sucesso dentro e fora de portas. Em "El Alma del Son - Tributo a Matamoros", Marco Rodrigues junta-se a Alain Perez para um dueto na canção "Ruego de Amor". Zenet, Diana Navarro, La Santa Cecilia, Lolita, Café Quijano e Lucrecia são outros dos nomes convidados neste tributo.

Já em "Fados do Fado" Marco Rodrigues presta homenagem aos homens do fado, nomeadamente Carlos do Carmo, Jorge Fernando, Tristão da Silva ou Tony de Matos. O disco, produzido por Diogo Clemente (que no passado já trabalhou com vozes como Mariza ou Raquel Tavares), tem sido um sucesso comercial e de crítica e é verdadeiramente o seu trabalho de afirmação, tanto em Portugal como no estrangeiro.

 

Moksha… em espetáculos por Lisboa

Os Moksha apresentam amanhã, dia 9 de outubro, pela primeira vez no EKA Palace, pelas 22h30, o seu EP homónimo, editado em dezembro do ano passado pela Music In My Soul. Já no próximo mês de novembro, dia 14, irão atuar na Livraria Ler Devagar, também pelas 22h30. Com uma sonoridade rock e psicadélica, muito marcada pelos acordes das guitarras e pelos sintetizadores, procuram envolver o público numa fusão entre o som e a imagem. Recorde-se que “Hi-Tech” e “Claquete” foram os singles extraídos do EP homónimo, que poderão ser ouvidos no espetáculo do EKA Palace, já amanhã, e na Livraria Ler Devagar, no próximo mês.

moksha.pngOs Moksha definem-se como um projeto de experimentação artística. Procuram desenvolver uma "consciência experimental" na persecução de uma sonoridade original, o que resulta numa expressão progressiva com laivos de psicadelismo. Ao vivo, esta banda de Loures (mais propriamente, Cabeço de Montachique) pretende explorar, tanto quanto possível, a vertente performativa do som e da imagem.

Flávio Alfredo (voz, guitarra e teclado), José Freixo (baixo), Diogo Nuno (bateria) e Joel Pedro (guitarra e back vocals) são os elementos dos Moksha, banda que nasceu em setembro de 2009. No seu primero EP, homónimo, apresentam cinco temas cantados em português, com uma sonoridade Rock e Psicadélica, muito marcada pelos acordes das guitarras e pelos sintetizadores. A melancolia e o psicadelismo deste trabalho transportam quem o ouve para novas dimensões, recordando o universo dos anos 60 e 70, mas sem deixar de ser muito própria.

 

EKA Palace (Lisboa)

9 de Outubro 2015 | 22.30h

 

Livraria Ler Devagar (Lisboa)

14 de Novembro 2015 | 22.30h

 

 

"A Silent Song” é o novo single/vídeo dos We Trust

"A Silent Song”, é a música mais política do novo disco dos We Trust, “Everyday Heroes”, um disco com uma carga social bastante forte.

“É uma canção que fala sobre o futuro do Homem não ter de passar por guerras religiosas, políticas ou económicas, e sobre uma vontade profunda da conquista de uma sociedade harmoniosa, equilibrada onde o respeito e o amor sejam regentes." diz André Tentugal.

we trust.jpgSem dúvida que o momento certo para o lançamento deste single é este, momento de viragens sociais profundas a nível mundial, e mesmo a nível nacional.

"A arte tem uma voz activa e vive intimamente ligada ao contexto onde nasce, não podemos ficar indiferentes ao mesmo", diz novamente André Tentugal.

O vídeo da “A Silent Song” foi filmado em vários concertos da banda, durante a Primavera e o Verão de 2015, pelo realizador Vasco Mendes.

 

No dia 30 de Outubro os We Trust regressam aos concertos no Centro Cultural da Gafanha da Nazeré.

Ana Laíns em digressão e workshops nos Estados Unidos

Ana Laíns prepara-se para rumar aos Estados Unidos da América, onde fará a sua primeira grande digressão. Entre 16 e 24 de Outubro, a cantora realizará uma série de concertos e workshops, a convite de várias Universidades Norte-Americanas, em parceria com a Portuguese/American Cultural Exchange, Inc.

Esta digressão é o culminar de um ano cheio de concertos para Ana Laíns, que recentemente encheu o CCB para o concerto de encerramento das Comemorações dos 8 Séculos de Língua Portuguesa, das quais foi embaixadora em 2015. Um ano que encerra da melhor maneira, em Dezembro, com uma digressão nos países nórdicos que passa pela Suécia, Dinamarca e Noruega.

AnaLains-horizontal.jpgCom a cantora viajarão também o guitarrista Sandro Costa, o viola António Neto e o fadista Pedro Galveias.

"Estou muito empenhada neste projecto. Não se trata de uma digressão com contornos comuns. Tem uma forte componente pedagógica, e é, por isso mesmo, um enorme desafio. Faremos concertos normais, e teremos dias dedicados, exclusivamente, a oficinas sobre o Fado e a Língua Portuguesa.

É um projecto que me honra, e me preenche profundamente, porque me faz todo o sentido e cabe perfeitamente no que considero ser o meu grande objetivo enquanto cantora: Sentir-me útil na divulgação e desenvolvimento da cultura do meu país".

 

Ana Margarida Laíns da Silva Augusto,mais conhecida como Ana Laíns é natural de Tomar. Sempre ligada ao fado, a artista encontra na Música Tradicional Portuguesa outra paixão, que gosta de se definir de "cantora colorida. Começou a cantar aos 6 anos mas é aos 15 que canta o seu primeiro fado, a pedido do pai, Manuel Augusto, por insistência do fadista João Chora.

Tem dois álbuns editados, “Sentidos” em 2006 e “Quatro caminhos” em 2010, além de inúmeras colaborações com outros artistas como é o caso de Boy George.

ÁTOA anunciam disco de estreia… “Idade dos Inquietos”

Os ÁTOA acabam de anunciar, nas suas redes sociais, o lançamento do seu disco de estreia e de revelar a capa. "Idade dos Inquietos", disco que chega ao mercado no dia 20 de Novembro.

Depois de terem lançado os singles "Falar a Dois" e "Distância", a curiosidade em torno do lançamento do álbum de estreia dos ÁTOA tem vindo a crescer, principalmente nas redes sociais da banda, onde os fãs se têm mostrado impacientes para saber mais pormenores à cerca deste lançamento.

atoa.jpgA espera está quase a acabar! “Idade dos Inquietos”, que também é o título de uma das músicas, traz 11 canções originais, todas escritas e compostas por elementos dos ÁTOA. Estas 11 músicas são como um espelho que reflecte a maneira de ser dos 4 amigos e as suas vivências do dia-a-dia. As canções foram produzidas na sua maioria por João Bessa (responsável por algumas produções ou co-produções de artistas como Pedro Abrunhosa, Os Azeitonas, Miguel Araújo) e foram gravadas nos Groove Wood Studios no Porto.

Os ÁTOA são definitivamente um dos grandes fenómenos do momento. O video do seu mais recente single, "Distância", conta com mais de 600 mil visualizações no canal Vevo. "Distância" já foi ouvida mais de 180 mil vezes no Spotify, chegou ao número 1 do TNT - Todos No Top - da Rádio Comercial e foi durante semanas a música portuguesa mais procurada no Shazam. "Falar a Dois" o single que revelou a banda, acabou de ultrapassar as 300.000 visualizações no Vevo.

A banda formada por Guilherme Alface (voz, guitarra, piano), João Direitinho (guitarra, voz, piano), Rodrigo Liaça (bateria, percussão, voz, piano) e Mário Monginho (baixo, guitarra) tem tido um verão repleto de concertos.

Celeste Rodrigues… 70 Anos de Carreira

Celeste Rodrigues, a mais antiga fadista de Lisboa em actividade e uma das vozes de referência para a nova geração do fado, com a bela idade de noventa e dois anos, é certamente uma das vozes mundiais com a carreira mais longa.

cemusa_master_313x230_72dpipreview.jpgEste ano são comemorados os seus setenta anos de carreira, sete décadas dedicadas ao fado, num concerto no Teatro Municipal São Luiz.

Serão recordados em palco alguns dos seus êxitos como “Lenda das Algas”, “Praia de Outono” ou “Saudade Vai-te Embora”, combinando-os com fados originais, que ainda nos consegue oferecer com esta linda idade.

Para celebrar os setenta anos de carreira de Celeste Rodrigues estarão presentes convidados muito especiais: Camané, Helder Moutinho, Ricardo Ribeiro e Teresinha Landeiro.

 

Uma co-produção Museu do Fado e São Luiz Teatro Municipal

 

Teatro Municipal São Luiz (Lisboa)

10 de Outubro 2015 | 21.00h

“A Cinderela no gelo”… este Natal no Mar Shopping

Se encontrar um patim esquecido no gelo não será “pura coincidência”! Provavelmente foi esquecido pela Cinderela que, este Natal, conta-nos uma outra história… Os atores Liliana Santos, José Fidalgo e Helena Laureano formam o elenco principal que dará vida a mais um musical sobre o gelo apresentado em estreia absoluta no MAR Shopping, nos papéis de Cinderela, Príncipe e Madrasta respetivamente.

Com antestreia marcada para 26 de novembro, “A Cinderela no Gelo”, baseada no conto dos Irmãos Grimm, conta com direção artística de João A. Guimarães, responsável também pela encenação, e de Joana Quelhas, a quem caberá ainda a coreografia do espetáculo, orquestração de Artur Guimarães e dramaturgia de Ana Queirós.

image001.jpgUm baile real, uma princesa, um príncipe e um… patim.

Conseguirá a fada-madrinha tornar todos os sonhos possíveis? E será que nesta história tudo aconteceu como os contos de fadas nos transmitem? Neste Natal, tudo o que conhecemos está prestes a mudar. O tempo e o espaço ganham uma nova dimensão e a Cinderela conduz-nos numa viagem de tempos distintos e novas aventuras. Num turbilhão de sentimentos e constantes alterações do relógio, esta história leva as famílias a um mundo de dúvida e coragem, nervosismo e peripécias, sorrisos e aventuras, onde o tempo é decisivo e o amor terá de ser mais forte que todas as adversidades.

 

Liliana Santos, que recentemente se despediu de “Mar Salgado”, veste a pele de Cinderela. Desde que se estreou em “Maré Alta”, na SIC, em 2004, a atriz não tem parado, vivendo agora a sua primeira protagonista e, no teatro, onde, até aqui, só tinha experiência na recente peça “Don Giovanni”. O colega de elenco em “Mar Salgado”, José Fidalgo será o “seu” Príncipe. O ator, que, na telenovela da SIC vivia um dos vilões da história, interpreta agora no gelo uma personagem a que o público não resistirá. Com um vasto currículo em televisão, cinema e teatro, Fidalgo terá de cantar e patinar neste espetáculo, assim como todos os seus colegas de elenco.

Helena Laureano será a temida Madrasta da Cinderela. Com mais de 25 anos de carreira na representação, a atriz tem somado sucessos, destacando-se a sua participação em telenovelas em papéis marcantes como Maria dos Prazeres em “O Olhar da Serpente” (SIC), Cecília Moreira em “Ilha dos Amores” (TVI), Eduarda Rodrigues em “Rosa Fogo” (SIC) ou Anabela Milheiro em “Belmonte” (TVI).

Juntam-se ao elenco principal atores/cantores como: Ângela Marques, Samuel de Albuquerque, Maria Curado Ribeiro, Diogo Leite, entre outros

 

“A Cinderela no Gelo”, que reativa a parceria entre o MAR Shopping e a produtora AM Live, responsável pelos sucessos “O Quebra-nozes no Gelo” (2013-2014) e “A Branca de Neve no Gelo” (2014-2015), estará em exibição numa tenda no parque de estacionamento exterior do Centro Comercial. Devido aos êxitos que foram ambas as experiências anteriores, sendo de destacar que “A Branca de Neve no Gelo” esteve por diversas semanas em primeiro lugar no ranking da Ticketline, tendo sido assistida por 53.598 pessoas (mais 116% que no ano anterior), a tenda, este ano, terá uma capacidade de aproximadamente 1.000 lugares (mais 200 que no ano passado) e o espetáculo prolongar-se-á até 10 de janeiro (mais seis dias).

Ladrões do Tempo… Concerto de apresentação do álbum de estreia “1º Assalto”

“1º Assalto”, o álbum de estreia dos Ladrões do Tempo já se encontra nas lojas. Ao fazer a compra do álbum numa loja Fnac ou em Fnac.pt terá acesso exclusivo ao concerto de apresentação da banda que se vai realizar dia 8 de Outubro, esta quinta-feira no Musicbox em Lisboa.LADRÕES DO TEMPO - 1º Assalto (com sticker).jpgEntretanto, o novo single dos Ladrões do Tempo chama-se “Oxalá”.

Ladrões do Tempo é um grupo de cinco amigos que têm o Rock’n'Roll no sangue. O colectivo juntou-se há cerca de 4 anos para gravar a música "Mora na Filosofia", tema celebrizado por Caetano Veloso, e a química foi imediata.

A proveniência de diferentes bandas dos cinco elementos do grupo tornou os encontros para ensaios e criação de novos temas (nomeadamente, originais) mais esporádicos.

Já com a formação final, em 2014 os Ladrões do Tempo atuaram no festival Super Bock Super Rock, numa homenagem ao músico Lou Reed e à sua obra. Esse encontro memorável quebrou o hiato e motivou a banda no sentido de continuar o percurso iniciado há alguns anos, e levou o colectivo a retomar as gravações e criar novas músicas, rumo à edição do álbum de estreia. "Rua" foi o tema escolhido como apresentação do álbum, que terá a sua edição em Setembro deste ano.

 

“Estamos muito motivados com e edição do disco e com a perspectiva de retomarmos as actuações ao vivo, uma vez que adoramos tocar e de estar uns com os outros”, afirma Zé Pedro.

Os amantes do rock não poderão estar mais de acordo.

 

Ladrões do Tempo são:

Paulo Franco (DaPunkSportif) – vozes

Samuel Palitos (Naifa; GNR) – bateria

Tó Trips (Dead Combo) – guitarras

Zé Pedro (Xutos&Pontapés) – guitarras

Dony Bettencourt (Dead Cats Dead Rats) – baixo

 

Dony Bettencourt substituiu Pedro Gonçalves (Dead Combo), o primeiro baixista da banda.

 

Musicbox (Lisboa)

8 de Outubro 2015

“Rattle That Lock”, novo álbum a solo de David Gilmour

O novo álbum a solo de David Gilmour, “Rattle That Lock”, editado no passado dia 18 de Setembro, encontra-se em 1º lugar do Top Nacional de Vendas pela segunda semana consecutiva.

Depois do tema-título “Rattle That Lock”, “Today” é o novo single retirado deste novo álbum de David Gilmour.

Capa - David Gilmour_Rattle That Lock.jpgEntretanto, David Gilmour revelou o novo vídeo de animação para o tema "Rattle That Lock". O vídeo a preto e branco, é uma animação desenhada pelo projecto londrino Trunk Animation e retrata várias facetas de “Paradise Lost” de John Milton, de onde Polly Samson foi buscar a inspiração para escrever a letra de "Rattle That Lock".

O single “Rattle That Lock” inicia com quatro notas, criadas por Michael Boumendil, que precedem anúncios em francês nas estações ferroviárias da SNCF que Gilmour gravou no seu iPhone na estação de Aix-en-Provence.

As letras de Samson inspiraram-se no livro 2 de "O Paraíso Perdido" (Paradise Lost), de John Milton, que também está presente no seu mais recente e aclamado romance, "The Kindness".

O single também conta com a participação do Liberty Choir e as cantoras Mica Paris e Louise Marshall.

"Rattle That Lock" é o quarto álbum a solo de David Gilmour e surge após o seu disco de 2006, que chegou a n.º 1 no Reino Unido, intitulado "On An Island".

Polly Samson, principal letrista do disco, é parceira de composição de longa data de Gilmour. O disco foi co-produzido por David Gilmour e Phil Manzanera, dos Roxy Music. A extraordinária capa de "Rattle That Lock" esteve a cargo de Dave Stansbie, da The Creative Corporation, sobre a directoria artística de Aubrey Powell, da empresa de design Hipgnosis.