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Glam Magazine

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Novo álbum dos Zimun “Pra Frente” acaba de ser editado

Os Zimun são um quinteto oriundo de Belo Horizonte, Brasil, formado em 2009 e constituído por Fernando Castilho, Matéria Prima, Ravel Veiga, Gabriel Bruce e Edgar Dedig. Estiveram em Portugal em 2014 para uma primeira apresentação do seu trabalho e, desde então, a vontade de desenvolver uma relação mais longa e profunda com o berço da lusofonia é enorme.

O novo álbum dos Zimun, “Pra Frente”, foi lançado no dia 25 de setembro num exclusivo digital com distribuição da Lusitanian e pretende reforçar a vontade da banda em divulgar o seu estilo único junto dos portugueses.

Prafrente-Zimun_LuizaAnanias 2.jpgOs Zimun estarão em Portugal em novembro de 2015 para uma residência artística de uma semana na qual pretendem desenvolver ligações com artistas portugueses e apresentar este novo trabalho ao vivo, pela primeira vez. Além disso, contam anunciar em breve uma digressão por terras lusas que passa por diversas salas nacionais no início de 2016.

Intitulam-se de instrumentalistas e experimentalistas. À tríade guitarra, baixo e bateria soma-se um didgeridoo, congas, trompete e sintetizadores. Melodia, harmonia, ritmo, dinâmica e timbres. Nessa fusão sonora, os Zimun despertam várias sensações.

A missão de Zimun é propor Evolução e Transformação por meio da Música. A banda avança numa nova direção, a do jazz, na qual se nota a influência nos arranjos e improvisos. No rap e na melodia, através dos MC's, nota-se a busca pela sinceridade da poesia quotidiana das cidades.

 

Agenda: Steve Wynn no Musicbox…

Ao longo dos últimos 25 anos, Steve Wynn editou mais de vinte discos, assinando uma impressionante colecção de mais de 300 canções.

Gravou com R.E.M., Luna, Concrete Blonde, The Black Crowes, Yo La Tengo e Eleventh Dream Day, desenvolveu colaborações e foi capa de algumas das mais referenciais publicações da especialidade.

Steve Wynn.jpgSe ainda assim não conhecem o seu nome, talvez se recordem do trabalho seminal que partilhou com os seminais The Dream Syndicate que, ao lado de nomes como REM e The Replacements, desenharam a cena indie rock americana dos anos 80. Também lhe estão umbilicalmente ligados projectos como o Gutterball, o “Desert Trilogy” e tantos outros que compõem os dias de uma das mais prolificas carreiras da cena rock mundial.

Steve Wynn rompeu com os Dream Syndicate em 1989 para se “redefinir” enquanto artista. Desde então, editou cerca 10 discos a solo, onde explora universos musicais diversos, tendo integrando outros tantos projectos com nomes como Peter Buck (REM). Nesta vinda a Lisboa, Wynn apresenta-se em formato cantautor, sozinho com as histórias e a guitarra.

 

Musicbox (Lisboa)

7 de Outubro de 2015 | 22.30h

Savages com concerto surpresa no Lux Frágil dia 8 de Outubro

As britânicas Savages acabam de anunciar um concerto surpresa já na próxima quinta-feira, dia 8 de outubro, em Lisboa, no LUX Frágil.

A vai banda vai estar em Lisboa durante a semana que vem para gravar um videoclipe com vários fãs.

Savages.jpgAproveitando a visita à capital o grupo não quis deixar de realizar um concerto para o público português, que de acordo com a banda é a melhor audiência do mundo.

 

Lux Frágil (Lisboa)

8 de Outubro 2015 | 22.00h

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo

Galeria Solar inaugura exposição coletiva em parceria com a Bando à Parte...

A Solar – Galeria de Arte Cinemática, em Vila do Conde, inaugura este sábado, 3 de outubro, às 18.30h, a exposição coletiva “Everything Seems Fine From Up Here”, com trabalhos de Paulo Abreu, Susana Abreu, Rodrigo Areias, Marcos Barbosa, Pedro Bastos, Daniel Blaufuks, Tânia Dinis, Paulo Furtado (The Legendary Tigerman), Edgar Pêra e Jorge Quintela.

"Everything Seems Fine From Up Here" explora o cruzamento entre o som e a imagem em movimento através das obras de um conjunto de artistas, realizadores e músicos que articulam o cinema com as outras áreas da criação artística. Desenvolvida em parceria com a produtora Bando à Parte, a exposição reflete o trabalho colaborativo que alguns destes autores têm desenvolvido ao longo dos últimos anos na área do cinema e da música.

solar.jpg"Everything Seems Fine From Up Here" parte de registos em super 8 e 16mm, provenientes de obras anteriores, como instalações, filmes ou peças sonoras, para apresentar uma parafernália de elementos originais que invadem o espaço da Solar – Galeria de Arte Cinemática, permitindo a criação de novos diálogos entre as obras e novas leituras resultantes de uma articulação com o espaço da galeria.

Durante o período da exposição, os artistas envolvidos serão convidados a realizar momentos performativos na Solar. No dia da abertura, serão apresentadas as performances da artista Tânia Dinis e do realizador Jorge Quintela.

 

Em “Curva Ascendente”, Tânia Dinis explora o confronto da imagem com aqueles nela representados, recorrendo a suportes e dispositivos associados ao universo afectivo familiar, numa performance intima partilhada com a audiência. Pouco depois, o realizador Jorge Quintela apresenta “Spectroscope”, uma performance visual e sonora que explora as formas e as cores do vídeo analógico geradas e sincronizadas pela modulação de frequências áudio analógicas manipuladas ao vivo.

 

"Everything Seems Fine From Up Here" ficará patente na Solar até 29 de novembro, onde poderá ser visitada, gratuitamente, de segunda a domingo entre as 14:00 e as 18:00.

 

Discos: “Faces on Film” o novo EP de Jacob Whitesides

É com entusiasmo que Jacob Whitesides anuncia o lançamento do muito aguardado novo EP “Faces on Film”, no dia 23 de Outubro, pela sua própria editora Double U Records e com distribuição da BMG.

A colecção de canções de “Faces On Film” do cantor e compositor norte americano e a interpretação movida pela toada acústica dão ao público a oportunidade de descobrir o que o levou a conquistar uma impressionante base de fãs a nível mundial. O tema que dá nome ao EP, “Faces On Film”, tem a participação na guitarra de Keb’ Mo’, lenda do Blues e vencedor de três Grammys.

Jacob Whitesides.jpgCom um dom inato para a composição e escrita de canções, que variam do R&B de infusão pop até às intensas baladas marcadamente pessoais, Jacob apresenta agora um novo conjunto de temas que mostram o timbre único da sua voz e o seu estilo melodioso. Uma sonoridade que não conquistou apenas a atenção de mais de 10 milhões de fãs, como também da Radio Disney, que o apontou recentemente como “The Next Big Thing”, ou da MTV que o colocou em destaque durante o verão deste ano como “Artist to Watch”.

“Faces on Film” é lançado após o sucesso do EP “A Piece of Me”, que chegou ao topo das tabelas em oito países, incluindo Portugal. No iTunes dos Estados Unidos da América, alcançou o 1º lugar do Top Singer/Songwriter Albums, o 3º lugar do Pop Album Chart e o 5º lugar do Overall Top Album Chart.

 

Tocar ao vivo continua ser a grande paixão de Jacob Whitesides e é na estrada que tem passado a maior parte de 2015, com múltiplos concertos nos EUA, como artista de suporte nas digressões de Fifth Harmony e R5 e a digressão em nome próprio na Europa, cuja maioria das datas esgotou em poucos minutos.

O último destes concertos terá lugar em Lisboa, no Armazém F, a 17 de Outubro, e está praticamente esgotado.

Discos: The Weeknd continua a conquistar tudo e todos

The Weeknd é inevitavelmente um dos maiores fenómenos do R&B atual.

Três semanas depois de ter chegado ao primeiro lugar do top 100 da Billboard, com o single "Can’t Feel My Face", o cantor canadiano substitui-se a si próprio no top de vendas com a canção "The Hills", um feito raro alcançado apenas por artistas como The Beatles, OutKast, Black Eyed Peas ou Taylor Swift, a última artista a consegui-lo.

The Weeknd (Cópia).jpgAmbos os singles foram retirados do álbum "Beauty Behind the Madness", onde The Weeknd colabora com artistas como Lana Del Rey ou Ed Sheeran e que também se mantém há semanas no primeiro lugar do top de vendas norte-americano.

Na primeira semana de lançamento o álbum ultrapassou as 412 mil cópias vendidas nos EUA e, desde então, já vendeu mais 250 mil cópias, o que faz deste "Beauty Behind the Madness" um dos discos mais populares de 2015. Portugal não tem sido alheio ao estilo incontornável de The Weeknd, tendo este álbum alcançado o primeiro lugar do iTunes e do Spotify.

Recentemente o artista canadiano atuou no novo Apple Music Fest, no Roundhouse, em Londres, no seu primeiro concerto em solo britânico desde o lançamento de "Beauty Behind the Madness". O concerto recebeu aplausos muito entusiasmados de meios da especialidade como NME, Gigwise ou MTV. O site britânico do canal MTV lembra o encore "épico" com as canções "High for This" e "Wicked Games".

Por sua vez o álbum, "Beauty Behind the Madness", continua a ser alvo de críticas muito positivas. "O artista conhecido como The Weeknd não compromete os seus valores sonoros para favorecer o seu novo público", escreve o i-D Vice. O site Turn Style refere ainda que no seu novo disco The Weeknd encontrou o "balanço perfeito entre a pop e a profanidade", comparando-o ainda a Michael Jackson. A Fact salienta as "melhores produções" que povoam este "Beauty Behind the Madness", sem dúvida um dos álbuns mais incontornáveis de 2015.

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo / Rolling Stone - Wenner Media

Agenda: Melissa Oliveira feat. JAM na Porta-Jazz

De maneira inovadora, particularmente no mundo do jazz a cantora Luso-Australiana Melissa Oliveira e o artista audio-visual JAM apresentam um espetáculo que leva ao auge a combinação e interação da parte musical com a visual.

000.jpgMelissa Oliveira entra agora num novo mundo de imagens, sons e combinações inesperados. Desta maneira, esta performance revela muito mais que um concerto, mas antes uma experiência sinestética que que alia improvisação jazz a improvisação visual, ritmos Drum and Bass a imagética contemporânea e utilização de loops.

 

Melissa Oliveira: voz

JAM: turntables e projecções

Bruno Macedo: guitarra eléctrica

José Carlos Barbosa: contrabaixo

José Marrucho: bateria

 

No dia 2 de Outubro a cantora Luso-Australiana apresenta-se no sub-palco do Centro de Arte de Ovar para apresentar este mesmo espetaculo.

 

Porta-Jazz (Porto)

3 de Outubro 2015 | 19.00h

 

Fotografia: Claudina Quintino

 

Discos: “Stories” de Avicii chega hoje….

O novo disco do produtor sueco sucede a um dos discos com maior êxito de sempre na música de dança, e inclui "Waiting For Love" e "For a Better Day"avicii.jpg"Wake Me Up", "Hey Brother", "Addicted To You", "The Days", "The Nights", "Waiting For Love" e agora "For a Better Day". Não há período recente que não tenha Avicii como banda sonora. Se "True" foi o trabalho de estreia que o transformou em fenómeno global, o sucessor "Stories" é a confirmação de que o sueco ganhou o lugar como uma das faces mais influentes de sempre na música de dança. O novo disco já está disponível em todas as lojas e plataformas digitais.

Este registo conta com 14 faixas originais e as participações de Chris Martin (Coldplay) e Wyclef Jean, entre outras surpresas. "Todas as canções têm uma história que eu queria contar. Este trabalho refina o que eu acho que não estava perfeito da última vez. Acho que há mais camadas, estruturas muito diferentes, e cada canção foi escrita na guitarra acústica, por exemplo", revela-nos.

E todas as canções nos transportam para estados diferentes: "For a Better Day" e "Pure Grinding", os últimos dois singles que estrearam em simultâneo nas principais rádios europeias, dão a volta às expectativas para explorar duas sonoridades completamente distintas. É a sua vontade de experimentar que faz dos álbuns de Avicii muito mais do que uma colecção de drops: "Touch Me" traz influências de jazz, "You Can't Catch Me" abre a pista de dança às guitarras e "Somewhere in Stockholm" é uma homenagem pessoal à cidade que o viu nascer.

"Waiting for Love", o primeiro cartão de visita, está no topo das tabelas de airplay à volta do mundo e já conta com mais de 135 milhões de streams no Spotify. Aliás, Avicii é o décimo artista da história do Spotify com mais streams.