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Glam Magazine

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Agenda: “bomPorto”… Concerto pelos Refugiados

A Sister Ray está a organizar um concerto cuja receita e donativos vão reverter para o auxílio aos refugiados que estão actualmente a procurar a Europa como porto seguro.

A cidade do Porto tem uma tradição humanista, de tolerância e auxílio. Generosa e crente nas causas maiores, dando o seu melhor, fazendo das tripas seu sustento e o de quem nos procura. E as suas pessoas não são de ficar indiferentes perante a crueldade, não são de ficar caladas acompanhando o silêncio das manadas. Por isso, mulheres e homens de Letras e de Música vão dar o seu contributo para uma tarde e noite no Hard Club para que a tragédia não seja esquecida, para que se faça pelos outros o que gostaríamos que os outros fizessem por nós, e para que a ignorância não se repita.

the wetherman.jpgO concerto conta para já com a participação confirmada de 21 projectos musicais, estando ainda o cartaz em aberto.

Os nomes confirmados são

Alex FX,

Ana Deus,

Carbon & Emmy Curl,

Desligado,

Eat Bear,

Fat Cap,

H2O,

Helena Sarmento,

José Valente,

Kiko & The Jazz Refugees,

Malcontent,

Marquês Jam Trio,

Blind Zero,

O Incrível Homem Bomba,

Old Jerusalem,

Our New Lie,

Olavo Lupia

Peter De Cuyper (Barry White Gone Wrong),

Plax Vaz & Os Kriol’Art,

Rated With An X,

The Weatherman,

The Wild Booze.

Mundo Secreto,

Marques Jam Trio,

Ghost of Port Royal

Além da música, o concerto conta também com a intervenção de Manuela São Simão, Pedro Chagas Freitas, Ricardo Alexandre e Rui Spranger.

O preço mínimo dos bilhetes será 10 €, mas o preço é livre, podendo o público aproveitar para efectuar donativos. As receitas de bilheteira deste concerto reverterão, na íntegra, para o Conselho Português Para os Refugiados.

 

Hard Clube (Porto)

25 de Outubro de 2015 | 16.00h as 24.00h

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo (The Weatherman)

Agenda: Clube Z...

Clube Z de volta como prolongamento do Verão.

Tacos, Coronas e rock’n’roll é e sempre será a premissa. Luís Gravito, vulgo Cão da Morte, fará as honras de abrir o serão em concerto de sala-de-estar. Os catraios Old Yellow Jack prometem embalo psicadélico enquanto os Flaming Tits, entre os quais um membro das Pussy Riot, representam o underground punk siberiano na sua estreia em Portugal. O terraço estará lá, para os intervalos.

Clube Z é uma programação Puro Fun, a convite da Galeria Zé dos Bois.

ClubeZ4.jpgMas quem são os Flaming Tits?

Este concerto de Flaming Tits é um concerto secreto dos Youthless, que irão mostrar as suas novas músicas nessa tarde de sábado, sem grande aviso prévio. E é por isso que este concerto e tão especial. Os Youthless são formados pelo londrino Sebastiano Ferranti (baixo e vozes) e pelo nova-iorquino Alex Klimovitsky (bateria, sintetizador e vozes), ambos a viver, surfar e compôr em Portugal

 

Aviso: na festa de rentrée deste clube recreativo não entra gente bem arranjada.

 

Galeria Zé dos Bois (Lisboa)

19 de setembro de 2015 | 17.00h

Agenda: O Fado vai chegar a Sevilla… Festival do Fado

O Festival do Fado, que nasceu em 2011 em Madrid e já se realiza este ano em quatro metrópoles da Europa e da América Latina, chega finalmente a Sevilha. A primeira edição do Festival de Fado Sevilha vai ter lugar no emblemático Teatro Lope de Vega, de 6 de outubro a 2 de dezembro. Carminho, Cuca Roseta e Raquel Tavares são as estrelas da estreia do festival em terras andaluzias.

nd-carminho.jpg A primeira edição do Festival de Fado Sevilla completa-se com a projeção de filmes portugueses, um ciclo de conferências e uma exposição representativa do Fado, com o selo de qualidade do Museu do Fado de Lisboa. O tema do Festival deste ano, As Mulheres no Fado, irá mostrar as relações entre as Fadistas e este género de musica.

A presença de cantoras de primeira grandeza como Carminho, Cuca Roseta e Raquel Tavares, vão encantar e surpreender o público de Sevilha.

 

O evento, pela ambição sem paralelo e por apresentar ao mesmo tempo a História e a actualidade do Fado, tornou-se um marco no calendário de artistas, instrumentistas e conferencistas. A sua estreia precedeu a consagração pela UNESCO do Fado como Património Imaterial da Humanidade. E acompanha os triunfos dos fadistas nos maiores palcos do Mundo e os progressos no estudo da História do género. O Festival do Fado já conquistou o mundo, com edições em Madrid, Buenos Aires, Bogotá, Rio de Janeiro e São Paulo.

 

Carminho

Voz: Carminho; Guitarra portuguesa: Luís Guerreiro; Viola Fado: Flávio Cardoso; Baixo: José Marino de Freitas; Percussão: Ivo Costa.

Carminho apresenta em Sevilha o seu novo álbum "Canto". Depois de dar-se a conhecer internacionalmente, este trabalho é mais um passo numa carreira que é já é uma das mais notáveis do "novo fado". Em "Canto" Carminho conta com várias participações: um dueto com Marisa Monte, escrito por Arnaldo Antunes (sem mar Chuva), uma canção com letra de Caetano Veloso (O sol, eu e tu), um tema de Miguel Araújo (Ventura), temas com letras de Fernando Pessoa (Na Ribeira este rio), Carlos Paião (História Linda) ou um tema de Alberto Janes (Destino), e contribuições de instrumentistas talentosos como Jaques Morelenbaum, Nana Vasconcelos, Carlinhos Brown, Javier Limón ou Carlos Barreto. Mas Carminho permanece como Carminho e quando canta o Fado, a alma estão sempre presentes.

Teatro Lope de Vega (Sevilla)

6 de outubro de 2015 | 20.30h

 

Cuca Roseta

Cuca_0.jpg

Voz: Cuca Roseta; Guitarra portuguesa: Luís Guerreiro; Guitarra Clássica: Pedro Jóia; Baixo: Frederico Gato; Percussão: Vicky Marques.

O primeiro álbum de Cuca Roseta conquistou instantaneamente os corações do público e da crítica tendo atingido o galardão de ouro e permitido encher o seu passaporte.

Em 2013 a artista quis ir mais longe e assumiu a composição da esmagadora maioria dos temas de “Raiz”, o seu segundo álbum de originais.

“Raiz” consolidou o público da fadista e permitiu-lhe percorrer, ainda mais, todos os palcos nacionais, bem como aprofundar a sua carreira internacional com destaque para as impressionantes digressões realizadas no Benelux e a participação no Festival de Fado no Brasil, em agosto de 2013.

Pelo caminho a cantora portuguesa tem partilhado o palco e colaborado com nomes como Djavan, Ana Moura, David Bisbal, Stewart Sukuma, entre outros.

Em 2015 “Riû” é o terceiro álbum de originais de Cuca Roseta que irá ser interpretado no Festival do Fado Sevilla.

 

Teatro Lope de Vega (Sevilla)

17 de novembro de 2015 | 20.30h

 

Raquel TavaresDSC_0360 (Cópia).jpgVoz: Raquel Tavares; Guitarra Portuguesa: Ângelo Freire; Viola fado: Diogo Clemente; Baixo: Didi Santos.

Uma das vozes mais importantes do Fado contemporâneo, Raquel Tavares tem o dom inato de ser fadista e pouco mais se deveria dizer. Raquel vive onde vive o Fado, no coração de Alfama, que bate como se fosse seu e isso sente-se nos seus concertos. A sua apresentação no Festival de Fado Brasil, em agosto de 2014, foi considerado um dos cinco melhores desempenhos do ano pelo prestigioso jornal Folha de São Paulo. Tem as suas raízes e a sua identidade no fado e o público é o primeiro a reconhecer esse valor, recebendo-a com calor e uma gratidão única. A artista apresenta o seu novo álbum, com uma digressão mundial, em 2015

 

Teatro Lope de Vega (Sevilla)

1 de dezembro de 2015 | 20.30h

 

Fotografias: Paulo Homem de Melo

Agenda: Lisboa junta artistas num concerto de apoio aos refugiados

No âmbito das medidas de responsabilidade social desenvolvidas pelo município e pela empresa municipal de cultura de Lisboa, a EGEAC apresenta o concerto Lisboa Acolhe, organizado pelo São Luiz Teatro Municipal, que tem por objectivo sensibilizar a opinião pública e angariar fundos para apoiar o acolhimento de refugiados na cidade de Lisboa e no país.

carlão.jpgO concerto conta com a participação de Camané, Carlão, Carlos Mendes, Cristina Branco, Dead Combo, Jorge Palma, Márcia, Rita Redshoes, Samuel Úria, Sara Tavares e Sérgio Godinho.

 

O preço dos bilhetes varia entre os 15 € e os 40 €. As receitas de bilheteira deste concerto reverterão, na íntegra, para associações envolvidas na operação de acolhimento de refugiados em Portugal.

Na sequência desta iniciativa, estão previstas outras acções associadas ao ensino de português e aos serviços educativos da EGEAC (Casa Fernando Pessoa, Castelo de São Jorge, Museu do Fado, entre outros).

 

São Luiz Teatro Municipal (Lisboa)

28 de Setembro de 2015 | 21.00h

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo

José Cid no Campo Pequeno em concerto e gravação de DVD a 12 de Dezembro

Depois de vários concertos completamente esgotados e triunfais no Campo Pequeno, esta emblemática sala de espectáculos de Lisboa volta a ser palco, no dia 12 de Dezembro, pelas 21.30h, de um novo espectáculo de José Cid.
Desta vez, e acompanhado pela sua Big Band, José Cid apresenta o mais recente álbum, “Menino Prodígio” mas não vai esquecer, naturalmente, alguns dos seus maiores sucessos, e hinos absolutos da música portuguesa, compostos ao longo de mais de cinquenta anos de carreira.

jose cid.jpgUma carreira que começou em Coimbra, com os Babies, grupo pioneiro do rock'n'roll em Portugal, continuou em Lisboa com o Quarteto 1111, o mais inventivo e revolucionário grupo rock nacional dos anos 60 e 70, e com os Green Windows, que deram um novo brilho à pop do nosso país, e que culminou numa carreira a solo, iniciada em 1970, que já passou, sempre de forma interventiva, original e marcante, por vários géneros do rock (o hard-rock, o rock progressivo e sinfónico, o folk-rock…), a música tradicional portuguesa, o fado, o jazz, a música popular ou, tão simplesmente, o sincretismo de todos estes géneros que José Cid acarinha, numa linguagem única, pessoal e referencial para várias gerações de fãs em Portugal e no estrangeiro.

Imparável, cheio de energia e ainda e sempre um criador compulsivo, José Cid lançou em 2015 um novo álbum, “Menino Prodígio”, expôs a sua obra e as suas ideias na biografia “José Cid - O Lado B de um Provocador" e prepara para o futuro breve a edição de mais alguns discos de originais e da gravação ao vivo do seu emblemático espectáculo “10.000 Anos Depois entre Vénus e Marte”. No Campo Pequeno, a encerrar um ano em que também visitou muitos outros palcos de norte a sul do país, José Cid vai mostrar as canções de “Menino Prodígio”, das novas “Na Minha Guitarra”, “Menino Prodígio” ou “Aldeia Global” à releitura actual de temas dele e do Quarteto 1111 como “Blá! Blá! Blá”, “Monstros Sagrados” e “Rock Rural”, passando por uma versão pessoalíssima de “I Don't Wanna Miss A Thing”, dos Aerosmith, e também muitas outras do seu histórico acervo enquanto compositor e poeta.

 

Dia 12 de Dezembro, José Cid celebra a música mais uma vez com o seus fãs e convida-os a fazer parte dos enormes, e prodigiosos, coros que se irão também ouvir num novo DVD ao vivo que será gravado nessa data. A não perder...

 

Campo Pequeno (Lisboa)

12 de Dezembro de 2015 | 21.30h

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo

Agenda: Pedro Abrunhosa na passagem de ano no Porto

A contagem decrescente para o ano de 2016 será dada este ano por Pedro Abrunhosa na cidade do Porto. O músico portuense está a preparar, assim, o seu regresso aos grandes concertos no espaço público da sua cidade, com um concerto especial na Avenida dos Aliados, que inclui um espetáculo de fogo de artifício, este ano, com algumas novidades.pedro abrunhosa.jpg

Em 2014, depois de uma primeira experiência, Rui Moreira anunciou que a Câmara do Porto iria apostar na promoção da passagem do ano, à semelhança do que acontece noutras grandes cidades, oferecendo mais animação aos portuenses e, simultaneamente, estimulando o turismo e a dinâmica comercial e económica da baixa do Porto.

Estender o turismo além das épocas de picos tradicionais, tem sido uma preocupação do executivo, fazendo com que os visitantes passem mais tempo na cidade, se estendam ao longo do ano e deixem mais rendimento na economia local.

 

Na passagem de ano 2014-2015, a Avenida dos Aliados registou uma das maiores enchentes da sua história, com mais de 140 mil pessoas a afluírem à festa montada pela Porto Lazer, com a presença dos Clã e dos Expensive Soul e em que a contagem decrescente foi feita pelo DJ Fernando Alvim.

Este ano, a organização promete diversas melhorias no recinto.

Recorde aqui as fotografias do concerto da passagem de ano dos Clã e dos Expensive Soul

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo

Agenda: Rodrigo Maranhão ao vivo em Lisboa

O cantor e compositor carioca Rodrigo Maranhão vem a Portugal para um concerto único no dia 9 de outubro, no Santiago Alquimista, em Lisboa, acompanhado por Marcello Gonçalves (violão de sete de cordas), do Trio Madeira Brasil, e Marcos Suzano (percussão). Maranhão, que empresta as suas composições a António Zambujo, irá apresentar o terceiro álbum “Itinerário”, editado em 2014, que conta com a participação de Zambujo.

rodrigo_maranhao_washington_possato0094.jpg“Itinerário”, que também dá título a uma canção, é um projeto de novos temas no qual Rodrigo Maranhão assina sozinho a maioria das faixas, com excepção das parcerias com Pedro Luís em “Mantra”, e PC Castilho em “Lara” e “Rua da Preguiça”. Quando gravou o novo disco a solo tornou-se uma necessidade artistica inadiável, Rodrigo já sabia onde e como buscar a sonoridade que desejava. “Eu estava com muita saudade dos meus tempos de estudante de música, das aulas de música de câmara, daquele cuidado em seguir as cifras, as partituras. Queria voltar à essência de fazer música sem me preocupar com mais nada, além dela própria”.

 

Rodrigo rodeia-se da equipa dos seus sonhos, músicos com quem já toca há alguns anos e com quem divide todas as faixas do novo disco: Marcelo Caldi (sanfona e piano), Nando Duarte (violão 7 cordas) e Pretinho da Serrinha (percussão).

“Itinerário”, conta com a participação dos portugueses António Zambujo (voz) e Bernardo Couto (guitarra portuguesa) na canção “Madrugada”. Zambujo já tinha gravado “Quase um Fado” no álbum “Passageiro”. Os artistas dividiram uma temporada de concertos no Rio, em 2012. “O Zambujo é a minha voz masculina! Porque compositor é assim, a gente cria um carinho especial pelas pessoas que nos gravam. No meu caso, quase todas são mulheres”, diverte-se Maranhão, lembrando-se de Maria Rita, Roberta Sá, Fernanda Abreu, entre outras.

O terceiro solo de Rodrigo Maranhão revela um artista feliz no ofício de fazer música à sua maneira, no seu ritmo, com a sua assinatura. “Foi uma necessidade minha fazer o disco dessa maneira, do jeito que eu gosto de fazer as coisas. Hoje eu tenho total clareza de que é isso que eu quero pra mim e para a minha música”.

 

Santiago Alquimista (Lisboa)

9 de Outubro 2015 | 21.30h

 

Fotografia: Washington Possato

 

Agenda: “A Severa” - Ópera Cómica

A Severa é uma pobre cantora de fado que se prostitui nas horas vagas, à qual Júlio Dantas deu uma ascendência cigana. Por ela se apaixona, ou talvez não, o Conde de Vimioso, que por razões rocambolescas se chama na história Conde de Marialva.

a severa.jpgAtravés da sua ligação com o Conde, largamente criticada de forma corrosiva pelos frequentadores populares da Taberna do Mangerona onde a Severa canta, espera ela, sair da condição à qual se sente condenada.

Mas o que interessa ao Conde não é que ela saia, é que ela fique para que ele possa se possa abandalhar na taberna cantando o seu fadinho. Mas muitos são aqueles que a amam e lhe propõem mudar de vida. O Timpanas, o Diogo, o Romão, mas todos da mesma condição. Somente o Custódia, loucamente apaixonado por ela (talvez porque louco) recebe a sua amizade fraternal, o que muito desagrada ao Conde. E depois há uma Marquesa, também ela loucamente apaixonada pelo Conde, que a troca por uma cantora de fado, imagine-se lá! Enquanto D. José, de bela linhagem, vê o seu amor rejeitado pela Marquesa que prefere o cavaleiro-cantador de fados frequentador das tabernas mal-afamadas da Mouraria.

 

Amores desencontrados que levam a Severa, à beira da morte, a cantar:

“Fui desgraçada no mundo

Desde que a saia vesti

Eu quero morrer cantando

Já que chorando nasci.”

 

Teatro Ibérico (Lisboa)

25, 26 e 27 de Setembro / 2, 3 e 4 de Outubro | 21.30h