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Glam Magazine

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Agenda: A “Caixa Negra” dos GNR nos Coliseus

Em outubro de 2015, os GNR apresentam a produção “GNR - Caixa Negra” ao vivo nos Coliseus do Porto e Lisboa. A estreia acontece no Coliseu do Porto no dia 23 de outubro e no dia 31 de outubro, em noite de Halloween, os GNR abrem a Caixa Negra em Lisboa. É o regresso da mitica banda portuguesas aos palcos dos Coliseus.

gnr.jpgAlém dos novos temas que têm marcado este trabalho aclamado pela crítica, como Cadeira Eléctrica (single), Caixa Negra ou MacAbro, os GNR prometem incluir no alinhamento destes espetáculos temas que há muito não são tocados pela banda e que fazem parte do imaginário dos seus últimos 34 anos de carreira.

Nas palavras de Rui Reininho, o concerto Caixa Negra "tem lá coisas que não revela a ninguém e não lembram ao Diabo, também". Uma grande produção para assistir no Porto e em Lisboa. A Glam vai lá estar a acompanhar a banda de Rui reininho

 

Coliseu (Porto)

23 de Outubro 2015

 

Coliseu (Lisboa)

31 de Outubro 2015

 

 

Agenda: Slava's Snowshow chega em Outubro

Falta apenas um mês para a magia de Slava's Snowshow

Em Outubro, deixe a conformidade à porta e a imaginação correr livremente com Slava's Snowshow no Coliseu do porto e em Lisboa no CCB.

slava.jpgUm mundo de magia e sonhos em que uma cama se transforma num barco, uma teia de algodão envolve a audiência e um pequeno pedaço de papel se transforma numa tempestade de neve vai... Surpreender!

Um misto de teatro, música, efeitos especiais e poesia, o espectáculo de Slava proporciona ao espectador uma recordação indelével e já foi, aliás, distinguido com os maiores prémios na sua área, casos do Laurence Oliver para melhor entretenimento.

 

"Quis criar um espectáculo que nos levasse de volta para os nossos sonhos de infância" (Slava Polunin).

 

Coliseu (Porto)

2 a 3 de Outubro 2015 | 21.30h

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

6 a 11 de Outubro 2015 | 17.00h (dias 10 e 11) 21.00h (dias 6 a 11)

 

 

Festivais: Vodafone Mexefest…. já mexe…

É em novembro que a Avenida da Liberdade se enche de movimento num corrupio ávido da melhor música contemporânea. Para a edição deste ano, mais três convidados se confirmam: Benjamin Clementine, Villagers e Selma Uamusse

bc.jpgDepois de uma recente e espantosa passagem por Portugal, Benjamin Clementine está de volta para um concerto absolutamente imperdível. É um dos artistas ingleses que maior destaque tem tido nos últimos tempos. Antes de completar 20 anos, a vida levou-o até Paris e por lá, sem dinheiro, viveu sem abrigo, tocando nos lugares mais improváveis para sobreviver. Mas o seu génio autodidacta cedo foi descoberto e, de regresso à terra mãe, acabou quase que por milagre por se apresentar no famoso “Later... with Jools Holland”, mesmo sem qualquer contrato com uma editora, tocando o tema título do seu EP de estreia, “Cornerstone”. A passagem televisiva foi o mote para o retumbante e fulminante trajeto de Benjamin. Os concertos avolumaram-se, as editoras apareceram e Benjamin, hoje, tem já um LP editado, “At Least For Now” saído em Janeiro deste ano, e é um dos casos sérios da música britânica. Poeta, canta com as vísceras elegantíssimos temas soul e pop ao piano, lembrando a intensidade performativa de Nina Simone ou o jeito intimista de Antony Hegarty

Villagers é o projeto do multi-instrumentista Irlandês, Conor O’Brien. Com os dois primeiros discos foi nomeado para vários Mercury Prize e lançou este ano o belíssimo “Darling Arithmetic”. Nele, O’Brien encarregou-se de todas as tarefas: composição, execução dos instrumentos, mistura e gravação. Registo despojado de arranjos exagerados, é emocionalmente muito intenso, revelando a intimidade do músico num jeito belo entre a folk e a pop

 

Selma Uamusse é, indubitavelmente, uma das grandes vozes do momento. Moçambicana de nascimento, portuguesa de crescimento, tem colaborado com nomes de diferentes géneros musicais, Rodrigo Leão, Nu Jazz Ensemble ou WrayGunn, demonstrando toda a versatilidade da sua sublime voz. Prepara o lançamento do seu trabalho de estreia, um disco que juntará os sons africanos, temperando ainda as composições com eletrónica, psicadelismo e outros registos. Para ver e ouvir no Vodafone Mexefest

 

Vodafone Mexefest. De palco em palco, a Música mexe na cidade

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo