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Glam Magazine

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Festivais: A maquina do tempo do Reverence Festival Valada

A máquina do tempo passou por Valada?

Em valada respira-se uma atmosfera irreal, regressamos ao passado, será?03.jpgQuem nunca passou por cá tem que cá vir, tem que viver estes três dias em Valada, tem que reviver esta música que nos transporta a tempos passados, longe da eletrónica massificada.

O ambiente que aqui se vive, não tem rigorosamente nada, não tem nenhuma possível comparação com qualquer dos outros festivais nacionais que proliferam no verão. O “mainstream” aqui não entra.

00.jpgAlias, o Reverence não é um festival, é muito mais que isso, é uma forma sentida de estar com a música e de sentir o prazer da mesma.

Aqui os famosos “festivaleiros” não fazem paragem porque o que se procura aqui é diferente do que a generalidade procura.

04.jpgAqui não se encontram marcas patrocinadoras a oferecerem chapéus, óculos de todas as cores, “palhaçadas” para chamar a atenção das massas, aqui nada esta massificado, sente-se o pulsar da natureza em todos os recantos, em todos os cénarios que decoram o ambiente, os artigos que se encontram à venda, na “feira das almas”, a chamada praça da alimentação oferece todo o tipo de alimentação que se enquadra neste ambiente e nada de alimentação habitual em festivais.

 

E a aldeia de Valada é deliciosa, a boa disposição está estampada na cara das pessoas que têm muito orgulho em fazer parte desta “festa” como dizem.

Ruas estreitas, casas características do Ribatejo, um silêncio que percorre as ruas, apesar do festival, mesmo ao lado nas margens do Tejo estar a decorrer.

01.jpgA música, essa "peça" tão importante em qualquer festival, vamos falar nela nas crónicas diárias do festival.

 

Texto: Sandra Duarte Pinho

Fotografias: Paulo Homem de Melo