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Glam Magazine

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Teatro: Viagem Medieval 2015… Espectáculo UNICÓRNIO II

Apesar da morte do Rei e da Rainha em Unicórnio I, o Bem vence o Mal numa arrepiante batalha épica.

Mas a ambição de possuir os poderes mágicos e curativos do marfim do Unicórnio comanda os Malignos numa nova demanda, socorrendo-se dos sortilégios inovadores e surpreendentes das alfaias encantadas.

Um espectáculo equestre de luz e fogo numa dimensão de rara beleza e apurada estética em que o imaginário medieval crepita de vida diante dos nossos deslumbrados olhos.

unicornio.jpgO Espectáculo UNICÓRNIO II esta integrado na programa da Viagem Medieval em Terras de Santa Maria que arranca já esta quinta feira pelas 22 horas.

É uma produção da Companhia de Teatro Viv’Arte e conta com a encenação de Mário da Costa e Petra Pinto.

O elenco é constituído por Marta Machado (Princesa Aryana), Mateus Fernandes (Princepe Alan), Rafael Caetano (Sucelles, Senhor da Floresta Negra), Natália Barbosa (Flidais, Guardiã dos Unicórnios) e Ana Santos (Isola, Haia), bem como a participação dos Guerreiros do Mal

 

A apresentação decorre todos os dias de 30 de Julho a 8 de Agosto pelas 00h na Liça

Cinema: Bangladesh vence prémio longa-metragem do AVANCA 2015

Filmes da Jordânia, Cabo Verde e Guiné-Bissau entre os países distinguidos.

Terminaram os “Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia – AVANCA 2015”, encerrando 10 dias de festival e 5 dias de competições, conferências e workshops internacionais. Comemorando a décima nona edição, o AVANCA 2015 atribuiu prémios a filmes e autores de 17 países.

Jalals_Story_Still_1.jpg“Jalal's story” (fotografia) do realizador Abu Shahed Emon do Bangladesh arrebatou o Prémio Cinema para a Melhor Longa-metragem, tendo ainda recebido o Prémio Melhor Ator, que distinguiu Mosharraf Karim. Foram ainda distinguidas com Menções Especiais as longas–metragens “Bereave” dos irmãos Giovanis (EUA), “La distancia” de Sérgio Caballero (Espanha) e “After the war... before the war” de Igor Korablev, Kristina Cevich e Galina Krsnoborova (Rep. Checa e Rússia). Este último filme foi também distinguido com o Prémio Melhor Atriz, atribuído a Irina Demich.

O filme “Acabo de tener un sueño”, de Javi Navarro (Espanha), ganhou o Prémio Curta-Metragem e “Blue Eyed Boy”, de Amir Masoud Soheili (Irão), foi distinguido com uma menção especial.

O Prémio Animação distinguiu o filme da Jordânia “The street artist”, de Mahmoud Hindawi.

O Prémio da Melhor Fotografia distinguiu Marc Gómez del Moral, do filme espanhol “La distancia” de Sergio Caballero e Francisco Vidinha recebeu menção especial para o seu trabalho em “Deus providenciará” de Luís Porto.

 

Entre as categorias mais esperadas esteve a “Competição Avanca”.

Reunindo dez obras produzidas ou co-produzidas na região, foi distinguido o documentário “Pov Inventod – Ecos di Cap Verd” de Juan Meseguer (uma co-produção entre Portugal, Espanha e Cabo Verde), também distinguido com o Prémio Estreia Mundial.

Na categoria de curta-metragem o Prémio Estreia Mundial foi atribuído a “Deus providenciará” de Luís Porto.

O documentário “África Abençoada” de Aminata Embalo foi distinguido com a menção especial da Competição Avanca.

O Júri, presidido pelo italiano Marcello Zeppi, foi constituído pelos programadores Anja Kuck Braun (Croácia), Flávia Vargas (França e Brasil), Rosângela dos Santos (Brasil), Maria Judite Costa e pelos cineastas portugueses José Carlos Oliveira e João Cayatte.

Os prémios de Televisão e Vídeo foram atribuídos por um júri presidido por Manuel Matos Barbosa e constituído pelo programador brasileiro Euclides Moreira Neto, pelo jornalista Fernando Pinho, pelo ator Carlos Rico e pelos cineastas Henrique Vaz Duarte, Manuel Paula Dias e Rui Nunes.

 

Os documentários “L'Homme qui répare les femmes – la colère d'Hippocrate” do belga Thierry Michel e “The Dream of Shahrazad” de Francois Verster, numa co-produção que envolve a Turquia, Egipto, África do Sul, Holanda e França, repartiram-se ex-aequo o Prémio Televisão. O Júri atribuiu ainda uma Menção Especial ao filme “Madgermanes” de Malte Wandel (Alemanha).

 

O Prémio Vídeo distinguiu o filme português “A adorável dor de nunca te ter” de Patrícia Adão Marques e Nuno Figueiredo.

Este júri atribuiu o Prémio Estreia Mundial ao documentário “Lermontov” de Maksim Bespalyi (Rússia).

Pov inventod.pngA competição “Trailer in Motion” distinguiu o trailer “Pov Inventod” (na fotografia) de Juan Navarro (Espanha, Cabo Verde e Portugal) e o videoclipe “Breakapart” de Acollective, realizado por Noam Sharon e Tal Zagreba (Israel). O júri foi constituído pelo crítico Nuno Reis, pelo músico Sérgio Ferreira e pelo cineasta brasileiro Francisco Colombo.

 

Entretanto, na “AVANCA|CINEMA, Conferência Internacional Cinema – Arte, Tecnologia, Comunicação”, o Prémio Eng. Fernando Gonçalves Lavrador, em homenagem póstuma a um dos mais relevantes investigadores portugueses na área da semiótica, estética e teoria do cinema, distinguiu a investigadora Fátima Chinita da Escola Superior de Teatro e Cinema e do Labcom.

O júri deste prémio foi constituído pelos académicos Régis Frota Araújo (Brasil), Jouko Aaltonen (Finlândia), Yen-Jung Chang (Taiwan) e os portugueses Anabela Oliveira, José Ribeiro, António Abreu Freire, Carla Freire e José Marta.

 

No total, quatro júris constituídos por 25 individualidades de 7 países atribuíram 16 prémios e 7 menções especiais.

 

O AVANCA acontece todos os anos em Avanca no Distrito de Aveiro e é uma organização do Cine-Clube de Avanca e Câmara Municipal de Estarreja com o apoio do ICA/Secretaria de Estado da Cultura, Instituto Português do Desporto e da Juventude, Região de Aveiro, FCT, Junta de Freguesia, Paróquia e Escola Egas Moniz de Avanca, para além de várias organizações internacionais e entidades locais.

 

Agenda: Os Vulture com agenda de concertos preenchida…

Os Vulture estão com uma agenda de concertos bem preenchida no próximo mês de agosto.

O novo single, “Give in”, que estreou no dia 20 de julho, vai ser um dos temas apresentados ao vivo. Sucede a “Doomed to Fail”, single de apresentação do EP da banda de Santarém. Com uma capa a fazer lembrar os Red Hot Chili Peppers em "The Abbey Road E.P.", este trabalho foi editado em abril de 2015 pela Music In My Soul, encontrando-se disponível nas principais lojas digitais, bem como nas lojas FNAC e no El Corte Inglêsvulture.jpg Com uma mistura fresca de Grunge, Rock e a sonoridade Doom, os Vulture têm um novo trabalho. Este grupo de Santarém respeita as suas origens e reconhece-as em cada passo, admitindo ter-se deixado influenciar por detalhes geográficos e humanos exclusivos desta região do país.

A banda é composta por Gerald no baixo, Casaca na guitarra, Leo na voz e Duarte na bateria, músicos que decidiram produzir e gravar tudo no sítio onde estão, não vendo qualquer sentido em ir para estúdios desconhecidos e gravar músicas sobre um mundo diferente. Transportaram o estúdio até ao Ribatejo: procuraram casas antigas e quintas que pudessem utilizar e tentaram trabalhar sempre nesse ambiente único.

 

Os Vulture, formados em junho de 2007, não pretendem mudar nada a não ser eles próprios. Colocam as ideias em cima da mesa, onde o debate é transparente, e encaram as verdades inconvenientes. Influenciados por grandes nomes como Led Zepplin, Faith No More, Manson, Sepultura e, claro, Moonspell, a banda vive dos ritmos pesados e da tensão melódica com voz crua e dura.

 

Datas e locais da digressão:

31/07 - Bar Tem Que Ser (Alpiarça) | 22.30h

01/08 - Armazém do Chá (Porto) | 23.00h

07/08 - Casa da Cultura (Loulé) | 21.30h

08/08 - Guess Club (Faro) | 22.00h

09/08 - O’Gradys 12 Bar (Silves) | 18.00h

12/08 - Tokyo (Lisboa) | 24.00h

Agenda: MAU com concerto de despedida…

Os MAU, a banda portuguesa liderada por Luis Sousa anunciou na sua página facebook que irá “parar por tempo indeterminado”. Nesse mesmo comunicado anunciou o seu último concerto para 5 de Setembro nos Olivais, em Lisboa.

mau.jpgTranscrevemos abaixo o comunicado do grupo:

 

“É com alguma tristeza que vos comunico que os MAU vão parar por tempo indeterminado / We're going on an indefinite hiatus.

Nunca é fácil tomar uma decisão destas, afinal são 11 anos das nossas vidas. 11 anos de partilha, de gente que temos como família, de criação, de estrada, de muito sacrifício e de muitas alegrias, quase nenhuma delas relacionada com dinheiro.

A culpa não é da industria, não é de quem nos ouve, não é de quem nos promove ou partilha…É nossa. É culpa das nossas frustrações, da nossa impaciência, do nosso desconforto, da nossa saturação com um prazer incontrolável de viver a música, mas que tantas vezes se torna amargo.

Se és verdadeiro no que fazes, o momento de criação tende a ser doloroso. Quando começas a não encontrar estimulo para passar por esse processo psicologicamente penoso, deixas de ter vontade de o fazer. Foi o que aconteceu. Não existe outra justificação.

Obrigado a todos pelo apoio que demonstraram ao longo dos anos.

Não teríamos insistido nisto durante tanto tempo sem vocês.

Seria complicado agradecer individualmente a toda a gente que de uma forma ou de outra nos ajudaram neste caminho que se refletiu em 4 discos dos quais nos orgulhamos (uns muito mais do que outros), contudo há algumas pessoas que não podem deixar de ser celebradas. As nossas incrivelmente pacientes famílias; os nossos eternos managers Nuno Sampaio e Luis Benard da Costa; aos amigos que se seguiram na ajuda à organização da banda, David Martins, Joana Dias, Maya Angelou e Bruno Freitas; todos os elementos que fizeram parte no passado da formação dos MAU, Pablo Camp, Shir Comay, Pia Mechler, Jonas Jessen, António Soares, César Gomes, Alex Zuk Katakuna Reduma e Pedro Oliveira; e às duas rádios que teimosamente sempre acreditaram em nós e passaram as nossas músicas, mesmo quando estas fugiam à ditadura do “radio friendly”, a Antena 3 e a Vodafone FM .

Um agradecimento especial aos meus actuais parceiros de estúdio e palco, Eliana Fernandes, Carlos Costa e Paulo Silva. Continua a ser um privilégio contar com o vosso talento, poder tocar convosco e, acima de tudo, ter-vos como amigos.

Por último, um abraço forte de gratidão absoluta em forma de palavras ao mais perseverante, igualmente talentoso e ainda mais generoso elemento da banda, que me acompanha há 11 anos nesta casmurrice boa de fazer o que mais se gosta. Fica a saber que quando não tenho vontade de ensaiar, é lembrar-me que me vou encontrar com um dos meus melhores amigos em estúdio que me faz sair de casa. Ainda que não seja nos MAU, continuaremos a fazer musica juntos. Tem de ser, Nuno W. Lamy.

Guardamos o resto das despedidas lamechas para dia 5 de Setembro nos Olivais, data do último concerto dos MAU. Esperamos encontrar-vos por lá.

 

Aqui vos deixamos um tema inédito nosso e que nos parece apropriado para fechar esta história. Chama-se “Warm” e está disponível para download gratuito. Aproveitem.

Passou depressa. Obrigado por tudo.”