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Glam Magazine

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Festivais: Villa Ri-te!... Festival de Comédia 2015 “Luis Franco-Bastos”

“Luis Franco-Bastos”002.jpgLuís Franco-Bastos apresenta uma selecção especial de material, numa sessão único no Teatro Villarret.

Este set incidirá nas imitações que todos conhecem e o celebrizaram: Cristiano Ronaldo, Bruno Nogueira, Rui Costa, Alberto João Jardim, etc, e será realizado apenas nesta ocasião, como o propósito de gravar um álbum digital de stand-up, a lançar no final do ano.

 

Teatro Villaret (Lisboa)

28 julho 2015 | 21.30h

Festivais: Vagos Open Air 2015… 7 Agosto

A edição de 2015 do Vagos Open Air esta a chegar.

Estas são as bandas que fazem parte do alinhamento do dia 7 de Agosto

 

SCAR FOR LIFE

17.00h – 17.30hv001.jpgO guitarrista Alexandre Santos deu início aos SCAR FOR LIFE em 2008, criando uma coleção de temas que iam do groove mais mordaz a peças acústicas bastante mais calmas, num resumo de todas aquelas influências que tornam a música do quarteto lisboeta tão emocional e poderosa. A estreia homónima foi gravada com Marco Resende na voz e Daniel Cardoso (hoje nos Anathema) na bateria, dando-lhes oportunidade de tocar pelo país durante 2009 e 2010, numa série de concertos elétricos e acústicos que deram origem a “Live & Acoustic”. Já com Sales no baixo gravam o segundo longa-duração, “It All Fades Away” e a reação dos media supera as expectativas, culminando na eleição como Disco do Ano pela brasileira Collector's Room.

Em 2011, já com Leonel Silva na voz, gravam “3 Minute Silence”, um disco mais ambicioso, que explorou a faceta mais pesada dos SCAR FOR LIFE e contou com convidados como Kari Vähäkuopus (dos finlandeses Catamenia) e o teclista britânico Ged Rylands (ex-TEN).

Em 2013 marcam o quinto aniversário com a coletânea “Retrospective” e um tema-título inédito, em que participaram Neil Fraser (dos Ten) e Neil Murray (dos Whitesnake).

Concertos em Londres e Portugal antecederam mudanças importantes, com a entrada de Teen Asty para o baixo e Rob Mancini (dos Hotwire e Crush) para o lugar de vocalista. No Verão de 2014 foi então editado “Worlds Entwined”, que conta com mais um rol de colaborações notáveis, entre as quais se conta Vinnie Appice (ex-Black Sabbath).

 

Fotografia: Gonçalo Ferreira

 

MOONSHADE

17.45h – 18.15hv002.jpgCorria o ano de 2009, quando o guitarrista Pedro Quelhas e o baterista Cristiano Brito - determinados a aventurar-se num som diferente daquele praticado pelo seu anterior projeto, os Deep Cut, decidiram juntar-se ao guitarrista Dinis Martins, ao baixista Rúben Oliveira e ao vocalista Ricardo Pereira para formarem os MOONSHADE. Influenciados pelo death metal melódico escandinavo e estabelecendo o objetivo de misturar elementos mais melódicos com outras vertentes sonoras mais extremas, lançaram, em formato digital, "The Path Of Redemption", o EP de estreia, em 2010.

Após alguns concertos, ocorrem as inevitáveis mudanças na formação, com a saída da secção rítmica e a entrada de Afonso Aguiar para a posição de baixista. Em 2014 é lançado um segundo EP com o título "Dream | Oblivion", o primeiro a ser disponibilizado em formato físico, contando com Luís Neto como baterista de sessão. O lançamento é acompanhado pelo single "Goddess Eternal" e também pela entrada de Sandro Rodrigues para a bateria, marcando assim o início de uma nova era para a banda do Porto. Em 2015 estão mais vivos que nunca e, segundo os próprios, prontíssimos para "redefinir musicalmente o desespero, o caos e a morte".

 

VILDHJARTA

18.45h – 19.45hv003.jpg Os VILDHJARTA foram formados por Daniel Bergström, Jimmie Åkerström e Johan Nyberg em 2005, em Hudiksvall, na Suécia.

Verdadeira sensação desde o primeiro momento, muito graças às maquetas que puseram a circular na internet, passaram os últimos cinco anos a desenvolver um estilo próprio e, com os músicos espalhados pela Suécia, foram escrevendo as suas canções via e-mail, refutando a ideia de que a distância pode ser um obstáculo quando chega a altura de compor. À medida que mais e mais canções iam tomando forma, a progressão natural passava por encontrar elementos para completar a formação da banda. Com uma base de seguidores consolidada a nível underground, começam a surgir os primeiros convites para tocarem ao vivo e os músicos reúnem-se pela primeira vez em palco, sendo que a experiência lhes deu a confiança necessária para começarem a trabalhar num disco de estreia. A banda contacta diversas editoras e, na Primavera de 2011, assina um contrato mundial com a Century Media. "Måsstaden" foi gravado e misturado por conta própria, ficando só a masterização a cargo do muito reputado Jens Bogren, mas é a prova viva de que Bergström e companhia sabem exatamente como chegar ao destino que traçaram, desde bem cedo, para si próprios.

Neste caso em particular, um álbum conceptual de proporções épicas, narrado como uma fábula que alterna momentos brutais com outros mais atmosféricos de uma forma desconcertante.

 

HEAVEN SHALL BURN

20.15h – 21.30hv004.jpgPioneiros do metalcore em território europeu numa altura em que o género ainda não tinha sequer metade da fama que ganhou nos anos seguintes, ao longo dos últimos quinze anos os HEAVEN SHALL BURN nunca se sentaram à sombra do sucesso de congéneres norte-americanos como os Killswitch Engage ou Shadows Fall. Discos como “Antigone”, “Deaf To Our Prayers” e “Iconoclast” mostram que o grupo liderado pelos irmãos Bischoff continuou sempre a evoluir como um monstro sonoro que, hoje, já não pode ser classificado com um qualquer género específico ou estanque.

Aliás, enquanto muitos dos seus contemporâneos começaram a pôr o pé no travão e a mostrar óbvios sinais de abrandamento, reduzindo drasticamente os níveis de agressividade da sua música para agradar a audiências bem mais vastas, estes germânicos fizeram exatamente o contrário e, reduzindo as coisas ao essencial, sempre se mantiveram fiéis aos seus ideais, centrando o ataque do seu death metal com influências hardcore nas injustiças sociais e ecológicas a que fazem questão de apontar o dedo na tentativa de educar e inspirar o ouvinte a adotar um estilo de vida um pouco mais consciente e positivo.

As onze canções que compõem “Veto”, editado em 2013 na sequência do muito aplaudido “Invictus”, são “só” mais um compêndio de peso inflexível e a prova que faltava de que este é um daqueles grupos que nunca vai mostrar um sinal que seja de comprometimento.

 

AMORPHIS

22.00h – 23.30hv005.jpgA dar cartas, primeiro a nível underground e, poucos anos depois da formação da banda em 1990, os AMORPHIS são um dos nomes incontornáveis do boom do metal europeu de uma das décadas mais profícuas no que à música de peso diz respeito. Hoje uma das "potências" com mais força no que toca à produção de heavy metal em todas as suas vertentes, as coisas nem sempre foram assim na Finlândia, mas antes dos Nightwish, Children Of Bodom e HIM, já os autores de "The Karelian Isthmus" estavam presentes na mente dos apreciadores do death metal não alinhado com os clichés da altura. Ao longo de uma carreira que já ultrapassou a marca das duas décadas, conseguiram conquistar o seu lugar de destaque no panteão do som de peso e foram essenciais na tarefa de levar ao mundo o metal finlandês graças a discos como "Elegy" ou "Tales From The Thousand Lakes".

É precisamente no incontornável álbum de 1994, verdadeira lufada de ar fresco aquando da sua edição e um dos títulos mais marcantes da música extrema produzida nos anos 90, que o quinteto formado por Esa Holopainen, Tomi Koivusaari, Jan Rechberger, Tomi Joutsen, Santeri Kallio e Niclas Etelävuori se vai focar neste regresso ao Vagos Open Air, depois de uma passagem apoteótica pelo festival em 2010. Uma oportunidade única para revisitar clássicos como "Black Winter Day", "The Castaway", "Into Hiding" ou "In The Beginning", entre muitos outros, emblemáticos da época dourada do underground europeu.

 

WITHIN TEMPTATION

00.00h - 01.30hv006.jpgOs WITHIN TEMPTATION já percorreram um longo caminho nos últimos quinze anos. Apesar das suas origens humildes, a banda holandesa vendeu mais de três milhões de discos em todo o mundo e transformou-se não só na maior exportação musical holandesa em termos de vendas, mas também numa das maiores bandas internacionais de rock pesado.

Formada em 1996 pelo núcleo duro de Robert Westerholt na guitarra e Sharon den Adel na voz, o projeto manteve-se um segredo bem guardado nos Países Baixos durante os primeiros anos de existência, mas com o lançamento de “Mother Earth” transformou-se num enfoque de atenções em toda a Europa. Desde então, o coletivo, cuja formação fica completa com o guitarrista Ruud Jolie, o teclista Martijn Spierenburg, o baixista Jeroen van Veen e o baterista Mike Coolen, tem recolhido elogios, experimentando grande sucesso comercial no seu país de origem e no resto do mundo. Álbuns como “The Silent Force” de 2004 e o seu sumptuoso sucessor “The Heart Of Everything” de 2007, hipnotizaram uma base de fãs crescente, estabelecendo novos padrões para o metal e para o rock sinfónico. Pelo caminho tornaram-se um enorme sucesso comercial, atingindo a marca de platina e trepando ao Top 10 na Alemanha, Bélgica, Espanha e Finlândia. Mesmo assim, em 2011 Robert Westerholt decidiu abdicar dos concertos para compor música nova e focar-se no seu papel como criador multimédia. O guitarrista Stefan Helleblad foi rapidamente contratado para acompanhar o grupo em palco depois de o ter acompanhado nos bastidores durante anos e, juntos, iniciaram de seguida a tour europeia de promoção a “The Unforgiving”, que os levou a 40 cidades diferentes.

O álbum era um concept fortemente influenciado pela pop/rock dos anos 80 e atingiu o Top 10 em sete países europeus. “Hydra”, o sexto álbum de estúdio, foi editado em Fevereiro de 2014 e mostrou-os a experimentarem com uma série de estilos novos e inesperados, como se de um animal místico de muitas cabeças se tratassem.

Festivais: Vodafone Mexefest | Ariel Pink, Patrick Watson e Akua Naru

Já faz parte da tradição….

Com as luzes de Natal, a Avenida da Liberdade afasta o frio e oferece movimento caloroso e muita música. O Vodafone Mexefest regressa a 27 e 28 de novembro, depois de no ano passado o Festival ter esgotado por completo os palcos da Avenida. As primeiras confirmações da edição de 2015 adivinham já um cartaz imperdível: Ariel Pink, Patrick Watson e Akua Naru.

ariel.jpgO californiano Ariel Pink é um artista raro e incomparável.

Amante da cultura “do it yourself”, junta psicadelismo e elementos experimentais a uma pop que contagia por ser rara e incomparável. Apresentou-se sempre com os Haunted Graffiti, mas edita pela primeira vez a solo, “pom pom”, um dos discos mais incríveis de 2014.

PATRICK-WATSON-BEIJING-2.jpgDo Canadá, Patrick Watson, dono de uma voz falsete singular, faz da pop melódica, às vezes veloz, outras cheia de melancolia, colocando-o como um dos melhores autores independentes da atualidade.

Vem ao Vodafone Mexefest apresentar o seu novo e quinto registo de originais, “Love Songs For Robots”.

akua.jpgAkua Naru é uma das vozes mais interessantes do hip hop dos nossos dias. Amante das palavras, canta-as e di-las como se de armas se tratassem. Com uma força política e social vincada, vem ao Vodafone Mexefest apresentar o último registo de originais editado este ano, "The Miner’s Canary".

 

Vodafone Mexefest

27 e 28 de novembro

Avenida da Liberdade, Lisboa