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Glam Magazine

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Festivais: Exposição “20 Anos de Super Bock Super Rock”

O Super Bock Super Rock chega à bonita marca do vigésimo aniversário, um património inigualável na história dos Festivais portugueses que será assinalado com a Exposição “20 Anos de Super Bock Super Rock”.

sbsr_g.jpgCom a Curadoria da fotógrafa Rita Carmo, colaboradora da revista Blitz que efectuou a cobertura fotográfica do Festival desde a 1ª edição em 1995, esta exposição passará em revista todas as edições do Festival com fotografias de alguns dos mais creditados e experientes fotógrafos portugueses: Arlindo Camacho, Cameraman Metálico, Carlos Didelet, Joost de Raeymaeker, José Sarmento Matos, José Sena Goulão, Lino Silva, Marisa Cardoso, Marta Sousa Pereira, Miguel Madeira, Miguel Manso, Nuno Ferreira Santos, Nuno Fontinha, Patricia de Melo Moreira, Paulo Pimenta, Rita Carmo e Tiago Petinga.

 

Com o apoio da Super Bock, da LG / Parceiro Tecnológico do Festival, da revista Blitz, da Antena 3 e da Restart, a exposição com entrada gratuita estará patente no Pavilhão de Portugal durante os 3 dias de Festival.

A inauguração da exposição é já no próximo dia 13 de Julho.

 

Agenda: Concertos nos Bairros

É já no próximo dia 10 que o Maestro António Victorino D’Almeida leva até aos Olivais mais uma iniciativa dos “Concertos nos Bairros”.

ava.jpgDesta vez o Maestro partilhará o palco com o pianista e compositor brasileiro, Luiz Avellar e a Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense. António Victorino D’Almeida e Luiz Avellar improvisarão em duo, numa experiência que se tem revelado fascinante para todos aqueles que já tiveram a oportunidade de os acompanhar na sua aventura, efectivamente fora do comum.

Esta é mais uma iniciativa dos “Concertos nos Bairros”, um projecto da Câmara Municipal de Lisboa que procura levar um tipo de música mais erudita a outros públicos e fora dos espaços centrais da cidade através do maestro e seus convidados, Maestro António Victorino d´Almeida, Luiz Avellar (piano) e a Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense

Como habitualmente a entrada é livre.

 

Concertos nos Bairros – Olivais (Lisboa)

10 de Julho 2015 | 21.30h

Reportagem: 1ª edição do Open House Porto

Foi com grande entusiasmo que o público aderiu à estreia do Open House Porto.

Durante o passado fim de semana, e superando todas as expectativas, somaram-se cerca de 11000 visitas aos 42 locais escolhidos pelo comissário Arq. Pedro Bandeira para a edição de estreia deste evento internacional nas cidades do Porto, Gaia e Matosinhos.open house1.jpgDe famílias a pessoas de todas as idades, de estudantes a profissionais das mais variadas áreas, muitos foram aqueles que não quiseram perder a oportunidade de descobrir edifícios públicos e privados, conhecendo assim projectos de raiz e reabilitações tanto de espaços em funcionamento como de espaços desocupados. Devido à enorme afluência de público, algumas das visitas previstas quadruplicaram tendo sido feito um esforço imediato de ajuste o que se traduziu na realização, em dois dias, de 128 visitas comentadas por especialistas - muitas delas feitas pelos próprios autores dos projectos - e 143 visitas regulares comentadas por guias.open house2.jpgO Farol de Leça (Matosinhos), a Casa do Conto (Porto) e o Mosteiro e Quartel da Serra do Pilar (Gaia) foram os locais mais visitados recebendo, ao todo, cerca de 2000 visitantes.

A proximidade entre profissionais e público contribuiu para o constante ambiente informal que se viveu, estreitando assim as relações entre quem projecta e quem usufrui dos espaços, factor essencial para a promoção da arquitectura e dos profissionais que a exercem.

O Open House Porto contou com a co-produção da Casa da Arquitectura e Trienal de Arquitectura de Lisboa as Câmaras Municipais do Porto, Gaia e Matosinhos.

 

A 4ª edição do Open House Lisboa está marcada para o fim de semana de 10 e 11 de Outubro, uma edição que terá no seu roteiro mais de 70 locais para visita

 

Cláudia Duarte / Fotografias: Trienal de Arquitectura de Lisboa

 

Agenda: Verão na Casa… White Haus

João Vieira pousou a guitarra e deu descanso aos X-Wife.

Agarrou num baixo, em sintetizadores, uns mais vintage do que outros, num computador para comandar as programações e chegou a White Haus.white.jpgNo ano passado editou um EP que prometia novos e estimulantes desafios. A sua estreia em album, “The White Haus álbum”, confirma a promessa.

 

Casa da Música – Palco Super Bock (Porto)

11 de julho 2015 | 22.30h (Concerto Gratuito)

Discos: Ninja Kore & Expeão juntos em "Animais"

Expeão junta-se aos Ninja Kore para soltar os "Animais"Ninja+Expeão_Animais.jpgNinja Kore e Expeão juntos num tema bombástico em que parte da letra é dedicada a João Ribas, figura incontornável do Punk Português.

O refrão é inspirado num clássico dos Censurados, que se chama precisamente "Animais", e que marcou a adolescência de Expeão. O instrumental ficou a cargo de Ninja Kore com o seu estilo electrónico hardcore inconfundível.

 

 

Agenda: Isto não é o Milhões de Festa a caminho de Casa…

Com o Milhões de Festa’15, as festas Isto não é o Milhões de Festa aproximam-se da tua casa, se é que já não pararam por aí.isto_nao_e_o_milhoes_de_festa_on_tour.pngPara este final de semana, o cerco aperta no Norte.

Depois da primeira paragem com Flamingods, Killimanjaro e Duquesa no Porto, o Milhões junta forças à RUM, que celebra o 26º aniversário no Salão Medieval de Braga.

Portanto, Isto não é o Milhões de Festa: são os 26 anos da RUM será celebrado por Duquesa e HOMO (Hysterical One Man Orchestra).

Finalmente, em Monção, no dia 11 de Julho, os Plus Ultra vão mostrar que sozinhos fazem um estardalhaço do caraças. Podem ficar com água na boca para o que o trio portuense vai fazer no Milhões no Porta 11, que a entrada é livre.

 

De recordar, ainda, que quem já tiver bilhete para o Milhões de Festa’15 tem direito a desconto de 50% em todos os eventos pagos.

 

Cinema: Retrospectiva Salomé Lamas no ciclo “20 anos de Cinema Português”

A última sessão do Ciclo 20 Anos de Cinema Português é dedicada à realizadora Salomé Lamas.

Salomé Lamas, natural de Lisboa, estudou Cinema em Lisboa e em Praga, tirou um MFA em Amesterdão e é doutoranda em estudos fílmicos na Universidade de Coimbra. O seu trabalho tem-se centrado na imagem em movimento e sido exibido tanto em espaços artisticos como festivais de cinema. Após realizar algumas curtas, a sua primeira longa-metragem Terra de Ninguém” estreou internacionalmente na Berlinale (Forum) e foi exibida em vários outros festivais.Lamas é bolseira da MacDowell Colony, do Rockefeller Foundation Bellagio Center, e da DAAD Berliner Künstlerprogramm.untitled.jpgTerra de Ninguém (2012)

Uma sala vazia e uma cadeira. Neste lugar de ninguém, José Paulo Sobral de Figueiredo vai descrevendo a sua vida como comando, mercenário e sem-abrigo. Na juventude, durante a Guerra Colonial em Moçambique e Angola, foi um implacável soldado de elite que sentia prazer na morte a sangue-frio. Após a revolução, trabalhou como guarda-costas em Portugal e, mais tarde, como um mercenário da CIA em El Salvador, para finalmente terminar como um dos assassinos a soldo da GAL (Grupos Antiterroristas de Liberación), participando em vários ataques a membros da ETA. Paulo oferece retratos sublimados das crueldades e paradoxos do poder, assim como das revoluções que o depuseram, apenas para erguer novas burocracias, novas crueldades e paradoxos. O seu trabalho como mercenário encontra-se na franja destes dois mundos.

 

Encounters with landscape 3x (2012)

No final de 2011 cheguei a Sete Cidades (Açores). Recordei a ideia de Kant sobre o sublime. O sublime é o “incomensurável”. Este concebe a compreensão do corpo prévia á medida matemática. É aqui que a medida estética (a medida do corpo) atinge o seu expoente máximo. O sublime tem lugar quando a medida humana é destronada i.e. quando o corpo experimenta a ideia de ser engolido por uma montanha imaginária. Para que esta experiência se concretize: sensibilidade, corpo, humanidade e finitude são características necessárias. Numa tentativa de filmar a paisagem, apercebo-me da capacidade de intelectualização do sublime mas não o sinto. Falta de sensibilidade?

 

A exibição terá lugar no dia 9 de Julho às 22:00 no Mini-Auditório Salgado Zenha.

 

Discos: “Fumo” o novo single dos Melhor Amigo

“Fumo” é o segundo single do EP homónimo que mostrou António Pedro Lopes e Gui Garrido como Melhor Amigo

melhor amigo.jpg

Composto no dia 14 de Novembro de 2012 numa casa nas imediações da Rua de São Bento em Lisboa onde o António Pedro vivia, "Fumo" nasce no dia em que a Assembleia da República era apedrejada, polícias perseguiam civis e inúmeros caixotes de lixo ardiam.

É uma canção de quem se fecha em casa, cega por instantes e se enreda num trauma melancólico.

Grito de pulso aberto e máscara caída, “Fumo” é uma canção arrítmica pontuada por uma percussão paranóica, em que nada se resolve e o eco que prevalece é a questão que toma o centro: "Será sempre assim"?

O videoclipe é realizado por Gui Garrido, editado por Cláudia Batalhão e conta com a participação de Nuno Gil, Rita Almiro, Paula Diogo de Carvalho, António Pedro Lopes e Tiago Barbosa.

Festivais: MEO Marés Vivas 2015… Deau

O ano de 2015 marca o décimo aniversário da primeira subida de Deau a um palco. Aconteceu no antigo Hard Club, numa das Nova Gaia Hip Hop Sessions, mítico trampolim de várias carreiras, quando tudo o que valia a um MC era a sua postura, a sua força e a sua capacidade de equilibrar palavras de sentido em cima de beats fortes. Desde logo, Deau fez abanar cabeças, consciências e desde aí muitos foram os ouvidos que se sintonizaram com as suas rimas.DEAU.jpgO inicio de tudo é anterior, começa algures no grande Porto, em 1988, a data em que o seu Cartão de Cidadão, onde se increve o nome Daniel Francisco, indica para o arranque da sua vida. A meio da década seguinte, Deau já tinha consciência da cultura que o haveria de acolher, mas foi preciso chegar este milénio para as primeiras palavras começarem a escorrer para os cadernos.

A rua era a sua escola. Foi sempre assim. E nas ruas inventam-se soluções, caminhos e identidades. Sem beats ou condições para gravar, Deau começou por se fazer notar nas rodas de improviso onde o que dita o respeito é a capacidade de improviso.

E agora, 10 anos depois do princípio, Deau prepara-se para uma nova etapa. Há um novo álbum programado para este ano, mas para já as atenções concentram-se em "Andorinha", uma poderosa metáfora para algumas das armadilhas com que a vida nos testa, e para "Diz-me Só", outro retrato de uma vida real que Deau nunca esconde.

 

MEO Marés Vivas – Palco Santa Casa

18 de Julho 2015

Festivais: MEO Marés Vivas 2015… Like Us

O Francisco tem 15 anos, o David tem 17, o Daniel tem 17, o João 18 e juntos, formam os Like Us.

LIKE US.jpgOs quatro cantores, que chegam de vários pontos do país, são os grandes vencedores de um casting organizado pelo canal Biggs.

Aí, provaram ser os melhores e agora estão determinados a conquistar o lugar que lhes pertence.

 

MEO Marés Vivas – Palco Santa Casa

18 de Julho 2015

Festivais: MEO Marés Vivas 2015… The Black Mamba

No dia 18 de julho entram em palco os The Black Mamba, carregados de uma sonoridade Soul.

Maio de 2010 fica marcado na história pela junção de Pedro Tatanka, Ciro Cruz e Miguel Casais enquanto grupo. The Black Mamba, nome que batiza o trio e o disco de estreia, foi a inspiração encontrada para em conjunto provarem do seu próprio veneno. A química e a experiência destes grandes músicos, permitiu-lhes percorrer o universo do Blues, Soul e Funk, numa adaptação ao seu habitat natural.TBM.JPGO público português foi consensual e imediato no reconhecimento e apoio a este trabalho: 1º lugares de vendas no iTunes, a primeira edição do disco esgotado nas lojas, o airplay nas rádios, a presença de Norte a Sul em várias salas e festivais de destaque, são indicadores que em Portugal, representam por si só uma vitória.

Em pouco mais de um ano, naquela que marca a tour de estreia, carimbam passagem por Londres, Filadélfia, Luanda, Madrid, Sevilha, encerrando 2013 no Brasil com chave de ouro. Que diga o público do Rock In Rio´13 (Rio de Janeiro) e do Bourbon Street Music Club (São Paulo) que em sintonia com os media, receberam o projeto de braços abertos.

O ano de 2014 arranca com a produção do segundo disco de originais, “Dirty Little Brother” que seria editado a 22 de setembro. Produzido entre Lisboa e Nova Iorque, este trabalho reúne 11 temas em que colaboram nomes como: Aurea, António Zambujo, Silk (Cais do Sodré Funk Connection) e Orlanda Guilande. “Wonder Why”, single de apresentação com a participação de Aurea, roda nas principais rádios nacionais e conta com uma ótima recetividade por parte do público e da crítica.

Os The Black Mamba sobem ao palco Meo no dia 18 depois de terem passado pelo palco Santa Casa na edição de 2014 do festival.

 

MEO Marés Vivas – Palco MEO

18 de Julho 2015

Festivais: MEO Marés Vivas 2015… Ana Moura

Não há outra voz no Fado como a de Ana Moura.

Ana_Moura.jpgUma voz que se passeia pela tradição livremente, sem deixar de flirtar elegantemente com a música Pop, alargando de uma forma muito pessoal o raio de ação da canção de Lisboa.

Mas aquilo que a distingue não é apenas um timbre grave e sensual como há poucos – Ana Moura transforma instantaneamente em Fado qualquer melodia a que encoste a sua voz. É um rastilho imediato, uma explosão emocional disparada sem contemplações ao coração de quem a ouve. Do seu canto, sabemos apenas que nasceu no fado. Nunca saberemos onde termina.

Fausto, José Afonso, Ruy Mingas, música angolana e fado.

Era isto que se cantava nos serões da família Moura, em Coruche, era Ana Moura apenas uma catraia,  nasceu numa outra localidade ribatejana, Santarém, em 1979, com gosto pelas cantorias. Os pais cantavam, toda a família materna cantava e qualquer motivo de reunião familiar terminava com um festejo sob a forma de música. Embora cantasse de tudo, Ana começava já a sentir que, por alguma razão, tinha um carinho especial pelo fado. Aos seis anos cantava já o seu primeiro fado, “Cavalo Ruço”, enquanto ouvia frequentemente a mãe trautear “O Xaile de Minha Mãe”.

Depois, veio a adolescência e deixou o fado adormecido. E despertou para outros tipos de música, mais condizentes com a idade e as amizades liceais.

 

MEO Marés Vivas – Palco MEO

18 de Julho 2015

Festivais: MEO Marés Vivas 2015… Jamie Cullum

O multifacetado pianista, cantor e compositor Jamie Cullum vai atuar no MEO Marés Vivas no dia 18 de julho, dono de uma presença em palco bastante invulgar, promete agitar bem as marés.Jamie_Cullum.jpgO músico britânico, um astro maior do Jazz, deixou a sua marca no mundo da música através da sua originalidade e criatividade.

Sabe como ninguém polvilhar o Jazz com sons Contemporâneos e Pop, mas sem esquecer a multiplatina com "Twentysomething", todo o seu conhecimento e amor pela música que o fizeram crescer nos palcos de todo o mundo.

 

MEO Marés Vivas – Palco MEO

18 de Julho 2015

Festivais: MEO Marés Vivas 2015… The Script

No mesmo dia em que Jamie Cullum, Ana Moura e The Black Mamba sobem ao palco, a 18 de Julho, junta-se o trio irlandês The Script, a encerrar a última noite do MEO Marés Vivas.TheScript.jpgOs irlandeses Denny O´Donoghue, Mark Sheehan e Glen Power, atuaram já esta ano em Portugal, onde apresentaram pela primeira vez ao público português o seu quarto álbum “No Sound Without Silence”, lançado em Setembro de 2014.

No dia 18 de julho, o MEO Marés Vivas foi escolhido para ser o próximo palco a receber este trio de sucesso em todo o mundo, num espectáculo que promete ser memorável.

Com mais de 20 milhões de álbuns vendidos, os The Script contam já com inúmeras distinções: um Music Award , três Meteor Award e tendo sido também nomeados para os Brit Awards – têm três discos dupla platina e cinco singles platina.

Com o êxito mundial “Hall of Fame”, os The Script alcançaram a ribalta e os tops internacionais, música que conta com a colaboração do conhecido rapper Will.I.Am e que vendeu mais de cinco milhões de cópias.

 

MEO Marés Vivas – Palco MEO

18 de Julho 2015