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Glam Magazine

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Festivais: Richard Bona (Festim)

Richard Bona, um dos maiores baixistas do mundo, é uma lenda viva.

Ter nascido numa pequena aldeia africana não o impediu de vir a tocar com nomes como Pat Metheny, Chick Corea ou Bobby McFerrin. Talento puro, diz-se que Bona tem o dom de aprender a tocar qualquer instrumento apenas por observar.

bona.jpg

Cantor, compositor, multi-instrumentista, Bona mistura as raízes africanas com o jazz contemporâneo, num mapa de sonoridades que vai da balada ao rock tropical, passando pela rumba e pela fusão.

Bona estará no Festim acompanhado pela sua banda inter-racial, para três concertos de nível mundial.

 

Richard Bona - baixo e voz

Adam Stoler - guitarras

Etienne Stadwijk - teclados

Ludwig Afonso - bateria

Tatum Greenblatt – trompete

 

Largo 1º de Maio / Agitágueda (Águeda)

9 julho de 2015 | 22.00h

 

Cineteatro Alba (Albergaria-a-Velha)

10 julho de 2015 | 22.00h

 

Praia de Esmoriz (Ovar)

11 julho de 2015 | 22.00h

 

Teatro: “Homens que voam no chão”…

Partindo de obras oriundas da Commedia dell’arte e trazendo à mistura autores como Shakespeare, Moliére e Gil Vicente.Homens-que-voam-no-chão.jpgEm “Homens que Voam no Chão”, Mango e Risso são dois atores nómadas, intemporais e paupérrimos, que caminham perdidos no tempo.

Têm de apresentar um espectáculo, mas no preciso momento que pisam o palco são assaltados por inúmeras dúvidas. Dúvidas, essas, que os confrontam com a sua própria condição de atores, nomeadamente no que respeita ao desejo de imortalidade que só o público lhe pode conferir. O público assume uma dimensão crescente ao longo da obra, fazendo parte intrínseca dela.

Esta dicotomia ator | público está presente em toda a peça com notas de humor, ironia e sentido poético.

Esta criação Teatro Quadrilha pretende, assim, provocar a reflexão sobre o próprio teatro e os seus constituintes: atores, personagens e público, demitindo-nos, desde já, da função de anunciar verdades, limitando-nos a apontar direções que se vão manifestando no decurso do caminho.

 

No final teremos tantas verdades como indivíduos na plateia!

 

Cineteatro António Lamoso (Feira)

11 de Julho 2015 | 22.00h

Agenda: Gala do 40.º Aniversário da Independência de Cabo Verde

No dia 5 Julho de 2015, comemora-se o 40. º Aniversário da Independência de Cabo Verde. A morabeza e os sons quentes das Ilhas far-se-ão sentir na Gala de Comemoração que terá lugar no dia 10 de Julho no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém.tito paris.jpgVenha envolver-se no calor da Cultura de Cabo Verde com a declamação de poesia por parte do ator e dramaturgo Manuel Estevão, momentos de pintura pelo artista António Firmino, atuação de jovens músicos da Orquestra Geração e deixe-se levar nas ondas melodiosas das mornas e coladeiras, do bailado e danças tradicionais cabo-verdianas, dos sons fortes das Batucadeiras Ramedy Terra, do Grupo Cultural Morabeza, do jovem musico BILAN e ainda ouvir as inconfundíveis vozes de alguns dos mais prestigiados nomes da herança musical cabo-verdiana como Tito Paris, Lura, Maria de Barros e Tó Alves, acompanhados pela Sinfonietta Kriola sob a Direção do Maestro Yan Mikirtumov.

 

Centro Cultural de Belém – Grande Auditório (Lisboa)

10 julho 2015 | 21.00h

Festivais: MEO Marés Vivas 2015… Koa

KOA, é uma nova artista portuguesa com ascendência universal.

Cresceu a ouvir rap, pop, jazz, r&b, hip-hop e... música clássica... Feminista e teimosa assumida, escreve acerca daquilo em que realmente acredita.KOA.jpgEm junho lançou no mercado português o seu primeiro trabalho discográfico homónimo produzido pela Soundtrap com masterização partilhada em Madrid pela Mastering Mansion e em Nova York por Tom Coyne ( Ariana Grande, Jessy J , Sam Smith, Beyoncé, Adele, Pink ).

"Stand Up" é o single de estreia, estando já agendado para após o verão o lançamento de "Bit my hook", com a colaboração de Jimmy P.

 

MEO Marés Vivas – Palco Santa Casa

17 de Julho 2015

Festivais: MEO Marés Vivas 2015… Jimmy P

Jimmy P, alter ego para Joel Plácido, nasceu no Barreiro, mas a sua história está associada a várias geografias nomeadamente Angola da qual é natural, Paris onde viveu durante o período da adolescência e a cidade Invicta onde começa a dar os primeiros passos na música.

JimmyP.jpgForam precisamente o gosto e o hábito de ouvir Rap, adquiridos no tempo que viveu em Paris e a influência de outros estilos musicais diversos herdados pelo seu pai (Semba, Morna, Coladera, Salsa, Reggae, Jazz), que despertaram a sua apetência para a escrita, levando-o a passar para o papel as suas vivências, e a forma como via o mundo.

Seguiu-se um processo natural de maturação e crescimento musical que origina o aparecimento de Jimmy P como artista solo. As diversas participações em projetos de renome como a coletânea "Rascunhos" (produzida por Conductor dos Buraka Som Sistema) e o tema "Melhores Anos" com Valete, associados às colaborações com artistas como Chullage ou Bezegol, confirmam o seu estatuto de artista independente aclamado e ouvido no panorama da música cantada em português, onde tem milhares de seguidores.

Em 2013 Jimmy P edita o primeiro disco “#1” que surpreendeu crítica e público. O disco esgotou em pouco mais de um mês e deu origem a uma digressão intensa de espetaculos de norte a sul. A fusão do Hip-Hop, Reggae, R&B e Rock aliados a uma performance de grande nível tornam-no um artista singular e camaleónico, desejado pela maioria dos promotores.

A finalizar o ano de 2014, Jimmy P lança para a internet “Marcha”, a primeira faixa a ser revelada do novo disco e que conta com as rimas de Valete e produção de Dj Ride. Quase em simultâneo, o rapper sobe ao palco dos Portuguese Festival Awards para atuar com uma orquestra, acabando por vencer na categoria de Melhor Atuação – Artista Revelação

 

O ano 2015 marca o regresso de Jimmy P às edições. “FVMILY F1RST”, assim se chama a segunda longa duração.

Intitulado “Fvmily F1rst”, o disco sai com o selo da recém criada editora Kambas, fundada por Fred Ferreira (Orelha Negra / Banda do Mar), e tem distribuição nacional Sony Music.

“Fvmily First” foi gravado integralmente nos estúdios profissionais da Sine Factory, com mistura e masterização a cargo de Michael Ferreira que co-produziu executivamente este disco, à semelhança do que aconteceu no antecessor “#1”. Segundo Jimmy P “este é um disco sincero, honesto e frontal que fala da importância dos sentimentos e da dignidade acima de tudo o que é material”.

 

MEO Marés Vivas – Palco Santa Casa

17 de Julho 2015

Festivais: MEO Marés Vivas 2015… Miguel Araujo

Miguel Araújo é natural do Porto onde nasceu em 1978. Em maio de 2012 edita pela EMI, o seu 1º álbum em nome próprio, "Cinco Dias e Meio".

Miguel_Araujo.jpgDepois de vários anos ligado à música como criador, músico e autor dos Azeitonas, um dos mais entusiasmantes fenómenos de culto da atual Pop Portuguesa, "Anda Comigo ver os Aviões", "Quem és tu Miúda", entre outros, autor de composições para outros artistas como António Zambujo e Ana Moura, parceiro de Nuno Markl na banda sonora do espetáculo "Como desenhar Mulheres, Motas e Cavalos, composição do genérico da sitcom " Rádio Calipso" e de João Só, "Mendes e João Só", Miguel Araújo estreia-se em nome próprio cantando, compondo, escrevendo, tocando todos os instrumentos e produzindo este disco de estreia, aclamado pelos seus pares, pela crítica e pelo público.

O 1º single editado, "Os Maridos das Outras" transformou-se rapidamente numa das músicas com mais airplay do ano. O álbum entrou diretamente para o top dos mais vendidos em Portugal, onde tem permanecido com regularidade.

 

MEO Marés Vivas – Palco MEO

17 de Julho 2015

Festivais: MEO Marés Vivas 2015… Buraka Som Sistema

A batida selvagem do Kuduro angolano faz-se sentir nos clubes de Lisboa nos últimos anos e os Buraka Som Sistema, Branko, Riot, Conductor, Kalaf e Blaya, fundiram-na com a eletrónica do século XXI para criar um som completamente novo.BuracaSomSistema.jpg"From Buraka to the World" em 2006, "Black Diamond" de 2009 e "Komba" editado em 2011, marcaram a trajetória do grupo.

Em 2014 editam "Buraka"....

O single “Stoopid”, realizado por Vhils ultrapassa um milhão de visualizações e a viagem pela Global Club Music conta ainda com temas como “Vuvuzela", "Parede" e "Do Me Now" entre outros. Dia 17 de Julho no palco Meo do Meo Marés Vivas

 

MEO Marés Vivas – Palco MEO

17 de Julho 2015

Festivais: MEO Marés Vivas 2015… Kika

Francisca Osório de Castro que é mais conhecida por KIKA, portuense de gema é considerada a artista revelação mais impactante do panorama muscical português.

Com o seu álbum de estreia “Alive”, conquistou em 2013 as playlists das principais rádios nacionais, tendo o single “Guess It´s Allright” atingido o top de vendas. Gravado por RedOne, esta música serviu de cartão de visita para a cantora e dá-lhe uma maior dimensão internacional atraves da sua voz única e rara.

Kika.jpgUma “future Star” como lhe chamou RedOne, o maior produtor e vencedor de vários Grammys, já trabalhou com Lady Gaga, Michael Jackson, Mary J. Blige, entre outros. Foi no colegio que frequenta desde os 3 anos que teve uma aprendizagem bilingue e domina o inglês, foi também no colégio que desenvolveu a paixão pela música, aos 5 anos aprende a tocar piano e a música instala-se em definitivo na sua vida com o músico britânico Dan McAlister. Quando se deu conta estava no Twin Peaks Recording Studio ao lado de Adam Fuest – músico que trabalhou com Cure.

E muito rapidamente surge “Alive”, o seu álbum de estreia e o single ”Guess It´s Allright” é elevado a outro patamar através de RedOne, que se rende à voz e talento de Kika.

Com mais dois temas a rodar, “Love Life”, um dueto com o francês John Mamann e “I Want You Back” uma versão dos Jackson 5, que serviu de base a uma campanha publicitária.

 

Sobe ao palco do Meo marés Vivas no dia 17 de julho, dia em que atuam Lenny Kravitz, Miguel Araújo e Buraka Som Sistema e vem nos mostrar porque é considerada uma promessa de sucesso para o futuro da música nacional.

 

MEO Marés Vivas – Palco MEO

17 de Julho 2015

Festivais: MEO Marés Vivas 2015… Lenny Kravitz

Considerado como um dos músicos de Rock mais proeminentes da nossa época, Lenny Kravitz transcendeu o género, o estilo, a raça e a classe na sua longa carreira de mais de 20 anos, contando com ricas influências dos anos 60 e 70, muito Rock, Funk e Soul.Lenny_Kravitz.jpgOs talentos de Lenny enquanto escritor, produtor e multi-instrumentalista ressoaram agora ao fim de 10 álbuns de estúdio. Com mais de 38 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, o sucesso musical de Kravitz já lhe deu muitas oportunidades para cumprir e mostrar o seu lado mais criativo. Com incursões pelo cinema, apareceu no filme “Precious”, no sucesso de bilheteira “The Hunger Games” e “Catching Fire”, assim como Lee Daniels “The Butler”, ao lado de Forest Whitaker, Oprah Winfrey e Cuba Gooding Jr., além da sua música e trabalhos no cinema, Lenny lançou uma empresa criativa – KRAVITZ DESIGN INC – que fornece serviços de design, desenvolvimento do produto e Branding.

No Meo Marés Vivas, a 17 julho irá subir ao palco para também nos dar a conhecer o seu mais recente trabalho, “Strut” lançado no dia 23 de Setembro de 2014.

Este último álbum de Kravitz, é Rock no seu estado mais puro, com batimentos rítmicos fortes, explora o desejo nas mais variadas formas: físico ou idealizado. São doze canções de libertação, que assentam que nem uma luva no coração e foi essa a intenção de Lenny.

Depois de muitos sucessos, este é o momento perfeito para chegar ao cerne da questão e segundo o músico: “Este álbum trouxe-me de volta a um lugar que eu amo tanto sobre a música”, diz ainda “(…) de volta aos sentimentos que tive quando andava no liceu (…) é um disco de rock & roll verdadeiro, é cru e tem alma”.

O primeiro single “The Chamber” é já um enorme sucesso e a tournée teve início a 22 de outubro, em Moscovo, no Crocus City Hall.

 

MEO Marés Vivas – Palco MEO

17 de Julho 2015

Festivais: Jazz na Relva…. Vodafone Paredes de Coura

Já é conhecido o cartaz completo do Palco Jazz na Relva do festival Vodafone Paredes de Coura.

 

Núria Graham e Macadame a 20 de agosto, Peixe e Penicos de Prata, no dia 21 de agosto e El Rupe e Serushio no dia 22 de Agosto, são os nomes agora apresentados pelo Festival.peixe1.jpgEstes nomes juntam-se, no cartaz do festival, de regresso à Praia Fluvial do Taboão entre os dias 19 e 22 de agosto, aos anteriormente anunciados Tame Impala, Slowdive, TV On The Radio, Lykke Li, Temples, Ratatat, The War On Drugs, Father John Misty, entre muitos outros

Agenda: Amélia com versos de Amália (Amélia Muge)

“Fiquei deslumbrado. Aquilo era a Amália toda inteira“... assim descreve Vitor Pavão dos Santos o seu encontro com os versos de Amália.

amelia muge.jpg“Assim fiquei eu também quando os li. Musicar versos de Amália e cantá-los a meu jeito, foi o ponto de partida, a partir de uma sugestão de Manuela de Freitas. Tive o privilégio de contar com o desmesurado talento e dedicação de três pessoas de excepção: José Mário Branco, com a direcção musical, arranjos e composição, ajudou a criar a paisagem sonora (variada e única) para as palavras de Amália; Michales Loukovikas, com as suas composições, abriu horizontes até ao oriente com modos musicais como o Huzzâm e o Sabâ; José Martins, com os arranjos dos temas mais ligados a um bestiário popular e bem humorístico, ajudou a levar as palavras para um lado mais telúrico e experimental”… Amélia Muge

 

Algumas canções roçam o fado. Outras foram beber à tradição rural, às músicas do mundo ou à canção de texto. Outras ainda, são de todo o lado e nenhum, pontuando comicidades e afectos decorrentes do que Amália descreve com uma intensidade que só os grandes herdeiros de um património milenar são capazes de transmitir.

 

Alguns temas de outros trabalhos têm a particularidade de cruzar-se com este universo de Amália e por isso serão também lembrados neste espetaculo.

Vai ser um encontro de encontros vários, num palco muito especial de Aveiro, onde se juntam Filipe Raposo no piano, Manuel Maio no violino e bandolim, Máximo Cavalli no contrabaixo, José Martins na sonoplastia, Manuel Mendonça no desenho de luz e Egle Bazarate na projecção de imagem.

                     

Teatro Aveirense

11 julho 2015 | 21.30h