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Glam Magazine

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Agenda: Jazz nos Aliados… em Julho

A associação Porta-Jazz promove quatro espetáculos no Edifício AXA, com o apoio da PortoLazer.

Em julho os tons jazzísticos voltarão a invadir a Avenida dos Aliados.porta jazz aliandos.jpgA Sala Porta-Jazz, no primeiro piso do Edifício AXA, vai apresentar mais quatro concertos durante o mês, com nomes firmados do panorama musica português e internacional.

 

Ohad Talmor TrioJAZZ-Ohad Talmor Trio.JPGOhad Talmor no saxofone, Miles Okazaki na guitarra e Dan Weiss na bateria.

4 de julho | 22h00 (às 19h00 há uma oficina com o saxofonista)

 

Filipe Teixeira Quarteto

Filipe Teixeira no contrabaixo, João Mortágua no saxofone, Hugo Raro no piano e Acácio Salero na bateria.

11 de julho | 22h00

 

Lucía MartínezLucia_bateria_1.jpgLucia Martinez na bateria, Alexis Cuadrado no contrabaixo e João Pedro Brandão no saxofone.

16 de julho | 21h30

 

pLoopLoo-Estudio-04.jpgPaulo Costa na bateria, António Augusto Aguiar no contrabaixo, Eurico Costa na guitarra, Daniel Dias no trombone e João Mortágua no saxofone.

18 de julho | 22h00

 

Os concertos são promovidos pela associação Porta-Jazz e tem o apoio da PortoLazer.

Agenda: Agora Aqui 2015… em Guimarães

O Agora Aqui volta a trazer música ao Centro Histórico de Guimarães, de 10 a 25 de Julho de 2015

agora aqui.jpgA segunda edição do ciclo de concertos itinerante, a acontecer mais uma vez em locais inusitados do Centro Histórico de Guimarães, conta com os nomes Gala Drop, Filho da Mãe e Ricardo Martins, Memória de Peixe, Darksunn, e Tó Trips.

 

O conceito base deste pequeno ciclo de concertos é a criação de momentos de interacção artística e de diversão entre os artistas e os transeuntes que, pelo acaso da sua passagem, se vejam confrontados com uma súbita alteração da linearidade do dia-a-dia.

Em suma, agregar a criatividade dos artistas, neste caso concreto a música, ao arcaísmo do centro histórico de Guimarães. O acesso aos concertos é livre com inicio programa às 22.30h

 

Programa:

10 Julho – Gala Drop – Largo Condessa do Juncal

11 Julho – Filho da Mãe & Ricardo Martins – Alameda de S. Dâmaso

18 Julho – Memória de Peixe + Darksunn – Largo da Oliveira

25 Julho – Tó Trips – Largo Cónego José Maria Gomes

Festivais: Festival Silêncio… Gisela João

É um dos casos de maior sucesso na área do Fado. Gisela, com apenas um disco editado, tem vindo a conquistar público nacional e internacional ao longo dos últimos 2 anos. Um nome que começa a ser incontornável na world music internacional.00 gisela.jpgJá ninguém duvida que o disco de Gisela João é um marco do fado contemporâneo, integrando o elenco de novos intérpretes que têm promovido o reencontro das canção Património Mundial com as novas gerações.

Nascida em Barcelos, Gisela viveu seis anos no Porto para, finalmente, o canto impôr a sua vontade e a levar para Lisboa. Numa pequena casa “emprestada” na Mouraria debateu-se com o peso imenso da solidão, pensou várias vezes em desistir, mas resistiu. Conquistou primeiro meia Lisboa e depois Lisboa inteira, das Casas de Fado à discoteca Lux e do Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém ao Teatro São Luiz.

 

Na edição 2015 do Festival Silêncio cabe-lhe fechar o palco principal, num concerto que relaciona o Fado e a palavra, essa que é o ponto de partida incontornável para a história da Canção Património Mundial

 

Festival Silêncio

Palco Praça de S.Paulo (Lisboa)

5 julho 2015 | 22.00h

 

 

 

Festivais: Festival Silêncio… Vicente Palma

Esperar que Vicente Palma recusasse a herança familiar parece plano tão impossível como indesejado.

Filho de Jorge Palma, o músico cresceu num palco repleto de nomes incontornáveis como José Mário Branco, Fausto, Mão Morta e agora, sozinho ao piano, dá voz a uma técnica, a uma escrita e métrica que estão longe de defraudar as expectativas.00 vicente.jpgNão se pode negar que conviver com um músico e compositor desde as primeiras horas de vida pode ter influência no que irá ser o futuro. Vicente Palma teve esse acaso de partilhar um apelido com um dos mais aclamados cantautores nacionais. Mas cresceu e viveu em nome próprio, construindo um universo artístico com uma identidade inconfundível. Nesta edição do Festival Silêncio iremos conhecer algumas das canções que fazem parte do seu primeiro álbum, “Parto”.

 

Festival Silêncio

Rua Nova do carvalho (Lisboa)

5 julho 2015 | 20.00h

 

 

 

Festivais: Festival Silêncio… Éme

A nova geração de cantautores tem em Éme (João Marcelo) a sua máxima representação. O seu mais recente disco, “Gancia”, é um auto-retrato repleto de férteis conjugações de folk livre, onde as expectativas e os receios pessoais conferem às canções a mesma intimidade que fotografias..

00 éme.jpgÉme, mesmo com holofotes na cara nos concertos d’Os Passos em Volta, permanece uma pardíssima eminência na Cafetra, mas, embora seja simultaneamente paciente e humilde, isso não quer dizer que não lhe possamos consagrar toda a atenção que merece, principalmente quando se nos atravessa no caminho este seu conjunto de trovas obliquamente traçadas entre versões lisboetas da folk e da sunshine pop: às vezes com a pungência e vulnerabilidade das revelações mais íntimas, outras com a estultice e a insolência próprias de quem, com as suas canções, começa a querer desvendar os mistérios do mundo a partir de um quarto e de uma audiência de meia dúzia de amigos, mas que, pela mais pura honestidade artística, quer também tudo isso transcender

 

Festival Silêncio

ETIC: Espaço Atmosfera (Lisboa)

5 julho 2015 | 20.00h

 

 

 

Festivais: Festival Silêncio… Zeca Medeiros

Zeca Medeiros é um dos nomes mais expressivos da canção nacional, uma das mais inconfundíveis e magníficas vozes da praça. Nas suas canções ouvimos o músico, o realizador, o argumentista e o homem de cena, numa multiplicidade de olhares e linguagens que inscrevem a sua obra no plano da singularidade.

00 zeca medeiros.jpgO mote para este concerto será sempre a voz, rouca, cavernosa, nas letras de “Aprendiz de Feiticeiro”, o mais recente disco, e em tantas outras canções.

 

Festival Silêncio

Palco Praça S.Paulo (Lisboa)

5 julho 2015 | 20.00h

 

Fotografia: Bruno Miguel Silva

 

 

Festivais: Festival Silêncio… Sallim

Quando a palavra ganha outra forma, enche-se de cores e volumes e códigos e paisagens. É deste caldeirão de movimentos, de linguagens que entrecruzam o estudo, o trabalho gráfico e plástico e a música e a escrita que Sallim, considerada uma das compositoras e intérpretes mais promissoras da actualidade, dá curso a um “processo muito natural”.

00 sallim.jpgA “sonoridade completamente low-fi de canções gravadas no quarto” é assumida, como quem dá forma e consistência ao apelo do olhar e de todos os outros sentidos que transbordam da melodia como “linguagens de um mesmo universo”.

 

E o resto é Silêncio…..

 

Festival Silêncio

Rua Nova do carvalho (Lisboa)

5 julho 2015 | 19.30h

 

 

Festivais: Festival Silêncio… Reportório Osório

Reportório Osório é uma colecção de canções, aliando a escrita sagaz de Luís Fernandes à magistral música de Luís Cardoso.

00 Reportório Osório.jpeUm desfiar de histórias pessoais no masculino, quase sempre íntimas, do dilema ao dilúvio em poucas estrofes. O quotidiano das relações afectivas transformado em canções irónicas (para não lhes chamar heróicas), em que a teatralidade da interpretação só reforça o perfil de cada personagem.

O resto são… canções, as mais belas canções de “umor”.

 

Festival Silêncio

Palco Praça de S.Paulo (Lisboa)

5 julho 2015 | 19.00h

 

 

Festivais: Festival Silêncio… Nilson Dourado

Nilson Dourado é brasileiro, natural de São Paulo.

É multi-instrumentista, compositor, produtor e autodidacta dedicado a mostrar as histórias que se escondem por detrás da viola caipira, instrumento primordial da etnografia brasileira.

00 Nilson.JPGDesse Brasil partiu em busca das raízes da música global, cruzou oceano rumo ao Magreb, Mediterrâneo e demais culturas que, hoje, se assumem na pangeia folk. Pelo caminho descobriu-se músico de fusão, assimilou a base rítmica do jazz e pensou-a como a sintaxe comum para coser a cultura musical latina. Em Abril de 2011 gravou o seu álbum de estreia, “Sabiá”, onde apresenta um pouco do seu universo como compositor.

 

Festival Silêncio

Rua Nova do Carvalho (Lisboa)

5 julho 2015 | 19.00h

 

 

Festivais: Festival Silêncio… Os Quais

Há palavras que se lêem de trás para a frente e do avesso para dizerem coisas opostas. Ou nem por isso. “Pop é o contrário de pop”, o álbum de Os Quais nunca poderia deixar de ser uma vincada vénia à palavra.

00 os quais.jpgO duo Jacinto Lucas Pires e Tomás Cunha Ferreira chama-lhe “carta de amor transatlântica à música portuguesa e brasileira” e apresenta-se como “banda de rock alternativo, fiel à tradição musical portuguesa a que junta algum tropicalismo”.

Para fazer as canções que são dos dois lados do mar, andaram por Lisboa, São Paulo, Rio de Janeiro, Nantes e Zurique e contaram com a participação de quase uma vintena de conhecidos músicos brasileiros, da mesma geração de Os Quais. E do Silêncio se fará uma viagem pelo mar.

 

Festival Silêncio

Palco Jardim da Praça Dom Luis (Lisboa)

5 julho 2015 | 19.00h

 

 

Festivais: Festival Silêncio… Lavoisier

Patrícia Relvas e Roberto Afonso “transformam em arte uma energia que é só deles mas que é urgente descobrir. As suas visões sobre a tradição ultrapassam os conceitos e assumem uma dinâmica própria, num movimento perpétuo – estabelecendo novos paradigmas e formas na música portuguesa.”

E mais nada.00 Lavoisier.jpgEm modo Lavoisier, o duo estará no Festival Silêncio sob “influências do tropicalismo e do modernismo antropofágico brasileiros” a mostrar como se reescreve, reinterpreta e realumia a música tradicional portuguesa num exercício de degustação que dá renovados sabores a coisas de sempre como “Sra do Almortão”, “Maria Faia”, “Alecrim”, “A machadinha” ou “Acordai”, de Lopes-Graça e José Gomes Ferreira.

 

Festival Silêncio

Palco Jardim da Praça Dom Luis (Lisboa)

5 julho 2015 | 19.00h

 

 

Festivais: 40 Anos de Brigada Victor Jara (Festim)

40 anos de Brigada Victor Jara. Este é um concerto único e especial, por uma das maiores referências da música tradicional portuguesa nas últimas décadas. A efeméride encontra a Brigada num momento maduro da sua existência criativa, com a frescura contemporânea dos arranjos e o grande talento dos actuais músicos.

brigada_victor_jara.jpg

Os seus concertos e a sua discografia, integralmente reeditada neste ano de 2015, reflectem a diversidade regional do cancioneiro português e o contributo inigualável que o colectivo coimbrão tem dado à memória da música em Portugal.

 

Aurélio Malva - bandolim, guitarra, gaita de foles, viola braguesa e voz

Catarina Moura - voz

Manuel Rocha – violino

Luís Garção Nunes - guitarra, viola beiroa e cavaquinho

José Tovim - baixo e coros

Rui Curto - acordeão e concertina

Miguel Moita – teclados

Quiné – bateria e percussão

Arnaldo de Carvalho – percussões e coros

 

Parque Urbano (Sever do Vouga)

4 julho de 2015 | 22.00h

Curtas Vila do Conde arranca no sábado com “As Mil e Uma Noites”

A 23ª edição do Curtas Vila do Conde – Festival Internacional de Cinema arranca no próximo sábado, 4 de julho, com a antestreia nacional de “As Mil e Uma Noites” de Miguel Gomes, a abertura do Curtinhas com “A Ovelha Choné: O Filme” e ainda o filme-concerto de Frankie Chavez.

MGomes.jpg“As Mil e Uma Noites”, o muito aguardado novo filme de Miguel Gomes, será exibido pela primeira vez em Portugal, no próximo fim-de-semana, no Curtas Vila do Conde. “O Inquieto”, o primeiro volume da obra, será apresentado na sessão de abertura do Festival, no sábado, às 17:00. No mesmo dia, às 21:30, é exibido o segundo volume “O Desolado”. A última parte do filme poderá ser vista no dia seguinte, domingo, 5 de julho, às 21:30.

Miguel Gomes e o elenco do filme, composto por atores como Rogério Samora, Gonçalo Waddington, Adriano Luz, Teresa Madruga, Américo Silva, Crista Alfaiate, João Pedro Benárd e Joana de Verona, e não-atores que se representam a si próprios na parte documental das histórias do filme, entre eles os trabalhadores dos Estaleiros de Viana, habitantes de Resende e ainda desempregados de Aveiro, estarão em Vila do Conde durante o fim-de-semana. Esta será também a primeira vez que grande parte da equipa assistirá ao filme.

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“As Mil e Uma Noites” foi bastante aclamado pela crítica internacional durante a estreia mundial no Festival de Cannes. O filme é um fresco sobre o Portugal contemporâneo e as contradições provocadas pela crise económica, através de uma estrutura épica que adapta a clássica história de Xerazade em três volumes independentes, num total de mais de seis horas de filme.  

No contexto da antestreia de “As Mil e Uma Noites” e da relação de Miguel Gomes com o Festival, que exibiu grande parte da filmografia do cineasta, será apresentado mais tarde, a 9 de julho, na sala 2 do Teatro Municipal, o DVD com as curtas-metragens de Miguel Gomes, editado em parceria com a FNAC.  

 

Também no sábado, o Curtinhas, a secção do Festival dedicada aos mais novos apoiada pelo MAR Shopping, abre com a pré-estreia de “A Ovelha Choné: O Filme” às 15:00.

Depois do sucesso da série, as aventuras da Ovelha Choné, uma ovelha esperta e matreira que vive com o seu rebanho na quinta Vale Verdejante, passam agora para o grande ecrã. Neste filme, Choné cansa-se da rotina da vida na quinta e tira um dia de folga que acaba por não correr como previsto: o plano descontrola-se rapidamente e faz com que o indefeso Agricultor acabe longe da quinta. Com a ajuda do rebanho, a Ovelha Choné terá de deixar a quinta pela primeira vez e viajar até à Grande Cidade para salvar o Agricultor, sem ser apanhada pelo malvado funcionário do controlo animal. A longa-metragem de animação, realizada em stop-motion, estreia nas salas de cinema em setembro. Esta é mais uma prestigiada produção dos Estúdios Aardman.

 

O primeiro dia do Festival terminará com um filme-concerto de Frankie Chavez que vai musicar ao vivo um clássico do período mudo: “The Good Bad Man”, realizado por Allan Dwan e protagonizado por Douglas Fairbanks, um dos atores mais importantes do cinema mudo e aqui também produtor e argumentista, e com supervisão técnica do mestre D. W. Griffith.

O filme narra a história de Passin’ Through, um bandido de bom coração e órfão de pai e mãe, que é conduzido à descoberta da sua família depois de ter sido capturado. É, assim, uma história de revelação da identidade e de uma certa história mítica do oeste americano. “The Good Bad Man” é apresentado no Curtas 2015 a partir de um restauro da película original da versão de 1923.

O Stereo, o nome dado a esta secção do Festival patrocinada pela FNAC, vai contar também, ao longo da semana, com espetáculos de Lambchop, You Can’t Win, Charlie Brown, Bruno Pernadas e Garcia da Selva com Norberto Lobo.

 

O Curtas Vila do Conde, que decorre entre 4 e 12 de julho, conta com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Conde, do Secretário de Estado da Cultura, do Instituto do Cinema e Audiovisual, do programa MEDIA/Europa Criativa e de vários parceiros imprescindíveis à realização do Festival.

Festivais: Festival Silêncio… Melhor Amigo

Gui Garrido e António Pedro Lopes, ambos artistas do espectáculo, fazem canções pop, numa mistura de pianos e guitarras acompanhados de uma voz de pulmão aberto, que falam sobre viagens, amores experimentais, errância, sobre atravessar uma época marcada por um amontoar de coisas, acontecimentos, ligações e desejos de liberdade.

00 melhor amigo.jpgUma dose de poesia bruta e temos a receita para as suas canções românticas pós anos 80..

 

Festival Silêncio

Palco Jardim da Praça Dom Luis (Lisboa)

5 julho 2015 | 17.00h

 

Fotografia: Cláudia Batalhão