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Glam Magazine

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Discos: Mirror People e Lewis M. remisturam Thunder & Co

Com a chegada do Verão, os Thunder & Co. dão a conhecer as primeiras remisturas para “Nociceptor”, o álbum de estreia da banda, editado em Março pela NOS Discos.

“Apples (Lewis M. Remix)” e “Bodysnatcher - Shapeshifter (Mirror People Rework)” estão disponíveis no Soundcloud da banda.Thunder.jpgO actual single da dupla, “Apples”, foi revisitado por Lewis M., alter-ego de Luís Montenegro dos Salto: "No início, fiquei um bocado indeciso no sentido em que levar o remix porque a voz do Rodrigo é muito versátil e soava bem com muitos arranjos, por isso escolhi a que mais me diverti a fazer. Gravei guitarra léctrica, baixo eléctrico e teclado Roland Gaia. Consequentemente, a música acabou por ter vários tipos de influências e cadências. Gostei muito da construção de uma nostalgia electrónica e lenta, culminando numa orchestra espacial de synths e reverbs.”

Mirror People (Rui Maia/ X-Wife) apostou no tema "Bodysnatcher - Shapeshifter". “A ideia foi misturar o universo Mirror People com as ideias já gravadas dos Thunder & Co., como se fossemos uma banda de quase 15 elementos. Temos o lado mais electrónico e sintético dos Thunder & Co. misturado com as usuais percussões, metais, baixo e guitarra que uso nas minhas produções."

 

Fotografia: Arlindo camacho

Agenda: I Bienal de Arte de Gaia

A I Bienal de Arte de Gaia vai decorrer de 11 de julho a 8 de Agosto e pretende sobretudo homenagear os artistas de Gaiabienal_gaia.jpg “Gaia poderá estar no mapa da cultura como Bruges ou Bilbau. Gaia coloca-se… no mercado competitivo da arte”, palavras de Pedro Abrunhosa que, em conjunto com o escritor Valter Hugo Mãe, que apadrinham o evento, que surgiu de uma ideia da Cooperativa Artística de Gaia e conta desde o ínicio com o apoio da autarquia.

Agostinho Santos, diretor da Bienal, acredita que a exposição será “muito importante” para a cidade que é “terra de artistas,” que assistiu ao nascimento de Teixeira Lopes, Soares dos Reis, sendo por isso “um ato de bom senso e de justiça para com os cidadãos de Gaia”. “A arte é como o limão, é ácido mas faz bem à saúde”, frisou o presidente da cooperativa de artistas.

 

A I Bienal de Arte de Gaia, com sessão inaugural marcada para 11 de julho, vai homenagear o pintor Jaime Isidoro e o escultor José Rodrigues com mostras antológicas e apresentará, em espaços emblemáticos da cidade, exposições de artistas locais. O presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, espera que esse seja “um projeto marcante no município, região e até para além fronteiras”.

 

A arte assume assim, para Vítor Rodrigues, um papel identificador da identidade da região, sendo os artistas de Gaia os “atores principais” do projeto sobre o qual há já o “compromisso da repetição”.

 

“Nós optamos pela arte no pior momento do ponto de vista material, mas no melhor momento para mostrar que é genuíno o nosso empenho”

Agenda: Virtudes Fest & Fashion 1ª Edição 2015

O Virtudes Fest & Fashion, promovido pela Escola Artística e Profissional Árvore, pretende ser um acontecimento de carácter cultural e de animação da cidade, a realizar anualmente no espaço do Passeio/Jardim das Virtudes. Como forma de mostrar os resultados atingidos pelos seus alunos ao terminarem os diferentes cursos artísticos em funcionamento na Árvore, a Escola realiza um desfile de moda e exposições de trabalhos finais.vff.jpgOficinas Criativas no Espaço Árvore no Virtudes Fest & Fashion: Rita Martins "Costume Jewelry"; Cristina Alves "Madame Zine / zines e colagens" e Francisco Xavier e Tomás Dias "Múltiplas Virtudes, oficinas de técnicas de gravura e encadernação".

O Evento terá a participação especial do Urban Market (Portugal Lovers) e da Associação Porta-Jazz, juntamente com atividades das entidades que nos apoiam.

 

Passeio das Virtudes (Porto)

3 julho 2015 | 14.00h as 23.00h

Festivais: Hamilton de Holanda e Diogo Nogueira (Festim)

Dois dos maiores expoentes da nova geração da música brasileira, o cantor e estrela do samba Diogo Nogueira e o bandolinista Hamilton de Holanda, fundem os seus universos musicais no concerto Bossa Negra, sob inspiração do afro-samba.bossanegra-5.jpg

Um olhar brasileiro sem rótulo único, em magníficos duetos de voz e bandolim que só artistas deste estirpe conseguiriam engendrar.

O concerto cruza samba, choro e jazz numa linguagem inédita, fazendo jus ao talento dos protagonistas, magistralmente acompanhados ao contrabaixo e à percussão.

Festim sem este Brasil não seria a mesma coisa!

 

Diogo Nogueira - voz

Hamilton de Holanda - bandolim

André Vasconcellos - contrabaixo

Thiago da Serrinha – percussão

 

 

Quinta do Torreão (Albergaria-a-Velha)

2 julho de 2015 | 22.00h

Cine Teatro (Estarreja)

3 julho de 2015 | 22.00h

Agenda: OUPA! - Cultura em Expansão

OUPA! é um projeto do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal do Porto integrado no programa Cultura em Expansão.

É um espetáculo que vai ser apresentado no Teatro Municipal Rivoli, no próximo domingo, 5 de julho, pelas 17.00h, e com entrada livre.

oupa.jpgPartiu de uma residência artística de quatro meses com jovens do Bairro do Cerco do Porto. É liderado pela rapper Capicua, a psicóloga Gisela Borges, o músico André Tentúgal e o videasta Vasco Mendes.

 

OUPA! é um processo de empoderamento que pretende estimular o espírito DIY e reforçar identidade cultural e a autoestima dos jovens da zona Oriental do Porto através da palavra e da música. Das diversas oficinas sai rap, vídeo e performance, a apresentar no Rivoli, mas sai também um documentário que estreia simultaneamente e que pretende revelar todo o “caminho” do Cerco até ao grande palco

 

Projeto: Pelouro da Cultura da CMPorto

Coordenação: Gisela Borges

Música: Capicua, D-one e Tiago Espírito Santo

Vídeo/Documentário: André Tentúgal, Vasco Mendes e Pedro Cruz

Marketing Digital e Produção do Espetáculo: Capicua, André Tentúgal e Pedro Nascimento

 

 

Teatro Rivoli (Porto)

5 julho 2015 | 17.00h

Festivais: Festival Silêncio… Ermo

A música que os Ermo fazem é intemporal… juntando o antigo e o novo com a destreza de poucos.

Ermo é um projecto que nasceu no Verão de 2011, fundado por António Costa e Bernardo Barbosa, um novo som, que a espaços nos soa a similitude, a outros a estranheza, mas que se entranha a cada escuta. O duo bracarense, que recusa qualquer tipo de rótulo, tem vindo a crescer à medida dos seus concertos.FS-Ermo.jpgÉ, sem dúvida, nas suas performances ao vivo que estes Ermo se provam em território conhecido. Assim foi com “Vem por Aqui”, lançado em 2013, assim é com “Amor Vezes Quatro”, o novo LP, acabado chegar às plataformas de música nacional.

 

Festival Silêncio

Musicbox (Lisboa)

3 julho 2015 | 23.50h

 

Agenda: 48/20 - Ciclo de Cantautores (Manel Cruz)

O 48/20 é um ciclo dedicado exclusivamente a cantautores, à dimensão autoral e artística de cada um deles, à entrega pessoal liberta de limites, ao uso da palavra como arma e forma de marcar o tempo. A Homens que por si só vão questionando o mundo, deixando frases cantadas no ar ou escritas nas paredes, que perdurarão nos dias de tempestade ou sob os dias do mais intenso e mortal calor.manel cruz.jpgE ao pensar assim o 48/20 não poderia nunca deixar de convidar o artista, músico, poeta e Homem de seu nome Manel Cruz, muito provavelmente o artista mais icónico e misterioso que Portugal tem, embaixador da língua portuguesa e nome marcante de gerações.

"Manel Cruz traz ao Teatro Cinema o espetáculo "Estação de Serviço" em que se propõe a misturar passado, presente e aquele que poderá ser um futuro como um álbum de fotografias de estrada que regista momentos/canções numa visão pessoal do que tem sido o seu percurso. Uma viagem por músicas dos vários projectos em que esteve envolvido (Ornatos Violeta, Pluto, Supernada, Foge Foge Bandido) à mistura com músicas nunca editadas. Uma paragem para pôr gasolina, enquanto se vê no mapa o caminho que se fez e para onde se quer ir."

 

Teatro Cinema de Fafe (Fafe)

17 julho 2015 | 21.30h

 

Agenda: Verão na Casa... com Nuno Prata

Depois da enorme aventura dos Ornatos Violeta, Nuno Prata lançou o seu primeiro disco de originais em 2006, dando a conhecer a sua vertente de cantautor com letras acutilantes e melodias cativantes.nuno.jpgO seu terceiro disco, uma edição de autor apoiada pela Fnac Cultura e GDA, foi editado em 2014 e é apresentado em palco com as participações em palco de Nicolas Tricot e Nicolau Fernandes

 

Casa da Música – Verão na Casa (Porto)

3 de julho 2015 | 22.30h (Concerto Gratuito)

Festivais: Festival Silêncio… Tó Trips & The Big Lebowskis

O guitarrista Tó Trips e o escritor Tiago Gomes percorrem os passos de Jack Kerouac no livro “On the Road” (“Pela estrada fora”), relato autobiográfico da viagem do escritor norte-americano Jack Kerouac pela América profunda dos anos 50.

FS-Tiago Gomes + Tó Trips.jpgA viagem de Tó Trips & Tiago Gomes tem decorrido com várias aventuras, chegadas felizes, paisagens luxuriantes ou inóspitas, caminhos cruzados com outros viajantes, e claro, alguns furos e mudanças de rumo, sempre guiados pelo On the road de Jack Kerouac mas, com muitas estradas, textos, sons, imagens cruzadas de outros viajantes: Lou Reed, Tom Waits, Marc Ribot, Jim Jarmusch, William Burroughs, um cabeleireiro de Aveiro, um fazedor de sandes de carne assada com taças de vinho verde no Porto, um barman dos Açores, um baterista furioso em Coimbra, picnics à beira da estrada, directas a conduzir, América perdida, América sonhada, Portugal profundo, ilhas, prego a fundo.

 

A noite segue com djset especial de Tiago Castro e Tiago Gomes.

 

Festival Silêncio

Sabotage (Lisboa)

3 julho 2015 | 23.30h

 

Festivais: Kamalhão Rock Fest 2015

Criado por iniciativa do Núcleo Cultural do Futebol Clube de São Silvestre na Mata do Camalhão (freguesia de São Silvestre), no ano de 2011 e a caminho da sua 5ª edição, o Kamalhão Rock Fest tem vindo a afirmar-se como um privilegiado veículo de transmissão cultural no meio rural.

Este festival aposta claramente na divulgação de novos valores na área da música, de conceitos de conservação da natureza e de desenvolvimento do desporto local.kamalhão.jpegÉ objetivo principal a divulgação de novos valores concedendo-lhes a oportunidade de apresentarem os seus projetos. Com esta abordagem e filosofia de ação pretende-se criar uma plataforma para o desenvolvimento de novos projetos apoiados juntando o melhor de dois mundos, a experiência de artistas consagrados com a criatividade de talentos emergentes. O festival foi criado com a premissa da preservação e divulgação do espaço natural da mata do Camalhão, sendo esses os seus primordiais objetivos.

As receitas geradas pelo festival destinam-se à manutenção e preservação do espaço da mata do Camalhão e na criação de infra-estruturas de apoio à realização do festival. Ao longo deste tempo têm sido desenvolvidos esforços para a preservação deste espaço público através da plantação árvores, colocação de ninhos para a fixação de aves e construção de outras infra-estruturas como casas de banho, bar de apoio, mesas e rede de água potável.

 

Na edição deste ano será mantida essa abordagem comprovadamente produtiva, adicionando novas iniciativas tendo em vista melhorar as condições do espaço para receber os seus visitantes, seja durante a realização do festival ou ao longo do ano. A par das habituais atividades incluídas no festival, o Núcleo Cultural do Futebol Clube de São Silvestre desenvolve atividades relacionadas com o desporto apostando nesta edição na construção de um picadeiro e de um circuito de manutenção bem como uma forte aposta nos desportos radicais. Estes espaços ficarão para o futuro, aumentando assim a oferta desportiva e de lazer na região.

 

O Kamalhão Rock Fest é um evento multi-cultural que ultrapassa em muito o que acima foi descrito e que todos os anos surpreende pelo crescimento que revela. Contando nas suas quatro edições já com aproximadamente 7.000 visitas e com atuações de inúmeras bandas.

The Dixie Boys, King Salami & The Cumberlandz, The Casket Kings e Caveman no dia 3, Jiboia feat. Sequein, Vitor Torpedo Karaoke, Tracy Vandal, Destroyers of all e Farpas para um país sem Lobbies animam musicalmente o dia 4 de julho.

 

 

Mata do Camalhão (Coimbra)

3 e 4 julho 2015

Festivais: Festival Silêncio… Manel Cruz: Estação de Serviço

Este é um concerto atípico no trajecto de Manel Cruz.

Num momento de intervalo entre projectos, ele propõe-se a misturar passado, presente e aquele que poderá ser um futuro. Como um álbum de fotografias de estrada que regista momentos/canções numa visão pessoal do que tem sido o seu percurso.

FS-Manel Cruz.jpgUma viagem por músicas dos vários projectos em que esteve envolvido, à mistura com músicas nunca editadas. Uma paragem para pôr gasolina, enquanto se vê no mapa o caminho que se fez e para onde se quer ir.

 

Festival Silêncio

Palco Praça de S.Paulo (Lisboa)

3 julho 2015 | 22.00h

 

Festivais: Festival Silêncio… The Big Lebowskis

The Big Lebowskis formam um diálogo a duas vozes de simples comunhão ou despique. É uma dinâmica de duo (Tiago Gomes e Francisco Rebelo), de desgarrada ou de simples comunhão por vezes, de retaliação outras vezes, um diálogo a duas vozes: voz e guitarra.

FS-The Big Lebowskis.jpgA Liberdade, Humor, Camaradagem e usufruto das “pequenas” grandes coisas da vida tornam esta palavra falada, cantada e dita com a guitarra numa fusão de Spoken Word.

As músicas abordam temas variados: um escritor que estava no Mississípi quando o Blues deu os primeiros passos; um cão passeando por Lisboa (e por um país sitiado); amantes que ocupam uma praia; um actor e uma dupla na rodagem de um filme; o jazz e toda a liberdade que nos tem dado ao longo dos anos; a estrada, a viagem, esse lado aventureiro da vida dos artistas; Jack Kerouac e os Beats; Ella Fitzgerald e Joe Pass, um duo em diálogo; Lisboa, luz misteriosa, reino de Ulisses, cercados por Tágides; Miles Davis; a boémia; África; liberdade, tanta e tão pouca como alguém se referiu nos dias que correm.

The Big Lebowskis têm também algo do Dude, de Walter e Donny do filme homónimo dos irmãos Cohen. A Liberdade, Humor, Camaradagem e usufruto das pequenas grandes coisas da vida

Os textos são da autoria de Tiago Gomes, Jack Kerouac, Bob Kaufman, Sam Shepard, Lawrence Femingueti, entre vários outros.

 

O festim da palavra, a romper o Silêncio

 

Festival Silêncio

Rua Nova do carvalho (Lisboa)

3 julho 2015 | 21.00h

 

Fotografia: Ana Pereira

Festivais: Festival Silêncio… Senhor Vulcão

O Senhor Vulcão é Bruno Pereira, fundador e baterista dos extintos Atomic Bees.

O tremor dá-se no seu reencontro com as canções longos anos após o derradeiro voo das abelhas.

FS-Senhor Vulcão.jpgPorque “um dia, comprou uma pequena guitarra e voltou a embalar-se ao som das cordas. Durante cinco anos escreveu e compôs sem intenção. Uma manhã de Janeiro decidiu gravar uma canção ao ritmo de uma stompbox feita de uma caixa de charutos por um amigo seu. Fez sentido, aquelas palavras precisavam de ar. Seguiram-se mais onze” numa “Montanha” por onde irrompem as coisas naturais do Senhor Vulcão que, para quebrar e jogar com o Silêncio, trazem “poemas trapezistas e poucos acordes” sob “um céu salpicado de faúlhas”.

 

Festival Silêncio

Palco Jardim da Praça Dom Luis (Lisboa)

3 julho 2015 | 20.30h

 

Fotografia: Paulo Segadães

Festivais: Maiores de 18 anos vão precisar de pulseira para beber álcool nos festivais

Com a entrada em vigor da nova lei do álcool, já amanha, dia 1 de julho, que proíbe a venda de qualquer bebida alcoólica a menores de 18 anos, os festivaleiros com idade igual ou superior terão que utilizar uma pulseira identificativa, de forma a poderem comprar bebidas alcoólicas dentro do recinto do festival.

Será isso que vai acontecer nos festivais Super Bock Super Rock e Meo Sudoeste, ambos organizados pela Música no Coração, “onde existirão pontos de colocação de pulseiras, mediante a apresentação da identificação dos consumidores”, revelou Luis Montez à Agencia Lusa18logo.jpgOutros festivais nacionais, como o Vodafone Paredes de Coura ou o Sumol Summer Fest, que decorre na Ericeira já neste fim de semana, ainda estarão, segundo a mesma fonte, a definir a estratégia que impedirá a venda de álcool a menores de 18 anos.

 

A colocação de pulseiras é uma medida já adotada há vários anos nos Estados Unidos, onde, na maior parte dos estados, apenas é permitida a venda de bebidas alcoólicas a maiores de 21 anos.

A partir de amanhã, nomeadamente nos festivais de verão, também será reforçada a fiscalização.

Agenda: Boyce Avenue em Portugal…

Lisboa vai receber no próximo dia 24 de outubro um concerto único dos norte-americanos Boyce Avenue.

O grupo considerado um dos maiores êxitos lançado na Internet nos últimos tempos irá atuar no Coliseu dos Recreios.BOYCE AVENUE.jpgA banda formada pelo trio de irmãos Alejandro, Fabian e Daniel Manzano, começou em 2004, mas foi em 2007 que alcançou a fama mundial após começar a partilhar versões originais e de conhecidas canções no Youtube. Hoje, o canal de vídeo dos Boyce Avenue conta com mais de um 1.800.000.000 de views e mais de 7 milhões de subscritores, fazendo deles uma das bandas com maior sucesso nesta plataforma.

O grupo já conta com 544 mil seguidores no Twitter e 2.9 milhões no facebook.

Em 2010 o grupo originário da Flórida apresentou o seu álbum de estreia “All We Have Left”, que contou com o video do single "Every Breath" realizado pelo aclamado Zach Merck. Em abril de 2014 a banda lançou o EP “No Limits”, que inclui sete temas originais produzidos pelos músicos, “I’ll be the One”, co-produzido com Milkman, e ainda “Scars”, com a parceria de Ryan Ogren.

 

Ao longo dos últimos três anos os Boyce Avenue já atuaram para mais de 400 mil pessoas, em 20 países dos cinco continentes

 

Coliseu de Lisboa

24 de Outubro | 21.00h

Selfie Sticks proibidos nos Festivais em Portugal…

Os selfie sticks já fazem parte de qualquer momento fotográfico, mas estes populares dispositivos que permitem tirar fotografias à distância, com smartphones ou câmaras fotográficas, podem ser objetos perigosos em grandes eventos.selfie_1-720x420.jpgEm Março deste ano, tanto o festival Coachella, na Califórnia, como o Lollapalooza, em Chicago, anunciaram que os selfie sticks estariam proibidos dentro do recinto dos festivais. A Disney resolveu igualmente tomar uma posição e proibiu a entrada de selfie sticks nos seus parques temáticos, que acontece a partir do dia 1 de julho.

 

Agora foi a vez dos festivais de verão portugueses.

Tanto o NOS Alive como o Super Bock Super Rock alertam nos sites oficiais que não será permitida a entrada destes objetos que, além de perigosos, podem ser muito irritantes para os restantes espectadores.

Festivais: Festival Silêncio… Putas Bêbadas

Um dos nomes seminais da editora Cafetra, no seu limite mais ruidoso, que atiram o punk para um vórtex de som de onde se soltam palavras ininteligíveis a discorrer sobre banalidades tão estúpidas quanto perigosamente reais, de ironia a traço grosso.Putas Bêbadas.jpgSurgidos na "matilha" continuamente agitadora e vital que é a Cafetra, os Putas Bêbadas representam aquilo que de mais estertor e vicioso poderá ainda sobreviver no rock.

Contando com elementos de bandas como Passos em Volta, Kimo Ameba ou Iguanas, encarnam a Cafetra no seu limite mais ruidoso, atirando com o punk para um vortex de som de onde se soltam palavras inintelígiveis a discorrer sobre banalidades tão estúpidas quanto perigosamente reais, de ironia a traço grosso, como seria de esperar de uma banda com este nome. Rock no limite do noise, numa “tradição” bastarda que passa pelos Germs, Dead C ou Rallizes Dénudes, que levou até a rasgados elogios da parte de Julian Cope ao álbum de estreia ‘Jovem Excelso Happy’ e a uma actuação no reputado festival Kraak em Bruxelas.

 

Festival Silêncio

ETIC: Espaço Atmosferas (Lisboa)

3 julho 2015 | 20.30h

 

Festivais: Festival Silêncio… Medeiros / Lucas

É essencial esquecer conceitos importados de culinária com pretensões cosmopolitas e sabor duvidoso.

Reinventem-se outras coisas, como Pedro Lucas faz, desde 2010, com "O Experimentar Na M’Incomoda".

medeiros.jpg

O seu novo projecto MEDEIROS/LUCAS junta-o a Carlos Medeiros, figura de culto no circuito da música tradicional portuguesa, fonte de inspiração para o seu O Experimentar, graças a “O Cantar Na M’Incomoda” de 1998. Agora é corpo presente, neste encontro onde há acordes que ligam os Açores à Ibéria, ao norte de África.

Há textos de Miguel Cervantes, de Armando Côrtes-Rodrigues

 

Festival Silêncio

Palco Praça de S.Paulo (Lisboa)

3 julho 2015 | 20.00h

 

Festivais: Festival Silêncio… O Cão da Morte

O Cão da Morte, o alter-ego de Luís Gravito, tem-se notabilizado pela sensibilidade com que escreve canções dotadas de um imaginário poético bonito, adolescente e sincero.FS-Luís Gravito.jpgConta com quatro discos editados, o último dos quais em 2013, "Fim de Verão", um EP com 5 temas.

Para além do talento como letrista e do conhecido charme na descrição do suburbano, vai transparecer a sua maturidade no ofício da canção.

 

 

Festival Silêncio

Palco Jardim da Praça Dom Luis (Lisboa)

3 julho 2015 | 18.30h

 

Festivais: Festival Silêncio… Cachupa Psicadélica

Nasceu Cabo Verdeano, na cidade do Mindelo na ilha de S. Vicente.

Foi criança nos anos oitenta, apaixonou-se pelo rock de Seattle na adolescência num Mindelo de “rockeiros latinos” e foi membro fundador dos THE END.FS-Cachupa Psicadélica.jpgAlgumas colaborações com membros da “crew” de Hip Hop Lod Escur dão inicio a uma fase de maior liberdade criativa, a abertura para um mundo sem limitações. E um dia, sem se dar conta, acabou estudando Design na ESAD Caldas da Rainha.

Alguns projectos musicais pelo meio (Os Mantorras, Dusty James Bondage, João Sem Medo e Rapazes de Cor Visigod) e 8 anos depois encontra-se aqui na encruzilhada da sua Cachupa Psicadélica, música para fazer fotossíntese, música das entranhas do seu Cabo-Verde, nação cultural.

 

Festival Silêncio

Palco Jardim da Praça Dom Luis (Lisboa)

3 julho 2015 | 19.30h

 

Festivais: Festival Silêncio… Lourenço Crespo

Silêncio e intimidade são parceiros tão comuns como a natureza humana. Como as pausas, às vezes parecem elas próprias palavras cheias de sentido, Lourenço Crespo mistura-as com melodias e letras num harmonioso exercício de simplicidade.

Para trás da voz característica e incomum ficam os hinos à eterna juventude e o arrojo dos Kimo Ameba ou 100 Leio a que Lourenço Crespo se entregou noutras fases de outras luas.

FS-Lourenço-Crespo.jpgMaster of Cerimonies dos Iguanas, “duo de hip-hop não convencional que partilha com Rabu Mastah onde suspira sussurros maduros em temas R’nB de ponta”, Lourenço Crespo vem ao Festival Silêncio dar a outra face. Pop, intima e genuína.

 

Festival Silêncio

Palco Jardim da Praça (Lisboa)

3 julho 2015 | 17.00h

 

Festivais: Festival Silêncio… Cakes da Killa

Cakes da Killa é um dos nomes fortes do assim catalogado “Queer Rap”, que tem vindo a quebrar os lugares comuns da linguagem do hip hop mundial, circunscrita a universos não raras vezes homofóbicos e a uma imagética marcadamente sexista.FS-Cakes da Killa.jpgLidera o movimento ao lado de nomes como Mykki Blanco ou Zebra Katz, introduzindo um novo discurso, marcadamente sexual e assumidamente provocatório. De Nova Iorque para Lisboa…

 

Festival Silêncio

Musicbox (Lisboa)

2 julho 2015 | 23.50h

 

Fotografia: Eric Johnson

Festivais: Festival Silêncio… Presidente Drogado + Come-se a pele?

Presidente Drogado, cantautor das aventuras e desventuras dos Dom Quixote de todos os Casais Ventosos, bom rapaz tóxico, herói do subúrbio, cliente habitual de todos os pátios, vilas e bairros operários decadentes de Lisboa. É representante da geração nascida na periferia dos anos 60 e 70, imbuído da cultura portuguesa habituada a conviver com tudo o que Abril libertou e deu a conhecer.

Sofrendo de tudo o que a sociedade lhe imputa, a personagem à qual Filipe Leote dá voz e alma tece profundas reflexões, sempre vestida com uma indumentária social com sotaque alfacinha e de extremo bom humor.FS-Presidente Drogado.jpgOs “Come-se a pele?”, enveredam por narrativas no feminino mas não só, personagens do bas-fond português, da gente comum: a cigana que vende bugigangas na marginalidade, o empresário corcunda anónimo e anódino, a dona de casa corriqueira nas raias da loucura, o soldado deserdado e desiludido em Moçambique (adaptado do cancioneiro do Niassa)

A performance da vocalização também é assumida nas suas várias personagens com registo teatral. A música surge acoplada às narrativas e quer-se diversa, quer na abordagem musical do baixo electrico e voz, desde a crueza do punk-rock ao spoken-word, quer à melodia do jazz ou do fado.

 

Na voz e textos: Patricia Filipe

No baixo eléctrico e vocais: Filipe Leote

 

Festival Silêncio

Sabotage (Lisboa)

2 julho 2015 | 23.30h

Festivais: Festival Silêncio… Lisbon Poetry Orchestra

Para a abertura da edição de 2015, o Festival Silêncio escolheu um colectivo de amantes da palavra: a Lisbon Poetry Orchestra é formada por músicos, poetas e declamadores que partilham uma essencial característica: o serem verdadeiros amadores da palavra.

Para esta noite a Lisbon Poetry Orchestra concebeu um espectáculo de raiz dedicado a um grupo de artistas que num Portugal cinzento percebeu a urgência da liberdade: os Surrealistas.FS-Lisbon Poetry Orchestra.jpgDurante este espectáculo serão evocados, através de imagem, voz e música, nomes como Cesariny, O’Neill, Pedro Oom, António José Forte e outros que deixaram a sua marca de provocação e reivindicação que, não por acaso, ainda soa extraordinariamente actual.

 

Alex Cortez (baixo, programação e percurssão) / Filipe Valentim (teclados e percurssão) / Tiago Inuit (Guitarras) / Luís Bastos (clarinete, guitarra acústica e percussões)

Vozes: Nuno Miguel Guedes / Miguel Borges / André Gago

 

Festival Silêncio

Palco Praça de S.Paulo (Lisboa)

2 julho 2015 | 23.30h

Agenda: desNorte - Mostra de Dança do Porto

Dedicada em exclusivo aos artistas que residem e trabalham na cidade do Porto, a Mostra desNORTE acontece, pelo terceiro ano consecutivo, no Mosteiro de São Bento da Vitória.mostra.jpgA Mostra de Dança do Porto decorre de 30 de Junho a 3 de Julho.

Nesta plataforma de dança, os artistas são chamados, sem seleção prévia, a apresentar os seus trabalhos, finalizados ou em processo de realização. Como em edições anteriores, o evento faz-se de uma forma colaborativa entre criadores e equipa organizadora, tendo como objetivo comum potenciar a relação direta entre teatros, estruturas e artistas.

 

Programa - Dança e Performance

MD-Um grande cinzento.jpgUm grande cinzento - João Dias | Sala do Tribunal

MD-Looking for the face.pngLooking for the face I had before the world was made - Gustavo Monteiro | Sala do TribunalMD-O eterno retorno do abismo.jpgO eterno retorno do abismo - Mariana Amorim | Claustro

MD-Untitled.jpgUntitled#.1981 - Helena Oliveira | Claustro

30 junho - terça-feira | 20.30h

 

New Age - Marianne Baillot | Sala do Tribunal

Yeborath - Ana Renata Polónia | Sala do Tribunal

When I’m laid in earth - Victor Hugo Pontes | Claustro

Abraça-me - Ewelina Wojciechowska | Claustro

7 minutos em atraso - Daniela Cruz | Claustro

1 julho - quarta-feira | 20.30h

 

Poltergeist - Joclécio Azevedo | Sala do Tribunal

transAtlântica « » de como Salvador me atravessa - Teresa Fabião | Sala do Tribunal

Um Canal Movimento Corpo Anjo - Paulo Bastos | Claustro

It me - Maria de Melo Falcão | Claustro

2 julho - quinta-feira | 20.30h

 

body textures - Isabel Costa | Sala do Tribunal

3 julho - sexta-feira | 15.00h

 

FM [featuring mortuum] - Cristina P. Leitão | Sala do Tribunal

Out in space (experiences on autonomy) - Dinis Machado | Sala do Tribunal

Velvet Cloak | Joana Castro e Flávio Rodrigues - Claustro

3 julho - sexta-feira | 20.30h

 

Festivais: Indie Music Fest 2015… sete novos nomes no cartaz do festival

Modernos, Malcontent, Eat Bear, Adeus Jupiter, Miss Titan, The Black Zebra e Baixo Soldado são as mais recentes confirmações para o festival, por onde já tinham passagem assegurada os Brass Wires Orchestra, Keep Razors Sharp, Thunder & Co, Capitães da Areia, Plus Ultra, Bispo, Les Crazy Coconuts, Toulouse, Old Yellow Jack, Stone Dead, Taipa ´The Blackbirds, Big Red Panda, The Electric Reeds e Solution.Indie-modernos.pngModernos

Foi a primeira banda paralela ao eixo principal. Uma espécie de redução de formato mas também de responsabilidade. O que eles fazem como Modernos é agarrar numa linguagem directa e pôr cá fora canções tal e qual saem. Reais e mundanas no seu sentido mais descarnado. Tanto “#1” como “#2”, os dois EP’s que lançaram, trazem-nos desprovidos de perfeição e assentes na tradição rock'n'roll de uma guitarra, um baixo e bateria. Garage desapegado de maneirismos cantado em português como poucas bandas o vestem. Haverá outro EP a seguir ao Verão....

 

Indie Music Fest

3 a 5 de Setembro | Bosque do Choupal (Baltar)

Moda: Moda Africa 2015

A AMA – Associação Moda Africana em Lisboa, associação sem fins lucrativos cujo objectivo é o de promover a Moda Sustentável de forma a dar visibilidade a estilistas africanos e a fomentar a inclusão social positiva através da capacitação de talentos para o desenvolvimento e afirmação da Moda Africana no contexto nacional e internacional, leva a cabo, nos próximos dias 18 e 19 de Julho de 2015, em Lisboa, o MODAAFRICA 2015, primeiro evento nacional de moda sustentável em versão fashion happening.

moda africa.jpgO MODAAFRICA 2015, iniciativa da AMA-LX em co-promoção com a Câmara Municipal de Lisboa, tem como objectivo o de promover uma fusão entre vanguarda e sustentabilidade, gerando ligações criativo-económicas entre os intervenientes europeus e africanos, contando para tal coma participação de estilistas angolanos, guineenses, egípcios, marroquinos, moçambicanos, nigerianos, portugueses, senegaleses e sul-africanos.

Discos: “The invisible Boy”… o regresso dos The Happy Mess

“The Invisible Boy” é o single de avanço do novo álbum dos The Happy Mess. O tema apresenta o segundo álbum, que contou com a produção de Rui Maia (Mirror People, X-Wife) e será editado pela Sony Music Portugal em Setembro 2015.the happy mess.jpgO projeto The Happy Mess teve o seu inicio em finais de 2011.

Em 2012 gravavam o primeiro EP “October Sessions” que deu a conhecer o single “Morning Sun”, tema que rodou nas principais rádios nacionais.

Em 2013, era lançado o primeiro álbum de originais, “Songs From The Backyard”, de onde se extraíram os singles “Backyard Girl”, “Homeland” e “Sorrows Avenue”.

A par da música, a banda composta por Miguel Ribeiro na voz e guitarra, Rui Costa nos teclados, Joana Duarte na voz e sintetizadores, Pedro Madeira na bateria e João Pascoal no baixo, inclui uma vertente transdisciplinar que alia a arte e o vídeo, uma comunicação artística muito vincada que resulta da parceria constante com artistas de vídeo/multimédia, quer em videoclips quer nas suas actuações ao vivo.

 

Em Dezembro de 2013, os The Happy Mess apresentaram “Um Quintal Muito Particular”, um mini documentário igualmente produzido pela Krypton Films e realizado por João Teixeira. O documento é uma viagem de descoberta do universo da banda The Happy Mess. Os espectáculos, os bastidores, os ensaios, a criação e também os momentos mais íntimos da banda.

 

Em 2104, o grupo estreou igualmente “Shooting in the Dark”, realizado por André Badalo.

Em 2015, o grupo regressa aos concertos por todo o país, apresentando algumas canções novas do segundo disco a lançar em setembro, bem como as do seu álbum de estreia “Songs From The Backyard”