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Glam Magazine

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Festivais: Festival Caminhos do Oriente 2015 - Silves

Entre 12 e 14 de junho, o Teatro Mascarenhas Gregório é palco da 2.ª edição do Festival Caminhos do Oriente, este ano subordinado ao tema “Tradition meets Fusion”.

Divulgar a música e dança do Médio Oriente é o principal objetivo deste evento, promovido pela Associação Raks Al Amar, em parceria com a Câmara Municipal de Silves.caminhos_do_oriente.jpgO primeiro dia de festival, 12 de junho, apresenta uma Hafla & Open Stage, onde a comunidade de Dança Oriental dará a conhecer o seu trabalho. No dia seguinte, haverá uma Gala onde participarão o Grupo de Dança Oriental e Fusão Akhawat Al Raks (composto por Isa Aysel, Mónica Pereira, Sati Bengala e Vera Varela), assim como Denise de Carvalho, Helena Madeira, Rui Afonso e Vanessa Bengala, entre outros convidados.

Em ambos os dias, os espetáculos terão início pelas 21.30h.

 

O Festival Caminhos do Oriente contempla, ainda, uma vertente de formação, através da realização de diversos workshops, nas instalações do Silves Futebol Clube, nos dias 13 e 14 de junho. Fazem parte dos conteúdos programáticos desta formação temas mais tradicionais como Saidi (Folclore Egípcio), Bharata Natyam (Dança Clássica Indiana) e Pop Romântico (sub-estilo da Dança Oriental Clássica), e as bases para tocar e/ou dançar Percussão Árabe.

Já na área da fusão, os participantes terão contacto com Dança Oriental de Fusão Tribal, Dança Contemporânea ou AfroBelly (um mix de Dança Oriental com Dança Africana). Todos os workshops são de nível aberto, não exigindo que os participantes possuam experiência nos temas propostos.

Agenda: Best Youth no Cineteatro António Lamoso

Do Porto, Best Youth

A banda de Ed (Rocha Gonçalves), composições e produção, e Kate (Catarina Salinas), letras e vocalizações, surpreendeu com o sucesso de 2011 em formato EP, “Winterlies”.DSC_0569 (Cópia).jpgOs Best Youth, fazedores de um indie-pop sofisticado, elegantemente eletrónico, estreiam-se em LP em 2015 com “Highway Moon”.

Os singles “Red Diamond” e “Mirrorball” já rodam pelas rádios e ilustram na perfeição a estética independente e universal dos Best Youth

 

Cineteatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

13 junho 2015 | 22.00h

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo

Viagem Medieval 2015: Pulseira inspirada em reinado de conquistas e prosperidade...

Organizada pela Câmara Municipal da Feira, Feira Viva E.M. e Federação das Coletividades de Cultura e Recreio do Concelho, a 19ª Viagem Medieval realiza-se de 29 de julho a 9 de agosto, no centro histórico de Santa Maria da Feira, e vai recriar o reinado de D. Afonso III, que foi um ponto de viragem no jovem reino de Portugal.Pulseira_Viagem-Medieval-2015.jpgA pulseira de acesso ao recinto da 19ª Viagem Medieval em Terra de Santa Maria, é de tecido preto, bordado a amarelo-ouro, simbolizando as conquistas e prosperidade que marcaram o reinado de D. Afonso III. As cruzes alinhadas e padronizadas remetem para a ordem pública e social reposta pelo quinto rei de Portugal.

Mais do que um mero passaporte de acesso aos 11 dias do maior evento de recriação histórica da Europa, a pulseira da Viagem Medieval é para muitos visitantes um objeto de coleção que, pela primeira vez, é personalizada com o ano do evento (2015), referência que será para manter em edições futuras, facilitando a identificação das diferentes edições.

A pré-venda da pulseira decorre de 15 de junho a 29 de julho, mantendo-se os preços da edição anterior.

Assim, de 15 de junho a 29 de julho, os visitantes poderão adquirir a pulseira por 4 euros. De 30 de julho a 9 de agosto, a mesma terá o custo unitário de 5 euros (a entrada livre no dia 29 de julho). Os visitantes poderão ainda optar pelo bilhete diário (2 euros, durante a semana, com controlo de acesso das 15h00 à 01h00; e 3 euros, ao fim de semana, com controlo de acesso das 12h00 à 01h00).

Agenda: “Saudade de Você”… às voltas com Carmem Miranda

Os Real Combo Lisbonense tem recuperado, sob uma perspectiva actual, o espírito e a vocação das antigas orquestras e conjuntos de baile, com um repertório essencialmente constituído por clássicos de sempre e pérolas perdidas da música portuguesa.real combo.jpgQuem conhece Carmen Miranda? Toda a gente conhece Carmen Miranda. Nem que sejam duas ou três músicas, das cerca de 300 gravadas pela cantora mais internacional alguma vez nascida em Portugal. Levada ainda bebé de uma aldeia junto a Marco de Canaveses, Carmen foi para o Rio de Janeiro, cresceu brasileira e nunca voltou à terra onde nasceu. Apesar disso nós, portugueses, podemos estabelecer uma ligação cultural e afectiva a partir das suas origens: o quotidiano familiar cheio de memórias; a primeira música que cantarolou aos cinco anos, um fado que lhe ensinou a irmã mais velha; o contexto do Rio no início do século XX, com uma enorme população de imigrantes portugueses; a presença de Dona Maria, a mãe, ao longo da vida. Tudo isto deixou marcas na personalidade de Carmen.

De Várzea de Ovelha a Hollywood, com longa escala carioca, ela cresceu com o samba e a malandragem da Lapa, subiu na fama internacional até ao topo, mas nunca desistiu do passaporte português.

Quase 60 anos depois da sua morte, o legado de Carmen Miranda continua ausente da música feita em Portugal. É essa falha que o Real Combo Lisbonense vem colmatar, com um espectáculo totalmente novo que atravessa quase três décadas de história musical, através de um repertório de sambas, marchinhas e outros ritmos tropicais.

 

Casino da Figueira da Foz

13 junho 2015 | 22.00h

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo

Discos: “Golpe de Sorte” o EP dos 4L

Os 4L editaram o seu EP “Golpe de Sorte” no passado dia 21 de maio, em formato digital, com o selo da Music In My Soul, a edição física acontecerá já este mês de junho.

Deste novo trabalho da banda portuense, “Nada Sei e Nada Quero” é o single de apresentação.4L_FotoPromocional.jpgOs 4L são uma banda de Pop-Rock formada no Porto, em 2012. O grupo é composto por quatro elementos com experiência musical distinta, alguns dos quais já se conheciam de longa data e haviam colaborado entre si em projetos anteriores, tais como Deus Ex-Machina ou Cock and Bull Story.

A formação é composta por Diogo Barroso na voz, Miguel Gonçalves na guitarra, Abel Leite no baixo e João Rebelo na bateria.

Miguel Gonçalves e João Rebelo integram, respetivamente, os projetos em paralelo Dogma e Mundo Secreto.

 

O primeiro registo dos 4L data de agosto de 2013, com a gravação de cinco temas nos estúdios da Fábrica de Som, com a produção de Daniel Carvalho. A banda fez o seu concerto de apresentação no início de 2014, no Hard Club, e foi prosseguindo com a divulgação do seu crescente reportório em concertos nas áreas do Grande Porto e de Bragança.

Agenda: 48/20 - Ciclo de Cantautores (Coelho Radioactivo e Noiserv)

O 48/20 é um ciclo dedicado exclusivamente a cantautores, à dimensão autoral e artística de cada um deles, à entrega pessoal liberta de limites, ao uso da palavra como arma e forma de marcar o tempo. A Homens que por si só vão questionando o mundo, deixando frases cantadas no ar ou escritas nas paredes, que perdurarão nos dias de tempestade ou sob os dias do mais intenso e mortal calor.fafe.jpg

No dia 19 de Junho, o projecto artístico de João Sousa, Coelho Radioactivo, um dos mais promissores cantautores portugueses e que com vinte e poucos anos faz canções de uma riqueza e qualidade maduras como quem faz isto há muito. O seu álbum "Canções Mortas" é a prova cabal disso.

No dia 20 de Junho, um artista que dispensa apresentações e que nos vem conquistando há alguns anos mas que não para de nos surpreender. Noiserv traz o seu mundo imaginário para a cidade e para o seu jardim mais bonito no que se espera uma noite de verão sem igual.

 

Coelho Radioactivo

Sala Manoel de Oliveira (Fafe)

19 junho 2015 | 21.30h

Noiserv

Jardim do Calvário (Fafe)

20 junho 2015 | 22.00h

 

Discos: “Meio-Irmão” em EP dos Meio-Irmão

Os Meio-irmão são uma banda formada pelos irmãos Jóni Oliveira e Hernâni Oliveira, em 2013. A sua formação pouco convencional, sem bateria e com o som muito marcado pelo banjo brasileiro, dão a este projecto uma identidade singular no panorama musical.meio irmão.jpgUma sonoridade que remete à música popular portuguesa, passando pelo reggae, até ao som mais típico do Brasil profundo.

Em 2014 foram finalistas do "Concurso Nacional de Bandas - Antena 3", compuseram o hino oficial do festival de verão "Surf at Night", e partilharam o palco com Natiruts, Frankie Chavez, Jimmy P, Bezegol, entre muitos outros.

Em março deste ano, os Meio-irmão lançaram o seu álbum de estreia, em edição de autor, e no mesmo mês atingiram o 1º Lugar no top nacional de bandas da plataforma digital Tradiio.

O EP "Meio-irmão", é agora editado digitalmente pela Universal Music Portugal em resultado da parceria com o Tradiio, que já resultou na distribuição digital de outros projectos.

 

Fotografia: Pedro Lopes

 

Agenda: David J (ex-Bauhaus e Love And Rockets) em Coimbra

Inserido na tournée internacional de apresentação do seu livro “Who Killed Mister Moonlight?”, David J, o baixista e fundador dos Bauhaus e dos Love And Rockets, estará em COimbra dia 11 para um concerto único e intimista.

A solo e próximo do público, David J revisitará canções das duas míticas formações e apresentará algumas do seu último trabalho em nome próprio, “An Eclipse of Ships” editado em 2013.david j.jpgDavid J, natural de Northampton, foi membro fundador dos Bauhaus, a banda Gótica que mais influenciou a música alternativa no pós-Punk do início dos anos 80, com uma série de álbuns inovadores e encenações dramáticas nos concertos. Após a dissolução dos Bauhaus, com a saída em 1983 do vocalista Peter Murphy para uma carreira a solo, David J e os restantes membros da banda, o seu irmão Kevin Haskings e David Ash, formam os Love And Rockets, afastando-se da sonoridade Bauhaus para temas menos obscuros e mais próximos do Glam Rock.

A partir de 1999, David J embarca definitivamente numa carreira a solo, que conta com 13 álbuns editados, mas também com colaborações e participações noutros projetos musicais e audiovisuais, alguns dos quais em parceria com Don C. Tyler.

 

Salão Brazil (Coimbra)

11 junho 2015 | 22.00h

Agenda: Jennifer Souza, do Brasil para o Salão Brazil

Após 14 anos de estrada e um primeiro trabalho individual, a cantora, compositora e guitarrista mineira Jennifer Souza, apresenta o seu álbum de estreia, “Impossível Breve”.

jennifer.jpgO disco, indicado entre os melhores do Brasil em 2013, traz nove canções de um indie/folk jazz maduro, cantados num registo confessional. A artista já coleccionava elogios pelo seu trabalho na banda Transmissor, uma referência de Minas Gerais na nova música brasileira e que lançou em abril de 2014 o seu terceiro álbum de carreira, “De Lá Não Ando Só”.

Jennifer também é responsável pela Mostra Cantautores em Belo Horizonte, iniciativa de fortalecimento da canção autoral no estado e no Brasil. Com a sua primeira digressão internacional em 2015, a artista prepara as suas apresentações a solo para promover o lançamento do disco na Europa neste mês de junho. Com datas agendadas em Portugal, França e Holanda.

 Jennifer Souza, na Voz,Violão e Guitarra faz-se acompanhar de Marco Pombinho no Piano/Teclado, Francesco Valente no Baixo e Marcelo Araújo na Bateria

 

Salão Brazil (Coimbra)

9 junho 2015 | 21.30h

Festivais: Festival PRAGA 2015 em Coimbra

O colectivo “PRAGA” descende de um fanzine homónimo que tem o objectivo claro de divulgar os trabalhos da comunidade artística nas Caldas da Rainha em publicações modestas.

Como forma de ampliar o espectro de trabalhos apresentados e, ao mesmo tempo, aumentar o campo de possibilidades de expressão, criou-se um mini festival com o rótulo tolerante de “arte alternativa”, indo assim ao encontro de um novo público, passando a ter um carácter mais físicopraga1.jpgO ” PRAGA - mini-festival de arte alternativa” manifesta-se assim pela primeira vez em Abril de 2006 na cidade de Braga, sendo albergada pelo estaleiro cultural “velha-a branca” para exposição, feira de fanzines, leituras e encontros musicais acústicos, finalizando no “Bunker Bar” com a apresentação de concertos e performances.

Com isto tomou forma o conceito de fanzine ao vivo em itinerância, ou seja, uma maneira de fugir à instituição de arte e aos ditos “galerismos” e criar uma exposição que nasce a partir dos moldes clássicos mas que pela forma anti-académica e “descurada” assume a postura de um trabalho único por um colectivo artístico, na vez de uma exposição colectiva de vários artistas.

Incita -se à cidade que acolhe o projecto a colaboração no mesmo, ao invés dum simples lugar de espectador. Assim, não é fabricada apenas pelo movimento migratório de artistas que a compõem, como também de artistas locais que se interligam e cujo projecto vive dessa colaboração.

A conjugação destas diversas sinergias tornaram-se inerentes ao colectivo e à sua manifestação física, não só no variado numero de escolas que em si alberga, mas também na quantidade e forma de objectos expostos, resultando num excesso de informação no tempo e no espaço onde decorre. Ao longo de dois anos de continuada publicação das fanzines, abriu-se caminho para a realização da segunda edição do evento, em Évora. Desta vez, as instalações da Sociedade Harmonia Eborense foram ocupadas com cinco dias de antecedência permitindo aos membros do colectivo criarem obras de raiz e explorarem as potencialidades da cidade de Évora, assim como de criarem ligações com os artistas locais. Neste momento, o colectivo apercebeu-se do carácter interveniente do público, assumindo-o como co-criador.

 

Os três dias do festival deram seguimento à ideia de work in progress dos cinco dias precedentes, na criação de um fanzine desenvolvido por artistas e visitantes. Tendo o carácter de residência, deu também azo à criação de projectos musicais e performances in situ, entre trabalhos diversos (pintura, escultura, fotografia, gravura, desenho, serigrafia, video, performance e instalação), com uma afluência diária de contribuintes acima da edição anterior.

Era pretendido aprofundar a ideia de residência artística de maneira a explorar melhor as riquezas culturais de cada cidade e tornar-se assim mais coerente com o próprio espaço onde se apresenta. Também pareceu importante reforçar a união de um colectivo, que devido a circunstâncias diversas, já não se encontravam residir na mesma cidade, tendo no entanto, mantido os laços e sendo o praga o canal para os manter.

Em 2009 a proposta foi apresentada ao C.A.R. (Centro de Arte e Recreio) de Guimarães, que ofereceu os meios à sua disposição, tendo isso sido determinante à realização do evento.

Duas semanas antes, o espaço foi disponibilizado à primeira vaga de participantes que em jeito de residência preparam o terreno, na criação de oficinas. Esta equipa pôde atempadamente e in loco, atender às necessidades específicas do edifício assim como às premissas base de cada uma das oficinas, promovendo as ligações entre o grupo migratório da segunda vaga e a comunidade local.

Criaram-se as oficinas de Artes Gráficas, Fotografia, Video, Circuit Bending, Teatro, de uso comunitário, e de apoio à produção. O evento decorreu entre 1 a 4 de Abril, centrando a sua actividade no C.A.R., estendendo-se no final das duas primeiras noites ao bar Ultimatum, tendo encerrado com um espectáculo no Centro de Artes e Espectáculos, São Mamede em Guimarães.

Após 4 anos desde a última edição surgiu o convite de fazer uma 4ª edição na Associação Tubo de ensaio na Figueira da foz. O que deixou o colectivo bastante contente , e viu uma oportunidade de religar laços com as pessoas que fizeram parte das edições anteriores, como também a criação de novos laços com os habitantes da Figueira da Foz e do Tubo de Ensaio.

A 5ª edição decorre já nos próximos dias 11, 12 e 13 de junho em Coimbra. Casa das Artes, Be Coimbra e Atneu de Coimbra são os espaços ocupados pelo Praga nesta sua nova edição.praga2.jpgA juntar às exposições, oficinas e apresentações, a música será uma elo importante ao final de cada dia como forma de cativar um publico mais abrangente. São vários os nomes emergentes anunciados, na Casa das Artes a partir das 19 horas e no Be Coimbra a mais à noite a partir das 22 horas.