Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

Agenda: Mafalda Veiga em concerto… no Teatro Aveirense

Mafalda Veiga é escritora de canções, das que se transformam nas próprias histórias de quem as ouve, e é essa capacidade de as contar que a liga de uma forma única ao público.

Nos últimos 15 anos tem esgotado sempre as salas onde se apresenta ao vivo, com a particularidade de o público se deslocar para a ver e ouvir, percorrendo às vezes mais de metade do país, tanto em salas de espetáculo como ao ar livre.mafalda-veiga.jpg

Tem um notável clube de fãs organizado, que se estende além fronteiras, com especial destaque para o Brasil, onde estão incluídas 3 canções de sua autoria nas bandas sonoras das novelas da Rede Globo, “Sabor da paixão” (com a canção “No Rasto do Sol” como genérico e onde participou em dois episódios atuando ao vivo ) e “Senhora do Destino”. No último “Rock in Rio”, em Lisboa, preparou com o músico brasileiro Marcelo Jeneci e as suas respetivas bandas, um espetáculo cheio de afinidades em que colaboraram e participaram nas canções um do outro.

Com 10 discos editados e um DVD, para além de participações em diversos outros discos (mais recentemente no “Voz e Guitarra II” de 2013) e da colaboração nos seus discos e espetáculos de grandes músicos como Jorge Palma, Tiago Bettencourt ou mais recentemente Sara Tavares, Mafalda Veiga tem o dom de renovar as suas canções de sempre.

No final de 2011, lançou um álbum de abordagem mais electrónica, na sequência de um espetáculo trabalhado exclusivamente para auditórios e salas “ZOOM”, com produção de Fred Ferreira (Orelha Negra, Banda do Mar) e com a participação especial, também como produtor e músico, de João Barbosa (Lil John, Buraka Som Sistema) no único tema original deste trabalho, “Largar Mais”.

Mas é à intimidade das canções que a Mafalda regressa sempre… num espetáculo acústico em que as palavras de cada canção ficam mais à superfície, mais visíveis, capazes de ser tocadas e de tocar, nesse caminho único, tão misteriosamente evocativo e extraordinário, que é a música.

“Todas as Palavras Tocam” tem sido, desde então, apresentado em diversos teatros nacionais, na companhia do extraordinário talento e sensibilidade de Filipe Raposo no piano, acordeão e arranjos, de Lars Arens ( trombone e eufónio ) e Claudio Silva ( trompete e flugel ).

A escolha do alinhamento tem como critério a relação de afeto da autora com as suas próprias canções e com o público que sempre as tornou uma “coisa sua”.

 

Teatro Aveirense (Aveiro)

13 de junho de 2015 | 21.30h

David J (ex-Bauhaus e Love And Rockets) no Porto a 13 de Junho

Inserido na tournée internacional de apresentação do seu livro “Who Killed Mister Moonlight?”, David J, o baixista e fundador dos Bauhaus e dos Love And Rockets, estará no Porto no dia 13 de junho para um concerto único e intimista. A solo e próximo do público, David J revisitará canções das duas míticas formações, apresentará algumas do seu último trabalho em nome próprio, “An Eclipse of Ships” editado em 2013, mas propõe-se intercala-las com a leitura de trechos de “Who Killed Mister Moonlight?”, com relatos do que foi o percurso dos Bauhaus e estará disponiver para responder a questões dos espectadores.

david j1.jpgEm “Who Killed Mister Moonlight?”, baseado no diário que manteve ao longo de anos, David J oferece uma narração sem rodeios ou censuras do vertiginoso percurso dos Bauhaus para a fama, no final dos anos 70, da sua dissolução repentina nos anos 80 e das suas subsequentes e, muitas vezes tensas, reuniões.

Começando com a criação do sucesso seminal na estreia dos Bauhaus “Bela Lugosi’s Dead” e culminando no incêndio devastador que destruiu as sessões de gravação para o álbum dos Love And Rockets “Sweet F.A.” de 1996.

Pelo meio, explora o seu trabalho como artista a solo e com os Love And Rockets, aprofundando a sua relação com o ocultismo, com um diversificado elenco de personagens de apoio, incluindo William S. Burroughs, Alan Moore, Genesis P. Orridge e Rick Rubin.

Pleno de poder e paixão, música e magia, “Who Killed Mister Moonlight?” é um livro de memórias rock'n'roll como nenhum outro.

 David J, natural de Northampton, foi membro fundador dos Bauhaus, a banda Gótica que mais influenciou a música alternativa no pós-Punk do início dos anos 80, com uma série de álbuns inovadores e encenações dramáticas nos concertos. Após a dissolução dos Bauhaus, com a saída em 1983 do vocalista Peter Murphy para uma carreira a solo, David J e os restantes membros da banda, o seu irmão Kevin Haskings e David Ash, formam os Love And Rockets, afastando-se da sonoridade Bauhaus para temas menos obscuros e mais próximos do Glam Rock.

A partir de 1999, David J embarca definitivamente numa carreira a solo, que conta com 13 álbuns editados, mas também com colaborações e participações noutros projetos musicais e audiovisuais, alguns dos quais em parceria com Don C. Tyler.

Concerto e apresentação do livro “Who Killed Mister Moonlight?” é uma produção da editora Sister Ray Discos

 

 

Concerto e apresentação do livro “Who Killed Mister Moonlight?”

Radio Bar (Porto)

13 junho 2015 | 22.00h

 

 

 

Festivais: “Geração Arte" no palco NOS Clubbing do NOS Alive! ‘15

Quatro meses depois de ter arrecadado o primeiro lugar na categoria de videoclips do concurso do Correio da Manhã Geração Arte, Dianna Sousa foi agora escolhida, entre doze finalistas, para atuar no Festival NOS Alive'15. A rapper lisboeta sobe ao Palco NOS Clubbing no dia 10 de junho, no mesmo dia em que atuam Moullinex, Capicua, Batida, entre outros.

geração.jpgEscolhida por unanimidade por um júri presidido por Álvaro Covões e constituído ainda pela fadista Carminho, pelo músico Noiserv, pela cantora e 'casting director' Patrícia Vasconcelos e pelo jornalista do Correio da Manhã Miguel Azevedo, Dianna Sousa, de 21 anos, distinguiu-se logo no mês de arranque do Geração Arte, em fevereiro. Na altura o videoclip “Basta Quereres” arrecadou 191 votos no site do jornal.

Por ter crescido a ouvir hip-hop, foi nas palavras que encontrou o sentido certo para falar do seu mundo. Sem discos gravados ou editados, sem contratos e sem nunca ter entrado num estúdio, Dianna Sousa cresceu à margem do mercado e da indústria, tendo-se tornado um fenómeno nas redes sociais.

 

O vídeo que levou Dianna Sousa ser escolhida entre centenas de outras candidatura irá ser apresentado ao público durante a atuação.