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Glam Magazine

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Agenda: Festival de fado em Bogotá (Colômbia) e Buenos Aires

O Festival de Fado, que nasceu em 2011 em Madrid e que se realiza este ano em quatro cidades da Europa e América Latina, chega a Bogotá de 3 a 6 de junho. Já a capital Argentina, Buenos Aires, irá receber pela segunda vez o festival do Fado de 10 a 13 de junho.

Raquel Tavares e José Manuel Neto irão atuar às duas cidades, sendo que Bogotá receberá ainda o fadista Camané e Buenos Aires a fadista Mísia.

fado.jpgAs duas edições, que têm como tema "Os Poetas e as palavras do Fado", irão contar na programação, para além de concertos, com projeção de filmes, conferências e workshops, que ajudam a compreender os mistérios do Fado. Será ainda realizada nas duas cidades uma exposição com o selo de qualidade do Museu de Fado de Lisboa.

O Festival do Fado é uma produção da Everything is New em parceria com a Alto e Bom Som

 

Concertos em Bogotá (Colômbia)

3 junho - Camané

5 junho - José Manuel Neto

6 junho - Raquel Tavares

 

Concertos em Buenos Aires (Argentina)

10 junho - Raquel Tavares

12 junho - José Manuel Neto

13 junho - Mísia

 

Agenda: Alceu Valença regressa a Portugal em julho

Depois do lançamento do disco “Valencianas” e de dois espetáculos acompanhado pela Orquestra Ouro Preto que encheram a Casa da Música e Teatro Tivoli em janeiro, o cantor Alceu Valença está de regresso a Portugal, em nome próprio, para concertos em Braga, Sta. Maria da Feira e Sintra, durante o mês de julho.

alceu_valenca1.jpgDesta vez, o cantor vem acompanhado pela sua banda formada por Paulo Rafael (guitarra), Tovinho (teclados), Nando Barreto (baixo) e Cássio Cunha (bateria), músicos que fazem parte do ADN do artista.

A alquimia valenciana condensa a genética da música nordestina, com referências ao xote, o forró, a toada, o coco ou a embolada num caldeirão sofisticado e contemporâneo. Sob esta influência, Alceu Valença apresenta sucessos como “Coração Bobo”, “Cabelo no Pente”, “Cavalo de Pau” ou “Táxi Lunar”.

Se no início da carreira, nos anos 70, dizia-se que seu “Papagaio do Futuro” era a embolada do século XXI, a atual “Embolada do Tempo” mostra o quanto seu criador inquieto permanece atemporal.

Sem perder a forte ligação com a tradição, o cantor recria um módulo de canções de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro, pilares da construção da identidade musical nordestina.

Do sertão ao litoral, a música de Alceu Valença também leva aos caminhos ensolarados do Recife, como em “Pelas Ruas Que Andei”. O seu roteiro poético e sentimental conduz a “Belle de Jour” entre os domingos azuis e as tardes femininas da praia de Boa Viagem, enquanto “Anunciação” reverbera os sinais de uma epifania musical. Pela sensualidade de “Girassol”, o amor ganha contornos explícitos em peles morenas e domingos azuis. Como a Morena do mega sucesso “Tropicana”, a criação valenciana tem “saliva doce e carne de caju”.

Estes são alguns dos temas que farão parte desta digressão por Portugal num ano que tem sido marcado pela crescente presença de Alceu Valença por terras lusas.

 

Datas dos concertos em Portugal:

 

11 julho - Theatro Circo – Braga

13 julho – CineTeatro António Lamoso - Sta. Maria da Feira

24 julho – Centro Cultural Olga Cadaval - Sintra

 

 

Festivais: O Sol da Caparica 2015

Em 2015, como no ano anterior, os objetivos definidos para fazer do Sol da Caparica um Festival nacional, sólido, diferente e potenciador de uma atitude Artística inovadora e arrojada mantêm-se….

Um Festival positivo, popular, com “boas ondas”…

sol.jpgUm Festival em que a Língua de Expressão Portuguesa seja dominante, sem exclusão de outras, em que os Artistas Portugueses, Brasileiros, de Angola, Cabo Verde, Moçambique e St. Tomé tenham espaço e prazer em apresentar nas melhores condições de produção as suas criações…

Um Festival atual onde os Artistas exibam os seus mais recentes trabalhos, em que a sua criatividade e inovação estejam presentes.

Um Festival em que, para além da Musica e da Festa, a animação proporcionada permita a partilha e experimentação de todos Em que a Língua, os Grafiti, a Arte Urbana, o Surf, manifestações que fazem parte do universo cultural da Costa da Caparica e que são partilhados por milhões de Lisboetas e Almadenses ao longo do ano, tenham a evidência e o destaque merecido.

No Sol da Caparica, todos vão poder beber um copo, apreciar uma atuação, descansar nas zonas lounge e quem sabe garantir a primeira Surfada ou saída de Kite ou Windsurf!

As crianças também! O Domingo do Festival é dedicado a elas!

No Sol Da Caparica, estar numa esplanada, ter espaço para descansar num puf ou debaixo da árvore é possível pois a nossa preocupação é proporcionar bem-estar e comodidade ao mesmo tempo que a possibilidade de usufruir das mais de 30 atuações de Artistas Bandas e DJs.

O Sol da Caparica vai acontecer a 13, 14, 15 e 16 de Agosto.

Um Festival Jovem, Familiar e Urbano que não exclua ninguém.

 

Artistas confirmados

13 Agosto:

The Legendary Tigerman, Carlão, Camané, DJ Marfox, Richie Campbell, Marcelo D2, Resistência , UHF, HMB, Dengaz e Mimicat

14 Agosto:

Brigada Victor Jara, Jorge Palma, Paulo Flores e Linda Martini

15 Agosto:

Xutos & Pontapés, Regula, Miguel Áraujo e Ágir

16 Agosto:

Luisa Sobral e Avó Cantigas

Festivais: Festim… Kepa Junkera & Sorginak

É já no dia 13 de junho que arranca a edição de 2015 do Festim, com a apresentação dos Kepa Junkera & Sorginak em Àgueda .

kepa.jpegO grupo feminino Sorginak é uma erupção de percussão basca. As seis jovens pandereteiras formam um colectivo impregnado da tradição. Sempre a vozes, límpidas, frescas, lindas. Cantam e bailam e tocam como gente grande. A elas junta-se Kepa Junkera, o notável e consagrado mago da trikitixa (concertina basca), para uma celebração musical carregada de simplicidade. De um lado, nas mãos delas, a tradição do País Basco no seu estado mais puro. Do outro, nos dedos dele, o virtuosismo depurado do seu maior embaixador e artista. Assim começa mais um grande Festim!

Kepa Junkera - trikitixa e percussões

Amets Ormaetxea, Eneritz Aulestia, Irati Gutierrez, Garazi Otaegi, Maria Lasa, Alaitz Eskudero (Sorginak) - panderetas, percussões, vozes

 

Praça do Municipio (Águeda)

13 de junho de 2015 | 22.00h

Parque Municipal do Antuâ (Estarreja)

14 de junho de 2015 | 22.00h

Festivais: As presenças no Caixa Ribeira ’15 (Parte 5)

Depois do êxito do formato apresentado em Lisboa com duas edições esgotadas, o Caixa Alfama que este ano se voltará a realizar, a 18 e 19 de Setembro, o Caixa Ribeira trará ao Porto alguns dos mais consagrados Fadistas, mas também a nova geração do Fado e os novos talentos.

Um cartaz ímpar, que reunirá os melhores e mais atuais nomes do Fado, com especial atenção para os intérpretes do Norte do país.

Afinal, o Fado é expressão cultural da identidade Portuguesa e aqui encontramos alguns dos seus mais notáveis intérpretes, dos consagrados aos jovens valores.

 

Num formato singular, decorrerá em espaços pouco prováveis da cidade do Porto, na Ribeira.

No total, serão dez palcos que irão acolher mais de 40 fadistas, durante dois dias: Palácio da Bolsa no Salão Árabe e Pátio das Nações, Mercado Ferreira Borges no Hard Club 1 e 2, Palco Caixa, Igreja de São Francisco, Fado à Janela (Cais da Estiva), Barco no Douro, Cave no Cais da Estiva e Antiga Junta de Freguesia de São Nicolau.

 

Vamos dar a conhecer os fadistas que estão presentes no festival.

Hoje apresentamos os últimos 5 nomes presentes no evento:

 

Ricardo RibeiroFADO-Ricardo Ribeiro.jpgRicardo Ribeiro é um dos maiores nomes do fado português.

No ano passado, com a edição do seu quarto disco de originais, “Largo da Memoria”, conquistou a crítica e o público, enchendo, entre outros espaços, dois palcos maiores: CCB e Casa da Música.

Influenciado por nomes icónicos da canção mais portuguesa, como Fernando Maurício, Amália Rodrigues, Alfredo Marceneiro, Manuel Fernandes, Adelino dos Santos (Guitarra) e José Inácio (Viola), o fadista começou cedo a participar em diversas e afamadas sessões de fado, e a ser presença habitual em festivais nacionais e internacionais.

 

De voz funda, imponente e cheia de coração, Ricardo Ribeiro vai, entre discos e concertos em nome próprio, colaborando em mil e um projetos, e participando em registos de nomes vários do panorama artístico português. Depois do lançamento do seu último trabalho “Largo da Memória”, Ricardo Ribeiro levou este trabalho a muitos palcos nacionais e internacionais.

Esgotou salas como o Elebash Center (Nova Iorque) em duo com Pedro Jóia, o Centro Cultural de Belém e a Casa da Música e recebeu rasgados elogios da imprensa nacional e internacional. Recebeu em Janeiro a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique, juntamente com as fadistas Ana Moura, Carminho e Katia Guerreiro e o guitarrista Mário Pacheco.

Ricardo Ribeiro foi também nomeado para a categoria de Melhor Artista de 2015 pela revista britânica Songlines.

 

Ricardo Ribeiro & Rabih Abou-KhalilFADO-Abou-Khalil.jpgO que é que um compositor libanês, alaúdista e líder de uma banda faz depois de gravar com os grandes nomes do jazz, com músicos tradicionais árabes, com quartetos de cordas clássicas e músicos arménios, a quem foi atribuída a missão de escrever obras para orquestras sinfónicas pela BBC Orchestra, de Londres e pela Ensemble Modern, da Alemanha.

Naturalmente, vai para Portugal, musicar poesia portuguesa e gravar com um jovem fadista de Lisboa.

A aventura começou com uma pergunta de Ricardo Pais, director do Teatro Nacional do Porto, que pretendia saber se Abou-Khalil estaria interessado em musicar poemas portugueses e tocar as músicas em Lisboa e no Porto.

Abou-Khalil aceitou imediatamente; a emoção de fazer algo tão surreal era simplesmente irresistível. Abou-Khalil descobriu assim Ricardo Ribeiro que na altura com apenas 26 anos, tinha já granjeado reputação por mérito próprio. Canta as composições de Abou-Khalil como se fossem suas, domina os complicados ritmos e as invulgares melodias com total facilidade. A sua voz, por vezes tentadoramente suave, outras impressionantemente poderosa, mistura-se com o alaúde de Abou-Khalil criando uma nova unidade.

Aos dois, junta-se neste espetáculo único Luciano Biondini, de spoleto, Itália, mestre no acordeão, e o percussionista norte-americano Jarrod Cagwin tão discretos quanto presentes, acentuando habilmente as subtilezas musicais. O resultado é uma música que soa a novo e a estranho, embora familiar e natural, como se tivesse existido desde sempre.

 

RodrigoFADO-Rodrigo.jpgNascido a 29 de Junho de 1941,na freguesia da Graça, em Lisboa, foi batizado com o nome de Rodrigo Ferreira Inácio.

Aos 21 anos vai para França para aprender a língua francesa. Na véspera da partida para Paris, resolve fazer uma festa de despedida com alguns amigos, passando a noite a fazer aquilo a que normalmente se chama visitar as “capelinhas”. Incitado pelos amigos, resolveu participar no fadista cantando o único fado que sabia, “Biografia do Fado”, celebrizado por um grande senhor do Fado, Carlos Ramos.

Mal acabou de cantar, sentou-se, pois não sabia mais nenhum. Dos que o ouviram, ninguém queria acreditar que aquele rapaz afável e educado, desconhecesse outros fados e mais ainda, que seria a primeira vez que o teria cantado. Já em França, com bastante surpresa sua, o momento que mais recordava, para além da saudade que sentia da família, era o daquele mágico momento fadista. Aos 26 anos regressa definitivamente a Portugal e grava o seu primeiro disco, “A Última Toirada Real em Salvaterra”.

Durante os seus 40 anos de carreira, atuou em diversas salas de espetáculo e cadeias de televisão pelos cinco cantos do Mundo

 

Rodrigo Costa Félix

FADO-Rodrigo Costa.jpgÉ um dos fadistas percussores do novo fado e um dos cantores herdeiros da grande tradição masculina do Fado de Lisboa.

Do seu já significativo currículo podemos destacar as atuações nos espetáculos de homenagem a Amália em Lisboa, Porto, Café Luso e Panteão Nacional; o espetáculo “Sol y Luna – Flamenco y Fado” com o qual fez digressões pela europa em 2000 e 2001, ou o espetáculo do guitarrista Mário Pacheco no Palácio de Queluz em 2005, onde cantou ao lado de Mariza, Camané e Ana Sofia Varela, de que resultou a gravação de um CD/DVD premiado pela revista Songlines como o melhor do ano no campo da World Music.

Participou no primeiro registo da chamada nova geração do Fado, o álbum “Alma Nova” em 1994, mas o seu primeiro álbum a solo, “Fados D’Alma”, gravou-o apenas em 2008.

Neste álbum, produzido por Mário Pacheco, com uma dedicatória e nota introdutória de Adriana Calcanhoto, Rodrigo canta poetas como Fernando Pessoa ou Vinícius de Moraes. “Fados de Amor”, dedicado ao amor e à mulher, foi editado em Maio de 2012.

É o primeiro disco da história do Fado onde a Guitarra Portuguesa é integralmente gravado por uma mulher, pela sua mulher, Marta Pereira da Costa

 

Sandra CorreiaFADO-Sandra.jpgA primeira vez que ouvimos a Sandra Correia, ficamos “incomodados”.

Não sabemos bem o que estamos a sentir, que força é aquela que nos leva às lágrimas, que nos toca tão fundo.

Apenas sabemos que o queremos voltar a sentir. A sua forte presença em palco, torna as suas actuações ao vivo eventos memoráveis preenchidos de fortes sentimentos e emoções. Com a sua voz única e nostálgica, agri-doce, dá sentido a cada palavra que canta. É uma intérprete. Com um toque natural de grande classe, a Sandra é a personificação perfeita de Fado. Filha de um músico, Sandra Correia nasceu em Fornos, Santa Maria da Feira. Começou a cantar muito nova, quando era apenas uma criança, em eventos locais. Sandra tornou-se profissional aos 16 anos e imediatamente fez um impacto, sendo convidada para cantar constantemente em alguns dos locais mais famosos em Portugal e no estrangeiro

 

Agenda: “Uns dias no Parque” com Expensive Soul e GNR

A 5ª edição de “Uns dias no Parque” vai decorrer na Póvoa do Varzim entre o dia 5 e 10 de junho

povoa.jpgSegundo o Presidente da Câmara Municipal esta organização é a maior manifestação cultural e associativa do concelho. Como novidade desta edição, os concertos dos Expensive Soul e dos GNR, respetivamente, no sábado, 6 de junho, e na terça, dia 9, ambos pelas 22h00.

Estas duas excelentes bandas portuguesas abrangem o gosto musical de diferentes faixas etárias e foi esse o objetivo da autarquia, programar “Uns dias no Parque” tendo em conta todas as gerações.

Tudo começa no dia 5 de Junho… muita animação para as crianças, musica com grupos regionais, folclore, deporto, jogos, iniciativas lúdicas entre tantas outras iniciativas que irão preencher os dias do evento.

“Uns dias no Parque” é também uma exposição de Associações, instituições de Solidariedade Social e de Serviços. Todos podem realizar alguma receita para desenvolver as suas atividades através da venda de produtos.

 

Fotografia: Município Povoa do Varzim

Discos: Basic Black "Machinity"

O álbum de estreia dos Basic Black "Machinity" está agora disponível nas principais lojas digitais. No inicio de Junho estará disponível em formato CD.

A edição tem o selo da Music In My Soul e “Wizard Ways” é o single de apresentação deste trabalho.

O lançamento do álbum esta agendado para o próximo dia 6 de junho, no Armazém do Chá, no Porto, a partir das 23.00hbasic black.jpgOs Basic Black são uma banda portuguesa de Granite Rock que nasceu em Vila Pouca de Aguiar, algures entre 2007 e 2008. E é onde Bruno Teixeira (vocalista/guitarra), Tiago Mourão (guitarra), Francisco Violante (baixo) e Tiago Fernandes (bateria) exploram as suas conceções musicais.

Bruno Teixeira (ou “Didi”), que surgiu na banda em finais de 2012, já tinha passado por diversos projetos musicais, ao contrário dos restantes elementos. Na altura em que se juntaram, eram todos jovens de 16/17 anos, da mesma escola, que inicialmente queriam tocar covers, principalmente de bandas como Muse, Red Hot Chili Peppers e Nirvana, tendo sido, precisamente, numa atividade organizada pela escola que frequentavam que deram o primeiro concerto.

A qualidade é, provavelmente, o que explica que este grupo tenha vencido praticamente todos os concursos nos quais participou – e onde teve a oportunidade de partilhar o palco com bandas nacionais de referência como Xutos e Pontapés, The Gift e PAUS.

Os Basic Black não nasceram para estar escondidos numa garagem. A oportunidade de ter o seu primeiro trabalho de estúdio editado, com o selo da Music In My Soul, apareceu na altura certa

Festivais: Feira das Almas…. Reverence Valada

 

Um novo conceito de mercado a acontecer na zona dos Anjos em Lisboa.

São mais de 100 bancas com novos designers, artigos vintage, segunda mão e usados a preços competitivos!

feira das almas.jpgA Feira das Almas tornou-se também um local para apresentação de projectos e outras ideias em fase experimental.

Sexta feira 5 de junho especial Aniversario das 17h as 00h. Feira de Arte, Vinil, Edições Independentes, Showcases

 

18.00h - LAmA by Reverence Valada

19.00h - The Sitar Experience by Reverence Festival Valada

20.00h - Monstruos by Discos Porno

21.00h - Puto Anderson & DJ Ninoo by Príncipe Discos

 

No domingo dia 7 de junho showcase dos Los Black Jews pelas 16h

Discos: Trêsporcento “Homem novo”

Os Trêsporcento estão de regresso com um novo single “Homem Novo”, o regresso da banda a estúdio, quase 3 anos após as sessões que resultaram na edição de “Quadro” em 2012, o último disco de estúdio da banda.tresporcento.jpg“Homem Novo” foi gravado entre Lisboa e Sydney. As gravações em Lisboa ficaram a cargo de Manuel San Payo, enquanto as de Sydney ficaram a cargo de Diego Salema Reis, produtor de longa data da banda, que foi também responsável pela mistura e masterização deste tema.

Afastados dos palcos desde o primeiro trimestre de 2014, altura em que a banda esgotou o Musicbox Lisboa e terminou, precisamente em Sydney, a digressão de apresentação de “Lotação 136”, disco ao vivo gravado no Teatro Aberto e lançado em Janeiro de 2014, a banda regressará também aos palcos este verão, com diversas datas agendas entre Agosto e Outubro.

A banda conta com 4 discos na sua discografia: “Trêsporcento” EP de 2009, “Hora Extraordinária” (2011), que deu a conhecer o tema “Elefantes Azuis”, “Quadro” em 2012 , de onde saíram “Veludo” e “Cascatas”, e, finalmente, “Lotação 136” (2014).

Os Trêsporcento são constituídos por Tiago Esteves (voz e guitarra), Lourenço Cordeiro (guitarra), Pedro Pedro (guitarra), Salvador Carvalho (baixo) e António Moura (bateria).

Discos: Cartel Dezgadja “No Princípio era o Verbo”

Cartel Dezgadja é o resultado da união entre DGB, Kokhal e Tayob J.

Dois velhos amigos e um mais recente, que tem em comum além da amizade, a sua paixão por música. DGB ou Da Guida é uma lenda viva no movimento rap criolo, dos primeiros MC's em Portugal a rimar em criolo, Kokhal é um dos MC's na tuga que mais preza o uso da palavra, um MC que usa a palavra como arma, enquanto Tayob é um talento nato a nível musical, um DJ e Beatmaker com um conhecimento de música muito eclético.cartel.jpgTrês estilos diferentes, mas ao mesmo tempo iguais no que toca a ideologias, com admiração mútua em relação ao trabalho de cada um, juntos decidem criar o grupo Cartel Dezgadja, um projecto que funde o rap com o reggae, o funk com o soul, a língua portuguesa com o dialecto criolo, a cachupa cozinhada em Portugal com o cozido feito em Cabo Verde, no fundo um cozinhado temperado e apurado pelos sabores de todo o mundo.

A diversidade é a principal essência do grupo, não se focando num só estilo musical, mas sim explorando ao máximo a sua música, em que cada um dá o seu toque pessoal através das suas experiências, vivências e cultura dando ao ouvinte acesso a uma atmosfera diferente do que está habituado a ouvir. Um projecto único em Portugal, com mensagens incisivas mas ao mesmo tempo super positivas, com ritmos singulares, com refrões fortes, com líricas únicas e com actuações bastante energéticas, assim surge Cartel Dezgadja!

 

“No Princípio era o Verbo” o disco de estreia do projeto esta diponivel desde 31 de Maio nas plataformas digitais. A edição física em CD estará disponível a partir de 20 de junho

Discos: Chibazqui “Planos para o futuro”

“Planos Para o Futuro” é o nome do primeiro disco dos Chibazqui que é agora editado pela NOS Discos.

Tudo começou com um erro, mas a coisa acabou por dar certo: era para ser Chinaski, um roubo descarado a Bukowski, mas alguém se enganou a teclar e escreveu “Chibaski”, daí ao aportuguesamento desavergonhado foi um pequeno passo.capa_detalhe_300x300.jpgFicou Chibazqui, nome estranho e sem significado, e em seu redor formou-se a banda, partindo do princípio de que é preciso lidar tranquilamente com o erro, cuidar dele e fazer com que cresça saudável e funcional. Tranquilamente não é um advérbio de modo aplicado aqui por conveniência menor: ele surge por necessidade. A tranquilidade é um elemento fundamental na história ainda curta dos Chibazqui, um quarteto cuja ambição maior é fazer tudo com vagar, sem complicar, evitando ao máximo a preocupação e a ansiedade.

E foi assim que, calmamente, Diego Armés (ex-Feromona), C de Croché, Filipe Sambado (Cochaise) e Silas Ferreira (Pontos Negros, Os Náufragos) foram construindo um álbum, canção após canção, sem forçar a música nem obrigar a lírica: tudo fluindo naturalmente. Se não fluiu, deixou-se a descansar, a amadurecer, e um dia destes talvez se volte lá, mas sempre sem obrigação de o fazer, o segredo é não planear demasiado.

Perante um plano tão simples, decidiu-se que seria absolutamente lógico e da mais elementar justiça chamar-se ao disco “Planos para o futuro”, título de uma canção onde se expõe abertamente o objectivo fundamental chibazquiano: “eu só quero viver devagar, morrer já velhote a contemplar as ondas”. Neste conjunto de canções encontram-se viagens nostálgicas, férias adolescentes fervilhantes, recordações de infância, retratos do quotidiano, um pouco de absurdo e a satisfação de ir levando a vida com serenidade – ou a surpresa por se ir amadurecendo com prazer.

Os Chibazqui vão apresentar ao vivo “Planos Para O Futuro” no dia 3 de Junho pelas 22h30, no Damas na Rua da Voz do Operário em Lisboa.