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Glam Magazine

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Discos: O Jogo do Galo: single de estreia do projeto O Moço Árabe

Nascido de uma necessidade interna e premente de dar voz aos sentimentos de quem se sente Moçarabe, surge o projeto O Moço Árabe, justamente para tocar em assuntos levantados pelo deslocamento da cultura Moçarabe, vários séculos após a descolonização da Ibéria dos invasores Muçulmanos.

O-Moço-Árabe-Cover-B-1-640x360.pngAinda é raro encontrar quem celebre a união nascida da tolerância entre culturas, religiões e raças que deu nascimento ao Moçarabe, simbolo da pluri-culturalidade e fusão de filosofias, que foi responsável pela reintrodução na Europa do conhecimento perdido durante a idade média.

Música de protesto moderna, O Moço Árabe consegue uma fusão musical entre o que é música tradicional e a invenção resultante da falta de referências culturais, nascendo como produto uma criatividade que tem origem no deslocamento e migração forçada.

 

O projeto O Moço Árabe foi apresentado na passada quarta feira, dia 27 de maio, em estreia absoluta, no festival Rotas & Rituais, em Lisboa e chega agora com o primeiro single “O Jogo do Galo”.

Festivais: As presenças no Caixa Ribeira ’15 (Parte 2)

Depois do êxito do formato apresentado em Lisboa com duas edições esgotadas, o Caixa Alfama que este ano se voltará a realizar, a 18 e 19 de Setembro, o Caixa Ribeira trará ao Porto alguns dos mais consagrados Fadistas, mas também a nova geração do Fado e os novos talentos.

Um cartaz ímpar, que reunirá os melhores e mais atuais nomes do Fado, com especial atenção para os intérpretes do Norte do país.

Afinal, o Fado é expressão cultural da identidade Portuguesa e aqui encontramos alguns dos seus mais notáveis intérpretes, dos consagrados aos jovens valores.

 

Num formato singular, decorrerá em espaços pouco prováveis da cidade do Porto, na Ribeira.

No total, serão dez palcos que irão acolher mais de 40 fadistas, durante dois dias: Palácio da Bolsa no Salão Árabe e Pátio das Nações, Mercado Ferreira Borges no Hard Club 1 e 2, Palco Caixa, Igreja de São Francisco, Fado à Janela (Cais da Estiva), Barco no Douro, Cave no Cais da Estiva e Antiga Junta de Freguesia de São Nicolau.

 

Vamos dar a conhecer os fadistas que estão presentes no festival. Aqui apresentamos mais 6 nomes presentes no evento:

 

Cidália MoreiraFADO-Cidália Moreira.jpgActriz, fadista portuguesa, também conhecida como a “fadista cigana”.

Aos 7 anos torna-se vocalista de um conjunto de animação de bailes, no qual se mantém até aos 14. Já em 1973, ano de alguma agitação, parte para Lisboa e é no restaurante Viela, à Rua das Taipas, que se estreia profissionalmente. Morena, cabelos muito compridos, não tardou a que a apelidassem de “A Cigana do Fado”. Na mesma década, inicia uma produção discográfica intensa, gravando vários discos EP e LP.

Empreende-se então, a convite de várias instituições estrangeiras, em digressões que a levaram à França, Espanha, África do Sul, EUA e Canadá.

Teve também êxito no Brasil, onde fica por quatro anos. É posteriormente convidada para representar no teatro de revista, destacando-se em revistas como “Cá Vamos Cantando e Rindo”, “Ora Bolas P´ró Pagode” e “Força, Força Camarada Zé”. No teatro ABC canta, numa dessas revistas, um dos seus maiores êxitos “Lisboa Meu Amor”, que nunca chegou a ser gravado em disco. “Fado Errado” também foi um dos seus grandes êxitos. “Odisseia” no Parque 2005 foi a sua última revista no Teatro Maria Vitória.

Atualmente é fadista “privativa” de uma das mais importantes casas de fado de Lisboa, Casa de Linhares (Bacalhau de Molho).

 

Cláudia Madur

FADO-Cláudia Madur.jpgCláudia Madur nascida em Baião, distrito do Porto, a 30 de Novembro de 1983, desde cedo se apaixonou pela Música.

Motivada pelo seu pai, aos 6 anos iniciou a sua formação musical na “Casa da Música de Baião”, estudando inicialmente clarinete e mais tarde piano. Porém, rapidamente percebeu que a sua vocação era o canto; a sua voz era o seu instrumento musical. Ao longo da sua adolescência a vontade de cantar foi aumentando, passando a desenvolver, de forma autodidacta, o seu estilo e a sua técnica vocal.

A sua estreia como fadista profissional ocorreu em Junho de 2006 e desde então tem sido convidada para os mais variados espectáculos por todo o país.

Em 2009 gravou o seu primeiro trabalho discográfico “Fado Sem Tempo”, maioritariamente com poemas originais (alguns de sua autoria) interpretados em melodias de fados tradicionais. Produzido por Artur Caldeira, conta com o mesmo na Guitarra Clássica, o veterano José Luís Nobre Costa na Guitarra Portuguesa e José Fidalgo no Contrabaixo.

 

Fábia Rebordão

FADO-Fábia Rebordão.jpgJovem fadista, compositora e autora é uma descoberta de Jorge Fernando.

Começou por mostrar o seu talento ainda adolescente no programa “Cantigas da Rua” mais tarde fez parte do elenco de “My Fair Lady” de Filipe La Féria”. Foi ainda finalista da Operação Triunfo. Já cantou nas principais casas de Fado de Lisboa, como a Tasca do Chico, a Travessa do Embuçado, Clube de Fado e é actualmente cantora residente da Casa de Linhares.

O seu disco de estreia chama-se “A Oitava Cor” com 16 fados, alguns compostos pela própria, e dois duetos. As músicas são invariavelmente da sua autoria ou de Jorge Fernando, bem como algumas letras e contam ainda com poemas de Aldina Duarte ou Manuela de Freitas.

 

FF

FADO-FF.jpg“Saffra” é um projeto que alia a música tradicional portuguesa à modernidade do Fado. Fernando Fernandes é a voz, e também, o responsável pela composição de duas destas 11 canções que revelam a sua essência enquanto cantor.

“Saffra” foi produzido por Tiago Machado (habitual colaborador de Mariza) e conta com as participações especiais de Lura, no tema “Dança da Solidão”, e Dulce Pontes, que também assina um dos temas, ao lado de nomes como Diogo Clemente, Manuel Paulo, Flávio Gil, Jorge Fernando e Tiago Torres da Silva.

De uma forma simples, mas consciente, temas como o primeiro single “Safra Deste Ano” transportam-nos à infância, balançando o peso da saudade com o optimismo da colheita.

 

Filipa Cardoso

FADO-Filipa Cardoso.jpgCresceu no bairro típico de Lisboa “Alto do Pina”, recordando dos seus tempo de criança vozes como a de Fernando Maurício e os sons da guitarra portuguesa. Aos 10 anos, cantou em público pela primeira vez num casamento. O dono do restaurante propõe-lhe que cante noutros casamentos e oferece-lhe o primeiro cachet que Filipa recusa, aceitando no entanto o desafio de cantar. Mais tarde, na festa de aniversário da neta de Raul Silva,

Filipa, já com 15 anos, é ouvida em Alfama: na casa típica “Taverna do Embuçado”, onde passou a ser presença diária, e na “Taverna d´el Rey”.

Em 2004, aos 25 anos e depois de ser mãe, acredita que “sem cantar fado a sua vida não fazia sentido” e concorre à Grande Noite do Fado, em Lisboa. Venceu nesta noite, que decorreu no Teatro São Luiz e passou a ser presença notada em casas de fado de referência do país como Arcadas do Faia, Café Luso, Marquês da Sé ou Clube de Fado, tendo ficado como fadista no elenco privativo do Sr. Vinho, da fadista Maria da Fé.

Segue-se também o Teatro de Revista. Em 2005 deve-se assinalar o lançamento, numa edição de autor, do seu primeiro CD, “Fragmento do Fado”. Em 2007, participou no Festival RTP da Canção, num dueto com Edmundo Vieira. A canção “Desta Vez” ficou em 6º lugar.

Em 2009, lança o seu segundo álbum “Cumprir Seu Fado”, com a participação de Argentina Santos no tema “Fado da Herança”.

 

Florência

FADO-Florência.jpgNa voz de Florência há uma alegria contagiante, uma exuberância natural que arrebatou gerações de admiradores. Mas não foi apenas a sua voz cheia que atraiu as atenções de um público atento e admirador.

Natural do Porto, chegou a ser considerada menina-prodígio do fado.

Com 13 anos triunfa no concurso Rainha das Cantadeiras de Portugal, tem multidões a aplaudi-la nos maiores palcos nacionais, é assunto de comunicação social e conquista o direito a ter carteira profissional. Mas os seus pais decidem partir para o Brasil.

O que poderia ser o fim de toda a sua carreira vai revelar-se apenas um novo palco de oportunidades para a jovem fadista portuguesa. No Brasil, Florência conquista primeiramente a comunidade portuguesa aí residente e, depois, os próprios meios de comunicação de âmbito nacional. Gravou centenas de discos em Portugal e no Brasil, Por isso tem uma carreira artística tão longa e tão assinalada pelos portugueses no nosso país ou um pouco por todos os cantos da diáspora nacional.

Agenda: Maroon 5 World Tour 2015 no Meo Arena

Vencedores de vários grammys, os Maroon 5, anunciam mais uma tournée mundial que passa por Lisboa a 17 de Junho, no MEO Arena.maroon 5.jpgA banda fez-se à estrada em Fevereiro de 2015 na sequência do seu quinto álbum de estúdio, “V”, colocado à venda em Portugal em Setembro de 2014.

O single “Maps”, o primeiro extraído deste álbum, esteve já no top 10 da Billboard e o videoclip conta já mais de 25 milhões de visualizações no Youtube.

Com três Grammys e mais de 17 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, os Maroon 5 são uma das bandas mais bem sucedidas da atualidade.

A sua última tournée mundial foi a mais rentável de 2013 tendo as receitas de bilheteira chegaram aos 50 milhões de dólares.

A primeira parte do concerto esta a cargo dos canadianos MAGIC!.

 

MEO Arena (Lisboa)

17 de Junho 2015 | 20.00h

Festivais: Barrinha Festival….Punk, Beer & beach

A praia de Esmoriz, no concelho de Ovar, vai receber dias 17 e 18 de Julho o Barrinha Festival.

Um festival único que promete muito punk, cerveja e praia.barrinha festival.jpgComo cabeças de cartaz, o organização apresenta os Sham 69, banda britânica do período inicial do punk britânico. Formados em 1976, o grupo ficou conhecido pelo single “If the kids are united”.

Seguindo uma linha musical mais hardcore, denominada punk oil ou street punk, com musicas realistas e com letras claras, diretas com o objetivo de estimular a união entre punks e skinheads e toda a "juventude sem futuro", como eram apelidados os jovens no Reino Unido no final da década de 70.

O próprio Jimmy foi durante alguns anos até à formação da banda, skinhead.

Jimmy Pursey, Dave Parsons eDave Tregunna são 3 elementos originais da banda que estarão em Portugal no dia 18 de Julho para o concerto.

 

O festival conta ainda com a presença de outras bandas britânicas como os Peter & The Test Tube Babies, formados em 1978, os The Restarts na linha do street punk, os anárquicos Subhumans e os Booze & Glory.

Os norte-americanos The Toasters, a primeira banda americana de ska também marcam presença no evento, bem como os italianos Klasse Kriminale, os alemães Bad Co. Project, os espanhóis Non Servium e os belgas Funeral Dress.

Os Cabeça de Martelo, Eskizofrénicos, Mancha Negra, Facção Opposta, Renegado de Boliqueime, Grito!, Self-Rule e Come Cacos, bandas nacionais, completam o cartaz de 2 dias de muita musica punk e hardcore.