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Glam Magazine

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Agenda: Tiny Legs Tim e o Blues em Aveiro

Elogiado e aplaudido desde a sua estreia com o álbum “One Man Blues” e com um segundo disco igualmente aplaudido pelo público “TLT”, Tiny Legs Tim, o cantor belga tornou-se a voz mais importante do blues na Bélgica, e conquista a Europa.

Em Fevereiro deste ano editou o seu terceiro disco “Stepping Out”.

Tiny legs Tim.jpg

No dia 19 de Maio Tiny Legs Tim apresenta-se em Aveiro na Associação Cultural Mercado Negro para conquistar mais uma parte da Europa-

Tiny Legs Tim prova que o blues contemporâneo pode ser muito mais do que o reavivar do passado. Rapidamente desenvolveu um estilo muito próprio e conteúdo criativo, que sem esforço transcende todos os clichés aplicados ao blues..

O seu alter ego (Tiny Legs Tim) é uma referencia à sua estatura frágil e de pernas magras conseqüência de muitas operações cirúrgicas efetuadas ao longa da sua vida

"Eu vivo no centro da cidade, mas acima de tudo sou um homem do campo".

Para Tiny Legs Tim, o blues é uma filosofia, uma visão da vida e acima de tudo uma força purificadora. No novo álbum, essa força positiva e relativista prevalece novamente. As 10 canções originais respeitam a tradição do blues.

 

Associação Cultural Mercado Negro (Aveiro)

19 maio 2015 | 22.30h

 

Fotografia: Pieter Verhaeghe

Discos: PZ “Mensagem da Nave mãe”

Depois de “Anticorpos” em 2005 e “Rude Sofisticado” de 2012, e após o lançamento dos singles “Cara de Chewbacca”/“Tu És a Minha Gaja” num Vinil de 7 polegadas em colaboração com dB no início deste ano, aterra agora o 3º álbum de originais deste artista “pz-generis” que tem vindo a conquistar um espaço muito próprio na música Nacional.

CD - PZ - Mensagens da Nave Mãe.jpgOs “Croquetes”, as “Autarquias”, o “Passeio” ou a “Cara de Chewbacca” são alguns exemplos das suas letras descomplexadas, provocantes e desconcertantes, onde a ironia e o “non-sense” são armas que desarmam qualquer um. Em contraste com a sua voz surge uma base electrónica, tocada e programada pelo próprio, ritmos que vão do Hip-Hop ao Tecnho/House ou a qualquer outro género musical  de difícil classificação.

As “Mensagens da Nave-Mãe” são 12 temas que partem totalmente do imaginário de PZ e transportam-nos para um mundo “100% Natural” repleto de “Bestas”, comandado pelo “Dinheiro”, que nos deixa com a “Neura” enquanto damos uma “Trinca na Chamuça”. Entre solos de sintetizadores traumáticos, beats saltitantes, e palavras que brotam do sub-consciente, este disco prova que a música Pop é um Universo sem fim.

Com PZ quem ganha é você.

 

“Mensagem da Nave mãe” (Maio 2015)

Edição Meifumado

Festivais: NOS Primavera Sound 2015 / Line up (Parte 5)

É já no dia 4 de Junho que a cidade do Porto recebe a maior manifestação musical da Primavera. Pelo 4º ano seguinte o NOS Primavera Sound traz à cidade do Porto a Primavera acompanhada de música.

O Parque da cidade vai ser invadido pelos sons do melhor que se faz a nível musical.

A cidade do Porto é literalmente tomada de assalto pelos vistantes oriundos de mais de 40 países que são esperados no festival.

À semelhança das edições anteriores são esperadas cerca de 70.000 pessoas nos 3 dias do Festival.

 

Aqui fica a quinta parte do line up da edição deste ano do NOS Primavera Sound com mais 4 nomes em destaque no festival:

 

GIANT SANDNOS-GIANT SAND.jpg

Howe Gelb, o gigante do rock americano…

Apesar dos trabalhos a solo, da parceria com Raimundo Amador para misturar o country com os ritmos tradicionais de Espanha, ou da incursão pelo gospel com trabalhos como “Sno Angel Like You”, Howe Gelb acaba sempre por voltar a Giant Sand. Fê-lo em 2011 para celebrar os 25 anos de um dos grandes grupos revolucionários da música americana e fá-lo também agora para, com a banda renovada em Giant Giant Sand, recuperar alguns dos músicos que o acompanharam durante todos estes anos e juntos transformarem a fronteira mexicana numa algazarra de soul, rock sulista, country e delicado folk de autor.

Uma reencarnação musical que o americano irá levar a palco, acompanhado por uma banda de sete músicos.

 

HEALTHNOS-HEALTH.jpgA última vez que ouvimos falar dos californianos Health foi em 2009 com o noise centrifugado de “Get Color”, um álbum de percussão arrebatadora e de distorção, numa combinação que abriu portas a novas texturas.

Seis anos volvidos, a banda de Los Angels regressa com um terceiro disco que contou com a ajuda de Bobby Krlic (The Hexan Cloack) e que flutua entre a electrónica e a sonoridade industrial. Cabecilhas da nova geração do noise, composta por grupos como No Age, Black Dice ou Holly Fuck, Health publicaram em 2013 a banda sonora do jogo “Max Payne 3”, um trabalho de perfil sintético que deixa adivinhar o rumo dos próximos projectos

 

INTERPOLNOS-INTERPOL.jpgInterpol, o renascer das cinzas para o rock do século XXI. São, juntamente com os The Strokes, uma das poucas bandas que conseguiu sobreviver ao impulso rock e post-punk nova-iorquino que começou a desgastar-se no início da década. Mais obscuros e britânicos que a maioria dos seus companheiros americanos, a banda liderada pela voz inconfundível de Paul Banks tornou-se conhecida por ter passado em revista o cancioneiro de Joy Division com “Turn On The Bright Lights”. Pouco a pouco foram aprofundando um discurso cada vez mais pessoal, sem nunca abandonarem as suas referências.

Após ultrapassarem alguns contratempos, como foi a digressão com os U2 e a persecução de carreiras a solo, a banda regressa agora com “El Pintor”, novo trabalho que continua a piscar o olho ao rock, com guitarras afinadas em hits como “Anywhere” e “My Blue Supreme”.

 

JOSÉ GONZÁLEZNOS-JOSÉ GONZÁLEZ.jpgJosé González, velho conhecido do festival NOS Primavera Sound, já se apresentou a solo e com os Junip, banda que fundou antes de dar a conhecer a sensibilidade à flor da pele da versão “Heartbeats”, dos The Knife, com uma intensidade sobrenatural.

Sustentado por trabalhos como “Veneer” e “In Our Nature”, o sueco de origem argentina chega ao Porto para apresentar “Vestiges & Claws”, o primeiro trabalho de estúdio em sete anos e o primeiro disco que grava a solo depois do regresso dos Junip.

Uma aposta mais do que segura para os amantes do folk descarnado e que torna menos penosa a ausência de Elliott Smith

Reportagem: Ólöf Arnalds ao vivo em Espinho

Quando se fala da Islândia em termos musicais vem logo à ideia o nome de Bjork.Mas afinal da Islândia não é só Bjork a marcar presença a nível mundial na musica.DSC_0955 (Cópia).jpgÓlöf Arnalds é uma das vozes que chega da Islândia e que esta a conquistar auditórios. Com a sua voz característica e peculiar, consegue encantar o publico por onde passa e leva as suas canções. Ólof teve formação clássica no violino e violo, ao que parece prática normal para os nativos da Islândia.

Bjork, a voz mais famosa da Islândia, descreveu a voz de Ólof como uma mistura entre a voz de uma criança e uma mulher idosa, apesar de Ólof ser mais nova que a própria Bjork. Em 2009 a ex-lider dos Sugarcubes teve oportunidade de gravar “Surrender” juntamente com Ólof e incluído no álbum “Innudir Skinni”, o disco de estreia de Ólof a solo depois da sua passagem pelo grupo Múm entre 2003 e 2008.

DSC_0951 (Cópia).jpgÓlöf Arnalds esteve em Espinho no passado dia 16 de Maio onde cantou e encantou o auditório da cidade. Trouxe uma dúzia de canções do seu mais recente disco “Palme” editado em 2014. Canções simples, cantadas em inglês e também em islandês, uma voz forte e segura, uma presença tímida em palco mas igualmente segura, encantada pelo concerto e pela cidade, simples na sua postura e sempre com um sorriso.

Comunicou com o publico no seu parco inglês, falou das suas canções, da Islândia, dos longos dias de verão e do seu filho de 17 anos “que usa aparelho nos dentes”.DSC_0943 (Cópia).jpgCom bastantes influencias folk e uma forte inspiração em Joan Baez, Ólof consegue transmitir em palco um misto de Kate Bush num registo acústico com a folk mais agressiva de Baez. Em palco fez-se acompanhar de Skúli Sverrisson autor do tema que dá titulo ao mais recente álbum “Palme” como fez questão de referir no concerto. A letra do tema foi inspirado na obra de Guðrún Eva Mínervudóttir, escritora islandesa e amiga de Ólof.DSC_0924 (Cópia).jpgEm “Han Grete”, mais um tema do seu mais recente disco, falou do seu filho de 17 anos, um tema que conta a história de uma mulher que em criança se julgava um rapaz.

DSC_0929 (Cópia).jpgÖlof canta músicas magistrais com a sua magistral voz, com uma melodia bela mas também dramática e retratando a sua vivência e o seu país. Graciosa, poética, agressiva mas intensa, foi assim o concerto que finalizou a sua mini digressão por Portugal onde passou por Lisboa no dia 14 de Maio, Guimarães a 15 e terminando em Espinho a 16 antes de seguir para uma série de espetáculos em Espanha.

 

Reportagem: Sandra Duarte Pinho

Fotografias: Paulo Homem de Melo

Discos: Cuca Roseta “Riû”

O novo disco de Cuca Roseta acaba de ser editado hoje, 18 de maio.

Chama-se “Riû”, e nele, tendo como base o fado, a cantora e compositora amplia as suas influências musicais e estéticas. É fácil reconhecer naquele que é o 3.º disco de estúdio de Cuca Roseta um encontro entre a canção portuguesa e a música popular brasileira ou ainda entre a pop e a morna.CD - Cuca Roseta - Riû.jpgConduzida pela batuta de Nelson Motta, prestigiado produtor brasileiro que assinou discos de Elis Regina, Marisa Monte ou Daniela Mercury, Cuca tem o condão de aqui cantar aquilo a que o produtor intitula como “world fado”, um fado virado para fora, que todo a gente quer ouvir e que bebe as influências que afinal lhe estiveram na origem.

Para isso também, contou com a escrita e a composição de uma lista de nomes que enriquecem o alinhamento de “Riû”, Jorge Palma, Sara Tavares, Júlio Resende, Mário Pacheco, João Gil, Jorge Drexler, Ivan Lins e Nelson Motta. A fadista apresenta ainda dois temas originais compostos especialmente para ela por Bryan Adams e Djavan. Aliás, com este último, Cuca interpreta um dos únicos duetos que cantor e compositor brasileiro concordou fazer nos últimos anos, o tema “O Amor Não é Somente Amor”.

Isto sem que Cuca Roseta tenha deixado de compor e escrever como nos foi habituando nos trabalhos anteriores. “Tanto” e “Amor Ladrão” são assinados totalmente por si, cruzando também em outros temas os seus próprios poemas com novas músicas de grandes compositores.

 

“Riû” sucede ao platinado álbum de estreia, o homónimo “Cuca Roseta”, produzido pelo argentino Gustavo Santaolalla e ao igualmente galardoado “Raiz”, álbum onde Cuca assume a composição da maior parte dos temas, co-produzido por ela e Mário Barreiros.

“Riû”, nas palavras da artista, é “um disco alegre cujas letras positivas mostram o outro lado do fado - intenso mas esperançoso.”

 

“Riû” (Maio 2015)

Edição: Universal Music

Festivais: C2C “fecha” cartaz do MEO Sudeste 2015

A 19ª edição do MEO Sudoeste tem todos os nomes dos cinco dias do Festival confirmados, mas há ainda espaço para novidades: C2C a 6 de agosto no Palco MEO.c2c.jpgOs quatro franceses Pfel, 20Syl, Atom e Greem formam os C2C, também conhecidos por Coups2Cross, um dos melhores coletivos ao vivo da Europa. Entre discos girados num rodopio infernal, beats eletro e ritmos hip-hop, os quatro de Nantes incendeiam de celebração e frenesim, cada uma das suas performances. Ao vivo, juntam a imagem ao som, apresentando um espetáculo cenográfico incrível de cor e movimento.

Por indisponibilidade de agenda, a norte americana Tinashe foi obrigada a cancelar os concertos que tinha previstos para a Europa onde estava incluída a atuação no MEO Sudoeste

 

Aqui fica o cartaz Completo:

 

Palco MEO

5 de agosto / Noite de Receção ao Campista – Dimitri Vegas & Like Mike, Kura, Wolfpack

6 de agosto – Calvin Harris, Emeli Sandé, C2C, D.A.M.A, Dengaz

7 de agosto – W&W, Clean Bandit, Buraka Som Sistema, Jimmy P, Carlão

8 de agosto – Hardwell, Lil Jon, Regula, Anselmo Ralph, Pérola

9 de agosto / Dia D – Steve Aoki, Showtek, Oliver Heldens, Above & Beyond, Quentin Mosimann, Djeff Afrozilla

 

Moche Room

6 de agosto – Juicy M, Jordy Dazz, Mundo Secreto

7 de agosto – Julian Jordan, Blinders, Yannick Afroman

8 de agosto – Curadoria Kambas” by Fred com: Mundo Segundo & Sam The Kid, DJ Ride, Mike El Nite, Tribruto, King Kong e DJ Oder

9 de agosto / Dia D – Bl3nd, TV Noise, NTS

 

Palco Jogos Santa Casa

6 de agosto – Diogo Piçarra, ÁTOA

7 de agosto – Agir, Carolina Deslandes

8 de agosto – Mundo Segundo, João Só, Alberto Indio

9 de agosto / Dia D – Frankie Chavez, Sara Paço, Tom Mash

 

Fotografia: Ben Lorph

Agenda: Os psicadélicos Kikagaku Moyo ao vivo no Porto

É já dia 12 de Junho que os Kikagaku Moyo, a nova pérola da música psicadélica japonesa, apresenta-se no Espaço Maus Hábitos, Porto.Kikagaku Moyo.jpgEste quinteto japonês, que foi formado em 2012, explora as fronteiras do psicadélico, do folk e do rock progressivo com uma confiança e uma desenvoltura incomuns. O seu último álbum, editado em 2014, intitulado “Forest Of Lost Children”, e editado pela Beyond Beyond Is Beyond Records, é um trabalho absolutamente fascinante que consolida de forma definitiva o talento destes rapazes.

Todos os temas do álbum se apresentam como organismos vivos de profundo cariz imagético, arrastando-nos para o núcleo de padrões geométricos coloridos e estados alterados de consciência. Somos imediatamente absorvidos por uma atmosfera multidimensional e labiríntica, quais crianças perdidas numa floresta transcendental que não conseguimos nunca absorver na totalidade.

É essa a magia dos Kikagaku Moyo, que nos impele a repetir a viagem, uma e outra vez, sem que nunca a descubramos monótona e previsível.

“Forest Of Lost Children” é o terceiro disco dos Kikagaku Moyo, após edição dos álbuns “Mammatus Clouds” igualmente em 2014 e um álbum homónimo editado em 2013.

 

Maus Hábitos (Porto)

12 junho 2015 / 22.00h

 

Fotografia: Glam Magazine International (Austin Psich Fest 2014)

Festivais: The Glokenwise marcam presença no Festival Incubate

Os The Glockenwise, banda de Braga, marcam presença na edição de 2015 do Festival Incubate que se realiza entre 14 e 20 de Setembro na cidade holandesa de Tilburg.

A banda Portuguese atua no dia 16 de Setembro.

glocken.jpg

Igualmente estará presente o Português Luís Vicente integrado no Jasper Stadhouder’s International Improv Ensemble, grupo de jazz que integra elementos de vários países.
O Festival Incubate engloba vários estilos musicais estando o jazz presente nos concertos realizados no Jazz Club Paradox.

O festival Incubate ocorre em mais de 20 lugares diferentes na cidade holandesa de Tilburg. São cerca de 200 artistas que durante 6 dias levam à cidade áreas tão diversas como a musica (dos mais diversos estilos desde o Heavy Metal ao jazz), artes, cinema, dança e conferencias.incubate.pngOs americanos Mercury Rev e os britânicos Cabaret Voltaire são 2 dois cabeças de cartaz para a edição de 2015.
São mais de 115 grupos, artistas e bandas de todo o mundo para a celebração da música independente.