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Glam Magazine

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O Cirque du Soleil foi vendido…

Investidores compraram cerca de 60 por cento da companhia Cirque du Soleil no valor de 1.4 mil milhões de euros, adianta a imprensa canadiana.

Os investidores, liderados pelo consórcio norte-americano TPG que inclui o investidor chinês Fosun, que comprou a seguradora Fidelidade à Caixa Geral de Depósitos.

cirque.jpg Guy Laliberté, o canadiano que fundou o Cirque du Soleil, vai manter uma participação minoritária e continuará a fazer parte da direção artística e estratégica do grupo.

Em comunicado, Laliberté explica o negócio.

"Depois de 30 anos a construir a marca Cirque du Soleil, encontrámos agora os parceiros ideais para levar o Cirque du Soleil para a próxima etapa na sua evolução enquanto empresa fundada com a convicção de que as artes e os negócios, juntos, podem contribuir para fazer um mundo melhor"

 

Um dos objetivos é expandir o Cirque do Soleil no imenso mercado chinês.

Quando foi fundado em 1984, trabalhavam no circo 73 pessoas. Hoje é um negócio global com 4 mil funcionários e que emprega 1300 artistas.

Estes e outros números dão conta da dimensão conquistada pelo Cirque du Soleil ao longo de trinta anos de existência.

 

Fotografia: Agencia Reuters

Festivais: Gala Drop, Duquesa e PZ (Super Bock, Super Rock)

A 21ª edição do Super Bock Super Rock dará protagonismo à música moderna portuguesa.

O seu lugar privilegiado será no Palco Antena 3. Os nomes convidados para o dia 16 de julho são os Gala Drop, Duquesa e PZ.

Gala-Drop.jpgOs Gala Drop são uma banda diferente.

Não existem em Portugal bandas similares. Depois de dois primeiros discos – o homónimo de estreia e “Broda”, cheios de kraut, funk, dub e rock psicadélico, com o último registo “ii”, apresentam-se em formato quinteto, enriquecidos pelo músico norte-americano Jerry The Cat. A voz e as palavras entram na música dos Gala Drop, e um tempero soul e muitas vezes tropical acrescenta luz às composições dos lisboetas

duquesa.jpgDuquesa é o nome que Nuno Rodrigues, elemento dos roqueiros Glockenwise, resolveu dar ao seu projeto a solo. Em nome próprio lançou um EP homónimo com seis magníficas canções pop, capazes de nos transportar para outras geografias: quentes e com sabor a verão.

PZ.jpgDo Porto, a música simples, caseira, distinta e farta de pop com eletrónica de PZ. Com dois registos editados, "Anticorpos" de 2005 e "Rude Sofisticado" de 2012), as composições singulares de PZ têm igualmente uma componente visual que merece ser atentada.

Os vídeos autoproduzidos pelo artista são extensão óbvia do jeito “do it yourself” de fazer canções.

 

16 de julho

Palco Super Bock - Sting, Noel Gallagher’s High Flying Birds, The Vaccines, Milky Chance, Madeon

Palco EDP - SBTRKT, Little Dragon, Perfume Genius, King Gizzard & The Lizard, Kate Tempest

Palco Carlsberg - Toro Y Moi, Mirror People, Xinobi

Palco Antena 3 – Gala Drop, Duquesa, PZ

 

17 de julho

Palco Super Bock - Blur, Jorge Palma & Sérgio Godinho, dEUS, The Drums

Palco EDP - Bombay Bicycle Club, Savages, Kindness, Sinkane

Palco Carlsberg - Gramatik, MGDRV, Stereossauro

 

18 de julho

Palco Super Bock - Florence + the Machine, FFS (Franz Ferdinand & Sparks), Crystal Fighters, Rodrigo Amarante

Palco EDP - Banda do Mar, Unknown Mortal Orchestra, Palma Violets, Benjamin Clementine, Modernos, Captain Boy

Palco Carlsberg - Criolo, Throes + The Shine, Djeff Afrozila

 

Fotografias (Gala Drop): Marta Pina; (Duquesa): Paulo Homem de Melo

Agenda: Apresentação da editora Sister Ray

A editora, agência e promotora Sister Ray, criada em setembro de 2014, pelo portuense Ricardo Salazar, fará no próximo dia 25 de Abril a sua apresentação oficial à cidade do Porto, numa festa em modo showcase múltiplo e contínuo, por algumas das bandas e músicos que integram o seu roster, entre as 18h00 e as 24h00, no Rádio Bar.sister_ray_cartaz_final (3) without small.jpgPelos vários espaços do Rádio Bar, a Sister Ray apresentará a fadista Helena Sarmento, os Plaza, The Weatherman, Bang Bang Romance, Olavo Lüpia, Cavemen, The Lemon Lovers, Carbon, The Wild Booze, Nuno da Costa Pereira, O Incrível Homem Bomba e os Our New Lie.

O nome Sister Ray foi escolhido pela canção do Lou Reed nos Velvet Underground, como inspiração e referência. E também não é por acaso a escolha do dia 25 de Abril para a festa da sua apresentação oficial.

“Pretende-se que esta seja simbólica de uma forma de estar e de trabalhar quer com os músicos, quer com os demais colaboradores e parceiros, num conceito que passa pela edição e representação de bandas e projetos musicais da área metropolitana do Porto, tendo por lema "O Novo Som do Porto"” referiu a editora em comunicado.

Foto - parte da família Sister Ray.jpgPara além do mentor Ricardo Salazar, a Sister Ray conta nas suas fileiras com Alex FX enquanto produtor, o qual, sendo um nome incontornável na música Eletrónica nacional, também colaborou na produção de projetos de Recoil, Olivia Louvel, Belle Chase Hotel, Blasted Mechanism, Da Weasel, Mind da Gap, Repórter Estrábico, Mão Morta, Cool Hipnoise, Balla, Bizarra Locomotiva, Gomo, Fadomorse, ou Blind Zero, entre muitos outros.

No plano executivo, nos bastidores da Sister Ray move-se ainda uma equipa ligada à cultura nacional há mais de 20 anos, da qual se destaca Cristina Pinto e Pinto, ex-Blitz, como fotógrafa oficial.

 

Rádio Bar (Porto)

25 de Abril 2015 | 18.00h

Reportagem: Rui Massena (Casa da Música)

Figura em destaque da cultura nacional, Rui Massena tem a sua imagem associada ao maestro excêntrico que nos habituámos a ver a dirigir uma orquestra. Este ano editou “Solo”, disco que mostra a faceta mais íntima do seu trabalho em peças escritas para piano e nas quais espelha o seu mundo interior, “seja um momento ou um amor. Quis que no seu conjunto construíssem um disco que me transmita tranquilidade", palavras do próprio que espelham a sua viagem musical.

 

Foi esta tranquilidade que esteve na base dos concertos realizados no CCB e no passado domingo, 19 de Abril, na Casa da Música, onde estivemos presente. Natural do Porto, onde nasceu à 43 anos, Rui Massena estava em “casa” neste seu concerto.

DSC_0313 (Cópia).jpg

Os primeiros momentos do concerto foram marcados apenas pelo piano de Rui Massena, numa apresentação de alguns dos temas do seu disco “Solo”, juntando-se depois o percussionista Carlos Rodrigues, “repescado” pelo maestro, para estes concertos, do programa de televisão “Got Talent” e gradualmente um foi-se constituído um ensemble bem como um coro improvisado na plateia.

DSC_0314 (Cópia).jpgO suave dedilhar de Massena ao piano faziam transpirar a tranquilidade que o próprio previa no concerto. 30 minutos de um ambiente simples mas profundo onde o silencio quebrado pelas teclas do piano, sustiam a respiração de uma sala completamente lotada.

 

Carlos Rodrigues entra em palco, discreto, descalço, quase invisível aos presentes. Pela frente, os seus três handpans, um batuque metalizado, que numa perfeita harmonia com o piano e a música de Rui Massena levam que público protagonizasse a primeira ovação da noite. O jovem Carlos Rodrigues, aplaudido de pé, ficou rendido ao auditório.

 

Gaspar Santos, violinista, é o segundo convidado que Massena transporta para o palco. Os primeiros sons do violino partem do escuro do palco sendo o mesmo iluminado à medida que a mestria de Gaspar e de Massena interpretam o tema “13”. Gaspar Santos participou igualmente na gravação de “solo”.

 

Tomás Marques nas guitarras (dedilhadas), Ricardo Januário no violoncelo e João Cunha na bateria e percussões, juntamente com Gaspar Santos no violino, forma-se um ensemble. Assistimos a um concerto com ritmos soltos, diferentes sons, timbres e um estilo de fusão e improviso invadem a sala.

Um misto de jazz, em tons clássicos, consegue uma envolvência que rompe com a tranquilidade dos primeiros minutos, mas que conquista um auditório por esta altura já rendido à música produzida em palco.

O Maestro entra numa terceira fase do seu concerto, até esta altura parco em palavras. Com a sala conquistada, Massena faz do seu público o seu próprio coro. Incentiva o público a cantar, e lá se destacam as vozes masculinas e femininas que Rui Massena avivava, quebrando igualmente deste modo a sua timidez. O resultado, só podia ser mais uma ovação e a saída de palco do maestro.

DSC_0315 (Cópia).jpgRegressa segundos depois para o primeiro encore da noite.

A solo no piano traz ao público “D-Day”, editado em single e igualmente incluido no seu disco de estreia, sobre o desembarque dos aliados na Normandia. Resulta em mais uma ovação e em mais uma saída de palco.

Quando se julgava que o concerto tinha terminado e alguns dos espectadores já se preparavam para sair da sala, Rui Massena regressa para o seu segundo encore, desta vez com todos os músicos presentes em palco.

O final do concerto não poderia ser melhor, com a sala rendida, Massena utiliza novamente o público como o seu próprio coro numa apoteose final e uma sala a aplaudir de pé o espetaculo de Rui Massena.

DSC_0324 (Cópia).jpgA noite prolongou-se ainda nos corredores da Casa da Musica com uma sessão de autógrafos do Maestro que prometia ainda muita animação como tivemos oportunidade de presenciar.

 

Reportagem e fotografias: Paulo Homem de Melo

Festivais: Woodrock Festival

O cartaz da terceira edição do Woodrock Festival, a realizar nos dias 17 e 18 de julho na praia de Quiaios, na Figueira da Foz, está oficialmente completo.

woodrock.jpgSeguindo o alinhamento de 2014, o festival vai apresentar dez bandas distribuídas pelos dois dias do evento. O primeiro é dedicado aos artistas portugueses, e contará com os lisboetas Miss Lava como cabeças de cartaz.

A estes juntam-se os Stone Dead, Asimov, The Black Wizards e The Zanibar Aliens.

 

No dia 18, e pela primeira vez na história recente do festival, o cartaz é composto por bandas estrangeiras.

Os noruegueses Captain Kill abrem o segundo dia do festival, em estreia absoluta em Portugal, o cartaz do segundo dia segue com os norte-americanos The Bellrays e a finalizar o evento mais três nomes nacionais: D3o, Souq e V8 Bombs.

O inicio dos concertos está agendado para as 22 horas de cada dia do festival.

Agenda: festival de documentários Rock n' Roll e concertos

O Teatro Rivoli no Porto vai receber, entre os dias 21 e 24 de abril, o evento “Stop Rock N’ Roll”, um “festival de documentários Rock n’ Roll e concertos, com bandas do STOP a fechar a noite”.

rivoli.jpgEste evento, resultado de uma parceria entre o Pelouro da Cultura da Câmara Municipal do Porto, o Teatro Rivoli e o STOP.

A programação, que esteve a cargo de Zé Pedro, dos Xutos e Pontapés, apresenta os seguintes documentários: “The Rise and Fall of The Clash”, sobre a vida e a carreira dos The Clash, a 21 de abril; “Twenty”, um testemunho da carreira dos Pearl Jam a 22 de abril; “Black and Forth”, um documentário sobre os Foo Fighters, “que mostra bem o percurso de um músico que soube bem dar a volta por cima, na sua vida musical” a 23 de abril; e, a fechar, no dia 24, “Shut Up and play the Hits”, o filme dos LCD Soundsystem que documenta o fim da formação liderada por James Murphy.

 

“Acho que ver os documentários em conjunto e não individualmente traz sempre outro enquadramento e saímos todos a ganhar nesta partilha”, refere Zé Pedro, sobre o evento que, após os documentários, terá sempre um concerto com uma banda diferente, todas elas vindas do Centro Cultural STOP: Black House of Wolves, Meu General & Os Delatores, Pulha Seltzer e Holy Nothing.

 

Teatro Tivoli (Porto)

21 a 24 de Abril 2015