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Glam Magazine

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Agenda: Joan Manuel Serrat… em Portugal

É um dos artistas espanhóis mais reconhecidos a nível internacional e um dos nomes maiores da canção moderna espanhola e catalã.

Natural de Barcelona, Joan Manuel Serrat vem ao Coliseu dos Recreios, no próximo dia 4 de Junho, cantar os seus inúmeros clássicos como “Ara que tinc vint anys”, “La, La, La”, “Mediterráneo”, “Penélope”, "No Hago Otra Cosa Que Pensar en Ti" entre muitos outros.

Joan Manuel Serrat.jpg

Com 50 anos de carreira, já tocou (e gravou) com muitos e de diferentes geografias, destacando-se trabalhos com Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gal Costa, Calle 13, Alejandro Sans ou Dulce Pontes e outros distintíssimos artistas.

Fiel à sua região e idioma catalão, as primeiras canções dispensaram o castelhano, tendo, no entanto, estendido as suas interpretações para a língua do seu país. Nos tempos da ditadura o exílio foi-lhe realidade. Contudo, nos tempos difíceis, soube sempre chegar ao mundo e particularmente ao continente americano. Tem dezenas de discos editados e as suas canções adquiriram um estatuto raro de imortalidade.

 

No Coliseu dos Recreios, Joan Manuel Serrat desfilará a sua grandeza confirmando o reconhecimento que conquistou nas últimas 5 decadas

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

4 junho 2015 | 21.30h

Agenda: O fado de Cristiana Águas

A fadista que emprestou a voz à longa-metragem de Amália Rodrigues estreia-se em nome próprio.

O disco de estreia de Cristiana Águas parece responder a uma pergunta que não nos cansamos de colocar: o que é, afinal, o fado? Uma fórmula rígida? Um sentir? Uma história? Uma guitarra a lamentar-se da vida numa esquina de Lisboa? Ou uma melodia soprada pelo vento até aos morros do Rio de Janeiro? E se for tudo isto?

Essa é a proposta da estreia de Cristiana Águas, disco produzido por Pierre Aderne que conta com a colaboração de músicos dos dois lados do Atlântico.

cristiana_aguas.jpgCristiana canta esse fio da história que se pressente nas ruelas de Alfama desde os seus 11 anos.

O fado é para ela uma língua mãe, um sopro natural que existe sem se questionar. Pierre Aderne ofereceu-se para produzir o álbum de estreia de Cristiana Águas e adivinhou-lhe “uma similitude” com Gal Costa. Não nos timbres, que são distintos, “mas pela entrega às melodias e aos poemas”, escreveu o artista brasileiro que tanto Portugal tem dentro de si.

Essa entrega certamente pesou na hora de escolher quem desse voz à Amália Rodrigues do grande ecrã e Cristiana emprestou-se à alma da grande diva quando o cinema a homenageou.

E é essa entrega que lhe permite na sua estreia viajar pelo fado e por canções de outras latitudes, casando-se tão bem com a guitarra portuguesa como com o piano, ombreando segura e mágica com parceiros de aventura como Pedro Moutinho, Cuca Roseta ou Ney Matogrosso sobre músicas assinadas por Philippe Baden Powell, Paulo Mendonça, Luiz Caracol, Dadi, Pedro Esteves, Pierre Aderne ou Mário Pacheco.

Com o fado na alma e o mundo na garganta, Cristiana Águas supera-se nesta estreia e impõe a sua voz segura e sabedora, grave e livre, solta e capaz de nos aprisionar sem apelo nem agravo.

E neste quadro só faltam mesmo os vossos aplausos. Que não vão tardar, logo que Cristiana Águas se faça ouvir

 

Cineteatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

18 abril 2015 | 22.00h

Agenda: James.... de regresso a Portugal

Os James são os cabeça de cartaz da 25.ª Expofacic, regressando a Cantanhede no próximo dia 1 de agosto, seis anos depois de terem protagonizado um dos maiores concertos de sempre do certame.

james.jpgQuando, nesse mesmo dia de 2009, a lendária banda de Manchester iniciou a sua atuação deparou-se com o recinto esgotado por um público completamente ao rubro e é isso que se perspetiva novamente este ano quando o carismático Tim Booth e a sua banda subirem de novo ao palco do.

Os autores de êxitos como “Sit Down”, “Laid”, “Getting Away With It”, “Say Something”, “Sometimes” e “Born Of Frustrantion” prometem fazer jus aos créditos que conquistaram junto das imensas legiões de seguidores que têm por todo o mundo e que estão consubstanciados em dezenas de milhões de discos vendidos.

 

Tim Booth (vocalista), Jim Glennie (baixo), Larry Gott (guitarra), Saul Davies (guitarra, violino), Mark Hunter (teclas), David Baynton-Power (bateria) e Andy Diagram (trompete), trazem na bagagem para o concerto de Cantanhede os seus maiores sucessos bem como temas do seu mais recente trabalho discográfico, “La Petit Mort”, editado em junho de 2014.

É o regresso dos James a Portugal depois de vários concertos no ano de 2014

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo