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Glam Magazine

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Imaginarius 2015: Sorcaluba

Imaginarius | Festival Internacional de Teatro de Rua

“Funky Fidelma”

img_Sorcaluba.jpg“Funky Fidelma” é uma divertida personagem, mas um pouco desajeitada, que tudo fará para atingir os 5 metros de altura, no alto da sua estrutura.

Neste espetáculo repleto de animação, o público é parte integrante da ação que devido ao charme de Fi não resiste em dar-lhe uma ajuda.

É um espetaculo de 30 minutos repleto de acrobacias e circo.

 

Sorcaluba, é o que acontece quando 3 mulheres irlandesas (Linda, Francesca e Michaela) com a sua atitude, se encontram no “ar”.

Viajam numa carrinha branca, a partir de Cork, carregada com os seus varões para levar a todos a boa disposição e animação, sempre no ar.

Como fazem questão de afirmar… “voam sobre o tradicional circo de rua”

 

Em estreia nacional nesta edição do Imaginarius

 

22 e 23 maio

17h20 e 23h50 | Mercado Municipal – Exterior | 35m

 

Texto: Sandra Duarte Pinho / Imaginarius

Imaginarius 2015: Bram Graafland

Imaginarius | Festival Internacional de Teatro de Rua

“The Yelling Kitchen Prince”

img_BramGraafland-01.jpgBram é um cozinheiro multi-instrumental.

Neste cenário, uma cozinha nasce em torno de um teclado dos anos setenta, servindo de ponto de partida para um concerto anormal: a panqueca está servida!

Nesta performance física, o holandês Bram Graafland, combina 3 aspectos, teatro, circo e musica

O espetáculo “The Yelling Kitchen Prince” envolve cozinha e música, para se contextualizar numa experiência de teatro e circo. Um enérgico e expressivo projeto que combina a música com comida

Tocando órgão, piano e bateria, e ao mesmo tempo fazendo malabarismos com produtos frescos tais como leite, ovos e farinha, e também ao mesmo tempo cozinhar uma panqueca ou um pedaço de bolo.

A primeira e única “cozinha de órgão-drum” no mundo!

A comida voa ao redor, a música, os silvos de chaleira, e o cozinheiro canta ao mesmo tempo que brinca com fogo.

 

Em estreia nacional

 

22 e 23 maio

18h15 e 23h30 | Praça da Républica | 30m

 

Texto: Sandra Duarte Pinho / Imaginarius

Imaginarius 2015: Guillem Albà & The All In Orchestra

Imaginarius | Festival Internacional de Teatro de Rua

“Marabunta”

img-Guillem_Alba.jpg“Marabunta” é uma loucura. Um descontrolo com classe.

Um espetáculo de "clown" enérgico, impulsionado por uma banda musical ao vivo, que combina sketch em tempos matemáticos, num cenário onde os artistas lutam para que nada se perceba.

Músicas especiais, erros absurdos... um cabaret!

Aqui nada faz sentido e tudo é possível... não há ordem estabelecida. Trata-se do caos do palhaço, com muito improviso e diversão. É a selva…

No palco, a loucura de um jovem palhaço pronto a explodir: Guillem Alba.

 

The All In Orchestra… dedos rápidos, sangue quente. São capazes de “domar” qualquer tipo e/ou estilo musical

 

Guillem Alba é Espanhol.... nasceu na Catalunha no seio de uma familia que se dedicava ao circo / teatro de rua. Começa a estudar música aos 6 anos e mais tarde canto e teatro. Aos 17 anos abandona a música e dedica-se apenas ao teatro. Entra na escola “Estudis de Teatre” onde se dedica ao estudo do metodo "Lecoq".

Trabalhou em rádio, publicidade e televisão. Em 2006 funda a sua própria companhia de teatro e apresenta 3 espetaculos, “Sketchofrenia”, “Flirt” e “Trau”. Trabalhou igualmente com a companhia Trifaldó de Barcelona onde apresentou diversos espetaculos em cabaret's da cidade catalã.

 

22 e 23 maio

00h15 | Praça Gaspar Moreira | 75m

 

Texto: Sandra Duarte Pinho / Imaginarius

Imaginarius 2015: Fanfarra Kaustika

Imaginarius | Festival Internacional de Teatro de Rua

 

A Fanfarra Kaustika é um projeto musical versátil que se caracteriza pelo estilo Kaustiko (punk filarmónico), que resulta da convergência de várias influências, como a filarmónica e a balcânica. O punk filarmónico, revela-se numa sonoridade escura combinada com uma atitude eletrizante, altamente contagiante.

Ligada a uma vertente musical festiva, a Fanfarra Kaustika apresenta-se ao público de uma forma arrojada e interativa.

img-Fanfarra_Kaustika.jpg

A Fanfarra Káustika, definida pela vontade constante de recriar e inovar, consiste num colectivo de músicos que se conhecem pessoal e musicalmente por estarem ligados desde novos à música filarmónica e às bandas.

O projecto em questão tomou a sua forma quando, em 2007, por altura da passagem do grupo Fanfare Ciocarlia por Portugal, a Fanfarra Káustika reinterpretou algumas das suas músicas para a sua recepção.

O êxito de tal prestação permitiu então dar uma exposição real do projecto a nível nacional. Até 2009, foi solicitada para mais de 60 actuações por todo o território português, em inúmeros festivais, espectáculos de rua, feiras, etc.
Com a experiência de estrada acumulada, o projecto consolidou a sua forma artística em torno de uma linguagem e performance próprias, adquirindo a sua identidade.
A partir de 2011, após a estreia do espectáculo “Punk Filarmónico”, a Fanfarra Káustika vem apresentando apenas temas originais, pautados num registo único: o estilo Káustiko - Punk Filarmónico.
Resultando da convergência de várias influências, uma vez que a Fanfarra Káustika é composta por elementos especializados nas mais diversas áreas da música, o estilo Káustiko tem pois tudo que ver com a vontade de abrir e trilhar novos caminhos musicais, que se revelam numa sonoridade escura combinada com uma atitude electrizante e altamente contagiosa!
Através do lançamento do seu disco "Transe Sinfónico" (edição de autor), neste ano de 2015, a Fanfarra Káustika pretende reforçar o seu espaço artístico nos territórios nacionais e chegar mais longe fora de portas. A não perder 22 e 23 de maio no Imaginarius

 

22 e 23 maio

19h00 | Rossio – Matriz – Praça da República | 60m

01h45 | Praça Gaspar Moreira | 75m

 

Texto: Sandra Duarte Pinho / Imaginarius

Imaginarius 2015: Serious Clowns

“The Lost Wheels of Time”

 

“The Lost Wheels of Time” é uma performance de rua, com uma extraordinária componente visual, que parte da experiência de Fyodor Makarov (Slava's Snowshow) e de Adam Read (Cirque du Soleil) para a criação de uma performance intensa e sensorial.

img_Serious_Clowns.jpg“Can we play with time?”, Podemos jogar com o tempo?

Uma mistura incomum de humor e surrealismo, um espetaculo que agrada a crianças e adultos e é fascinante para o público que assiste pela sua simplicidade mas com uma história sofisticada.

É uma história, simples, sobre uma relação entre duas personagens excêntricas, como duas personagens animadas, mas não é apenas um conjunto interessante de piadas, mas também uma reflexão filosófica sobre as questões do homem contra a natureza, a velhice contra a juventude, a compaixão contra o egoísmo.

Numa floresta vive um velho bruxo e solitário. A sua obsessão com o tempo leva-o a criar mais e mais máquinas, esperando ele conseguir um dia dominar o tempo. Um dia um jovem coelho brincalhão descobre o laboratório do bruxo e, acidentalmente, estraga as máquinas do velho mágico….

 

Este espetaculo foi inspirado por dois grandes livros, “Alice no país das maravilhas” de Lewis Carrol e “The tale about lost time” de Eugene Schwartz

Em Estreia Nacional na 15ª edição do Imaginarius em Santa Maria da feira

 

Imaginarius | Festival Internacional de Teatro de Rua (Santa Maria da feira)

22 e 23 maio

14h45, 16h30 e 21h15 | Rossio | 45m

 

Texto: Sandra Duarte Pinho / Imaginarius

 

Agenda: Scott Matthew em Portugal para 3 concertos

Scott Matthew prepara-se para apresentar três concertos em Portugal.

Scott Matthew.jpgPóvoa de Varzim, Coimbra e também Lisboa, são os locais escolhidos e traz na bagagem a sua mais recente criação, “This Here Defeat”, quinto álbum numa carreira recheada de aplausos e sucessos, e sucessor de “Unlearned”, o trabalho anterior que lhe valeu os mais rasgados elogios da imprensa internacional.

Este novo disco apresenta 10 canções de novas profundezas emocionais, canções que ao vivo se transformam em quadros vívidos de melodias e palavras fundas que tocam sempre o público de uma forma inequívoca.

O público português, já não considera Scott Matthew um estranho, sobretudo por causa da cumplicidade que foi construindo com Rodrigo Leão: é dele a voz que se ouve nos belíssimos “Terrible Dawn”, um dos momentos centrais de “A Montanha Mágica”, e também em “Incomplete”, tema inédito do álbum “Songs” .

Este cantor, nascido na Austrália mas atualmente a residir em Nova Iorque, tem uma voz muito característica: frágil e misteriosa, forte e funda, de um tempo que não parece este, mas que no entanto está mesmo de pés fincados no presente.

 

Cine Teatro Garrett (Póvoa do Varzim)

18 abril 2015 | 21.30h

Conservátorio de Música de Coimbra

19 abril 2015 | 21.30h

Cinema São Jorge (Lisboa)

20 abril 2015 | 21.00h

Agenda: Centenário Theatro Circo (Braga)

O centenário do majestoso Theatro Circo em Braga aproxima-se e com ele uma programação de luxo para a cidade de Braga.

ctc.jpgEm dupla comemoração de 100 Anos de Theatro Circo (21 de Abril de 1915), Rodrigo Leão promete surpreender quem o tem seguido de perto ou quem queira agora embarcar nessa entusiasmante aventura. O palco é, para o compositor, um pretexto para experimentar novas ideias e para revisitar momentos marcantes da sua carreira. Será também assim neste espetáculo onde Rodrigo Leão irá interpretar temas das várias bandas sonoras compostas nos últimos anos não esquecendo também clássicos do reportório do compositor. Na primeira noite (21 de Abril), Rodrigo Leão conta com a presença especial da soprano bracarense Dora Rodrigues, que dará voz a alguns temas do compositor.

 

Dia 24 de Abril é a vez de receber Cati Freitas. É de Braga e tem 28 anos, mas bem podia vir de qualquer outro local do mundo, porque o talento de Cati Freitas não se contenta com fronteiras. Cati escolheu o Brasil como inspiração, embora à sua equação geográfica pessoal acrescente ainda o calor de Cabo Verde e a imensa paisagem americana do jazz clássico.

Cati apresentou “Altar Particular” e “Maldizer”, os singles que apresentam “Dentro”, o álbum que lhe assegura a estreia. Foi gravado no Brasil, com o produtor Tiago Costa, que para ela preparou uma moldura acústica de superior elegância, uma sombra que permite que a luz da sua voz brilhe de pleno direito, sem truques, sem artifícios, mas com uma alma imensa a que é impossível ficar indiferente.

Cati Freitas quer mostrar o que tem “Dentro”, aos outros e a si mesma.

 

Dia 25 de Abril o público de Braga vai conhecer o terceiro disco de originais de Diabo na Cruz. Do novo disco, já se conhecem “Vida de Estrada” e, mais recentemente, “Ganhar o Dia”, músicas de avanço que inundaram as rádios e se tornaram rapidamente em novos sucessos. O álbum sucessor dos muito aclamados “Virou!” e “Roque Popular” é composto por 11 canções peneiradas de 2 anos de trabalho e chama-se “Diabo na Cruz” por representar ao mesmo tempo o lugar singular onde a banda se encontra e a abertura de novos trilhos para o futuro.

 

A programação especial termina dia 26 de Abril com a obra infantil “Cheio”.

Um carrinho parceiro e cúmplice que guarda alguns objectos que se transmutam e ganham identidade própria. Um intérprete que se transforma em clown. Objetos que são manipulados e utilizados de forma absolutamente inesperada. Podem tubos transformar-se em parceiro de um pas de deux? Pode um saco de papel ter peso suficiente para ser o fio condutor de um espetáculo?

Em “Cheio” tudo pode acontecer e o público é convocado pelo intérprete a descobrir e a explorar o seu processo de trabalho artístico! A partir da improvisação de técnicas de teatro de rua e de circo – malabarismo, manipulação de objectos ou interacção com o público –, este é um espetáculo de clown a solo inspirado em personagens e figuras como Chaplin, Jacques Tati, o Palhaço Grock ou os saltimbancos de Fellini. Sem palavras, para todas as idades! No final, Thorsten Gruetjen (Tosta Mista o Malabarista) propõe uma conversa sobre o processo de criação onde será possível mostrar e experimentar algumas das técnicas utlizadas.

Criação de Filipa Francisco e Thorsten Gruetjen

Festivais: António Zambujo (EDP Cooljazz)

António Zambujo é o artista português que nesta 12ª edição vai subir aos palcos do EDP cooljazz, nos Jardins do Marquês de Pombal, em Oeiras, a 23 de julho.

Esta será a segunda vez que o cantor alentejano, com uma dimensão internacional notável, pisa os palcos do festival, assumindo a responsabilidade de trazer o concerto em português desta 12ª edição.

A sua estreia no Edp cooljazz foi em 2009 e, desde então, a sua carreira tem vindo a firmar-se tanto a nível nacional como internacional, sendo um dos mais importantes artistas portugueses da atualidade.

zambujo.jpgCom uma melodia muito própria, Zambujo sempre se deslumbrou com as grandes vozes fadistas, Amália Rodrigues à cabeça, mas também com grande peso Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro ou Max.

António Zambujo já foi considerado a Melhor Nova Voz do Fado , uma distinção que antes fora entregue a nomes como Mariza ou Camané, e o seu 2º álbum garantiu-lhe um novo prémio, o de Melhor Intérprete Masculino de Fado, atribuído pela Fundação Amália Rodrigues.

 

Ao EDP cooljazz, António Zambujo vai trazer alguns dos temas do seu reportório, como é o caso do seu último trabalho “Rua da Emenda”, um disco já galardoado com a marca de Ouro, com a participação dos colaboradores habituais, e onde se somam nomes como Samuel Úria e José Fialho Gouveia, e talentos imortais como Noel Rosa ou Serge Gainsbourg, lado a lado com os contemporâneos Jorge Drexler, Rodrigo Maranhão ou Pedro Luís.

 

Pierre Aderne é mais um nome confirmado igualmente para esta edição do festival.

Será o artista responsável pela 1ª parte do concerto de Melody Gardot a 29 de julho. Espera-se um momento emocionante já que os dois artistas possuem uma forte amizade e têm alguns temas conjuntos, como é o caso de “Limoeiro”, composto e gravado em dueto, e que faz parte de “Caboclo”, o novo álbum que Pierre Aderne traz a Oeiras.

"Caboclo” foi gravado entre Nova Iorque, Rio de Janeiro, Paris, Lisboa e editado em Portugal, França, Reino Unido e Brasil, e é um "cultural blending" dos "souvenirs" culturais que Pierre vem colhendo pelo mundo.

 

Fotografia: Paulo Homem de Melo