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Glam Magazine

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Agenda: Festival Santos da Casa

Tudo começou num programa de rádio, há 23 anos atrás.

Há 17 anos, Fausto Silva e Nuno Ávila acharam por bem sair do estúdio e levar para os palcos o que de novo se faz na música portuguesa.

O Festival Santos da Casa assinala este ano a sua17ª edição com dez dias de música e conversa sobre a música em Portugal, em vários locais da cidade de Coimbra.

De 4 a 25 de Abril Coimbra vai ser invadida pelas novas correntes da música portuguesa

santos.jpgNo total vai ser possível ver “onze concertos e uma conversa”, refere Fausto Silva, um dos locutores e fundadores do Santos da Casa, programa que passa todos os dias na Rádio Universidade de Coimbra às 19 horas.

“Durante dez dias, de 4 a 25 de abril, vamos tentar trazer à cidade novos valores, alguns valores já não tão novos mas com material novo”, revela ainda Fausto Silva.

O objetivo é, segundo o locutor, “trazer coisas pela primeira vez a Coimbra, trazer coisas novas e mostrar coisas a Coimbra”. “A ideia do Santos da Casa sempre foi expor o raro e rarear o exposto”.

Para Fausto Silva, isto significa “mostrar coisas que sejam menos visíveis, não deixando de passar as outras coisas também, de acordo com o que se vai fazendo em Portugal”. “Num país onde muita gente diz que não se faz nada e que não se edita nada, há registos de mais de 500 discos por ano editados em Portugal por artistas portugueses”, adianta. Fausto Silva considera que o Santos da Casa serve para combater esse desconhecimento.

 

Programa completo do Festival que teve inicio no passado sábado dia 4 de Abril

 

4 abril | 22.00h Ana Cláudia Teatro Loucomotiva

11 abril | 22.00h Golden Slumbers Tabacaria – Oficina Municipal de Teatro

14 abril | 21.00h Imagens com música II (debate) Fnac Coimbra

16 abril | 19.00h TNT Corredor RUC

18 abril | 19.00h Best Youth (live radio) Corredor RUC

19 abril | 16.00h Coelho Radioactivo Fnac Coimbra

22 abril | 19.30h Bruno Pato (Botàbaixa AAC) Café Santa Cruz

23 abril | 22.00h Bússola + Les Crazy Coconuts Salão Brazil

24 abril | 22.30h Cachupa Psicadélica + Marafona Salão Brazil

25 abril | 19.00h Um Corpo Estranho Corredor da RUC

 

Fonte: Noticias UC / Texto: Paulo Homem de Melo

Agenda: 8 ½ Festa do Cinema Italiano

O 8 ½ Festa do Cinema Italiano regressa em 2015 ao Porto, de 9 a 12 de abril, para apresentar ao público português as melhores produções italianas, com novos desafios e uma programação cada vez mais ampla, com nove filmes e atividades didáticas para os mais novos, tudo na Casa das Artes.

cinema_italiano.jpgNa sessão de abertura, quinta-feira, 9 de abril, às 21h30, é exibido "Il giovane favoloso", de Mario Martone, sobre o grande poeta italiano Giacomo Leopardi. No dia seguinte, às 18h30, "torneranno i prati", de Ermanno Olmi, um grande mestre do cinema italiano, mostra-nos uma noite cheia de neve, silêncio, cansaço, medo e resignação nas trincheiras do planalto do nordeste italiano, no final da Primeira Guerra Mundial.

À noite, às 21h30, viajamos até ao mundo da ''ndrangheta, uma das organizações mafiosas mais poderosas do mundo, em "Almas Negras"/"Anime nere", de Francesco Munzi, o grande vencedor do prémio do júri da Festa do Cinema Italiano 2015.

 

Sábado, 11 de abril, as sessões têm início às 16h00, com "Il treno va a mosca", de Federico Ferrone e Michele Manzolini, um documentário sobre um grupo de habitantes que, em 1957, vive numa pequena aldeia quase inteiramente comunista e organiza uma viagem até à "terra prometida", a União Soviética, uma oportunidade raríssima naquela época, especialmente para pessoas de condição tão humilde. Às 18h00, Asia Argento mostra-nos "Incompresa", um retrato autobiográfico de uma infância surreal, por vezes, leve e outras perturbadora, na Itália dos anos 80, com Charlotte Gainsbourg. Às 21h30, "Noi e la Giulia", de Edoardo Leo, é uma comédia, grande sucesso de bilheteira em Itália, sobre três amigos de quarenta anos que decidem fugir da cidade e iniciar um projeto de turismo rural no sul de Itália, onde se deparam com Vito, um mafioso extravagante, que faz parte do clã que controla a região.

 

Domingo 12 de abril, Topo Gigio dá início ao último dia da Festa do Cinema Italiano, no Porto, às 11h00, com um laboratório infantil dedicado a crianças entre os três e os seis anos, com excertos de filmes e atividades didáticas. Às 16h00, o festival leva-nos até uma das mais belas e desconhecidas regiões de Itália, no sul do país, Basilicata. "Basilicata coast to coast", de Rocco Papaleo, é uma comédia musical, onde um grupo de músicos atravessa esta região de costa a costa, num percurso divertido e lunático. Às 18h30, é apresentada a antestreia "Il ragazzo invisible" ("O Rapaz Invisível"), de Gabriele Salvatores, sobre um adolescente que descobre um fato que tem superpoderes e o torna invisível. Ficção e comédia, num filme rico em emoções.

Na sessão de encerramento, domingo, às 21h30, é apresentada a comédia "La sedia della felicità", de Carlo Mazzacurati, sobre a busca por uma cadeira onde poderá estar escondida uma verdadeira fortuna.

 

8 ½ Festa do Cinema Italiano é um festival de cinema organizado pela Associação Il Sorpasso, com o apoio da Embaixada de Itália e do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa, da Câmara Municipal do Porto - PortoLazer, Porto Cultura, Cineclube do Porto (CCP) e a Direção Regional da Cultura do Norte (DRCN).

Agenda: Banda do Mar... em Ovar… e não só

O Centro de Arte de Ovar apresentou a sua agenda cultural para o segundo trimestre de 2015.

bandamar2.jpgA Banda do Mar é o grande destaque da agenda, estando agendado o concerto para o dia 15 de Maio.

A banda de Mallu Magalhães, Marcelo Camelo e Fred Ferreira apresenta o seu disco de estreia em Ovar, depois de ter esgotado salas em Portugal e no Brasil. Portugal foi o ponto de partida para a Banda do Mar, quando Marcelo conheceu Fred. Juntos a amizade estendeu-se a Mallu e decidiram formar a banda.

Em Maio outro grande nome da música nacional vai passar pelo Centro de Arte. Mónica Ferraz sobe ao palco dia 2 de Maio para apresentar o seu mais recente trabalho “Love”, editado em finais de 2014.

Mónica Ferraz lançou o seu primeiro trabalho a solo em 2010 “Start Stop”, depois de alguns anos a comandar os Mesa.

A sua sonoridade de fusão entre o funky e o jazz certamente vão conquistar o auditório do Centro de Arte de Ovar.

 

Em termos musicais o dia 25 de Abril vai ser preenchido pela final do concurso de musica moderna “Amanha-te” promovido pela rádio local da cidade, AVFM.

O concurso foi dividido em 4 eliminatórias ao longo dos 2 últimos meses, onde bandas de vários pontos do país participaram para mostrarem os seus atributos. A final será uma grande experiência para todos envolvidos.

 

A dança irá igualmente marcar a programação com o coreógrafo Rui Horta a apresentar “Hierarquia das nuvens” a sua mais recente produção.

 

Mas neste 2º trimestre é o teatro que mais vai marcar a programação do Centro de Arte de Ovar.

A 18 e 19 de Abril estreia a peça “Só há uma vida e nela quero ter tempo para construir-me e destruir-me” pelo recém criado Grupo de Teatro Juvenil do CAO.

O grupo de Teatro do CAO foi criado no âmbito do projeto nacional PANOS da responsabilidade da Culturgest.

A obra é de autoria de Pablo Fidalgo e encenado por Leandro Ribeiro, criativo vareiro largamente ligado ao teatro amador na cidade.

Pelas mãos de Leandro Ribeiro sobe ao palco a 5 e 6 de Junho mas desta vez pelo Grupo de Teatro Orfeão de Ovar a peça “O Rapaz de Pijama às riscas” de John Boy.

Uma História de inocência num mundo de Ignorância.

“By Heart” de Tiago Rodrigues é apresentado no dia 24 de Abril. Tiago Rodrigues é ator, dramaturgo, encenador e diretor do Teatro Nacional D. Maria II. Em “By Heart”, encenado por Bruno Martins, Tiago Rodrigues ensina um poema a 10 pessoas…. É uma peça sobre a importância da transmissão.

O teatro regressa ao palco do Centro de Arte em Ovar a 22 de Maio com a apresentação da peça “O meu país é o que o mar não quer” de Ricardo Correia.

Uma história de uma geração dividida entre partir ou ficar, o mês de Maio encerra com mais uma proposta teatral de António Fonseca, “Os Lusìadas”. Numa maratona entre as 10 da manhã e as 23 horas, o autor irá apresentar os 10 cantos da obra de Luís de Camões. Ao longo de 10 horas irá ainda contar com a colaboração de cidadãos de Ovar, Braga, Felgueiras e Porto.

A programação termina a 13 de junho com mais uma apresentação teatral “I don’t belong here” de Dinarte Branco e Nuno Costa Santos. Uma obra com 7 atores em palco, 2 profissionais, Cláudia Gaiolas e Tiago Nogueira, e 5 pessoas que expõem corajosamente a sua solidão.

 

Texto: Paulo Homem de Melo

Agenda: Rui Massena…. tour 2015

Nos próximos dias 16 e 19 de Abril tem início a tour 2015 de Rui Massena, no CCB, em Lisboa e Casa da Música, no Porto, respectivamente.

rui.pngerão dois espectáculos recheados de novidades.

Ao nível de reportório, Rui Massena estreará temas compostos por si, já depois da edição de "Solo", o seu bem sucedido álbum de estreia.

Em concerto, Massena far-se-á acompanhar de um ensemble composto por violino, violoncelo, viola-baixo, guitarra e percussão

 

Os maestros são figuras fascinantes, quase sempre excêntricas, tocadas pelo génio.

É certamente esse o caso de Rui Massena, conhecida figura do panorama cultural nacional que ajudou a transformar Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura num estrondoso caso de sucesso.

Assim aconteceu também com a Orquestra Clássica da Madeira onde foi maestro e diretor artístico durante 12 anos. Fora de portas, entre muitos concertos em numerosos países destaca-se o facto de ter sido maestro convidado principal da Orquestra Sinfónica de Roma entre 2007 e 2009 e a proeza de ter sido o primeiro Maestro Português a dirigir na mítica sala Carnegie Hall em Nova Iorque.

Por cá, embarcou de corpo e alma na aventura Expensive Soul Symphonic Experience, um espetáculo onde uma orquestra clássica encontrou espaço ao lado do moderno hip hop dos Expensive Soul.

No inicio deste ano Rui Massena estreou-se enquanto compositor num álbum em nome próprio “Solo”.

A sua vasta experiência musical dá-lhe uma bagagem invejável e singular, que, no seu trabalho mais pessoal, se traduz num fascinante universo de melodias que promete apaixonar quem se embrenhe nesta nova aventura solitária de Rui Massena. Um palco, um piano, um homem e o seu ensemble. Uma história, um percurso artístico vários prémios. Tudo se conjuga num espetáculo único, imperdível e surpreendente

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

16 abril 2015 | 21.00h

 

Casa da Música (Porto)

19 abril 2015 | 21.00h

Festivais: Super Bock, Super Rock… Unknown Mortal Orchestra

Super Bock, Super Rock... mais três bons motivos para ansiar a chegada dos dias 16, 17 e 18 de Julho: Unknown Mortal Orchestra, King Gizzard & The Lizard Wizard e Madeon.

unknownmortalorchestra.jpgA música psicadélica tem, nos últimos anos, conquistado vida nova e robusta, e bandas como os Unknown Mortal Orchestra devem, por merecimento, receber os créditos por esta ressurreição.

O coletivo vem de Portland e é liderado por Ruban Nielson (composições, voz e guitarra), contando ainda com o baixo de Jake Portrait e a bateria de Riley Geare.

Depois de dois discos retumbantes de elogios, estão de volta com “Multi-Love”, edição de 2015 que terá lugar de destaque no concerto dos norte-americanos, em que a explosão das cores e a velocidade dos teclados eleva em ritmo e energia o som dos UMO.

Os King Gizzard & The Wizard Lizard editaram em dois anos 4 LPs.

Em 2014, os discos “Float Along ­ Fill Your Lungs” e “Oddments” confirmaram os Australianos como uma das mais interessantes, produtivas e arrebatadoras bandas da atualidade. Fazedores de um rock psicadélico com temperos claramente vintage, a música do septeto é frenética de ritmo, casando na perfeição riffs de guitarras e acordes percussivos.

Escolhido para fechar o palco Super Bock no primeiro dia de Festival, Madeon é um jovem francês que precocemente se transformou num fenómeno da música electro-house. Tudo começou com “Pop Culture”, um tema que incendiou a plataforma YouTube garantido a Madeon milhões de visualizações, catapultando-o para voos que, com toda a certeza, não preveria tão antetempo. De 2009 para cá, Madeon editou uma série de singles como produtor e, já este ano, lançou o incrível LP de estreia “Adventure”. É um DJ de excepção

 

Dia 16

Palco Super Bock - Sting, Noel Gallagher’s High Flying Birds, The Vaccines, Milky Chance, Madeon

Palco EDP - SBTRKT, Little Dragon, Perfume Genius, King Gizzard & The Lizard, Kate Tempest

Palco Carlsberg - Toro Y Moi

 

Dia 17

Palco Super Bock - Blur, dEUS, The Drums

Palco EDP - Bombay Bicycle Club, Savages, Kindness, Sinkane

Palco Carlsberg - Gramatik

 

Dia 18

Palco Super Bock - Florence + the Machine, FFS (Franz Ferdinand & Sparks), Crystal Fighters, Rodrigo Amarante

Palco EDP - Banda do Mar, Unknown Mortal Orchestra, Palma Violets, Benjamin Clementine, Modernos

Agenda: Luna… na Casa da Música

É o regresso de uma das bandas mais influentes da indie-pop dos anos 90 que voltam à vida 10 anos depois de anunciarem a sua separação.

luna.jpgA atividade do seu líder Dean Wareham nos últimos anos com a publicação do livro “Black Postcards”, a edição dos brilhantes registos junto da sua companheira Britta Phillips e do seu aguardado LP em solitário em 2014, animaram o músico neozelandês a retomar o trajeto interrompido dos Luna.

 

A banda colocou um ponto final na sua carreira depois da publicação e apresentação de “Rendezvous” em 2004, e um ano antes passaram precisamente pelo Porto, o local que agora os volta a receber neste entusiástico regresso incluído numa Tour Ibérica na qual a invicta é a única contemplada em Portugal.

Num concerto dia 26 de Abril na Casa da Musica, Dean Wareham, Britta Phillips, Sean Eden e Lee Wall apresentam-se com a sua música intemporal, repleta de canções elípticas e envolventes.

De Rosebuds a Broken Social Scene, de Beachwood Sparks a Black Rebel Motorcycle Club, a sombra dos Luna é muito abrangente e muito culpável de que a cara mais lacónica de Nova Iorque que pintaram Lou Reed ou Tom Verlaine

 

Casa da Música (Porto)

26 abril 2015 | 21.30h

Festivais: Porta-Jazz 2015

A Porta-Jazz, associação não-lucrativa que promove e dinamiza o jazz na cidade do Porto, retorna no corrente mês para oferecer uma série de concertos do género, entre artistas nacionais e internacionais, jam sessions e uma oficina.porta-jazz.jpg A novidade na programação vai para a atuação do quinteto pLoo, no auditório da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), que servirá de apresentação ao disco de estreia, “Estereograma” (Este é o 15º disco com o Carimbo Porta-Jazz).

A banda portuguesa apresentará os nove temas que compõem um disco que bebe influências do jazz e da world music. O concerto está agendado já para esta quarta-feira, dia 8, e tem entrada livre.

 

Os pLoo são constituídos por Paulo Costa (bateria / percussão / composiçã), António Augusto Aguiar (contrabaixo), Eurico Costa (guitarra), Daniel Dias (trombone) e João Mortágua (saxofone)

 

Além do espetáculo dos pLoo, estão também previstas atuações no primeiro piso do Edifício AXA (nova sala da Porta-Jazz) de vários músicos internacionais, como o pianista finlandês Henrik Wirzenius ou o guitarrista dinamarquês Jakob Bro, descrito como “uma das maiores revelações do jazz europeu” e que apresentará em solo nacional o seu disco de estreia, “Gevion”. No mesmo dia da atuação de Bro, haverá também espaço para uma oficina.

 estação de São Bento, à boleia da iniciativa Locomotiva, da Porto Lazer, será igualmente palco de elevadas doses “jazzísticas”, estas com carimbo nacional.

Discos: “Lifeboat” - Mazgani

“Lifeboat” é o novo trabalho discográfico do cantor e compositor Mazgani.

O álbum será editado na próxima segunda feira 13 de Abril e inclui reinterpretações muito pessoais de temas de figuras marcantes no percurso musical e na vida do cantor, tais como PJ Harvey, Elvis Presley, Cole Porter ou Bee Gees, entre outros.

É precisamente um êxito dos Bee Gees, “To love somebody”, que serve de base ao single de avanço para “Lifeboat”

mazgani.jpgTrata-se de um trabalho co-produzido por Mazgani e Hélder Nelson, e gravado “live on tape”, ou seja, em estúdio mas ao vivo, de modo a captar o espaço e os momentos na perfeição.

A ideia do disco era “apoderar-se das canções” e “fazê-las suas”, como o autor afirma. “Queria com a minha voz contar a minha história através destas canções e, ao mesmo tempo, encontrar uma estética que ligasse este corpo de obra tão díspar”.

 

Mazgani fez-se acompanhar por Sérgio Mendes (guitarra), Victor Coimbra (baixo e contra-baixo), Paulo Cavaco (teclado, piano e acordeão) e Fernando Távares (bateria).

“Lifeboat” é o sucessor de “Common Ground”, editado em 2013 e gravado em Bristol, produzido por John Parish (PJ Harvey) e Mick Harvey (Nick Cave & The Bad seeds).

 

Lifeboat

Edição Sony Music (Abril 2015)