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Glam Magazine

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Vodafone Paredes de Coura de 2015... mais 3 nomes anunciados

Fuzz, Allah-las e Steve Gunn. São mais três os nomes apontados para o Vodafone Paredes de Coura de 2015, que acontece no minho entre os dias 19 e 22 de Agosto.

A variedade continua a ser claramente um dos grandes argumentos do festival.

A estes nomes juntam-se aos previamente anunciados Tame Impala, Pond, Temples, Father John Misty, Waxahatchee, Iceage e Charles Bradley.

 

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O passe geral para os quatro dias do festival custa 85 euros e está à venda nos locais habituais

Mark Lanegan

Mark Lanegan volta novamente a Portugal para mais dois concertos.

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O norte-americano apresenta-se no Porto no dia 13 de Março em concerto no Hard Club; no dia seguinte apresenta-se no Armazém F, em Lisboa. 

O música virá até cá mostrar as canções de Phantom Radio, um disco lançado no dia 21 de Outubro de 2014 com selo Flooded Soil/Vagrant Records

 

 

Jorge Palma.... com todo o respeito

Jorge Palma em concerto pela Epilepsia

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Ao participar neste concerto, estará a contribuir para a manutenção e alargamento das respostas dos projectos ocupacionais da EPI, frequentados por pessoas com epilepsia e/ou incapacidade e deficiência

 

Auditório do Conservatório - Coimbra

Sexta-feira 13 Março 2015 | 21.30h

 

No dia 14 de Março Jorge Palma atua na Casa das Artes e Cultura do Tejo - Vila Velha de Ródão (com Vicente Palma) 

 

 

Vozes do Alentejo - O melhor do Cante Alentejano

O melhor do Cante Alentejano é um novo espetáculo de celebração de uma cultura que acaba de receber o selo de reconhecimento da Unesco sendo classificado como Património Imaterial da Humanidade.

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O Grupo Coral e Etnográfico da Casa do Povo de Serpa, uma das maiores referências atuais do cante e o coletivo que funcionou como embaixada desta arte em Paris para a cerimónia de consagração oferecida pela Unesco, será o elemento central desta viagem. Um grupo acústico de músicos e uma série de vozes solistas que representam o melhor da música portuguesa, incluindo nomes como Celina da Piedade, Paulo Ribeiro ou Bernardo Espinho, completará em palco o elenco de um espetáculo que viajará pelos maiores tesouros do reportório de uma cultura única e apaixonante. É de presente e passado, mas também de futuro que se fará esta viagem ao Alentejo mais profundo que os nossos ouvidos conseguem imaginar

 

Casa da Música - Porto

Sábado 14 Março 2015 | 21.30h

 

 

Cuca Roseta apresenta... "Raiz"

Cuca Roseta vais subir ao palco do Centro de Arte de Ovar no próximo sábado para apresentar o disco “Raiz”.

 

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“E ao segundo disco, numa coragem quase anacrónica, Cuca Roseta decidiu dar mais: Raiz é o resultado dessa entrega tão bela. Num passo que serviu para se superar, a fadista criou um disco de originais, música e letras próprias e vindas do fundo de si. Da raiz da sua alma. Quando isto acontece com verdade, é fácil reconhecê-lo.

Não surpreende por isso que Raiz tenha sido recebido com tanto entusiasmo quer pelo público, quer pela crítica.

O fado de Cuca ganhou ainda mais com mais dela mesma – e quem a ouve também.
É esse mistério e essa entrega que irá ser celebrado ao vivo com a cumplicidade de grandes músicos. Nessa noite irá acontecer mais uma vez o sortilégio que Cuca Roseta faz viver no que canta e no que sente: uma alma que se dá e que nessa partilha consegue despertar a nossa própria alma.
O segredo é outra vez o mesmo, porque em Cuca Roseta não poderia ser outro: uma surpreendente, oportuna e deslumbrante verdade em estado puro.” (
Nuno Miguel Guedes)

 

Centro de Arte de Ovar

Sábado 14 de Março 2015 | 21.30h

Pequena História da Canção Francesa - António Victorino de Almeida

Pequena História da Canção Francesa - António Victorino de Almeida com Nádia Sousa

 

Maestro António Victorino d'Almeida piano
Nadia Sousa voz

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"A Música, aqui expressamente apresentada com maiúscula, é uma Arte Maior que se compõe de diversos elementos, nomeadamente o ritmo, a melodia, a harmonia, o contraponto, o timbre, a intensidade, a forma e até outros valores. Quando se constrói uma música em que a harmonia, o ritmo, a intensidade, o timbre e a forma pouco ou quase nada variam, sendo o contraponto praticamente inexistente - e por isso se chama, muito logicamente, música ligeira - a responsabilidade assenta quase que por inteiro na melodia.
Sendo assim, para que essa música deixe de ser um puro divertimento de feira, piano-bar ou discoteca, a  melodia tem que ser de uma extraordinária qualidade. (…) Pelo
contrário, a canção francesa que tanto se expandiu na primeira metade do século XX (graças a nomes como Piaf, Brel, Ferré, Aznavour, etc., etc., etc.), baseia-se em melodias que não precisam de harmonias complexas nem de ritmos sofisticados, por exemplo, para se imporem como obras geniais. E o que é genial nunca pode ser ligeiro. Há nessa canções - ou cançonetas - uma estrutura musical que é normalmente simples, mas suficiente para sustentar a força prodigiosa do desenho melódico.
Portanto, quando tenho o enorme prazer de a
companhar a Nadia Sousa em canções francesas dessa época (que ficarão a pertencer a todas as épocas, aliás), é para mim evidente que não estamos a fazer música ligeira. Estamos a fazer da melhor Música."

Maestro António Victorino d’Almeida

 

Cine Teatro de Estarreja

13 de Março 2015 | 21.30h

Teatromosca - "Moby Dick"

A partir do romance homónimo de Herman Melville com adaptação de Tiago Patrício, direção artística de Pedro Alves e Produção teatromosca.  
 

A partir do romance hmobydick.jpgomónimo de Herman Melville com adaptação de Tiago Patrício, direção artística de Pedro Alves e Produção teatromosca. 

Narrativa de aventuras para alguns, epopeia metafísica para outros, «Moby-Dick», de Herman Melville, pode ser resumida como a história de uma viagem de caça à baleia, um estudo sobre a obsessão e a vingança e como estes traços dominantes se tornam a ruína do homem.

Uma narrativa fragmentada, em certo modo, desordenada, dinâmica, entretecendo diferentes modos literários: conto, sátira, drama, ensaio, enciclopédia, crónica, lírica…Numa primeira fase do texto (e aqui serve-nos tão bem a teoria cíclica da História tal como foi desenhada por Vico!), acompanhamos o narrador Ismael nos preparativos para a viagem.

 

Teatro Aveirense
13 e 14 de Março | 21.30h

 

 

De Coimbra com amor.... os Mancines

 O quarteto de Coimbra estreia-se em Abril com o album "Eden's Inferno"

Depois da apresentação do single "Time" os Mancines anunciam a data de lançamento do seu disco de estreia bem como a primeira apresentação ao vivo do mesmo no dia 9 de Abril de 2015 em Coimbra.

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Raquel Ralha (Wraygun, Belle Chase Hotel, Azembla's Quartet), Toni Fortuna (D30, Tédio Boys, M'as Foice), Pedro Renato (Belle Chase Hotel, Azembla's Quartet) e Gonçalo Rui dão a conhecer os 10 temas do disco que nos levam numa viagem cinemática à profundezas de um inferno idílico, o mesmo que compõe o iniverso ímpar do quarteto

 

 

 

 

9 de Abril | 21.30h

Auditório do Conservatório de Música de Coimbra

Ryan Sambol.... de Austin para Lisboa

Ryan Sambol foi o líder e voz dos extintos Strange Boys, banda de Austin no Texas, que no seu tempo de vida (2007-2012) lançaram o revigorante "The Strange Boys and Girls Club" na editora In the Red, passando depois para a Rough Trade com os subsequentes "Be Brave" e "Live Music".

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Nos entretantos, Ryan procurou-se em viagens - desejando felicidade para os outros e paz e solitude para si - encontrou-se perdendo-se pelo Norte de África por milhas mexicanas, e está de volta à Europa para uma digressão a solo sustentada a canções que já gravou em dois discos distintos prometidos à In the Red - um ao piano a solo, outro com uma banda recrutada para o acompanhar - que aguardam edição.

 

O rapaz, que é hoje um homem, tem várias ideias em que está a trabalhar, é só uma questão de pedir emprestado o tempo de as perseguir, como o da intimidade que será partilhada na Casa Independente esta próxima sexta-feira.

Dia 13 de Março, este estudioso dos mestres da canção norte-americana vem mostrar de que é feita a superior fogosidade do seu rock, num concerto que tem tanto de pessoal como de saboroso.

 

Ryan Sambol

Casa Independente – Lisboa

13 Março 2015 | 22.30h